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11 de jan. de 2012

Hunky Jesus: Evento homossexual zomba do Cristianismo elegendo o “melhor e mais atraente” Jesus Cristo gay.


Todos os anos é realizado na cidade de Mission Dolares Park, em San Francisco – Califórnia, o concurso “Hunky Jesus”. Evento este que tem como objetivo eleger o melhor Jesus Cristo gay, e é realizado durante o período de celebração da ressurreição de Cristo – a Páscoa – ridicularizando e zombando do cristianismo.

O vencedor do concurso, realizado ao ar livre, é o “Jesus Cristo” gay mais atraente para o público, formado praticamente apenas de homossexuais.

Algumas imagens são inaceitáveis pelo grau de desrespeito. Sem dúvida, um evento que tem o Diabo como inspirador.

O Vídeo, com imagens muito fortes, foi retirado do You Tube hoje( Quarta, dia 27/07)

Apesar da maioria das fotos serem impublicáveis, selecionamos algumas abaixo.

Caso queira, no google tem mais em Hunky Jesus, imagens. Aviso: Algumas fotos são extremamente chulas e agressivas, quase pornográficas.

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A ditadura do relativismo e a juventude do Brasil


Rafael G. Queiroz

A ditadura do relativismo e a juventude do Brasil

Eu sou professor : leciono desde 2001 e travo contato com a juventude desde então não apenas em nível relacional mas inclusive formativo.A partir de 2002 além das atividades como professor de história e filosofia começo a dar catequeses crismais para jovens entre 14-20 anos na Diocese de Nova Iguaçu.Portanto se tem uma coisa que conheço é a juventude de nossa época, ainda mais se tratando do fato de que vivi minha adolescência na década de 90 período que foi marcada pela colheita do que se plantou nas décadas de 70 e 80 que por sua vez foram décadas que expressaram valores da década de 60.

Mas o que isso tudo tem a ver com nossa juventude do século 21? Tudo.Eu esclareço.
Tudo começou quando em 1968 explodiu no mundo inteiro o movimento estudantil que partia de estudantes universitários da França , EUA, etc.O movimento era contestador : criticava valores tradicionais como religião , família , autoridade paterna , castidade e virgindade, fidelidade matrimonial , dedicação ao trabalho, etc.Contra estes valores propunha outros : no lugar da Igreja e da religião cristã , as crenças e rituais orientalistas, no lugar da família e da castidade o individualismo ou o "amor livre"(leia-se promiscuidade sexual), o divórcio, o "direito" da mulher de ter várias experiências sexuais,no lugar do trabalho , defendiam uma sociedade do prazer.Estavamos diante de uma revolução dos costumes liderada por grupos políticos e culturais anticristãos coligados a grande mídia que veiculava esses novos valores através da música e da tv , cujo lema era "sexo, drogas e rock'nroll".Como das universidades nascem as cabeças pensantes que irão governar a sociedade nas próximas gerações e como foi delas que partiu esse amplo movimento de 68 nada mais natural : as décadas seguintes foram a concretização no plano histórico das utopias materialistas e ateístas desta nova elite anticristã que passou a controlar o poder político , econômico , cultural e até religioso, sobretude através das grandes redes de tv.

Em 69 o festival de Woodstock e o movimento hippie prenunciaram o que iria acontecer dali em diante.A década de 70 foi marcada pela escalada das drogas, do sexo livre , da liberação e pornografização da figura da mulher , liberta da obrigação de ser mãe e esposa, da música disco que embalava e sensualizava os corpos de homens e mulheres alucinados pelo ritmo psicodélico das discotecas.Foi a época do punk-rock que expressava a revolta da juventude contra a autoridade.A anarquia moral tomou conta do mundo ocidental a Igreja se via diante de uma crise terrível em razão da debandada de padres , freis , freiras que abandonavam as suas obrigações religiosas atraídos pelos encantos do mundo.O diabo estava solto.

A década de 80 não foi diferente.ganha força nessa época o movimento gay , nascem bandas de rock baseados em uma estética e valores gays ( REM , The Smiths,etc.) novas drogas surgem ; novos movimentos "culturais" vinculados a marginalidade e ao crime organizado crescem nas periferias norte americanas como o movimento break , o hip hop , o funk , todos eles ritmos que veiculam os valores da criminalidade , da vida bandida e da busca do prazer e da riqueza desenfreada- moimentos esses que depois são exportados para o Brasil.

A geração adolescente e jovem de 80 no Brasil é marcada pela influencia de bandas contestadoras como Ultraje a Rigor , Titãs , Legião Urbana, etc.Todos veiculando mais ou menos a rejeição explícita dos valores tradicionais ....a juventude dos anos 80 celebra o primeiro Rock in Rio , verdadeiro templo do culto ao mandamento máximo da nova religião materialista : " "sexo, drogas e rock'nroll"...é uma geração que se perde em meio ao vicio , a promiscuidade e a AIDS, doença que se espalha rápido entre a população gay e que toma proporções gigantescas na era do sexo livre.A taxa de divórcios aumenta terrivelmente nas década de 80 seja no mundo , seja no Brasil :a instituição família passa a correr risco.

Na década de 90 vem os frutos amadurecidos de toda essa obra de destruição da tradição cristã : crescem vertiginosamente as taxas de homicidio pelo mundo , o tráfico internacional de drogas , a criminalidade entre jovens , a depressão , etc.O panorama moral do mundo é terrificante.No entanto a elite anticristã que domina faz 40 anos a cultura e sociedade ocidental celebra nossa época como era de avanços , como se estívessemos caminhando para um mundo melhor sem "preconceitos" , intolerância"e "desigualdades".Usando os meios de comunicação para dominar os povos essa elite forma a consciencia de nossos jovens que hoje chegam as escolas.Não nos iludamos : não é mais a família - muitas vezes totalmente destruída pelo divórcio , pelo adultério , pelo uso de drogas , pela violência, pelo egoísmo- que forma nossos jovens ; quem os forma é a MÍDIA.E hoje ela , com raras excessões, está a serviço deste projeto anticristão.Dentro dela está inserido o relativismo.Dando aulas de filosofia para turmas de 3 ano do Ensino Médio , onde abordo temas de ordem moral , isso fica muito claro: nossos jovens , com poucas excessões , creem que tudo é relativo e que não existem verdades morais acerca da vida , da família , do matrimônio , etc.Para a maioria tudo é relativo e nós podemos decidir o que é o bem o que é o mal , cada um tem o "direito" de dizer o que é melhor para si mesmo.Eles pensam que pensam mas seus pensamentos foram todos manipulados e formatados pela GRANDE MÍDIA , e pela elite que manda nela.A filosofia de nosso jovens é o NIILISMO , ou seja a filosofia do NADA!

Nieztsche, pensador alemão do século 19, anunciara em sua obra "ASSIM FALOU ZARATUSTRA" a morte de Deus.Para ele o NIILISMO era a saída para o homem :por isso mesmo ele afirmava que devíamos estar além do bem e do mal , para podermos por nossa própria vontade e força criarmos o que quisermos que seja o bem e o que seja o mal.Ele exaltava a VONTADE DE VIDA - para ele a VIDA são os prazeres e deleites da carne.Para o cristão não : a VIDA É JESUS CRISTO , DOADOR DA VIDA ETERNA JÁ AQUI E DEPOIS NO CÉU.Nieztsche defendia que esquecessemos do céu e vivessemos para a Terra , para nós!Depois dele em meados do século 20 Jean Paul Sartre , pensador francês , trouxe o existencialismo ateu: O homem só será livre se Deus não existir.Se Deus existe , existe um plano a cumprir mas se ele não existe ,nada existe e podemos fazer o que quisermos- somos livres para sermos qualquer coisa pois nada tem significado.E na decada de 60 Herbert Marcuse , pensador marxista , afirmava que o homem só seria livre se o capitalismo fosse destruído e o socialismo estabelecido e para isso acontecer era necessário acontecer primeiro a revolução sexual :era preciso que as mulheres deixassem de ser propriedades dos maridos e pudessem ser de todos,era preciso que ninguem fosse de ninguém, que tudo fosse de todos!!!

Foi com base nessas "filosofias" que foi se formando as mentalidades das gerações seguintes e chegamos a nossos dias em que os jovens exaltam a liberdade de optarem por sua "orientação sexual"(gay , heterossexual , lésbica , transsexual, etc.), de não crerem em Deus nem seguirem seus mandamentos , de fazerem o que lhes dá na cabeça , de buscarem o prazer sem limites , de se drogaram , de "beber ,cair, levantar " , de aproveitar a vida indo para as baladas e bailes do momento onde a droga circula livre e a prostituição domina.Para uma tal juventude não há outra salvação que não seja JESUS CRISTO.A vida que o mundo propõe é passageira e triste - as alegrias momentâneas se desfazem como fumaça lançada ao vento e quando desparecem causam tristeza e depressão( não a toa crescem a cada dias os números de casos de depressão).Mas como muitos desses jovens estão presos a carne devido ao hábito de pecar , se lançam eulouquecidamente a mais prazer , mais prazer , mais prazer.É preciso que nós cristãos possamos oferecer a estes jovens a verdadeira felicidade que está em amar e servir a JESUS CRISTO e desmascarar as artimanhas de nova cultura global que apela para a liberdade mas na realidade pretende escravizar e impedir que as pessoas examinem a vida com razão e fé.

RAFAEL GONÇALVES DE QUEIROZ, Licenciado e Bacharel pela UERJ e Professor de Filosofia e Historia na Rede Faetec do RJ.

Contato:http://www.facebook.com/media/set/?set=a.118156778267028.27186.100002181185555&type=3#!/profile.php?id=1627785932

De Protestante a Santo Católico. (Santo do Dia)


Niels stensen.jpgNicolaus Steno (em dinamarquêsNiels Steensen ou Niels Stensen; latinizado como Nicolaus Stenonis) (Copenhaga11 de Janeiro de 1638 — Schwerin25 de Novembro de 1686) foi um bispo católicodinamarquês e cientista pioneiro nos campos da anatomia e da geologia. Foi beatificado pelo papa João Paulo II em 1988.




Após completar a sua educação universitária em Copenhaga, a sua cidade natal, viajou pela Europa; de facto, manter-se-ia em viagem durante o resto da sua vida. Na França, Itália e Países Baixos entrou em contacto com vários cientistas e médicos proeminentes, e graças à sua grande capacidade de observação em breve fez importantes descobertas. Numa altura em que os estudos científicos consistiam na leitura dos autores antigos, Steno foi suficientemente audaz como para confiar nas suas observações, mesmo quando estas diferiam das doutrinas tradicionalmente aceitas.
Inicialmente dedicou-se ao estudo da anatomia, focando o seu trabalho sobre o sistema muscular e na natureza da contracção muscular. Utilizou a geometria para mostrar que um músculo em contracção altera a sua forma mas não o seu volume.

O seu modo de pensar era também importante no modo como via a religião. Criado na fé luterana, ainda assim não deixou de questionar os ensinamentos que recebeu, algo que se tornou importante quando contactou o catolicismo enquanto estudava em Florença. Após estudos teológicos, decidiu que a Igreja Católica e não a Igreja Luterana era a autêntica igreja e, como consequência, converteu-se ao catolicismo.
A sua conversão fez com que, gradualmente, Steno pusesse de lado os seus estudos científicos. Foi ordenado padre e, mais tarde, bispo e enviado em trabalho de missão para o norte da Alemanha, região luterana. Trabalhou inicialmente na cidade deHannover, onde conheceu Gottfried Leibniz, mudando-se mais tarde para Hamburgo. Após vários anos preenchidos com tarefas difíceis, morreu após muito sofrimento em Schwerin em 1686.
A sua vida e trabalho têm sido intensamente estudados, em particular desde finais do século XIX. Especialmente, a sua piedade e virtude têm sido avaliadas com vista a uma eventual canonização. Em 1987, foi beatificado pelo papa João Paulo II.


Estão chegando? Governos da Arábia Saudita e Irã investem pesado para divulgar o Islamismo na América Latina.

* Estão chegando? Governos da Arábia Saudita e Irã investem pesado para divulgar o Islamismo na América Latina.


Um canal estatal de televisão do Irã chamado Hispan TV iniciou em dezembro de 2011 as suas transmissões em língua espanhola para o continente americano e Europa. A sede da emissora fica em Teerã e seu objetivo é popularizar o Islamismo entre os falantes da língua espanhola.

“A rede de TV iraniana abre uma janela para o país persa, berço de uma das civilizações mais antigas do planeta”, diz a nota oficial do governo. A programação inclui noticiários, filmes, séries, documentários, reportagens, entrevistas e programas de análise política, social e econômica. Sempre, claro, mostrando a perspectiva islâmica.

O canal anunciou a exibição em breve de documentários sobre o programa nuclear iraniano, o uso de latinos nas forças militares no Afeganistão, a resistência libanesa, a situação dos curdos na Turquia. Muitos deles têm uma forte orientação anti-americana. “Outros canais de língua espanhola não são independentes e apenas servem aos interesses dos Estados Unidos e de seus aliados”, enfatizou Mohammed Sarafraz, diretor do serviço de radiodifusão iraniano.

O primeiro programa transmitido pelo novo canal foi um filme retratando a vida de Maria e o nascimento de Jesus a partir do ponto de vista islâmico.

“Nosso objetivo é reforçar o conhecimento, elevar a compreensão mútua entre as diferentes culturas e convidar os povos de diversas nações, raças e religiões que se conheçam uns aos outros, sem preconceito”, explica o documento lido durante a inauguração.

O novo canal dará muita importância aos telejornais, cobrindo eventos no Irã, Oriente Médio, Espanha e América Latina, segundo seus dirigentes. Eles afirmam que já contam com uma rede de correspondentes por todo o mundo.

Stephen Johnson, que dirige o Centro das Américas de Estudos Estratégicos e Internacionais, compara os esforços do Irã em usar a mídia para melhorar sua imagem no exterior com o que o governo norte-americano fez com programas de rádio durante décadas.

O Irã tem feitos investimentos crescentes na América Latina, mas nem sempre com sucesso. A exigência de que as funcionárias usem o hijab [lenço] em um hospital financiado pelo Irã na Bolívia, atraiu críticas das autoridades locais. O Ministro das Relações Exteriores do Uruguai condenou as recentes declarações do embaixador iraniano que afirmou que os números dos judeus mortos no Holocausto (na casa dos milhões) eram falsas.

No ano passado, o Irã recebeu a classificação mais baixa fora numa pesquisa de opinião pública do Latinobarómetro. Foram entrevistas de mais de 20.000 pessoas, residentes em 18 países latinos (não incluindo Cuba). Apenas 25% dos entrevistados disseram ver o Irã como “bom” ou “muito bom”, enquanto 72% disseram que viam os Estados Unidos de forma positiva.

Mas a Arábia Saudita também decidiu usar a TV. No primeiro dia de 2012 começou a transmissão do canal Córdoba Televisión, administrada por uma fundação saudita extremista, sediada em Madri.

Agora, portanto, existem dois canais de TV via satélite em espanhol com programação 24 horas por dia divulgando o Islamismo para a Espanha, a América Latina e os latinos dos Estados Unidos.

Os transmissores do Córdoba Televisión estão instalados em dois galpões de um bairro de Madri, numa propriedade que pertence à “Fundação para a divulgação do Islã”, presidida pelo xeque Abdulaziz al Fawzan e conta com o respaldo e o financiamento da família real saudita.

A programação deste canal consistirá em documentais, reportagens e conversas relacionadas a temas religiosos. A maioria de seus jornalistas são espanhóis convertidos ao islamismo. Deste modo, o canal divulgará uma visão wahabista (islã ultra-conservador de origem saudita), uma ideologia que declara seu “ódio positivo” aos cristãos e justificar a marginalização da mulher nos países árabes.

O professor de teologia islâmica da Universidade Imã Mohamed Ibn Saud, é o mentor da Córdoba TV é membro do Comitê de Supervisão da Sharia (lei islâmica) da Arábia Saudita.

Via CNN e Protestante Digital

fonte:http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

10 de jan. de 2012

Pedofilia e homossexualismo: de mãos dadas


Recentemente os meios de comunicação social têm concentrado seus holofotes sobre casos de abusos sexuais contra menores praticados por sacerdotes. Embora a maioria esmagadora de casos de pedofilia ocorra fora do ambiente clerical, os jornais têm apontado a Igreja Católica como a grande malfeitora da humanidade. Injustamente o Papa Bento XVI tem sido acusado de ter acobertado tais crimes. E uma das “causas” da pedofilia praticada por (uma minúscula parte dos) padres seria o celibato, que eles voluntariamente abraçaram “por causa do Reino dos Céus” (Mt 19,12)! Pasmem! O celibato, vivido e aconselhado por Nosso Senhor, por São João Batista, pelo discípulo amado São João Evangelista, por São Paulo (cf. 1Cor 7,1.7.25-26.32-34)! O celibato, “fonte peculiar da fecundidade espiritual no mundo” (Conc. Vat. II, Lumen Gentium, n. 42), praticado pelo clero durante dois mil anos, seria ele o culpado pelos escândalos de pedofilia das últimas décadas! O que motiva os ataques à Igreja não é o zelo dos jornais e TVs pela integridade moral das crianças – haja vista a pornografia que se exibe livremente a qualquer hora do dia para o público infantil – mas o ódio a uma instituição que incomoda ao pregar a castidade.

Conexão estreita entre dois vícios

Homossexualismo e pedofilia estão de tal modo entrelaçados que é difícil, até no plano dos conceitos, separar um do outro. A própria palavra pederastia (“prática sexual entre um homem e um rapaz mais jovem”), também passou a significar, por extensão de sentido, a “homossexualidade masculina”[1]. Uma associação de pedófilos chamada NAMBLA (“North American Man/Boy Love Association” – Associação norte-americana de amor homem/menino) afirma que “a pederastia é a principal forma que adquiriu a homossexualidade masculina por toda a civilização ocidental[2]. Fundada em 1978, por muito tempo a NAMBLA pertenceu à ILGA – Associação Internacional de Gays e Lésbicas – também esta fundada no mesmo ano. Em 1993 a ILGA alcançou o “status” de membro consultivo da ONU. A presença de um grupo explicitamente pró-pedofilia dentro da ILGA suscitou críticas quanto à presença desta última nas Nações Unidas. Por esse motivo, em 1994, a ILGA resolveu expulsar a NAMBLA de seus quadros[3]. A expulsão foi meramente estratégica, pois a ILGA sempre se opôs às “restrições de idade” para crianças e adolescentes praticarem atos sexuais com adultos.

A psicóloga Rozangela Justino, que desde 1988/89 vem atendendo pessoas que desejam deixar a homossexualidade, afirma categoricamente: “Todas as pessoas que atendi no consultório e também ouvi nos ministérios de apoio aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade sofreram abuso sexual na infância e/ou adolescência”[4].

Por sua vez, grande parte dos que sofrem abuso na infância, depois de adultos pratica abusos contra crianças. Segundo dados da ABRAPIA, “50% das vítimas se tornam abusadores”[5]. Dra. Rozangela observa, porém, que, segundo a mesma publicação, “somente 1 em 4 garotas e 1 em cada 100 garotos têm o abuso sexual sofrido denunciado”. Como a percentagem dos casos denunciados é muito pequena quanto ao sexo masculino, a psicóloga acredita que “muito mais de 50% das pessoas que sofreram abusos sexuais se tornam autoras de abusos se não tiverem tratamento adequado para trabalhar os efeitos dos abusos que sofreram”.

A relação homossexualismo-pedofilia é também confirmada pelo psiquiatra americano Richard Fitzgibbons, especialista no tratamento de sacerdotes que cometeram abusos contra menores. Diz ele: “todos os sacerdotes que tratei que estão envolvidos sexualmente com crianças estiveram envolvidos previamente em relações homossexuais adultas”[6]. Para o psicólogo José María Amenós Vidal da Universidade Central de Barcelona (Espanha), há evidência científica que corrobora o vínculo entre homossexualismo e pedofilia, a partir de pesquisas feitas com primatas em cativeiro[7].

Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia, ativista homossexual, manifesta seu desejo de satisfazer sua lascívia com um “meninão”. Para se livrar da acusação de pedofilia, Mott afirma que “adoraria encontrar um moleque maior de idade mas aparentando 15-16 anos”. Com exceção da idade cronológica, o autor quereria que seu “moleque” fosse em tudo como um adolescente, inclusive quanto à imaturidade e à inocência: “Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erotismo. Sonho é sonho, e qual é o problema de querer demais?! Queria que esse meu principezinho encantado fosse apaixonado pela vida [...]. Que acordasse de manhã com um sorriso lindo, me chamando de painho”[8].

Em 2007, Luiz Mott foi condecorado pelo Ministério da Cultura com a Ordem do Mérito Cultural, “uma homenagem do Governo Federal a pessoas e instituições que contribuem para o engrandecimento da cultura nacional” [9].

Combatendo a pedofilia

A Igreja Católica vem usando de uma severidade particular na punição do crime de pedofilia. Em 30 de abril de 2001, o Papa João Paulo II, na carta apostólica Sacramentorum sanctitatis tutela, reservou tal delito à Congregação para a Doutrina da Fé, como tribunal eclesiástico. Além disso, aumentou a faixa de idade da vítima: de “abaixo de 16 anos” (cf. cânon 1395, §2º) para “abaixo de 18 anos”. Por fim, estabeleceu que esse crime prescreveria não 10 anos após o fato (como nos outros delitos reservados), mas 10 anos após a vítima completar 18 anos, ou seja, no 28º aniversário da vítima[10].

O maior mérito dos Papas, porém, não está no rigor em investigar e punir tais crimes, mas no cuidado de preveni-los combatendo o homossexualismo. Em 4 de novembro de 2005, a Congregação para a Educação Católica publicou, com a aprovação do Papa Bento XVI, uma instrução afirmando que a Igreja “não pode admitir ao Seminário e às Ordens sacras aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais profundamente radicadas ou apoiam a chamada cultura gay”[11].

De fato, a explosão de escândalos de pedofilia nas últimas décadas coincide não com a adoção do celibato pelo clero (que já é bimilenar), mas com uma invasão de homossexuais aos seminários, nem sempre reprimida devidamente pelos reitores. Se o homossexualismo for erradicado dos seminários, os casos de pedofilia sofrerão uma enorme redução.

O combate ao homossexualismo e a pregação da cultura da castidade são dois motivos pelos quais a Igreja, e em particular o atual Papa, deveria ser condecorada como benfeitora da humanidade e protetora dos pequeninos.

Ao contrário, o combate à castidade e a promoção do homossexualismo – bandeiras defendidas pelo governo Lula mais do que qualquer outro – constituem um grande serviço à difusão da pedofilia.

Infelizmente, o Superior Tribunal de Justiça no dia 27 de abril de 2010 reconheceu a adoção de duas crianças por uma dupla de lésbicas[12]. A situação tende a piorar se – Deus não o permita! – o Brasil for submetido a um novo governo do Partido dos Trabalhadores.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Ciência afirma que as pessoas não nascem gays, disse autor de livro sobre a homossexualidade




MADRI, 09 Jan. 12 / 05:32 pm (ACI/EWTN Noticias) Em uma entrevista concedida ao jornal espanhol El Pais sobre seu livro "Compreender e sanar a homossexualidade", Richard Cohen, quem se define a si mesmo com um "ex-gay", afirmou que a Associação Norte-americana de Psicologia depois de muitas investigações chegou à conclusão de que as pessoas não nascem homossexuais.

O livro do Cohen foi colocado à venda em 2004. Agora em 2012 a editorial LibrosLibres fez uma nova edição que recebeu a aceitação do público incluindo os leitores homossexuais. Entretanto o movimento de lésbicas, gays, transexuais e bissexuais (conhecido pela sua sigla LGTB) pediu que o livro fosse retirado das livrarias o qual foi considerado como um ataque à liberdade de expressão.

Na entrevista ao El Pais e explicando a verdadeira origem da homossexualidade, Cohen afirmou que "em 2008, a Associação Norte-americana de Psicologia disse que embora houvesse muitas investigações sobre as possíveis causa genéticas, biológicas ou hormonais da orientação sexual, não houve descobertas que permitam aos cientistas chegar à conclusão de que a orientação sexual esteja determinada por um ou vários fatores particulares. A ciência diz que as pessoas não nascem gays".

Ao ser perguntado se a homossexualidade é um fator biológico o autor do livro sustentou que aqueles que experimentam sentimentos homossexuais são homens e mulheres extremamente sensíveis e assinalou que eles "vivem uma relação com seus pais, com seus companheiros e com seu entorno, deferente à dos seus irmãos e às de outras pessoas ao seu redor. Essa sensibilidade pode assentar as bases para os sentimentos homossexuais".

O autor do livro, que nos últimos 21 anos trabalhou como psicoterapeuta, confessa que suas reflexões partem de uma experiência pessoal e manifestou que "eu mesmo vivi como gay, tive um companheiro gay durante três anos".

Entretanto durante muito tempo Cohen sofreu por viver nesse estado e reconheceu que não recebeu ajuda porque "muitos terapeutas me diziam que eu tinha nascido gay, que não havia nada a ser feito. Que eu devia aceitar e viver uma vida gay".

O autor explicou que atrás das pessoas homossexuais quase sempre há uma história de dor que preferem ocultar.

"Sob meu desejo pelos homens havia uma ferida. Não recordava que meu tio tinha abusado sexualmente de mim. É algo que reprimi durante 25 anos, até que fiz minha terapia. Então encontrei a um mentor masculino, heterossexual. Quando experimentei o luto por esse abuso minhas tendências homossexuais desapareceram".

Ao referir-se às causas da homossexualidade Cohen sustenta que o abuso sexual é uma das razões e explicou que "nunca é uma coisa só. É uma combinação de vários fatores. 50 por cento de meus clientes sofreu abuso sexual por parte de alguém do mesmo sexo".

Logo depois de assinalar que os homossexuais são uma porcentagem pequena da população e muitos deles seguem sentindo-se mal consigo próprios apesar de seu bom estado físico já que "não importa quantos músculos desenvolvam, mesmo assim eles se sentem inferiores interiormente".

Richard Cohen explicou logo que é um mito afirmar que se nasce gay porque cientificamente isso não é válido. "Mas tampouco se pode dizer que ser gay seja uma opção. A pessoa não acorda um dia e decide ser gay. Há uma série de fatores combinados que fazem que alguém se comporte como gay. Tratando centenas de homossexuais venho descobrindo que há uma série de contextos comuns em todos eles", acrescentou.

Finalmente Cohen disse que "nas biografias dos famosos fica claro também: tiveram experiências similares. Rosie O'Donnell, Greg Luganis, Elton John, Ricky Martin, Ellen DeGeneres... todos têm histórias semelhantes.

Esse testemunho é de um protestante mas vale apena ler

ENTREVISTA COM O MEU TESTEMUNHO, O ANTES E DEPOIS


EX-HOMOSSEXUAIS LIBERTOS DO PECADO E DA MENTIRA DE SATANÁS.
Eu sou um testemunho vivo do poder de Deus. Alguém que estava no lamaçal do pecado e alcançei a misericordia de Deus.
Um ex-travesti, q vivia fazendo toda a vontade do inimigo.


mas com o poder de Deus fui transformado e Deus fez de mim uma nova criatura, como tem feito com muitos que abre o coração pra Ele entrar e fazer morada.

Fonte: http://adbrasil.ning.com/profile/CelioSoares





Jean Wyllys associa Bento XVI ao nazismo e o chama de genocida.


Fonte: Jornal do Brasil.

Um dos principais defensores da causa LGBT na Câmara, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) não gostou das declarações do Papa Bento XVI. O pontífice da Igreja Católica disse que o casamento gay é uma ameaça e coloca em xeque "o próprio futuro da humanidade".

Nazismo e pedofilia

Indignado, Wyllys abriu fogo contra Bento XVI e relembrou as máculas do pontífice. "O papa suspeito e acusado de ser simpático ao nazismo disse que o casamento civil igualitário é uma ameaça à humanidade. Ameaça ao futuro da humanidade são o fascismo, as guerras religiosas, a pedofilia e os abusos sexuais praticados por membros da Igreja e acobertados por ele mesmo", atacou o parlamentar.

Genocida

O deputado foi ainda mais longe e chegou a classificar Bento XVI como "genocida em potencial". "Espero que os estados laicos do Ocidente não cedam à pressão desse genocida em potencial"

Papa difamado. E a juventude do Papa?


O Papa esta sofrendo fortes ataques da mídia nesta Terça-Feira. A ira dos “politicamente corretos” é referente a um pronunciamento de ano novo que o Santo Padre fez para diplomatas de mais de 180 países. No discurso Bento XVI teria dito categoricamente que o casamento gay é uma ameaça para a humanidade. Na realidade esta é a mensagem que o Papa quis comunicar, porém não com este sensacionalismo próprio da imprensa brasileira.

Vejam o pronunciamento do papa neste link: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=276699

É absolutamente comum a fúria contra o Papa, ele esta acostumado com isto e demonstrou isto em seus últimos pronunciamentos, porém não pode ser comum a omissão dos católicos frente aos ataques que ultrapassam os limites da liberdade de expressão, chegando ao mais alto grau de desrespeito.

Vejam o que Rafinha Bastos e Danilo Gentil postaram em seus twitters:

rafinhabastos Rafinha Bastos Catolicismo, sempre de olho no %$%(Ânus) do próximo. RT @estadao: Papa afirma que casamento gay ameaça a humanidade migre.me/7tr1V

DaniloGentili Danilo Gentili Papa Bento XVI é contra o casamento de homossexuais. Por isso que padre não casa?

Os dois humoristas foram usados como exemplos, mas não representam nada frente à quantidade de ataques irônicos feitos nas redes sociais, o nome do Santo Padre inclusive chegou a esta no TT,s(Assuntos mais falados do twitter).

Onde está a juventude do papa agora? Os milhões que povoam as Jornadas Mundiais da juventude? Aqueles que estão se preparando para a Jornada do Rio? Penso que são estes que devem se levantar agora e mostrar dentro e fora das redes sociais que este Papa difamado por poucos é amado por muitos.

Salve Maria!

Vídeo Comentário do Evangelho de Domingo 15/01/2012 II Domingo do Tempo Comum Ano B


Caros amigos, este Evangelho toca em um ponto fundamental da nossa vida Cristã: “O Seguimento de Jesus”. Ser discípulo de Jesus, não é a mesma coisa que seguir qualquer.... Neste Domingo, poderemos contemplar a figura de um homem que faz a experiência do conhecimento de Cristo e a transmite para os seus... João Batista que se coloca fora do centro das atenções e apresenta: “Ele é o cordeiro, a q uem deveis seguir”.... Jesus sempre passa no nosso caminho, e quer hoje nos encontrar....Se quiser entrar mais na meditação do discipulado e da experiência com Jesus, assista o vídeo... Caso não abrir, clique no link: http://pt.gloria.tv/?media=241317

Casamento gay é uma ameaça a humanidade, diz o BENTO XVI.


O papa Bento 16 disse nesta segunda-feira (09) que o casamento homossexual é uma das várias ameaças atuais à família tradicional, pondo em xeque "o próprio futuro da humanidade".
Foram as declarações mais fortes já proferidas pelo pontífice contra o casamento homossexual, durante um pronunciamento de ano novo a diplomatas de quase 180 países acreditados no Vaticano, abordando questões econômicas e sociais contemporâneas.
Segundo Bento 16, a educação das crianças precisa de "ambientes" adequados, e "o lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher".
"Essa não é uma simples convenção social", disse o papa, "e sim a célula fundamental de cada sociedade. Consequentemente, políticas que afetam a família ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade".
Em vários países -principalmente no mundo desenvolvido-, autoridades eclesiásticas católicas protestam contra iniciativas voltadas para a legalização do casamento gay. Nos EUA, um dos principais paladinos dessa causa é o arcebispo de Nova York, Timothy Dolan, que será sagrado cardeal pelo papa em fevereiro.
Numa recente carta, Dolan criticou o presidente Barack Obama por sua decisão de não apoiar uma proibição federal ao casamento homossexual, e alertou que essa política pode "precipitar um conflito nacional de enormes proporções entre a Igreja e o Estado".
A Igreja Católica, que tem 1,3 bilhão de seguidores no mundo, prega que as tendências homossexuais não são pecado, mas que os atos homossexuais são, e que as crianças devem crescer em uma família tradicional, com um pai e uma mãe.
"A unidade familiar é fundamental para o processo educacional e para o desenvolvimento dos indivíduos e Estados; daí a necessidade de políticas que promovam a família e auxiliem na coesão social e no diálogo", disse Bento 16 a diplomatas.
O casamento gay já é legal em vários países europeus, como Espanha e Holanda. Algumas religiões que autorizam o casamento gay e a ordenação de mulheres e homossexuais como clérigos têm perdido fiéis para o catolicismo, e o Vaticano já tomou medidas para facilitar tais conversões.
Em 2009, Bento 16 decretou que os anglicanos que se converterem ao catolicismo podem manter uma hierarquia paralela, preservando parte das suas tradições. Grande parte dessa migração do anglicanismo para o catolicismo envolve fiéis que consideram a Igreja Anglicana liberal demais.

fonte: www.yahoo.com.br

9 de jan. de 2012

Cruzada pela Família perto do Congresso Nacional – contra o aborto e a ditadura homossexual




Cruzada pela Família perto do Congresso Nacional – contra o aborto e a ditadura homossexual

Cruzada pela Família – direto de Brasília

Veja, no vídeo acima, o início da caravana Cruzada pela Família, que está percorrendo o território nacional para mobilizar todos os que defendem a família e o futuro moral de nosso filhos. No contato direto com a população, os caravanistas estão provando mais uma vez como a opinião pública desaprova maciçamente a agenda do movimento homossexual e o aborto. O movimento abortista e homossexual só sobrevivem porque têm atrás de si vários setores do governo e, sobretudo, a grande mídia e a omissão inexplicável de certos religiosos.

fonte: www.ipco.org.br

Indicações pastorais para o Ano da Fé: nota da Congregação para a Doutrina da Fé.


7/1/2012) Com a Carta apostólica Porta fidei de 11 de outubro de 2011, o Santo Padre Bento XVI convocou um Ano da Fé. Ele começará no dia 11 de outubro 2012, por ocasião do qüinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II, e terminará aos 24 de novembro de 2013, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo.

Este ano será uma ocasião propícia a fim de que todos os fiéis compreendam mais profundamente que o fundamento da fé cristã é “o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo”. Fundamentada no encontro com Jesus Cristo ressuscitado, a fé poderá ser redescoberta na sua integridade e em todo o seu esplendor. “Também nos nossos dias a fé é um dom que se deve redescobrir, cultivar e testemunhar” para que o Senhor “conceda a cada um de nós viver a beleza e a alegria de sermos cristãos”.

O início do Ano da Fé coincide com a grata recordação de dois grandes eventos que marcaram a face da Igreja nos nossos dias: o qüinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, desejado pelo beato João XXIII (11 de outubro de 1962), e o vigésimo aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, oferecido à Igreja pelo beato João Paulo II (11 de outubro de 1992).

O Concílio, segundo o Papa João XXIII, quis “transmitir pura e íntegra a doutrina, sem atenuações nem subterfúgios”, empenhando-se para que “esta doutrina certa e imutável, que deve ser fielmente respeitada, seja aprofundada e exposta de forma a responder às exigências do nosso tempo”. A este propósito, continua sendo de importância decisiva o início da Constituição dogmática Lumen gentium: “A luz dos povos é Cristo: por isso, este sagrado Concílio, reunido no Espírito Santo, deseja ardentemente iluminar com a Sua luz, que resplandece no rosto da Igreja, todos os homens, anunciando o Evangelho a toda a criatura (cfr. Mc. 16,15)”. A partir da luz de Cristo, que purifica, ilumina e santifica na celebração da sagrada liturgia (cf. Constituição Sacrosanctum Concilium) e com a sua palavra divina (cf. Constituição dogmática Dei Verbum), o Concílio quis aprofundar a natureza íntima da Igreja (cf. Constituição dogmática Lumen gentium) e a sua relação com o mundo contemporâneo (cf. Constituição pastoral Gaudium et spes). Ao redor das suas quatro Constituições, verdadeiras pilastras do Concílio, se agrupam as Declarações e os Decretos, que enfrentam alguns dos maiores desafios do tempo.

Depois do Concílio, a Igreja se empenhou na assimilação (receptio) e na aplicação do seu rico ensinamento, em continuidade com toda a Tradição, sob a guia segura do Magistério. A fim de favorecer a correta assimilação do Concílio, os Sumos Pontífices convocaram amiúde o Sínodo dos Bispos, instituído pelo Servo de Deus Paulo VI em 1965, propondo à Igreja orientações claras por meio das diversas Exortações apostólicas pós-sinodais. A próxima Assembléia Geral do Sínodo dos Bispos, no mês de outubro de 2012, terá como tema: A nova evangelização para a transmissão da fé cristã.

Desde o começo do seu pontificado, o Papa Bento XVI se empenhou de maneira decisiva por uma correta compreensão do Concílio, rechaçando como errônea a assim chamada “hermenêutica da descontinuidade e da ruptura” e promovendo aquele que ele mesmo chamou de “’hermenêutica da reforma’”, da renovação na continuidade do único sujeito-Igreja, que o Senhor nos concedeu; é um sujeito que cresce no tempo e se desenvolve, permanecendo porém sempre o mesmo, único sujeito do Povo de Deus a caminho”.

O Catecismo da Igreja Católica, pondo-se nesta linha, é, de um lado, “verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II”, e de outro pretende favorecer a sua assimilação. O Sínodo Extraordinário dos Bispos de 1985, convocado por ocasião do vigésimo aniversário da conclusão do Concílio Vaticano II e para efetuar um balanço da sua assimilação, sugeriu que fosse preparado este Catecismo a fim de oferecer ao Povo de Deus um compêndio de toda a doutrina católica e um texto de referência segura para os catecismos locais. O Papa João Paulo II acolheu a proposta como desejo “de responder plenamente a uma necessidade verdadeira da Igreja Universal e das Igrejas particulares”. Redigido em colaboração com todo o Episcopado da Igreja Católica, este Catecismo “exprime verdadeiramente aquela a que se pode chamar a ‘sinfonia da fé’”.

O Catecismo compreende “coisas novas e velhas (cf. Mt 13,52), porque a fé é sempre a mesma e simultaneamente é fonte de luzes sempre novas. Para responder a esta dupla exigência, o ‘Catecismo da Igreja Católica’ por um lado retoma a ‘antiga’ ordem, a tradicional, já seguida pelo Catecismo de São Pio V, articulando o conteúdo em quatro partes: o Credo; a sagrada Liturgia, com os sacramentos em primeiro plano; o agir cristão, exposto a partir dos mandamentos; e por fim a oração cristã. Mas, ao mesmo tempo, o conteúdo é com freqüência expresso de um modo ‘novo’, para responder às interrogações da nossa época”. EsteCatecismo é “um instrumento válido e legítimo a serviço da comunhão eclesial e como uma norma segura para o ensino da fé.”. Nele os conteúdos da fé encontram “a sua síntese sistemática e orgânica. Nele, de facto, sobressai a riqueza de doutrina que a Igreja acolheu, guardou e ofereceu durante os seus dois mil anos de história. Desde a Sagrada Escritura aos Padres da Igreja, desde os Mestres de teologia aos Santos que atravessaram os séculos, o Catecismo oferece uma memória permanente dos inúmeros modos em que a Igreja meditou sobre a fé e progrediu na doutrina para dar certeza aos crentes na sua vida de fé.”.

O Ano da Fé quer contribuir para uma conversão renovada ao Senhor Jesus e à redescoberta da fé, para que todos os membros da Igreja sejam testemunhas credíveis e alegres do Senhor ressuscitado no mundo de hoje, capazes de indicar a “porta da fé” a tantas pessoas que estão em busca. Esta “porta” escancara o olhar do homem para Jesus Cristo, presente no nosso meio “todos os dias, até o fim do mundo” (Mt 28, 20). Ele nos mostra como “a arte de viver” se aprende “numa relação profunda com Ele”. “Com o seu amor, Jesus Cristo atrai a Si os homens de cada geração: em todo o tempo, Ele convoca a Igreja confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo. Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor duma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé”.

Por ordem do Papa Bento XVI, a Congregação para a Doutrina da Fé redigiu a presente Nota, em acordo com os Dicastérios competentes da Santa Sé e com a contribuição do Comitê para a preparação do Ano da Fé, com algumas indicações para viver este tempo de graça, sem excluir outras propostas que o Espírito Santo quiser suscitar entre os Pastores e os fiéis nas diversas partes do mundo.


INDICAÇÕES “Eu sei em quem pus a minha fé” (2 Tm 1, 12): esta palavra de São Paulo nos ajuda a compreender que “antes de mais, a fé é uma adesão pessoal do homem a Deus. Ao mesmo tempo, e inseparavelmente, é o assentimento livre a toda a verdade revelada por Deus”. A fé como confiança pessoal no Senhor e a fé que professamos no Credo são inseparáveis, se atraem e se exigem reciprocamente. Existe uma ligação profunda entre a fé vivida e os seus conteúdos: a fé das testemunhas e dos confessores é também a fé dos apóstolos e dos doutores da Igreja.
Neste sentido, as seguintes indicações para o Ano da Fé desejam favorecer tanto o encontro com Cristo por meio de autênticas testemunhas da fé, quanto o conhecimento sempre maior dos seus conteúdos. Trata-se de propostas que visam solicitar, de maneira exemplificativa, a pronta responsabilidade eclesial diante do convite do Santo Padre a viver em plenitude este Ano como um especial “tempo de graça”. A redescoberta alegre da fé poderá contribuir também a consolidar a unidade e a comunhão entre as diversas realidades que compõem a grande família da Igreja.


I. A nível da Igreja universal

1. O principal evento eclesial no começo do Ano da Fé será a XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, convocada pelo Papa Bento XVI para o mês de outubro de 2012 e dedicada à Nova evangelização para a transmissão da fé cristã. Durante este Sínodo, no dia 11 de outubro de 2012, acontecerá uma celebração solene de inauguração do Ano da Fé, recordando o qüinquagésimo aniversário de abertura do Concílio Vaticano II.

2. No Ano da Fé devem-se encorajar as romarias dos fiéis à Sé de Pedro, para ali professarem a fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo, unindo-se àquele que é chamado hoje a confirmar seus irmãos na fé (cf. Lc 22, 32). Será importante favorecer também as romarias à Terra Santa, lugar que por primeiro viu a presença de Jesus, o Salvador, e de Maria, sua mãe.

3. No decorrer deste Ano será útil convidar os fiéis a se dirigirem com devoção especial a Maria, figura da Igreja, que “reúne em si e reflete os imperativos mais altos da nossa fé”. Assim pois deve-se encorajar qualquer iniciativa que ajude os fiéis a reconhecer o papel especial de Maria no mistério da salvação, a amá-la filialmente e a seguir a sua fé e as suas virtudes. A tal fim será muito conveniente organizar romarias, celebrações e encontros junto dos maiores Santuários.

4. A próxima Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro em 2013 oferecerá uma ocasião privilegiada aos jovens para experimentar a alegria que provém da fé no Senhor Jesus e da comunhão com o Santo Padre, na grande família da Igreja.

5. Deseja-se que sejam organizados simpósios, congressos e encontros de grande porte, também a nível internacional, que favoreçam o encontro com autênticos testemunhos da fé e o conhecimento dos conteúdos da doutrina católica. Demonstrando como também hoje a Palavra de Deus continua a crescer e a se difundir, será importante dar testemunho de que em Jesus Cristo “encontra plena realização toda a ânsia e anélito do coração humano” e que a fé “se torna um novo critério de entendimento e de ação que muda toda a vida do homem”. Alguns congressos serão dedicados à redescoberta dos ensinamentos do Concílio Vaticano II.

6. Para todos os crentes, o Ano da Fé oferecerá uma ocasião favorável para aprofundar o conhecimento dos principais Documentos do Concílio Vaticano II e o estudo do Catecismo da Igreja Católica. Isto vale de modo particular para os candidatos ao sacerdócio, sobretudo durante o ano propedêutico ou nos primeiros anos dos estudos teológicos, para as noviças e os noviços dos Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de Vida Apostólica, bem como para aqueles que vivem um período de prova para incorporar-se a uma Associação ou a um Movimento eclesial.

7. Este Ano será a ocasião propícia para acolher com maior atenção as homilias, as catequeses, os discursos e as outras intervenções do Santo Padre. Os Pastores, as pessoas consagradas e os fiéis leigos serão convidados a um empenho renovado de efetiva e cordial adesão ao ensinamento do Sucessor de Pedro.

8. Durante o Ano da Fé, se deseja que haja várias iniciativas ecumênicas, em colaboração com o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, com o fim de invocar e favorecer “a restauração da unidade entre todos os cristãos” que é “um dos principais propósitos do sagrado Concílio Ecumênico Vaticano II”. Em particular, acontecerá uma solene celebração ecumênica a fim de reafirmar a fé em Cristo por parte de todos os batizados.

9. Junto ao Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização será instituída uma Secretaria especial para coordenar as diversas iniciativas relativas ao Ano da Fé, promovidas pelos vários Dicastérios da Santa Sé ou que tenham relevância para a Igreja universal. Será conveniente informar com tempo esta Secretaria sobre os principais eventos organizados: ela também poderá sugerir iniciativas oportunas a respeito. A Secretaria abrirá para tanto um site internet com a finalidade de oferecer todas as informações úteis para viver de modo eficaz o Ano da Fé.

10. Por ocasião da conclusão deste Ano, na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, acontecerá uma Eucaristia celebrada pelo Santo Padre, na qual se renovará solenemente a profissão de fé.


II. A nível das Conferências Episcopais

1. As Conferências Episcopais poderão dedicar uma jornada de estudo ao tema da fé, do seu testemunho pessoal e da sua transmissão às novas gerações, na consciência da missão específica dos Bispos como mestres e “arautos da fé”.

2. Será útil favorecer a republicação dos Documentos do Concílio Vaticano II, do Catecismo da Igreja Católica e do seu Compêndio, também em edições de bolso e econômicas, e a sua maior difusão possível com a ajuda dos meios eletrônicos e das tecnologias modernas.

3. Deseja-se um esforço renovado para traduzir os Documentos do Concílio Vaticano II e o Catecismo da Igreja Católica nas línguas em que ainda não existem. Encorajam-se as iniciativas de sustento caritativo para tais traduções nas línguas locais dos Países em terra de missão, onde as Igrejas particulares não podem arcar com as despesas. Tudo isto seja feito sob a guia da Congregação para a Evangelização dos Povos.

4. Os Pastores, haurindo das novas linguagens de comunicação, devem se empenhar para promover transmissões televisivas ou radiofônicas, filmes e publicações, também a nível popular e acessíveis a um grande público, sobre o tema da fé, dos seus princípios e conteúdos, como também sobre o significado eclesial do Concílio Vaticano II.

5. Os Santos e os Beatos são as autênticas testemunhas da fé. Portanto será oportuno que as Conferências Episcopais se empenhem para difundir o conhecimento dos Santos do próprio território, utilizando também os modernos meios de comunicação social.

6. O mundo contemporâneo é sensível à relação entre fé e arte. Neste sentido, se aconselha às Conferências Episcopais a valorizar adequadamente, em função catequética e eventualmente em colaboração ecumênica, o patrimônio das obras de arte presentes nos lugares confiados à sua cura pastoral.

7. Os docentes nos Centros de estudos teológicos, nos Seminários e nas Universidades católicas são convidados a verificar a relevância, no exercício do próprio magistério, dos conteúdos do Catecismo da Igreja Católica e das implicações que daí derivam para as respectivas disciplinas.

8. Será útil preparar, com a ajuda de teólogos e autores competentes, subsídios de divulgação com caráter apologético (cf. 1 Pd 3, 15). Assim cada fiel poderá responder melhor às perguntas que se fazem nos diversos âmbitos culturais, ora no tocante aos desafios das seitas, ora aos problemas ligados ao secularismo e ao relativismo, ora “a uma série de interrogativos, que provêm duma diversa mentalidade que, hoje de uma forma particular, reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas”, como também a outras dificuldades específicas.

9. Deseja-se um controle dos catecismos locais e dos vários subsídios catequéticos em uso nas Igrejas particulares, para garantir a sua conformidade plena com o Catecismo da Igreja Católica. No caso em que alguns catecismos ou subsídios não estejam em plena sintonia com o Catecismo, ou revelem algumas lacunas, poder-se-á encetar a elaboração de novos, eventualmente segundo o exemplo e a ajuda de outras Conferências Episcopais que já providenciaram à sua redação.

10. Será oportuna, em colaboração com a competente Congregação para a Educação Católica, um controle da presença dos conteúdos do Catecismo da Igreja Católica na Ratio da formação dos futuros sacerdotes e no Curriculum dos seus estudos teológicos.


III. A nível diocesano

1. Deseja-se uma celebração de abertura do Ano da Fé e uma solene conclusão do mesmo a nível de cada Igreja particular, ocasião para “confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro”.

2. Será oportuno organizar em cada Diocese do mundo uma jornada sobre o Catecismo da Igreja Católica, convidando especialmente os sacerdotes, as pessoas consagradas e os catequistas. Nesta ocasião, por exemplo, as Eparquias orientais católicas poderiam preparar um encontro com os sacerdotes para testemunhar a sensibilidade específica e a tradição litúrgica próprias ao interno da única fé em Cristo; assim as jovens Igrejas particulares nas terras de missão poderão ser convidadas a oferecer um testemunho renovado daquela alegria na fé que tanto as caracterizam.

3. Cada Bispo poderá dedicar uma sua Carta pastoral ao tema da fé, recordando a importância do Concílio Vaticano II e doCatecismo da Igreja Católica levando em conta as circunstâncias pastorais específicas da porção de fiéis a ele confiada.

4. Deseja-se que em cada Diocese, sob a responsabilidade do Bispo, sejam organizados momentos de catequese, destinados aos jovens e àqueles que estão em busca de um sentido para a vida, com a finalidade de descobrir a beleza da fé eclesial, e que sejam promovidos encontros com as testemunhas significativas da mesma.

5. Será oportuno controlar a assimilação (receptio) do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica na vida e na missão de cada Igreja particular, especialmente em âmbito catequético. Neste sentido se deseja um empenho renovado por parte dos Ofícios catequéticos das Dioceses, os quais – com o apoio das Comissões para a Catequese das Conferências Episcopais ; têm o dever de providenciar à formação dos catequistas no que diz respeito aos conteúdos da fé.

6. A formação permanente do clero poderá ser concentrada, especialmente neste Ano da Fé, nos Documentos do Concílio Vaticano II e no Catecismo da Igreja Católica, tratando, por exemplo, de temas como “o anúncio do Cristo ressuscitado”, “a Igreja, sacramento de salvação”, “a missão evangelizadora no mundo de hoje”, “fé e incredulidade”, “fé, ecumenismo e diálogo interreligioso”, “fé e vida eterna”, “a hermenêutica da reforma na continuidade”, “o Catecismo na preocupação pastoral ordinária”.

7. Os Bispos são convidados a organizar, especialmente no período da quaresma, celebrações penitenciais nas quais se peça perdão a Deus, também e particularmente, pelos pecados contra a fé. Este Ano será também um tempo favorável para se aproximar com maior fé e maior freqüência do sacramento da Penitência.

8. Deseja-se um envolvimento do mundo acadêmico e da cultura por uma renovada ocasião de diálogo criativo entre fé e razão por meio de simpósios, congressos e jornadas de estudo, especialmente nas Universidades católicas, mostrando “que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas, embora por caminhos diferentes, tendem para a verdade”.

9. Será importante promover encontros com pessoas que, “embora não reconhecendo em si mesmas o dom da fé, todavia vivem uma busca sincera do sentido último e da verdade definitiva acerca da sua existência e do mundo”, inspirando-se também nos diálogos do Pátio dos Gentios, organizados sob a guia do Conselho Pontifício para a Cultura.

10. O Ano da Fé poderá ser uma ocasião para prestar uma maior atenção às Escolas católicas, lugares próprios para oferecer aos alunos um testemunho vivo do Senhor e para cultivar a sua fé com uma referência oportuna à utilização de bons instrumentos catequéticos, como por exemplo, o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica ou como o Youcat.


IV. A nível das paróquias / comunidades / associações / movimentos

1. Em preparação para o Ano da Fé, todos os fiéis são convidados a ler e meditar atentamente a Carta apostólica Porta fidei do Santo Padre Bento XVI.

2. O Ano da Fé “será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia”. Na Eucaristia, mistério da fé e fonte da nova evangelização, a fé da Igreja é proclamada, celebrada e fortalecida. Todos os fiéis são convidados a participar dela conscientemente, ativamente e frutuosamente, a fim de serem testemunhas autênticas do Senhor.

3. Os sacerdotes poderão dedicar maior atenção ao estudo dos Documentos do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica, tirando daí fruto para a pastoral paroquial – a catequese, a pregação, a preparação aos sacramentos – e propondo ciclos de homilias sobre a fé ou sobre alguns dos seus aspectos específicos, como por exemplo “o encontro com Cristo”, “os conteúdos fundamentais do Credo”, “a fé e a Igreja”.

4. Os catequistas poderão haurir sobremaneira da riqueza doutrinal do Catecismo da Igreja Católica e guiar, sob a responsabilidade dos respectivos párocos, grupos de fiéis à leitura e ao aprofundimento deste precioso instrumento, a fim de criar pequenas comunidades de fé e de testemunho do Senhor Jesus.

5. Deseja-se que nas paróquias haja um empenho renovado na difusão e na distribuição do Catecismo da Igreja Católica ou de outros subsídios adequados às famílias, que são autênticas igrejas domésticas e primeiro lugar da transmissão da fé, como por exemplo no contexto das bênçãos das casas, dos Batismos dos adultos, das Crismas, dos Matrimônios. Isto poderá contribuir para a confissão e aprofundimento da doutrina católica “nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre”.

6. Será oportuno promover missões populares e outras iniciativas nas paróquias e nos lugares de trabalho para ajudar os fiéis a redescobrir o dom da fé batismal e a responsabilidade do seu testemunho, na consciência de que a vocação cristã “é também, por sua própria natureza, vocação ao apostolado”.

7. Neste tempo, os membros dos Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de Vida Apostólica são solicitados a se empenhar na nova evangelização, com uma adesão renovada ao Senhor Jesus, pela contribuição dos próprios carismas e na fidelidade ao Santo Padre e à sã doutrina.

8. As Comunidades contemplativas durante o Ano da Fé dedicarão uma intenção de oração especial para a renovação da fé no Povo de Deus e para um novo impulso na sua transmissão às jovens gerações.

9. As Associações e os Movimentos eclesiais são convidados a serem promotores de iniciativas específicas, as quais, pela contribuição do próprio carisma e em colaboração com os Pastores locais, sejam inseridas no grande evento do Ano da Fé. As novas Comunidades e os Movimentos eclesiais, de modo criativo e generoso, saberão encontrar os modos mais adequados para oferecer o próprio testemunho de fé ao serviço da Igreja.

10. Todos os fiéis, chamados a reavivar o dom da fé, tentarão comunicar a própria experiência de fé e de caridade dialogando com os seus irmãos e irmãs, também com os das outras confissões cristãs, com os seguidores de outras religiões e com aqueles que não crêem ou são indiferentes. Deste modo se deseja que todo o povo cristão comece uma espécie de missão endereçada aqueles com os quais vive e trabalha, com consciência de ter recebido “a mensagem da salvação para a comunicar a todos”.


CONCLUSÃO

A fé “é companheira de vida, que permite perceber, com um olhar sempre novo, as maravilhas que Deus realiza por nós. Solícita a identificar os sinais dos tempos no hoje da história, a fé obriga cada um de nós a tornar-se sinal vivo da presença do Ressuscitado no mundo”. A fé é um ato pessoal e ao mesmo tempo comunitário: é um dom de Deus que deve ser vivenciado na grande comunhão da Igreja e deve ser comunicado ao mundo. Cada iniciativa para o Ano da Fé quer favorecer a alegre redescoberta e o testemunho renovado da fé. As indicações aqui oferecidas têm o fim de convidar todos os membros da Igreja ao empenho a fim de que este Ano seja a ocasião privilegiada para partilhar aquilo que o cristão tem de mais caro: Cristo Jesus, Redentor do homem, Rei do Universo, “autor e consumador da fé” (Heb 12, 2).


Roma, da Sede da Congregação para a Doutrina da Fé, aos 6 de janeiro de 2012, Solenidade da Epifania do Senhor.



WILLIAM Card. LEVADA
Prefeito
+ LUIS F. LADARIA, S.I.
Arcebispo titular de Thibica
Secretário