Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

12 de dez. de 2011

Deputado que investiu em campanha contra Jornada Mundial da Juventude no Brasil foi denunciado pelo Ministério Público por formação de quadrilha

A TV Record, emissora de Edir Macedo, proprietário da Universal do Reino de Deus, exibiu matéria “denunciando” uma emenda feita pela deputada estadual Myrian ao   Governo do Rio de Janeiro revertida para a promoção e realização da Jornada Mundial da Juventude que acontecerá em 2013 naquele estado. Os católicos acusam o jornalismo da emissora de  tendencioso quando o assunto é a Igreja Católica.


Leia também: JMJ Madri gerou 354 milhões de euros


Edir Macedo parece  utilizar-se da emissora, que é uma concessão pública, para atacar aqueles que considera como inimigo, faz isso  continuamente contra a Rede Globo de Televisão, Igreja Católica e os demais Evangélicos que não professam a doutrina da Universal.
A Deputada não emitiu nota para a reportagem mas esclareceu o assunto em seu perfil no Twitter:




Um deputado que apareceu como personagem na reportagem é Edino Fonseca, deputado estadual denunciado pelo Ministério Público por formação de quadrilha conforme processo TJ-RJ Processo Nº2008.065.00003

Católicos começaram uma campanha nas redes sociais  pedindo que os membros da Igreja não sintonizem na emissora, na opinião deles panfletária.

Para o administrador e gestor de eventos Tobias Cortez a “denúncia” contra a deputada não tem razão de ser. “Engraçado, eventos particulares como RockinRio, SWU e até eventos evangélicos, como a Marcha para Jesus têm o apoio do Governo e eles nunca falaram nada! Bento XVI é um chefe de estado que vem visitar nosso país e milhões de jovens irão ao seu encontro na cidade do RJ. Isso vai beneficiar a economia e o potencial turístico de toda a cidade. Você acha que tem alguma denúncia para fazer nisso?”, questionou o jovem.

Mobilização
Os internautas mobilizam-se para próximo dia 16 realizarem um twittaço às 14h com hastag #BrasilsemTVRecord Muitos estão compartilhando no Facebook e demais redes a imagem abaixo com a Hastag #jornalismodeterceira





Fonte: http://blog.opovo.com.br/ancoradouro/tv-record-ja-empreende-esforcos-contra-a-realizacao-da-jornada-mundial-da-juventude-com-o-papa/

Protestantes também gastam dinheiro publico para eventos.



Alexsandro de Lima
Começo logo dizendo que não sou jornalista, esse tumblr é meu e não vim aqui pra ser imparcial. Tomo partido, tenho opnião e bato o pé! Recado dado, vamos aos fatos =)

Você já deve ter visto/escutado o burbrinho por causa de uma certa reportagem sobre a Jornada Mundial feita pela TV Record.

Se ainda não viu, dá uma olhada no vídeo e depois continuamos o papo.

Reportagens tendenciosas e parciais temos em TODOS meios de informação. Até o conceituado (na minha opnião o melhor telejornal do Brasil) Jornal Nacional expõe sua opnião de maneira bem sutil, se você assistir com atenção vai perceber.

E a emissora de seu Edir não é diferente, sempre foi tendenciosa, sobretudo no que diz respeito a Igreja Católica. Este ano, por exemplo, a Jornada Mundial da Juventude foi ignorada pela emissora (veja mais aqui ). Seu Edir, na sua emissora, sempre fez e faz críticas a Rede Globo, a outras emissoras e até a protestantes que não comungam da doutrina da igreja universal (tudo minúsculo mesmo).

Na reportagem do vídeo acredito que eles tenham “esquecido” de citar que dinheiro público também é usado em manifestações protestantes (mais aqui e aqui ).

Devem ter “esquecido” também que o Papa é um chefe de estado que estará visitando o Brasil. Preciso questionar o uso de verba pública para visitas de outros chefes de estado ao Brasil?

Se eventos como parada gay, rock’n rio, swu entre outros, tem “incentivo” do governo, por que pra Jornada não pode ser aprovada esta emenda?

Sem falar que a Jornada é um evento grandioso e muito rentável para o Brasil. A edição deste ano gerou 354 milhões de Euros (mais aqui ). Imagina a edição do Brasil que deve contar com mais de 4 milhões de jovens de todo o mundo?

Outra coisa que me impressiona muito é ver jornalistas, que saíram de boas escola práticas, se deixarem levar pelo $ e com isso quasem quebrarem o pescoço indicando o lado que tomam em suas reportagens. Tsc tsc tsc. É de verdade uma pena!

Todo esse falatório fez com que uma galera começasse nas redes sociais a campanha #BrasilSemTVRecord.

Não sou fundamentalista e nem sou de aderir qualquer campanha que aparece por aí, mas para pra pensar, o que é que você perde se não assistir a record? Pica-Pau? Você pode assistir tudo no youtube.

Como eu nunca dei ibope a tv record, nunca gostei do modo que eles tem de fazer tv eu entro nessa de cabeça!

E digo mais, porque só dia 16? Quando sento em frente a tv sempre uso essa tag e vou usar sempre. Repito, não apenas por esse fato, mas por todo o ” jeito record” de se fazer tv.

Fonte: http://dinhodelima.tumblr.com/post/14100773189/record-jornada-mundial-da-juventude-e-redes-sociais

RETIROS DE SILÊNCIO E DESERTO - PROGRAMAÇÃO 2012



RETIROS ESPIRITUAIS DE SILÊNCIO E DESERTO PROGRAMAÇÃO 2012

Nossa Fraternidade Monástica dos Discípulos de Jesus deseja acolher jovens, adolescentes e casais, como também grupos de diversas faixas etárias e pastorais; para serem acompanhados em retiros de silêncio de um dia, três dias (a serem programados individualmente), oito dias “retiro de deserto” e hospedagem. Os retiros serão orientados por um sacerdote da Fraternidade Monástica.
Aqueles que desejarem retiros com temas, datas e pregadores específicos, fora da programação abaixo, deverão entrar em contato com o Mosteiro Menino Jesus, para verificarem a possibilidade de tais agendamentos.
Propósito dos retiros:
Com os retiros, pretendemos proporcionar um ambiente de silêncio, para que cada participante faça a experiência profunda do encontro pessoal com o Senhor.
Diz o Senhor: "Te conduzirei a um local solitário e falarei ao teu coração!” (Os 2,14).
Nosso empenho:
Com a ajuda de Nossa Senhora, nos empenhamos em transmitir um pouco da nossa experiência contemplativa e da nossa espiritualidade “Beneditina e Mariana”, embasados na “Palavra de Deus” e nas “Mensagens de Nossa Senhora Rainha da Paz”.
A jornada dos retiros é composta por Pregações, Meditações em silêncio, Adoração ao Santíssimo (conduzida), Oração do Santo Terço e Partilha do Grupo, encerrando com a Santa Missa.

Nosso desejo:
De um modo particular, nos esforçamos para que cada participante possa ser alimentado e convertido pela Palavra de Deus, fazendo o encontro vital com Cristo Palavra Viva que interpela, orienta e plasma o coração humano, e assim transforma-nos em servidores do anúncio evangélico. Pois é Cristo a única palavra e a única resposta para a nossa vida.
Desejamos também que cada participante faça uma profunda experiência com Maria Rainha da Paz, que nos ensina a rezar com o coração e a colocar Jesus no centro de nossas vidas.



O que encontrará:
Temos a certeza que encontrará aqui, um clima de acolhida, silêncio, paz, simplicidade e família e, sobretudo pessoas preparadas para acompanhar espiritualmente os grupos, indicando o caminho da “Escola de Oração e Santidade”. Este é o pedido feito por Nossa Senhora em Medjugorje, e que se encontra em comunhão com o Magistério da Igreja.

Programação das Datas de Retiros e Hospedagem


Retiros de 1 dia
Os retiros de um dia estão programados para todo terceiro Domingo de cada mês, com exceção do mês de Janeiro. Estes retiros são direcionados especialmente para jovens, casais, coordenadores de pastorais, como também aberto para todos aqueles que desejam fazer uma experiência forte da “Palavra”, segue a data e os pregadores:

19/02/12 Pe. Mateus Maria – “Acolhendo o amor: caminho para a cura interior”
18/03/12 Pe. Serafim Maria - “Cantai ao Senhor um canto Novo”
15/04/12 Pe. Martinho Maria – “Eu e minha Casa serviremos o Senhor”
20/05/12 Pe. Mateus Maria – “A liberdade interior – A Trindade Humana”
15/07/12 Pe. Serafim Maria – “Te seguirei Senhor”
19/08/12 Pe. Mateus Maria – “Não se perturbe o vosso coração”
16/09/12 Pe. Martinho Maria – “Entrega-te a Mim”
21/10/12 Pe. Serafim Maria – “Sem Mim nada podeis fazer”
18/11/12 Pe. Martinho Maria – “A silenciosa voz da Oração ”

Outras datas de retiro, poderão ser agendadas, conforme a programação da casa, neste caso, o custo do retiro será: até 45 pessoas R$ 30,00 (por pessoa), acima de 46 pessoas R$ 25,00 (por pessoa), independente de o grupo ter ou não o pregador.

Programação de horários:

09h00 Acolhida e cafezinho
09h30 Terço meditado com Maria
10h:10 Lanche
10h:20 1ª colocação
11h:20 Oração e meditação em silêncio
12h:20 Ângelus
12h:30 Almoço
13h:30 Terço meditado com Maria
14h:00 Momento de louvor
14h:15 2ª colocação
15h:30 Adoração ao Santíssimo
16h:15 Preparação para Missa
16h:30 Missa, Vésperas
17h:30 Cafezinho e encerramento

As confissões iniciarão após o almoço e terão o seu término às 14h:15min.

Este retiro inicia às 9h:00 e tem o seu término às 17h:30.
O valor da Inscrição do retiro é R$ 25,00 por pessoa.
A programação poderá sofrer alteração.


Hospedagem de 3 dias

Os interessados a permanecerem três dias em oração, contemplando e vivenciando a vida de silêncio e oração do Mosteiro, e se preparando a participarem da Missa de cura presidida pelo nosso fundador Pe. Eugenio Maria, poderão chegar ao Mosteiro, na sexta feira que antecede o primeiro domingo do mês, às 15:00hs, até às 17:00hs.

Aconselhamos marcar as datas de hospedagem com ‘antecedência’, para não correr o risco de ficar sem vaga. Só recebemos para hospedagem, aqueles que fizeram a sua inscrição com antecedência.

Também agendamos a hospedagem para caravanas de outras cidades.
Datas da Hospedagem para Missa de Cura:

03/02/12 a 05/02/12
02/03/12 a 04/03/12
30/03/12 a 01/04/12
04/05/12 a 06/05/12
01/06/12 a 03/06/12
03/08/12 a 05/08/12
31/08/12 a 02/09/12
02/11/12 a 04/11/12
30/11/12 a 02/12/12

O valor da hospedagem é de R$ 175,00 por pessoa.
As pessoas que desejarem ficar em nossa hospedaria, poderão seguir os nossos horários de oração, propostos:

Sexta:
15:30 – 17:00 Chegada
18:00 Santa Missa e Santo Terço - Opcional
19:30 Jantar
21:00 Descanso

Sábado:
06:00 Aurora
07:00 - 07:30 Café
08:30 Oração do Ofício das Leituras e Santo Terço (Opcional)
12:30 Oração do Meio dia e Santo Terço (Opcional)
13:30 Almoço
18:00 Santa Missa
20:00 Jantar
21:00 Descanso

Domingo
06:00 Aurora
07:00 - 07:30 Café
08:30 Oração do Ofício das Leituras e Santo Terço na Igreja de Deus Pai (Opcional)
10:00 Grupo de Oração segundo a Espiritualidade de Medjugorje(Igreja de Deus Pai)
11:00 Oração do Meio dia e Santo Terço – Capela Dom Bosco (Opcional)
12:00 Almoço
14:30 Santa Missa de Cura
Após a Santa Missa – Despedida

Quem desejar permanecer um pouco mais e partir na segunda feira de manhã, pagará um acréscimo de R$ 25,00, finalizando no total de R$ 200,00.
A programação poderá sofrer alteração.
Obs.: A Hospedagem de três dias não é um retiro de silêncio, mas sim “hospedagem” para aqueles que querem participar da “Santa Missa de Cura”, presidida pelo nosso Fundador Pe. Eugenio. Aqueles que quiserem realmente ficar três dias de retiro no Mosteiro, deverão verificar com os monges do Mosteiro Menino Jesus, uma outra data para fazerem o seu retiro de silêncio.



Retiro de 8 dias de Deserto
Os retiros de oito dias, são chamados de “Deserto”, terão o seu início no terceiro Domingo do mês (fora exceções), com a chegada prevista para as 14:00 hs, com a missa de abertura as 16:00hs, tendo o seu encerramento na segunda feira da quarta semana do mês, com o almoço festivo.
Este retiro é indicado para aquelas pessoas que desejam fazer uma experiência forte do amor de Deus, e que desejam iniciar uma nova vida. Indicado para as pessoas que estão em busca da Paz interior, e de um novo caminho.
Estes retiros serão conduzidos pelo Pe. Mateus Maria, nas seguintes datas:

13/02/12 a 21/02/12
15/04/12 a 23/04/12
20/05/12 a 28/05/12
18/06/12 a 26/06/12
15/07/12 a 23/07/12
19/08/12 a 27/08/12
16/09/12 a 24/09/12
21/10/12 a 29/10/12
18/11/12 a 26/11/12

A programação poderá sofrer alteração.
O valor da Inscrição do retiro é R$ 450,00 por pessoa.
Caso alguém deseje fazer este retiro em outra data, poderá agendar diretamente com o Pe. Mateus Maria.

Hospedaria
Acolhemos também as pessoas que querem se hospedar no Mosteiro para participarem um pouco mais da vida espiritual proposta por nosso Mosteiro, permanecendo conosco alguns dias para saborear um pouco da nossa vida de oração, silêncio e trabalho. Diária R$ 60,00 (Café da Manhã, almoço e Janta).

Inscrições para o retiro:
É necessário fazer a inscrição com antecedência.
Para eventuais esclarecimentos sobre pagamentos, agendamentos, e programações de retiros, por favor entre em contato pelo telefone (11) 5527-5329, ou pelo e-mail
retirocmj@terra.com.br falar com Ir. Raquel Maria.
Que o Senhor, por meio de Maria, lhe conduza na estrada da Santidade e do Amor.
Permaneçamos unidos em oração com Maria!
Pe. Mateus Maria, FMDJ

OBSERVAÇÕES:

Para a estadia no Mosteiro, lembre-se de trazer caderno, caneta, bíblia, MP3 e muito desejo de Deus!

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE X ABORTO












http://pt.gloria.tv/?media=116333


MILAGRE NA BASÍLICA DE NOS


SA SENHORA DE GUADALUPE


Sabemos que Nossa Senhora de Guadalupe não só é a padroeira da América Latina, mas também é a padroeira dos Nascituros.
Neste dia tão especial, roguemos a ela que livre a America Latina da Maldição do Aborto, e que pise na cabeça de satanás e de todos os demônios que estão no senado, no congresso, guiados pela Lob abortista e feminista, tentando instaurar a legalização do maior holocausto da face da terra que se chama "Aborto Legal".



Abaixo segue o resumo do comunicado, de 1º de maio de 2007, do Dr.Jean-Pierre Dickès, presidente da Associação Católica de Enfermeiros e Médicos, no qual ele testemunho o grande Milagre da Santa Virgem Maria, Nossa Senhora de Guadalupe.
Em 24 de abril, 2007, logo depois da decisão do México de legalizar o aborto:



Após a Missa celebrada na Basílica pelas criancinhas não nascidas, abortadas, quando muitos fiéis fotografavam o quadro da Virgem de Guadalupe, diante do qual uma multidão de peregrinos desfilam num tapete rolante, a imagem de Nossa Senhora començou a se apagar, enquanto uma luz intensa emanava do seu ventre, constituindo um halo brilhante tendo a forma de um embrião. Essa luz provinha realmente do ventre da imagem da Santíssima Virgem Maria e não era um reflexo, nem um artefato.



O engenheiro Luis Girault, que examinou a imagem, confirmou a autenticidade do negativo e especificou que não foi nem modificado nem alterado. Ele revelou que a luz não provinha de nenhum reflexo, mas saia literalmente do interior da imagem da Virgem. A luz era muito branca, pura e intensa, muito diferente dos clarões fotográficos habituais, produzidos pelos flashes. Esta luz era envolvida por um halo com a forma de um embrião. Examinando ainda mais precisamente esta imagem, distingue-se no interior do halo certas zonas de sombra que são características de um embrião humano no seio materno .



" Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem" esta é a nossa fé católica ! Já João Batista estremeceu no seio de sua mãe para saudar o Seu Senhor. Nossa Senhora de Guadalupe vem em socorro dos embriões não nascidos – ignorados dos legisladores – lembrando assim o Evangelho de Lucas (1, 1) : « Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus » (Somente a Igreja poderá se pronunciar formalmente sobre este acontecimento.)
As fotos foram enviadas do México pelo Pe.Luis Matos, superior da Comunidade des Béatitudes e este é um resumo de sua mensagem.



OREMOS:
Mãe, neste dia queremos consagrar ao teu Imaculado Coração, todos os nossos nascituros, a nossa família, a nossa vida, todos os bebês não nascidos que ainda estão no coração de Deus, todos aqueles milhões de bebês que foram abortados, os seus pais que lhes ceifaram a vida, os óvulos fecundados que são descartados no lixo pelos laboratórios de fertilidade e reprodução humana.
Mãe queremos consagrar de um modo todo especial ao Teu Coração Imaculado, todos os movimentos pró-vidas, todos aqueles que lutam pela vida e em defesa da vida. Nossa Senhora de Guadalupe, queremos neste dia consagrar a ti, a vida humana, hoje escarnecida e profanada por satanás e pelos seus, com a terrível prática do Aborto e da eutanásia. Pedimos-te mãe Santíssima Rainha da Paz, que aparecestes grávida de Jesus, ao índio Juan Diego, no sábado, 9 de dezembro de 1531, no México, para indicar quão Sagrada é a Vida, e para nos mostrar que Jesus deve ser o centro da nossa vida, queremos te pedir, ilumina os nossos governantes, para que todas as leis pró-aborto que tramitam no congresso possam ser esmagadas, abaixo de teus pés, juntamente com o demônio, pai da mentira e da morte, para que a maldição do Aborto, da cultura de Morte, não entre em nosso país, e seja extirpada da América Latina.
Mãe Santíssima, Tu que aparecestes como uma gestante em Guadalupe, cingida por uma faixa em cima do Teu Ventre, como sinal da cultura Náhuatl indígena, que representava o fim de um ciclo e o nascimento de outro, faz com que, nós Filhos da Luz, possamos propagar com força, com amor, com poder, a nossa fé, os nossos conceitos morais a favor da Família, da Vida e da Paz, para que possamos junto com a Senhora levar Jesus a todos os que encontramos, para que possamos aproximar cada vez mais o Reino de Deus a todos que vivem a morte do pecado em suas vidas. Queremos Mãe, levar a fé no Cristo Jesus, que faz nova todas as coisas, crendo que com a oração do Santo Rosário, juntamente com o nosso trabalho apostólico em favor da vida, guiados pelas tuas mãos, possamos contribuir para um novo mundo, uma nova era cristã.
Te pedimos Mãe, cubra-nos com o teu manto de amor, quando as flechas incendiárias do maligno foram dirigidas a nós tentando-nos ferir, olhe-nos com o teu olhar de Paz, dando-nos Jesus o Rei da Paz, estreite-nos em teu coração materno nos consolando, quando a dor e a perseguição nos assolar, puxe-nos pela mão, quando não soubermos o caminho, e neste momento estenda as tuas mãos sobre nós, para orar pelas nossas intenções, para nos abençoar e nos doar uma nova efusão do Espírito Santo, que é o Amor do Pai pelo Filho e do Filho pelo Pai, nos doe Mãe o dom de Amar o Amado, e ser todo Dele por meio da Senhora, glorificando o Santo Nome de Deus, com a nossa luta pela Vida, mesmo que seja necessário para isto, o derramamento do nosso sangue.
A ti Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da América Latina, consagramos também a Nossa Igreja, os nossos pastores, para que possam com coragem anunciar o Evangelho da Vida, lutando a favor de Deus, sendo mais pastores que diplomatas, para que eles não sejam apóstatas com o seu silêncio diante de pactos e leis mundanas contra a vida, para que tenham coragem de serem profetas e arautos da Palavra de Deus, que defende a Vida desde a sua concepção.
Concedei Virgem Santa, a nossos lares a graça do amor e do respeito à vida e a família, a unidade e a compreensão, para que as nossas famílias possam acolher todos os filhos que Deus Pai enviar, para que possam estarem abertas a vida, e possam com o mesmo amor com o qual concebestes em Vosso ventre Jesus, a nossa vida, lutar por ela. Bem-Aventurada Virgem Maria, protegei nossas famílias, para que sejam sempre unidas e abençoai a educação de nossos filhos.
Pedimos-te Mãe, inspirai neste momento, leigos, sacerdotes, consagrados, dispostos a lutarem em favor da vida, a se colocarem frente a cada clínica abortista, nos rádios, e na televisão, para pregarem o valor da Vida, lutando para salvar os bebês nas clínicas de aborto. Levantando-se para fazer algo pelas mulheres que não querem fazê-lo mas pensam fazê-lo.
Por fim, te pedimos Mãe Santíssima, nos dê paz, a simplicidade e a astúcia, para ajudados e movidos pela Graça de Deus, possamos ser instrumentos para a salvação das vidas inocentes e indefesas.
Mãe te amamos, e lhe suplicamos acolhe o nosso trabalho e a nossa vida, somos todos teus!
Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria, e 1 Glória ao Pai.
E a Todos deixo a Bênção da Gospa, a Virgem de Guadalupe, a bênção do Envio como Arautos do Evangelho da Vida nesta cultura de morte, consagrados a Maria: “Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo!”. Amém!!!




PE. AMTEUS MARIA, FMDJ






O Papa senta em um “trono de ouro”? Veja a Verdade!


A imagem forjada ACIMA para enganar tolos, foi hospedada neste link abaixo, e mostra uma foto do Papa no trono, colada maldosamente ao lado de outra foto onde uma criança come migalhas do chão:http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/318328_180951741988140_100002199467613_478259_555102286_n.jpg

A Verdade:

1- O Papa jamais poderia vender aquele trono, pois não lhe pertence, é patrimônio tombado da humanidade. O Papa fez voto de pobreza, o deslocado versículo bíblico usado alí não se lhe aplica.

2- O trono em que senta o Papa nunca foi de “ouro”. O trono é de madeira com cobertura de bronze dourado. Só os tolos pensam que tudo que reluz é ouro.

Gian Lorenzo Bernini , o maior escultor do século XVII e também um extraordinário arquiteto, em 1657 começou o Trono de São Pedro, ou Cathedra Petri, uma cobertura em bronze dourado do trono em madeira do papa, que foi terminada em 1666, ao mesmo tempo que realizava a colonata. Continuando os seus retratos em bustos de mármore, esculpiu em 1650 um de Francisco I d’Este, duque de Modena.
Fonte: http://www.arqnet.pt/portal/biografias/bernini.html

Os embusteiros que visaram o falso testemunho juntando estas fotos, fariam melhor se pegassem a criança que come migalhas do chão e a levassem a Igreja Católica, a maior Obra Caritativa do Mundo, confira: http://cotidianoespiritual.blogspot.com/2011/10/igreja-catolica-maior-obra-caritativa.html

Doações do Papa aos países pobres:http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/corunum/corunum_po/profilo_po/doni_po.html

Missões de caridades da Igreja:http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/corunum/corunum_po/attivita_po/mission


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Mais uma vez Chalita tenta defender a Dilma e diz ser perseguido pela igreja.


Ate quando Gabriel Chalita ira defender e acobertar as mentiras do PT ? Chalita afirma que e perseguido por uma minoria de católicos depois que defendeu a Dilma.


Queremos dizer ao Professor e Deputado Gabriel Chalita que nos da Equipe de Escritores Rainha dos Apóstolos continuaremos a denunciar as obras das trevas, e dizer que nos fazemos parte dessa minoria, pois como diz a palavra de Deus a vitória no combate não depende do número, mas da força que desce do céu (1°Macabeus 3,19).





11 de dez. de 2011

Record denuncia Deputada Myrian Rios e começa a colocar a nação brasileira contra a Jornada Mundial da Juventude.


A TV Record denunciou a Deputada Myrian Rios por pedir dinheiro ao estado para financiar a Jornada Mundial da Juventude. Pelo que se vê na reportagem começaram cedo a colocar o povo brasileiro contra a JMJ-RIO.

Vejam a reportagem neste vídeo, retirado do site da Rede Record:




Salve Maria!

Elba Ramalho: “Por ser pró-vida, fui ameaçada pelo ministro da Cultura”


Por Wagner Moura.


Não perca a entrevista bombástica de Elba Ramalho para a TV Canção Nova, no vídeo acima. Ela conta que reza um terço com contas em formas de útero para que bebês não sejam abortados e comenta a respeito da perseguição e ameaças que sofreu por parte de ONGs feministas e pelo governo Lula desde que ela se declarou militante pró-vida.

Essa veio lá do sertão… Veio lá do sertão e pode não agradar! Aprendeu a dizer não, ver a morte sem chorar! Disparada. Uma das músicas interpretadas por Elba que eu mais gosto. Vale conferir.

Fonte: http://diasimdiatambem.com/



10 de dez. de 2011

A igreja é santa devemos ama-la




Comentário do Evangelho de domingo, 11/12

Que a Paz de Jesus e a Ternura de Maria estejam contigo!!!

VÍDEO COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO 11/12/12: Caros irmãos, neste Domingo a Santa igreja nos apresenta mais uma vez a figura de João Batista, o mais conhecido pelos Evangelhos sinóticos como o “Precursor”, mas no Evangelho de João 1,6-8.19-28, podemos contemplar nele a “Testemunha” do Senhor, aquele que veio não para exaltar a sí mesmos, não para ter discípulos, mas para ser apenas a voz que clama no deserto, ser na verdade aquele que leva a Palavra... O grande Sande Agostinho, comenta este Evangelho dizendo: “João Batista era apenas uma voz, mas no princípio o Senhor era o Verbo, e João Batista foi a voz por um certo tempo, mas depois veio o Cristo, que no princípio era o Verbo, e é o Verbo por toda a eternidade!” (Serm 293). Se deseja meditar mais assista o vídeo comentário.... Clique no link:   


MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ DE 02/12/12:

“Queridos filhos, como Mãe estou com vocês para ajudá-los com meu amor, oração e exemplo a se tornarem a semente do que vai acontecer, uma semente que irá desenvolver-se numa árvore forte e estenderá seus ramos por todo o mundo. Para se tornarem a semente do que vai acontecer, a semente do amor, peçam ao Pai que lhes perdoe as omissões cometidas até agora. Meus filhos, apenas um coração puro, não sobrecarregado pelo pecado, pode abrir-se e somente olhos sinceros podem ver o caminho pelo qual desejo conduzi-los. Quando vocês entenderem isso, compreenderão o amor de Deus, e este lhes será doado. Então você o doarão aos outros como uma semente de amor. Obrigada.”

ENTREVISTA DO PADRE LIVIO COM MIRJANA DRAGICEVIC SOLDO:

Caso deseje receber por e-mail as atualizações do nosso Blog de Nossa Senhora de Medjugorje, cadastre-se, clicando no link: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com/2011/04/receba-os-artigos-do-blog-por-e-mail.html

Por meio desta mensagem, receba a bênção Especial e Materna da Gospa Maria Rainha da Paz, a bênção da saúde espiritual e física, a benção da cura e da libertação: “Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo!”. Amém!!!

Caso queira indicar alguém para receber o nosso boletim eletrônico, responda este e-mail, enviando-nos os endereços eletrônicos de vossos amigos, mas se não desejar receber mais este informativo, clique abaixo para a remoção automática do vosso e-mail.

Aqueles que quiserem contribuirem com a nossa obra de evangelização, poderão fazer uma doação, nos seguintes bancos: ITAU Ag. 0192 - C/C 18160-0 ou BRADESCO Ag. 0499-5  C/C 0149800-2 Desde já agradecemos!

Depois de terem sido ab-rogados os cânones 1399 e 2319 do C.D.C., graças à intervenção do Papa Paulo VI em AAS 58 (1966) 1186, os escritos referentes a novas aparições, manifestações e milagres, etc., podem ser espalhados e lidos pelos fiéis, mesmo sem licença expressa (“imprimatur”) da autoridade eclesiástica, contanto que se observe a moral cristã.

Permaneçamos Unidos em Oração com Maria!
Um fraterno abraço em Cristo Jesus!

Pe. Mateus Maria, FMDJ
Prior do Mosteiro Menino Jesus

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Panie Jezu Ufam Tobie!

9 de dez. de 2011

O céu que o Salvador nos trará


Por Dom Henrique Soares.

Os primeiros grandes escritores cristãos insistiam em falar do Céu como visão de Deus. Para eles, a Vida eterna consiste, em ver a Deus; e esta visão dá ao homem a vida do próprio Deus, aquela Vida plena, total e feliz. É esta visão de Deus, comunhão com ele, que dará ao homem a imortalidade. Vejamos bem: o homem não é primeiramente imortal e depois vê a Deus; é o contrário: seremos imortais precisamente porque veremos a Deus! É esta visão de Deus que é fonte de imortalidade, de vida plena! Assim dizia Santo Irineu, no século II: “Todos aqueles que vêem a Luz estão na Luz. Quem vê a Deus percebe a sua Glória: o que dá a Vida é a Glória de Deus. Deus dá a Vida a quem o contempla e o vê”.

Outra idéia que aparece entre os primeiros escritores cristãos é a do louvor e do gáudio, da alegria. Santo Agostinho dizia, no século V: “A exultação da nossa Vida eterna será o louvor de Deus, para o qual ninguém estará preparado se não se exercitar desde agora”; “Lá veremos a Deus e louvaremos! Nem toda a alegria entrará em nós, mas nós entraremos totalmente na alegria!” O céu, portanto, será louvor e alegria, plenitude completa: estaremos completamente imersos na alegria! Por isso, Santo Hilário, no século V, afirmava: “Não haverá nada o que desejar porque não faltará nada!”

São Tomás de Aquino, o grande teólogo medieval, explicava que o homem, com suas forças, não poderia chegar a Deus, jamais poderia contemplá-lo. O homem não pode nem merece ver a Deus; somente pela graça de Cristo é que chega ao Pai. E ver a Deus é a realização plena do homem, é ser ele mesmo, é ser feliz! Lembre-se, meu Leitor, que “ver a Deus” significa estar na comunhão com ele, como quem vê a luz está dentro da luz, cercado, envolvido pela luz!

Mas, como poderemos ver a Deus, o Pai? Veremos a Deus porque estamos enxertados em Cristo ressuscitado, estamos unidos, inseridos no seu Corpo ressuscitado por obra do Espírito Santo. Não dá nem para imaginar como será isso, mas que será, será! Então, pelo Cristo, plenos do Espírito, veremos a Deus Pai! Vejamos o que dizem alguns dos antigos escritores cristãos: “Deus será visto no reino dos céus... E o Filho conduzirá ao Pai” (Santo Irineu); “Na pátria celeste estão todos os justos e santos, que desfrutam do Verbo de Deus” (Santo Agostinho). Que beleza a afirmação de Agostinho! Nossa felicidade é desfrutar do Verbo, do Filho de Deus: estar com ele é o paraíso, como ele disse ao ladrão. Também S. João Damasceno explicava que o resplendor da glória é estar com Cristo: “Os que fizeram o bem, resplandecerão como o sol... com Nosso Senhor Jesus Cristo”.

Finalmente, São Cipriano, o santo Bispo de Cartago, no século III, afirmava: “Quem não deseja ser transformado e transfigurado o quanto antes à imagem de Cristo? Cristo, o Senhor... roga por nós para que estejamos com ele e com ele possamos nos alegrar na morada eterna e no reino celeste. Quem quiser chegar ao trono de Cristo... tem que manifestar alegria somente na promessa do Senhor”.

Vale a pena, ainda, refletir sobre um importante documento da Igreja a respeito da Vida Eterna. Trata-se da ConstituiçãoBenedictus Deus, do Papa Bento XII, do século XIV. Aí a Igreja ensina, pela boca do Sucessor de Pedro, que veremos a Deus e isto é o céu. Mais ainda: esta visão, esta comunhão com Deus vai nos dar um gozo sem limites, um gozo que é descanso eterno para o nosso coração, para sempre. O Papa insiste ainda, baseado nas Escrituras e na fé constante da Igreja, que esta Vida eterna começa logo após a morte, uma vez purificados os nossos pecados: estaremos para sempre com Cristo. No Último Dia, quando Cristo se manifestar, nossos corpos também ressuscitarão!

Uma última questão: se o céu é estar com Cristo, então ele não é um lugar?! Recorde: não podemos simplesmente descrever o Além. No entanto, uma coisa é certa. Como já vimos, tudo quanto existe foi criado por Deus, um Deus que não destruirá a sua criação, mas vai levá-la à plenitude. Já falamos, quando tratamos da Vinda de Cristo, sobre o novo céu e nova terra! Ora, toda a criação - e também nossos corpos - será o “lugar” feliz, bem-aventurado, jubiloso no qual viveremos a comunhão com Deus. Assim, se o Céu é uma relação com Deus em Cristo, esta relação, no entanto, não é algo individualista: envolve os outros e toda a criação, renovada e plenificada. Em outras palavras o nosso céu, a nossa comunhão com Deu, terá “algo” de lugar também. Só não é “lugar” no sentido que conhecemos aqui. E como será, então? Não sabemos!

Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/

8 de dez. de 2011

Casamento Gay, o que pensar?




"As crianças têm direito a uma família e a um casamento normal"

1 - Os homossexuais como todos, podem casar-se e não é discriminatório que muitos prefiram não fazê-lo. Os homossexuais podem casar-se com os mesmos direitos e obrigações que os heterossexuais. Quer dizer, só com outra pessoa e do sexo oposto e que tenha certa idade e dê seu consentimento. Que um homossexual se queixe de discriminação porque não lhe deixam casar-se com alguém do mesmo sexo é como se um polígamo se queixasse de discriminação porque não lhe deixam casar-se com várias mulheres. Não há discriminação: a lei é igual para todos e a sociedade tem um modelo de casamento que tem demonstrado a sua eficiência durante séculos.

2 - Casais homossexuais é um experimento social inédito; é um experimento social que nunca antes foi tentado. Nenhuma civilização implantou o casamento homossexual. Mesmo as sociedades que permitiam a homossexualidade e até a fomentavam em certas idades e classes sociais, como os gregos antigos, entendiam claramente o casamento como a união estável entre um homem e uma mulher abertos a terem filhos. Uma coisa eram as práticas sexuais dos cidadãos, e outra muito diferente a família, a geração e a educação dos filhos. A homossexualidade assumiu muitas formas em distintas sociedades, mas nunca foi relacionada com o casamento. Fazer experiências com o modelo social é irresponsabilidade e perigoso, embora muitos defendam essa experiência por razões ideológicas de repúdio à família e não por razões científicas e nem sequer de demanda social (a imensa maioria da população mundial é contra)

3 - Não existe o gen homossexual. O homossexual não nasce, se faz. Não é possível demonstrar cientificamente que a homossexualidade está ligada à herança genética ou que a tendência a ser homossexual esteja determinada desde o nascimento. O que está demonstrado e que é defendido por um amplo e respeitável setor científico é que a prevalência da tendência homossexual obedece a fatores ambientais e está condicionada pela própria psicologia e educação. Qualquer pessoa pode realizar atos homossexuais se quiser e pode também deixar de realizá-los se quiser. Por isso, a maioria dos homossexuais pode deixar de sê-lo como a terapia clínica tem demonstrado. Um ambiente favorável à homossexualidade aumenta o número deles nesse ambiente; por outro lado, em um ambiente onde a homossexualidade é tolerada mas não propagada, diminui o número de homossexuais.

4 - Para evitar os abusos contra os homossexuais não é preciso aprovar o casamento de homossexuais. Quase todos os benefícios de um matrimônio a nível de heranças, transmissão de bens, propriedades compartilhadas, etc., podem ser regulados por duas pessoas, ou mais, com acordos legais, independentemente de que tenham relações sexuais. De fato os poucos pares homossexuais realmente interessados nesses temas já estabeleceram acordos entre si. O problema aqui é muitas vezes outro: a instabilidade dessas relações faz com que muitas das previsões relativas ao casamento não sejam aptas para as uniões homossexuais, por essa instabilidade. Se um homossexual varão tem como média relações com 39 pessoas ao longo de sua vida, com quantas se casará? De quantas de divorciará? Quais delas terão esses direitos legais, posto que com todas, ou algumas, estiveram casadas? E quando estiver se fartado de casar, não terão os pares posteriores esses mesmos direitos?

5 - Legalizar o matrimônio homossexual estabelece uma distorção em comparação com as pessoas que vivem juntas sem relações sexuais. Duas idosas que vivem juntas, três irmãos em uma casa, quatro amigos que compartilham a mesma casa há anos., têm uma relação com afetividade, compromisso e convivência igual que podem ter dois homossexuais. Entretanto, se vêem privadas das vantagens legais do casamento gay porque não praticam sexo entre eles. O casamento gay em realidade premia os praticantes de certo tipo de sexo, privilegiando-lhes sobre outras convivências afetivas e estáveis. É evidente a diferença com o casamento comum, que premia a complementaridade homem-mulher estável e está aberta à geração e criação dos filhos.

6 - Legalizar o casamento homossexual estabelece um agravo comparativo com os polígamos.e com qualquer outra combinação numérica. Ao contrário do casamento homossexual que nunca foi aceito por nenhuma civilização, a poligamia tem uma larga tradição e numerosos países e sociedades, inclusive em nossos dias. Se se casam dois homens, com que argumentos impediremos a nossos cidadãos muçulmanos ou de origem sub-saariana que não se casem com duas ou mais mulheres? Pode um emigrante pedir por reagrupação familiar e que venham suas três esposas? Ao menos, as uniões polígamas tradicionais têm filhos e são estáveis, o que é um bem social. Com que argumentos os defensores do casamento gay o impediriam? Nos ambientes homossexuais o que se pede é a aprovação da poligamia bissexual. Um famoso escritor o exemplificava em um número da revista homossexual Zero: um amigo seu está casado com uma mulher, mãe de seus filhos; mas é homossexual, e tem uma relação com um homem. Por que esconder? Por que não casar-se todos entre eles? Assim, as crianças teriam dois pais. Quando o casamento deixa de ser o que é (um homem e uma mulher unidos em um ato de amor que pode gerar novas vidas), então, pode redefinir-se para ser qualquer coisa.

7 - Legalizar o casamento gay debilita o casamento heterossexual, da mesma forma que a moeda falsa debilita a moeda verdadeira. Muitas pessoas pensam que não lhes afeta em nada que os homossexuais se casem. É o mesmo que pensar: "não me afeta em nada que haja gente que faça circular notas falsas de 100 reais, eu sou honrado e não as usaria, de fato quase nunca vejo notas de 100 reais". Entretanto, é evidente que a circulação de notas falsas nos afeta a todos, porque se perde a confiança no dinheiro, as pessoas as usam com reticências e preferem usar outras moedas (dólares por exemplo) ou não comerciar ou não aceitar certas notas e ao final a economia de todos se recente porque tudo fica mais caro. O mesmo acontece quando se faz circular um casamento falso como se fosse casamento. Nos paises nórdicos, onde as uniões são equiparadas ao casamento, a metade das crianças nascem fora do casamento. Ao dar à união homossexual a legalidade de casamento se dá a mensagem à sociedade de que na realidade casar-se não significa nada nem se contrai nenhuma responsabilidade ante os filhos. Como conseqüência as pessoas não se casam e seu compromisso é débil. Assim como a moeda falsa cria desconfiança no sistema econômico, o casamento falso cria desconfiança no compromisso inter-pessoal e social. Uma sociedade baseada na desconfiança, a desvinculação e a falta de compromisso nunca funcionará tão bem como uma baseada em famílias estáveis, comprometida por toda a vida com o bem estar dos cônjuges, crianças e parentes.

8 - Na realidade poucos homossexuais se casam, na realidade muito poucos deles querem se casar. Mas o movimento homossexual político força a exigência do casamento para mudar a sociedade e eliminar uma instituição (o matrimônio monólogo e por toda a vida) em que não crêem.
"Lutar pelo casamento do mesmo sexo e seus benefícios e então, uma vez garantido, redefinir a instituição do casamento completamente, pedir o direito de casar-se não como uma forma de aderir-se aos códigos morais da sociedade, senão de desbancar um mito e alterar radicalmente uma instituição arcaica. [...] A ação mais subversiva que podem empreender os gays e lésbicas [...] é transformar por completo a noção de família". [Michael Signorile, ativista homossexual e escritor, citado em "Crisis Magazine", 8 de janeiro de 2004].
O ativismo homossexual não quer formar "famílias como as demais". Mas querem fazer com que todas as famílias sejam como as suas, para a qual a chave é desmontar "conceitos arcaicos e caducos como fidelidade, monogamia, compromisso, fecundidade, paternidade, maternidade", etc.

9 - Legalizar o casamento homossexual significa legalizar a entrega de crianças a homossexuais. Há gente que diz "eu vejo bem que os gays se casem, mas que não adotem filhos". É um erro pensar que se vai legalizar o casamento sem a adoção: se se legaliza o casamento, se incluirá sempre a adoção. Quem apóia uma coisa está apoiando a outra, queira ou não, porque nosso direito permite adotar conjuntamente aos cônjuges: uma vez casados, já são cônjuges, e poderão adotar. Ainda que algumas lésbicas tenham filhos de relações anteriores, os buscaram (mediante inseminação artificial ou com cooperação de um homem) a adoção acontece para que os homossexuais que, obviamente, não têm filhos, concordem com a educação de crianças que, obviamente, eram de casais heterossexuais. A adoção de homossexuais tem diversas desvantagens para a sociedade que a permita, começando que a escassez de crianças faz que se tragam crianças da China, Rússia e outros paises. que não vão dar crianças a países onde os homossexuais adotem. Assim, o desejo de uma minoria ínfima vai dificultar a milhares de casais que querem adotar. Mas, o ponto chave é que uma criança tem direito a um pai e a uma mãe, direito violado se ela for entregue a dois homens ou a duas mulheres. Duas pessoas do mesmo sexo careceriam de referencias paterno/masculino (se são duas lésbicas) ou materno/feminino (se são dois homossexuais).

10 - Legalizar o casamento homossexual significa por toda a máquina educativa do Estado a serviço do homossexualismo político. Se o casamento gay é legal, isto será ensinado nas escolas. Os livros textos das crianças explicarão a doutrina que as associações homossexuais tenham indicado: que a homossexualidade é normal, que é bom ter dois pais e duas mães, que as crianças devem experimentar sua sexualidade para descobrir que sexo lhes atrai mais e que as pessoas que se opõem à homossexualidade (como os pais das crianças cristãs) são intolerantes. ´De de se supor que cada seriado de televisão terá seu par de homossexuais ou lésbicas com crianças, convivendo felizes para exemplo e edificação de tantos casamentos com problemas. De fato, há na Espanha centros de "scouts" e de ócio infantil que ativamente difundem já esta ideologia.

11 - Legalizar o matrimônio homossexual implicará a médio prazo multas e penas de cadeia para quem criticar a atividade homossexual. Na Suécia, onde há uniões gays desde 1995 com adoção de crianças desde 2002, se decretou pena de cadeia para um pastor luterano que se limitava a pregar as palavras de São Paulo sobre a homossexualidade. Outro país onde criticar a homossexualidade tem gerado multas e processos é o Canadá. O grau de respeitabilidade da relação gay (não já da pessoa, que obviamente é merecedora de respeito simplesmente por ser pessoa) será extremo e sua critica punível. A liberdade de expressão se verá cortada e provavelmente também a liberdade religiosa. Muitos de nossos bispos e líderes cristãos acabarão na cadeia.

12 - A legalização do casamento homossexual provocará uma queda na qualidade da vida. Os homossexuais, segundo confiáveis estudos, têm menor esperança de vida e são mais propensos a sofrer conflitos psicológicos e a manifestar tendências suicidas. Muitos homossexuais vivem a homossexualidade como sofrimento. As mesmas publicações gays mostram que o alto índice de incidência de desordens afetivas e de patologias de conduta entre os homossexual. A AIDS, como sendo um dos fatores mais importantes, não é, desde o ponto de vista da saúde, o que mais incide na diminuição da esperança de vida gay. A homossexualidade geralmente é acompanhada de adições não saudáveis e de transtornos como ânsias neuróticas e, na idade mais adulta, de solidão. A proposta generalizada da homossexualidade como opção de vida saudável originaria um incremento dos gastos de saúde de toda a sociedade.
*** Fonte:
O "Instituto Valenciano de Fertilidad, Sexualidad y Relaciones Familiares" (IVAF) publicou 12 razões que mostram os prejuízos dos casamentos gays.
Autor: www.ivaf.org

Documento da Igreja sobre A HOMOSSEXUALIDADE


CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

CONSIDERAÇÕES
SOBRE OS PROJECTOS
DE RECONHECIMENTO LEGAL
DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS
HOMOSSEXUAIS

INTRODUÇÃO

1. Diversas questões relativas à homossexualidade foram recentemente tratadas várias vezes pelo Santo Padre João Paulo II e pelos competentes Dicastérios da Santa Sé.(1) Trata-se, com efeito, de um fenómeno moral e social preocupante, inclusive nos Países onde ainda não se tornou relevante sob o ponto de vista do ordenamento jurídico. A preocupação é, todavia, maior nos Países que já concederam ou se propõem conceder reconhecimento legal às uniões homossexuais, alargando-o, em certos casos, mesmo à habilitação para adoptar filhos. As presentes

Considerações não contêm elementos doutrinais novos; entendem apenas recordar os pontos essenciais sobre o referido problema e fornecer algumas argumentações de carácter racional, que possam ajudar os Bispos a formular intervenções mais específicas, de acordo com as situações particulares das diferentes regiões do mundo: intervenções destinadas a proteger e promover a dignidade do matrimónio, fundamento da família, e a solidez da sociedade, de que essa instituição é parte constitutiva. Têm ainda por fim iluminar a actividade dos políticos católicos, a quem se indicam as linhas de comportamento coerentes com a consciência cristã, quando tiverem de se confrontar com projectos de lei relativos a este problema.(2) Tratando-se de uma matéria que diz respeito à lei moral natural, as seguintes argumentações são propostas não só aos crentes, mas a todos os que estão empenhados na promoção e defesa do bem comum da sociedade.

I. NATUREZA
E CARACTERÍSTICAS IRRENUNCIÁVEIS
DO MATRIMÓNIO

2. O ensinamento da Igreja sobre o matrimónio e sobre a complementaridade dos sexos propõe uma verdade, evidenciada pela recta razão e reconhecida como tal por todas as grandes culturas do mundo. O matrimónio não é uma união qualquer entre pessoas humanas. Foi fundado pelo Criador, com uma sua natureza, propriedades essenciais e finalidades.(3) Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimónio entre duas pessoas de sexo diferente, que através da recíproca doação pessoal, que lhes é própria e exclusiva, tendem à comunhão das suas pessoas. Assim se aperfeiçoam mutuamente para colaborar com Deus na geração e educação de novas vidas.

3. A verdade natural sobre o matrimónio foi confirmada pela Revelação contida nas narrações bíblicas da criação e que são, ao mesmo tempo, expressão da sabedoria humana originária, em que se faz ouvir a voz da própria natureza. São três os dados fundamentais do plano criador relativamente ao matrimónio, de que fala o Livro do Génesis.

Em primeiro lugar, o homem, imagem de Deus, foi criado « homem e mulher » (Gn 1, 27). O homem e a mulher são iguais enquanto pessoas e complementares enquanto homem e mulher. A sexualidade, por um lado, faz parte da esfera biológica e, por outro, é elevada na criatura humana a um novo nível, o pessoal, onde corpo e espírito se unem.

Depois, o matrimónio é instituído pelo Criador como forma de vida em que se realiza aquela comunhão de pessoas que requer o exercício da faculdade sexual. « Por isso, o homem deixará o seu pai e a sua mãe e unir-se-á à sua mulher e os dois tornar-se-ão uma só carne » (Gn 2, 24).

Por fim, Deus quis dar à união do homem e da mulher uma participação especial na sua obra criadora. Por isso, abençoou o homem e a mulher com as palavras: « Sede fecundos e multiplicai-vos » (Gn 1, 28). No plano do Criador, a complementaridade dos sexos e a fecundidade pertencem, portanto, à própria natureza da instituição do matrimónio.

Além disso, a união matrimonial entre o homem e a mulher foi elevada por Cristo à dignidade de sacramento. A Igreja ensina que o matrimónio cristão é sinal eficaz da aliança de Cristo e da Igreja (cf. Ef 5, 32). Este significado cristão do matrimónio, longe de diminuir o valor profundamente humano da união matrimonial entre o homem e a mulher, confirma-o e fortalece-o (cf. Mt 19, 3-12; Mc 10, 6-9).

4. Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimónio e a família. O matrimónio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os actos homossexuais, de facto, « fecham o acto sexual ao dom da vida. Não são fruto de uma verdadeira complementaridade afectiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar ».(4)

Na Sagrada Escritura, as relações homossexuais « são condenadas como graves depravações… (cf. Rm 1, 24-27; 1 Cor 6, 10; 1 Tm 1, 10). Desse juízo da Escritura não se pode concluir que todos os que sofrem de semelhante anomalia sejam pessoalmente responsáveis por ela, mas nele se afirma que os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados ».(5) Idêntico juízo moral se encontra em muitos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos,(6) e foi unanimemente aceite pela Tradição católica.

Também segundo o ensinamento da Igreja, os homens e as mulheres com tendências homossexuais « devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Deve evitar-se, para com eles, qualquer atitude de injusta discriminação ».(7) Essas pessoas, por outro lado, são chamadas, como os demais cristãos, a viver a castidade.(8) A inclinação homossexual é, todavia, « objectivamente desordenada »,(9) e as práticas homossexuais « são pecados gravemente contrários à castidade ».(10)

II. ATITUDES PERANTE O PROBLEMA
DAS UNIÕES HOMOSSEXUAIS

5. Em relação ao fenómeno das uniões homossexuais, existentes de facto, as autoridades civis assumem diversas atitudes: por vezes, limitam-se a tolerar o fenómeno; outras vezes, promovem o reconhecimento legal dessas uniões, com o pretexto de evitar, relativamente a certos direitos, a discriminação de quem convive com uma pessoa do mesmo sexo; nalguns casos, chegam mesmo a favorecer a equivalência legal das uniões homossexuais com o matrimónio propriamente dito, sem excluir o reconhecimento da capacidade jurídica de vir a adoptar filhos.

Onde o Estado assume uma política de tolerância de facto, sem implicar a existência de uma lei que explicitamente conceda um reconhecimento legal de tais formas de vida, há que discernir bem os diversos aspectos do problema. É imperativo da consciência moral dar, em todas as ocasiões, testemunho da verdade moral integral, contra a qual se opõem tanto a aprovação das relações homossexuais como a injusta discriminação para com as pessoas homossexuais. São úteis, portanto, intervenções discretas e prudentes, cujo conteúdo poderia ser, por exemplo, o seguinte: desmascarar o uso instrumental ou ideológico que se possa fazer de dita tolerância; afirmar com clareza o carácter imoral desse tipo de união; advertir o Estado para a necessidade de conter o fenómeno dentro de limites que não ponham em perigo o tecido da moral pública e que, sobretudo, não exponham as jovens gerações a uma visão errada da sexualidade e do matrimónio, que os privaria das defesas necessárias e, ao mesmo tempo, contribuiria para difundir o próprio fenómeno. Àqueles que, em nome dessa tolerância, entendessem chegar à legitimação de específicos direitos para as pessoas homossexuais conviventes, há que lembrar que a tolerância do mal é muito diferente da aprovação ou legalização do mal.

Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimónio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objecção de consciência.

III. ARGUMENTAÇÕES RACIONAIS
CONTRA O RECONHECIMENTO LEGAL
DAS UNIÕES HOMOSSEXUAIS

6. A compreensão das razões que inspiram o dever de se opor desta forma às instâncias que visem legalizar as uniões homossexuais exige algumas considerações éticas específicas, que são de diversa ordem.

De ordem relativa à recta razão

A função da lei civil é certamente mais limitada que a da lei moral.(11) A lei civil, todavia, não pode entrar em contradição com a recta razão sob pena de perder a força de obrigar a consciência.(12) Qualquer lei feita pelos homens tem razão de lei na medida que estiver em conformidade com a lei moral natural, reconhecida pela recta razão, e sobretudo na medida que respeitar os direitos inalienáveis de toda a pessoa.(13) As legislações que favorecem as uniões homossexuais são contrárias à recta razão, porque dão à união entre duas pessoas do mesmo sexo garantias jurídicas análogas às da instituição matrimonial. Considerando os valores em causa, o Estado não pode legalizar tais uniões sem faltar ao seu dever de promover e tutelar uma instituição essencial ao bem comum, como é o matrimónio.

Poderá perguntar-se como pode ser contrária ao bem comum uma lei que não impõe nenhum comportamento particular, mas apenas se limita a legalizar uma realidade de facto, que aparentemente parece não comportar injustiça para com ninguém. A tal propósito convém reflectir, antes de mais, na diferença que existe entre o comportamento homossexual como fenómeno privado, e o mesmo comportamento como relação social legalmente prevista e aprovada, a ponto de se tornar numa das instituições do ordenamento jurídico. O segundo fenómeno, não só é mais grave, mas assume uma relevância ainda mais vasta e profunda, e acabaria por introduzir alterações na inteira organização social, que se tornariam contrárias ao bem comum. As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem no seio da sociedade, para o bem ou para o mal. « Desempenham uma função muito importante, e por vezes determinante, na promoção de uma mentalidade e de um costume ».(14) As formas de vida e os modelos que nela se exprimem não só configuram externamente a vida social, mas ao mesmo tempo tendem a modificar, nas novas gerações, a compreensão e avaliação dos comportamentos. A legalização das uniões homossexuais acabaria, portanto, por ofuscar a percepção de alguns valores morais fundamentais e desvalorizar a instituição matrimonial.

De ordem biológica e antropológica

7. Nas uniões homossexuais estão totalmente ausentes os elementos biológicos e antropológicos do matrimónio e da família, que poderiam dar um fundamento racional ao reconhecimento legal dessas uniões. Estas não se encontram em condição de garantir de modo adequado a procriação e a sobrevivência da espécie humana. A eventual utilização dos meios postos à sua disposição pelas recentes descobertas no campo da fecundação artificial, além de comportar graves faltas de respeito à dignidade humana,(15) não alteraria minimamente essa sua inadequação.

Nas uniões homossexuais está totalmente ausente a dimensão conjugal, que representa a forma humana e ordenada das relações sexuais. Estas, de facto, são humanas, quando e enquanto exprimem e promovem a mútua ajuda dos sexos no matrimónio e se mantêm abertas à transmissão da vida.

Como a experiência confirma, a falta da bipolaridade sexual cria obstáculos ao desenvolvimento normal das crianças eventualmente inseridas no interior dessas uniões. Falta-lhes, de facto, a experiência da maternidade ou paternidade. Inserir crianças nas uniões homossexuais através da adopção significa, na realidade, praticar a violência sobre essas crianças, no sentido que se aproveita do seu estado de fraqueza para introduzi-las em ambientes que não favorecem o seu pleno desenvolvimento humano. Não há dúvida que uma tal prática seria gravemente imoral e pôr-se-ia em aberta contradição com o princípio reconhecido também pela Convenção internacional da ONU sobre os direitos da criança, segundo o qual, o interesse superior a tutelar é sempre o da criança, que é a parte mais fraca e indefesa.

De ordem social

8. A sociedade deve a sua sobrevivência à família fundada sobre o matrimónio. É, portanto, uma contradição equiparar à célula fundamental da sociedade o que constitui a sua negação. A consequência imediata e inevitável do reconhecimento legal das uniões homossexuais seria a redefinição do matrimónio, o qual se converteria numa instituição que, na sua essência legalmente reconhecida, perderia a referência essencial aos factores ligados à heterossexualidade, como são, por exemplo, as funções procriadora e educadora. Se, do ponto de vista legal, o matrimónio entre duas pessoas de sexo diferente for considerado apenas como um dos matrimónios possíveis, o conceito de matrimónio sofrerá uma alteração radical, com grave prejuízo para o bem comum. Colocando a união homossexual num plano jurídico análogo ao do matrimónio ou da família, o Estado comporta-se de modo arbitrário e entra em contradição com os próprios deveres.

Em defesa da legalização das uniões homossexuais não se pode invocar o princípio do respeito e da não discriminação de quem quer que seja. Uma distinção entre pessoas ou a negação de um reconhecimento ou de uma prestação social só são inaceitáveis quando contrárias à justiça.(16) Não atribuir o estatuto social e jurídico de matrimónio a formas de vida que não são nem podem ser matrimoniais, não é contra a justiça; antes, é uma sua exigência.

Nem tão pouco se pode razoavelmente invocar o princípio da justa autonomia pessoal. Uma coisa é todo o cidadão poder realizar livremente actividades do seu interesse, e que essas actividades que reentrem genericamente nos comuns direitos civis de liberdade, e outra muito diferente é que actividades que não representam um significativo e positivo contributo para o desenvolvimento da pessoa e da sociedade possam receber do Estado um reconhecimento legal especifico e qualificado. As uniões homossexuais não desempenham, nem mesmo em sentido analógico remoto, as funções pelas quais o matrimónio e a família merecem um reconhecimento específico e qualificado. Há, pelo contrário, razões válidas para afirmar que tais uniões são nocivas a um recto progresso da sociedade humana, sobretudo se aumentasse a sua efectiva incidência sobre o tecido social.

De ordem jurídico

9. Porque as cópias matrimoniais têm a função de garantir a ordem das gerações e, portanto, são de relevante interesse público, o direito civil confere-lhes um reconhecimento institucional. As uniões homossexuais, invés, não exigem uma específica atenção por parte do ordenamento jurídico, porque não desempenham essa função em ordem ao bem comum.

Não é verdadeira a argumentação, segundo a qual, o reconhecimento legal das uniões homossexuais tornar-se-ia necessário para evitar que os conviventes homossexuais viessem a perder, pelo simples facto de conviverem, o efectivo reconhecimento dos direitos comuns que gozam enquanto pessoas e enquanto cidadãos. Na realidade, eles podem sempre recorrer – como todos os cidadãos e a partir da sua autonomia privada – ao direito comum para tutelar situações jurídicas de interesse recíproco. Constitui porém uma grave injustiça sacrificar o bem comum e o recto direito de família a pretexto de bens que podem e devem ser garantidos por vias não nocivas à generalidade do corpo social.(17)

IV. COMPORTAMENTOS DOS POLÍTICOS CATÓLICOS
PERANTE LEGISLAÇÕES FAVORÁVEIS
ÀS UNIÕES HOMOSSEXUAIS

10. Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria. Na presença de projectos de lei favoráveis às uniões homossexuais, há que ter presentes as seguintes indicações éticas.

No caso que se proponha pela primeira vez à Assembleia legislativa um projecto de lei favorável ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, o parlamentar católico tem o dever moral de manifestar clara e publicamente o seu desacordo e votar contra esse projecto de lei. Conceder o sufrágio do próprio voto a um texto legislativo tão nocivo ao bem comum da sociedade é um acto gravemente imoral.

No caso de o parlamentar católico se encontrar perante uma lei favorável às uniões homossexuais já em vigor, deve opor-se-lhe, nos modos que lhe forem possíveis, e tornar conhecida a sua oposição: trata-se de um acto devido de testemunho da verdade. Se não for possível revogar completamente uma lei desse género, o parlamentar católico, atendo-se às orientações dadas pela Encíclica Evangelium vitae, « poderia dar licitamente o seu apoio a propostas destinadas a limitar os danos de uma tal lei e diminuir os seus efeitos negativos no plano da cultura e da moralidade pública », com a condição de ser « clara e por todos conhecida » a sua « pessoal e absoluta oposição » a tais leis, e que se evite o perigo de escândalo.(18) Isso não significa que, nesta matéria, uma lei mais restritiva possa considerar-se uma lei justa ou, pelo menos, aceitável; trata-se, pelo contrário, da tentativa legítima e obrigatória de proceder à revogação, pelo menos parcial, de uma lei injusta, quando a revogação total não é por enquanto possível.

CONCLUSÃO

11. A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimónio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade actual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do património comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade.

O Sumo Pontífice João Paulo II, na Audiência concedida a 28 de Março de 2003 ao abaixo-assinado Cardeal Prefeito, aprovou as presentes Considerações, decididas na Sessão Ordinária desta Congregação, e mandou que fossem publicadas.

Roma, sede da Congregação para a Doutrina da Fé, 3 de Junho de 2003, memória de São Carlos Lwanga e companheiros, mártires.

Joseph Card. Ratzinger
Prefeito

Angelo Amato, S.D.B.
Arcebispo titular de Sila
Secretário

Senador Magno Malta: "O PL 122 jamais será votado."



Por Wagner Moura.



Ninguém tem o direito de ser intolerante com o homossexual, assim como ninguém tem o direito de ser intolerante com católico, com padre. Ninguém pode ir para a avenida estampar uma faixa com os dizeres ‘Se o Papa engravidasse, aborto era sacramento’, e essa faixa estava na passeata do movimento gay em São Paulo. Mais ainda: ninguém tem o direito de ser intolerante com os símbolos de um centro de umbanda. Como também ninguém tem o direito de levar para a avenida os santos que são sagrados, símbolos da Igreja Católica, como fez o movimento gay, levando para sua passeata – colocando os santos em posições sensuais. Me lembro quando um bispo da igreja universal, Von Helder, chutou a santa, uma imagem num programa de televisão… Parece que o mundo caiu! Admira-me ver que a Igreja Católica não se manifestou, agora, com seus símbolos sagrados, na avenida, em posição sensual…” –Senador Magno Malta (PR/ES), protestante, mostrando que os militantes gays não têm moral para falar em respeito à diversidade e denunciando a falsa motivação “antidiscriminatória” do PL 122/2006

Tempos interessantes em que o catolicismo precisa de evangélicos na política para defender valores cristãos. Mas, enfim, vamos ser gratos… Obrigado, senador Magno Malta, pela brilhante exposição contrária ao PL 122 que, como o senhor mesmo disse, jamais será votado, assim espero.

Não é necessário aprovar o PL 122. A própria Constituição Federal já prevê que “é proibido discriminar”, a discriminação injusta, obviamente. Ninguém pode sair na rua, na chuva ou na fazenda agredindo homossexuais, matando, humilhando. Isso serve para todos! Homens, mulheres, crianças, padre, freira, pastor… A militância do PL 122 quer fazer parecer que o Brasil vive a barbárie ou quer é trazer a barbárie ao Brasil? Legislar para perseguir cristãos é voltar à barbárie. E a isso se presta o PL 122.

O que é irônico é ver em ação o clericalismo de Marta Suplicy… Sim. Pelo que entendi ela alterou parte do texto do PL 122 para garantir que lideranças religiosas, ao pregarem contra o homossexualismo, dentro de seus templos, não sejam punidas… É como o crime de aborto: em caso de estupro e risco de vida pra mãe continua sendo crime, porém não é punido. Assim me parece!

Que dizer, salvo engano, os padres e pastores, por exemplo, estarão cometendo sempre um crime ao “opinar” contra o homossexualismo, mas não serão punidos SE fizerem isso em suas igrejas… Eu até acho engraçado essa brincadeira de levar a sério a Marta Suplicy. Todo esse circo, toda essa encenação, tudo levado tão a sério, tudo com capa de democracia.

“Ei, escute, nós queremos solapar essa história de sociedade judaico-cristã! Esse história de homem e mulher! Essa história de família! Esse negócio todo aí de Jesus Cristo, Deus… Agora é o Estado que manda, é o estado que dita o que é bom ou mal! Mas, claro, tudo democraticamente pois não somos totalitários fedorentos, faz favor! Vamos debater civilizadamente como acabar com vocês, ok?”

OK! Dizemos OK! Meodeos… Dizemos ok e estamos mesmo debatendo. “Ei Marta, acaba com a gente assim, tá? É menos doloroso, ok?” OK! Meodeos! Vamos todos ser desqualificados, então que pelo menos seja feito de forma participativa, inclusiva e democrática. Certo?

Eles devem rir muito disso tudo, não é possível que não o façam. Eu riria, no lugar deles!

Mas, enfim. Diferentemente deles somos pessoas ocupadas. Não conheço ninguém que seja um cristão profissional! Enquanto eles são todos militantes profissionais, vivem para isso tão somente. O pouco que conseguimos fazer é, sim, digno de loas. Mas é sempre pouco. Estamos no jogo deles, pelas regras deles. Uma hora eles se cansam e mudam as regras, mudam o jogo e fim de papo democrático.

Olhando pelo lado bom: ao menos estamos garantindo que não haja sangue e, sinceramente, acho isso muito importante.

No vídeo, bem no final, o Magno Malta fala sobre a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) ter esclarecido, em nota, que não deu qualquer apoio ao PL 122 e que os jornalistas mentiram ao divulgar o contrário. Ora, senhores… Somos todos maiores, vacinados… Acho dispensável a crítica cabível à nota da CNBB – é chato, é repetitivo e não soma pontos. Vamos somar pontos nesse jogo.

Bom, o Magno Malta falou, em outro vídeo, que o PL 122 jamais será voltado. Fico feliz. E, em resumo, Marta Suplicy, a relatora do PL 122, resolveu adiar a votação do projeto de lei… Isso quer dizer que, a qualquer momento, ele pode ser votado. O show não pode parar.


Fonte: http://diasimdiatambem.com/