Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

19 de jan. de 2012

Jovens amasiados não se casam por medo de divórcio


Jovens amasiados não se casam por medo de divórcio

Thaddeus Baklinski
ITHACA, N.Y., EUA, 20 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um estudo conduzido na Universidade Cornell revelou que jovens amasiados não estão se casando porque temem as devastações do divórcio.
O estudo, “The Specter of Divorce: Views from Working and Middle-Class Cohabitors” (O Espectro do Divórcio: Opiniões de Amasiados da Classe Trabalhadora e da Classe Média), foi publicado na revista Family Relations (dezembro de 2011) e tem a autoria conjunta de Sharon Sassler, professora de administração e análise de políticas públicas na Cornell, e de Dela Kusi-Appouh, doutoranda da Cornell na área de sociologia de desenvolvimento.
“Os jovens americanos cada vez mais expressam apreensão com sua incapacidade de administrar bem relacionamentos íntimos. Parcialmente em resposta, a coabitação se tornou a norma durante as últimas décadas”, escreveu a Dra. Sassler.
A publicação do estudo coincide com o lançamento de um relatório do Centro de Pesquisa Pew que revelou que apenas 51% dos adultos nos Estados Unidos estão atualmente casados, o índice mais baixo de toda a história, e que o número de novos casamentos nos EUA declinou em 5% entre 2009 e 2010.
As pesquisadoras da Cornell entrevistaram 122 casais amasiados da classe trabalhadora e da classe média e constaram que dois terços, ou cerca de 70 por cento, dos entrevistados confessaram que têm preocupações sobre lidar com as consequências sociais, legais, emocionais e econômicas de um divórcio.
Entretanto, as pesquisadoras descobriram diferenças em atitudes baseadas na classe a que os entrevistados pertenciam.
O estudo revelou que os casais amasiados da classe trabalhadora são mais propensos a ver o casamento como “apenas um pedaço de papel”, praticamente idêntico ao seu relacionamento existente. Eles têm uma probabilidade duas vezes maior de confessarem temores de estarem presos no casamento sem nenhuma saída logo que estejam se apoiando na parte da renda de seu parceiro para sobreviver.
“As mulheres da classe trabalhadora, de modo particular, veem o casamento de maneira menos favorável do que os homens e as mulheres da classe média, em parte porque elas veem o casamento como difícil de sair e relutam em assumir restritivos papéis sexuais”, escreveram as pesquisadoras.
Entretanto, elas descobriram que “os amasiados da classe média têm mais probabilidade de ter concretos planos de casamento e acreditam que o casamento significa um compromisso maior do que a coabitação”.
As autoras disseram que esperam que suas descobertas poderiam ajudar os conselheiros pré-maritais a adaptarem melhor suas aulas para amenizar os temores generalizados de divórcio e para mirar as necessidades específicas de várias classe socioeconômicas.
A Fundação Família das Américas (FFA), uma organização profundamente preocupada com as devastações que o divórcio provoca em indivíduos e famílias, declara que a hesitação para se casar devido ao divórcio está ligada à falta de compromisso no casamento por causa do controle de natalidade artificial, esterilização e aborto.
Mercedes Arzú Wilson da FFA disse que a solução para esse problema é a adoção do Planejamento Familiar Natural para substituir os meios artificias de regulação da concepção e aborto.
Arzú Wilson aponta para um estudo realizado pelo sociólogo Dr. Robert Lerner da Universidade de Chicago que revelou uma correlação absoluta entre casais que usam o PFN e casamentos felizes e bem-sucedidos.
O resumo das descobertas nesta análise de três pesquisas independentes constatou que os usuários de PFN têm um índice de divórcio dramaticamente baixo (0.2%), em comparação com o índice nacional dos EUA de 50%.
“Todos concordariam em que o divórcio é a maior tragédia que pode sobrevir a uma família”, disse Wilson. “O alicerce mais importante da sociedade para se manter segura e saudável de modo físico, moral e espiritual é a família. Se a família está sofrendo decadência física, mental e espiritual, a sociedade é colocada em grave perigo, como tem sido frequentemente o caso nas civilizações passadas”, concluiu Arzú Wilson.
Um resumo do estudo da Universidade Cornell está disponível aqui.
Fonte:http://noticiasprofamilia.blogspot.com/
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/study-young-couples-not-marrying-due-to-fear-of-divorce

18 de jan. de 2012

INEDITO, FETO GANHA AÇÃO JUDICIAL, LOGO A JUSTIÇA DECLARA QUE É PESSOA E COMO TAL NÃO PODE SER ASSASSINATO. LOGO ABORTAR É MATAR UMA PESSOA UM CRIME.

A noticia não é recente, porém serve de alerta, e fica sendo de conhecimento para quem não viu a noticia

Justiça de SP aceita feto como autor de ação


ROGÉRIO PAGNAN
da Folha de S.Paulo

O Órgão Especial do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo reconheceu o direito de um feto de entrar com uma ação judicial para garantir o atendimento médico da mãe. Nem o TJ-SP nem o STJ (Superior Tribunal de Justiça) têm conhecimento de casos semelhantes.

A decisão pioneira ocorreu em três agravos de instrumento movidos pela Defensoria Pública de São Paulo em favor de presas grávidas da Cadeia Pública de São Bernardo do Campo que necessitavam de exames de pré-natal adequados. Outros cinco aguardam julgamento.

A defensoria recorreu ao TJ após o juiz de primeira instância de São Bernardo negar o recebimento da ação com o feto figurando como autor, o chamado pólo ativo. A ação, segundo o magistrado, deveria ser apresentada no nome dos pais.

"Eleito o nascituro para integrar o pólo ativo da ação, não poderia o juiz determinar a emenda da inicial por entender impossível a figuração do feto como autor em qualquer espécie de demanda. Isso porque, segunda a jurisprudência, pode o feto, devidamente representado, desde o momento da concepção, ainda que desprovido de personalidade jurídica, pleitear judicialmente seus direitos", diz trecho do acórdão relatado pelo desembargador José Cardinale, em que também participaram os desembargadores Canguçu de Almeida (presidente) e Sidnei Beneti.

A decisão, segundo especialistas ouvidos pela Folha, abre um precedente importante, pois estende ao feto os mesmos direitos de uma criança. "O que o desembargador fez foi criar um mecanismo que estende ao titular de direito, o nascituro, devidamente representado pela mãe, seus direitos garantidos judicialmente", disse o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo, Luiz Flávio Borges D'Urso.

Ainda conforme os especialistas, essa decisão burla o entendimento da área cível, que considera a pessoa como personalidade jurídica após o nascimento com vida, usando a própria Constituição.

Estatuto

Para o responsável pelas ações, o defensor Marcelo Carneiro Novaes, a precedência criada com a decisão do tribunal é o fato mais comemorado neste momento, já que os autores da ação já nasceram e não puderam se beneficiar do entendimento do TJ.

Novaes utilizou os fetos nas ações porque preferiu usar o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), no Juizado da Criança e do Adolescente, já que ele tem definições claras de proteção à criança, a principal beneficiada com o pré-natal bem-feito. Ele disse que poderia tentar o atendimento às presas pelo âmbito administrativo ou na área cível, mas as chances seriam menores. "As chances de vitórias com o ECA seriam melhores porque existe o princípio da proteção legal."

Segundo Novaes, em pesquisa feita pela Defensoria foi encontrado no Brasil apenas um caso anterior em que a Justiça considerou o feto como pólo ativo, mas em uma ação de verificação de paternidade. O caso também foi julgado pelo TJ.


APOSTASIA: Missa Techno na Suécia





Uma missa um tanto diferente foi ministrada nessa última sexta, dia 11 de novembro em uma igreja Luterana de Estocolmo, Suécia. O pastor Olle Idestrom, de 28 anos resolveu mudar o estilo da missa com intenção de atrair o público jovem. Dessa vez, nada de oração, silêncio, hinos, momentos de calma e meditação. A missa foi na base do techno e atraiu cerca de 400 pessoas.
Segundo o pastor, é mais uma tentativa da igreja para atrair jovens, já que a participação desses em movimentos religiosos vem caindo ao longo dos anos.

Opinião: De nada adianta jovens estarem indo à igreja por causa da dança ou por causa do estilo musical e esquecerem o real motivo do qual deveriam ter prazer em ir… Jesus!

Eis a opinião de um Cardeal

Urgente: A censura da internet Mundial esta chegando(video)





16.01.2012 - Não bastasse a aprovação do Ato Patriótico após 11 de Setembro e, na noite de 31 de dezembro de 2011, em plena véspera de ano novo, da Lei Marcial NDAA, a qual dá poder ao governo dos EUA de usar militares contra a população civil e de prender cidadãos americanos ou qualquer pessoa no mundo sem acusação formal, sem o devido processo legal e por tempo indeterminado (atenção, isto não é uma pegadinha!), agora o falso paradigma político de “republicanos X democratas” está dando mais um passo no sentido de transformar os Estados Unidos em um Estado de Polícia clássico.


A ameaça mais recente à liberdade está sendo arquitetada atualmente pelo Congresso Nazi-Americano na forma de duas leis antipirataria inconstitucionais que têm os ridículos nomes de SOPA (Lei para Parar com a Pirataria na Internet), que está em discussão na Câmara dos Representantes, e de PIPA, ou Protect-IP (Prevenindo Ameaças Reais Online à Criatividade Econômica e ao Roubo de Propriedade Intelectual), em discussão no Senado.
Os supostos objetivos destas leis, como dizem seus próprios nomes, seriam de combater e erradicar a pirataria de material com conteúdo protegido pelas leis de direitos autorais, tais como músicas, filmes, etc. Por isso, seu processo de elaboração é feito sob um massivo lobby da indústria de gravadoras e produtoras de filmes de Hollywood e de outros setores interessados.
CORPORAÇÕES PRIVADAS TERÃO O DIREITO DE TIRAR SITES DO AR SEM O DEVIDO PROCESSO LEGAL
Somente é necessário que estas corporações denunciem um site que alegadamente esteja disponibilizando a seus usuários o download de filmes, programas de TV e de músicas protegidos por direitos autorais.
Acontece que a maioria destes sites está fora da jurisdição dos EUA. Por isso, as leis que estão sendo elaboradas fazem uso de táticas diferentes:
Elas dão ao governo o poder de fazer com que provedores de internet dos EUA bloqueiem o acesso a nomes de domínios de sites supostamente infratores.
As leis também possibilitam que se processe judicialmente sites de busca, blogs e fóruns para fazer com que estes removam links que direcionem a sites infratores.
As leis darão às corporações e ao governo o poder de impedir que estes sites infratores tenham acesso a recursos financeiros, fazendo com que anunciantes e serviços de pagamento com base nos EUA cancelem suas contas com os mesmos.
Usuários comuns poderão ser condenados a 5 anos de cadeia por postar qualquer conteúdo que seja protegido pelas leis de direitos autorais.
E SITES COMO YOUTUBE E FACEBOOK?
As novas leis antipirataria darão ao governo americano e às grandes corporações o poder de tirar do ar sites como o YouTube, que recebem conteúdo postado por seus usuários.
Caso este conteúdo viole os direitos autorais de uma terceira parte (como quando postamos um trecho de um filme, de uma música, ou até de uma pessoa desconhecida CANTANDO UMA MÚSICA!), o site, e não mais o usuário que individualmente postou o conteúdo, é que será responsabilizado pela violação destes direitos.
Em consequência, estes sites serão obrigados a avaliar com antecedência todo conteúdo postado ou até mesmo a fechar contas e canais de usuários que só querem circular informação e se comunicar, limitando a abrangência dos maiores veículos de interação social e de divulgação de mídia do mundo, além de minar a criatividade de seus usuários. Isto cerceará o direito à liberdade de expressão de todas as pessoas que usam a Internet no planeta.
DESTRUIÇÃO DA IMUNIDADE DO “PORTO SEGURO”
Nos últimos meses temos visto como sites como YouTube, Twitter e Facebook podem mudar a face do globo, literalmente. O seguinte trecho pertence a um artigo do New York Times:
“O YouTube, o Twitter e o Facebook têm tido um papel importante nos movimentos políticos, desde a Praça Tahrir até o Parque Zucotti. Atualmente, os serviços de redes sociais estão protegidos por uma provisão de ‘porto seguro’ da Lei de Direitos Autorais Milênio Digital, que garante a sites da Web imunidade contra processos judiciais desde que eles ajam de boa-fé para retirar conteúdo ilegal tão logo os detentores de seus direitos o identifiquem. A lei da Câmara de Representantes destrói esta imunidade, colando o ônus sobre o YouTube de verificar vídeos de forma antecipada sob risco de este site sofrer ação judicial. Ela colocaria o Twitter numa posição similar a de seu primo chinês, o Weibo, sobre o qual foi reportado que emprega 1000 pessoas para monitorar e censurar o conteúdo de seus usuários e para manter-se bem-quisto pelas autoridades.”
LISTA NEGRA DE SITES
Um editorial recente no New York Times descreveu como estas novas leis funcionariam:
“As leis dariam poder ao procurador-geral dos EUA de criar uma lista negra de sites que seriam bloqueados pelos serviços de provedores de Internet, sites de buscas, sites de serviços de pagamento e redes de publicidade, tudo isso sem uma audiência judicial nem julgamento. A versão da lei da Câmara de Representantes vai mais longe ainda, permitindo que empresas privadas processem provedores de Internet por, até mesmo que breve e inadvertidamente, hospedar conteúdo que viole direitos autorais – uma mudança aguda em relação à lei atual, que protege os provedores de serviços da responsabilidade civil se eles removeram o conteúdo em questão imediatamente após serem notificados. A intenção não é a mesma do Grande Firewall da China, um sistema de abrangência nacional de censura, mas os efeitos práticos poderiam ser similares.”
QUEM SAI GANHANDO?
É exatamente este tipo de lei que Mídia Prostituta (TV, jornais, revistas e rádio) deseja, pois traria o controle da informação de volta para suas mãos. SOPA e PIPA têm sido promovidas intensamente pelas Mega-Corporações de mídia. Se conseguirem acabar com a liberdade de expressão na Internet, de uma hora para outra todo mundo seria forçado mais uma vez a procurar a Mídia Prostituta para buscar notícias e entretenimento.
Disney, Universal, Paramount e Warner Bros., as quais são grandes estúdios de Hollywood, além de empresas como Apple, Microsoft e Intel, manifestaram seu apoio às novas leis antipirataria.
DIFICULTANDO O SURGIMENTO DE EMPRESAS INOVADORAS E SUFOCANDO A CRIATIVIDADE
PIPA e SOPA são um empecilho ao surgimento e ao crescimento de novas empresas porque permitirão que as Mega-Corporações solicitem o fechamento de qualquer site que elas achem que não esteja excluindo direito links de suas páginas que direcionem para sites infratores, gerando ações judiciais que levarão pequenas empresas rapidamente à falência.
Por outro lado, ninguém vai querer investir no próximo YouTube ou Facebook sabendo que eles poderão ser tirados do ar a qualquer momento por um governo fascista.
BAGUNÇANDO COM A INTERNET
Especialistas acreditam que estas leis irão interferir com os mecanismos internos da Internet ao fazer modificações no sistema de registro de domínios da web. O resultado obtido seria menos segurança e menos estabilidade no meio digital como um todo, ao mesmo tempo em que isso não erradicaria a pirataria porque ainda será possível acessar sites bloqueados apenas digitando o seu endereço IP (número) no navegador de Internet.
REAÇÃO DA COMUNIDADE DA INTERNET
Felizmente, a comunidade da Internet está combatendo intensamente as leis antipirataria.
No começo, o site de hospedagem GoDaddy.com estava dando apoio público à lei SOPA, mas um boicote organizado pelo site de notícias Reddit deu um golpe duro nele. Como resultado, o GoDaddy perdeu mais de 70 mil domínios em apenas uma semana.Toda esta pressão forçou o GoDaddy a retirar o seu apoio à SOPA. No entanto, eles não estão se opondo ativamente à lei neste momento.
O Google, o Facebook e a Amazon poderão interromper seus serviços coordenadamente em protesto, de acordo com o site da Fox News.
Jimmy Wales, co-fundador da Wikipédia, ameaçou desligar a versão em inglês da Wikipédia.
O Cheezburger, o site com gatinhos engraçados, ficará fora do ar no dia 18 de janeiro.
O site de notícias Reddit anunciou que ficará fora do ar por 12 horas no dia 18 de janeiro.
Google, Amazon, Facebook, eBay, Twitter, PayPal, Zynga, Mozilla, Aol, Yahoo! e outras empresas manifestaram-se contra a lei.
Milhares de internautas estão postando vídeos e artigos e divulgando por todas as mídias sociais o que está acontecendo.
CO-FUNDADOR DO GOOGLE ANALISA AS LEIS
Outro nome de peso, o co-fundador do Google, Sergey Brin, está preocupado com o fato de que as leis antipirataria dariam ao governo americano o poder de censurar resultados de busca sem mesmo levar o caso a julgamento.
“Imagine o meu espanto quando a mais nova ameaça à liberdade de expressão vem de ninguém menos do que os Estados Unidos. Duas leis que estão sendo atualmente discutidas no Congresso – SOPA e PIPA – dão ao governo dos EUA e aos detentores de direitos autorais poderes extraordinários, incluindo o poder de sequestrar o DNS dos sites e de censurar resultados de buscas (e isto mesmo sem passar antes por algo como um devido julgamento no tribunal)”
CENSURA ESTILO CHINA COMUNISTA E IRÃ
Estas leis não passam de uma fachada para que o governo americano e corporações possam exercer o poder de censura sobre a Internet, que é o meio mais revolucionário de comunicação da história da humanidade.
Trata-se de uma farsa porque as corporações já possuem o poder de tirar do ar conteúdos específicos através de outras leis, de processar companhias de software peer-to-peer até que desapareçam do mapa e de processar jornalistas apenas por ensinarem como copiar um DVD. Além disso, as novas leis não acabarão com a pirataria porque não impedirão que os usuários de Internet façam downloads, pois ainda será possível acessar um site bloqueado apenas digitando o seu endereço IP (número) ao invés do seu nome.
A Nova Ordem Mundial reconhece que a Internet é a grande arma responsável pelo Despertar Global contra a Tirania, por isso o plano de desenvolver uma forma eficiente de limitar o poder que a Internet proporciona de espalhar a verdade e de desmascarar a Elite Globalista é uma de suas prioridades mais urgentes. É ilusão imaginar que o governo do “país mais democrático do mundo”, fantoche de interesses elitistas e corporativos, não usará esta nova legislação para censurar a Internet com o objetivo de defender interesses autoritaristas. É mais do que óbvio que estas leis não surgiram por acaso e que serão usadas como um formidável instrumento de censura travestido de combate à pirataria.
ARTIGOS CONSULTADOS
http://www.infowars.com/why-we-must-stop-sopa/
http://www.washingtonpost.com/business/economy/at-ces-2012-proposed-anti-piracy-legislation-is-a-hot-topic/2012/01/11/gIQADQw5rP_story.html
http://www.weeklystandard.com/blogs/mpaa-head-chris-dodd-online-censorship-bill-chinas-model_611984.html
http://www.infowars.com/sopa-would-destroy-jobs-and-the-economy-%E2%80%A6-so-why-are-unions-supporting-it/
http://www.infowars.com/godaddy-lost-72354-domains-after-supporting-sopa-legislation/
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/01/google-facebook-e-amazon-podem-interromper-acessos-em-protesto.html
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/01/site-com-gatinhos-engracados-ficara-fora-do-ar-em-protesto-contra-lei_2.html
http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/12/13/wikipedia-ameaca-desligar-servico-em-ingles-por-lei-antipirataria-dos-eua.jhtm
Fonte: http://www.brasilindomavel.com.br/sistemas-de-controle/sopapipa-congresso-nazi-americano-faz-leis-pcensurar-a-internet-mundial
Enviado por Wagner Dias - www.rainhamaria.com.br

17 de jan. de 2012

Príncipe herdeiro do Kuwait abandona o Islã e confessa a sua fé em Jesus Cristo


O Kuwait é um país do Oriente Médio, vizinhos do Iraque, Arábia Saudita e Irã. Sua capital também se chama Kuwait. Na década de 1990, foi invadido pelo Iraque e defendido pelos Estrados unidos, dando origem a Primeira Guerra do Iraque. O Islamismo é a religião oficial e predominante no país. Estima-se que apenas 4% da população é cristã. O Artigo 2 da Constituição do Kuwait, diz: “O Islã é a religião oficial no país e a Sharia é a principal fonte da legislação”.

De acordo com a agência de notícias cristãs Mohabat, um árabe cristão chamado Al-haqiqa, que transmite programas de televisão via satélite mostrou no ar um arquivo de áudio atribuído ao príncipe Abdollah Al-Sabah. Esse príncipe seria membro da família real do Kuwait que governa o país.

“Em primeiro lugar, eu concordo totalmente com a distribuição desse arquivo de áudio e declaro que, se eles me matarem, por causa disso vou entrar na presença de Jesus Cristo e estar com ele por toda a eternidade. Estou satisfeito, porque a verdade na Bíblia me levou para o caminho certo ” , diz a voz atribuída ao Príncipe Abdollah.

Durante o programa, foi dito que o príncipe renunciou à sua fé muçulmana e se converteu ao cristianismo.

Falando sobre o grupo islâmico que recentemente tomou o poder no Egito, o príncipe do Kuwait declarou que “as muitas comunidades islâmicas sempre quiseram dominar diferentes partes do mundo, mas Deus tem preservado o mundo e ainda o protege. É por isso que temos visto as discrepâncias que aparecem entre os grupos islâmicos que agora estão lutando entre si”.

As declarações do príncipe foram manchetes brevemente em canais de TV a cabo de notícias árabes e também na agência de notícias do governo iraniano. Mas alguns sites xiitas contradizem as declarações atribuídas a Abdollah Al-Sabah dizendo que não há “ninguém na família real do Kuwait com esse nome”.

Traduzido e adaptado de Notícias Cristianas

Desvendada a farsa do BBB (video)


Evangelho do dia( JESUS CRISTO FUNDOU UMA SÓ IGREJA)


Meditação diária de Falar com Deus

OITAVÁRIO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS

18 DE JANEIRO. PRIMEIRO DIA DO OITAVÁRIO

4. JESUS CRISTO FUNDOU UMA SÓ IGREJA

– Vontade de Cristo de fundar uma só Igreja.

– A oração de Jesus pela unidade.

– A unidade, dom de Deus. Convivência amável com todos os homens.

Todos os anos, do dia 18 ao dia 25 de janeiro, festa da Conversão de São Paulo, a Igreja dedica oito dias a uma oração mais intensa para que todos aqueles que crêem em Jesus Cristo cheguem a fazer parte da única Igreja fundada por Ele.

Leão XIII, em 1897, na Encíclica Satis cognitum, dispôs que fossem consagrados a esta intenção os nove dias que vão da Ascensão ao Pentecostes. No ano de 1910, São Pio X transferiu a celebração para os dias que decorrem entre a antiga festa da Cátedra de São Pedro, que se celebrava no dia 18 de janeiro, e a da Conversão de São Paulo.

O Concílio Vaticano II, no Decreto sobre o ecumenismo, insta os católicos a rezar por esta intenção, “conscientes de que este santo propósito de reconciliar todos os cristãos na unidade de uma só e única Igreja de Cristo excede as forças e capacidades humanas” (Decr.Unitatis redintegratio, 24).

I. CREIO NA IGREJA una, santa, católica e apostólica1. Quantas vezes ao longo da nossa vida não teremos feito esta profissão de fé, saboreando cada uma dessas notas: una, santa, católica e apostólica! Mas nestes dias em que a Igreja nos propõe uma Semana para rezarmos com mais fervor pela unidade dos cristãos, estaremos unidos pela oração ao Papa, aos bispos, aos católicos do mundo inteiro e aos nossos irmãos separados. Estes, ainda que não possuam a plenitude da fé, dos sacramentos ou de regime, tendem a ela impelidos pelo próprio Cristo, que quer ut omnes unum sint2, que todos, e de modo especial os cristãos, cheguem à unidade numa só Igreja: aquela que Cristo fundou, aquela que permanecerá no mundo até o fim dos tempos.

Creio na Igreja una... A unidade é nota característica da Igreja de Cristo e faz parte do seu mistério3. O Senhor não fundou muitas igrejas, mas uma só Igreja, “que no Símbolo confessamos una, santa, católica e apostólica; que o nosso Salvador depois da sua ressurreição entregou a Pedro para que a apascentasse (Jo 21, 17) e confiou a ele e aos demais Apóstolos para que a propagassem e regessem (cfr. Mt 28, 18), levantando-a para sempre como «coluna e fundamento da verdade» (1 Tim 3, 15). Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste na Igreja Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele, ainda que, fora da sua visível estrutura, se encontrem vários elementos de santificação e verdade, elementos que, como bens próprios da Igreja de Cristo, impelem à unidade católica”4. Chegou-se a comparar a Igreja à túnica de Cristo, inconsútil, de uma só peça, sem costuras, tecida de cima a baixo5: não tem costuras para que não se rasgue6, afirma Santo Agostinho.

O Senhor manifestou de muitas maneiras o seu propósito de fundar uma só Igreja. Fala-nos de um só rebanho e um só pastor7, adverte-nos sobre a ruína de um reino dividido em facções contrárias – todo o reino dividido contra si mesmo será destruído8 –, de uma cidade cujas chaves são entregues a Pedro9 e de um só edifício construído sobre o fundamento que é Pedro10...

Hoje, mediante a Comunhão dos Santos, de que participamos de formas diversas, unimo-nos também a tantos e tantos em todo o mundo que rezam com pureza de intenção: Ut omnes unum sint, que todos sejamos um, um só rebanho e um só Pastor, que nunca mais se separe nem um só ramo da árvore frondosa da Igreja. Que dor quando algum ramo se separa da verdadeira vide!

II. A SOLICITUDE CONSTANTE de Jesus pela unidade dos seus manifestou-se de maneira especial na oração da Última Ceia, que é, ao mesmo tempo, como que o testamento que o Senhor deixou aos discípulos: Pai santo, guarda em teu nome os que me deste, para que sejam um como nós... Não rogo só por eles, mas por todos quantos crerem em mim pela palavra deles, para que todos sejam um, como tu, Pai, em mim e eu em ti, para que também eles sejam um em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste11.

Ut omnes unum sint... A união com Cristo é a causa e a condição da unidade dos cristãos entre si. Esta unidade é um dos maiores bens para toda a humanidade, pois, sendo a Igreja una e única, surge como sinal diante das nações para convidar todos os homens a crerem em Jesus Cristo, o único Salvador de todo o gênero humano. A Igreja continua no mundo essa missão salvadora de Jesus, e o Concílio Vaticano II, referindo-se aos fundamentos do ecumenismo, relaciona a unidade da Igreja com a sua universalidade e com essa missão salvadora12.

A preocupação pela unidade da fé e dos costumes foi o motivo pelo qual se celebrou o primeiro Concílio de Jerusalém13, nos começos da Igreja. Uma boa parte das Epístolas de São Paulo foram apelos à unidade. A vigilância na conservação deste bem tão grande foi a principal responsabilidade que São Paulo atribuiu aos presbíteros14, seus mais íntimos colaboradores, e aos que lhe sucederiam na missão de pastorear e amparar as comunidades cristãs15. Esta preocupação esteve sempre presente em todos os Apóstolos16.

Por sua vez, a doutrina dos Padres da Igreja sempre levou a defender esta unidade querida por Cristo; para eles, a separação do tronco comum era o pior dos males17. Nos nossos dias, em face das pretensões de um falso ecumenismo, que considera todas as confissões cristãs igualmente válidas e rejeita a existência de uma Igreja visível herdeira dos Apóstolos, em que se realiza, portanto, a vontade de Cristo, o Concílio Vaticano II declarou para nosso ensinamento que “Cristo Senhor fundou uma só e única Igreja. Todavia, são muitas as Comunhões cristãs que se apresentam aos homens como a verdadeira herança de Jesus Cristo; todos se confessam discípulos do Senhor, mas têm pareceres diversos e andam por caminhos diferentes, como se o próprio Cristo estivesse dividido. Esta divisão, sem dúvida, contradiz abertamente a vontade de Cristo, e constitui-se em escândalo para o mundo, como também prejudica a santíssima causa da pregação do Evangelho a todas as criaturas”18.

Amamos apaixonadamente a Igreja, e por isso dói-nos no mais íntimo da alma este “escândalo para o mundo” que tem a sua raiz nas divisões e nas suas causas. Temos que pedir e oferecer sacrifícios para atrair a misericórdia de Deus, de maneira que – superando muitas dificuldades – seja cada vez maior a realidade desta união na única Igreja de Cristo.

Em tudo o que estiver ao nosso alcance, arrancaremos o que possa ser obstáculo, aquilo que, por não vivermos pessoalmente as exigências da vocação cristã, possa ser motivo para que os outros se afastem ou não se aproximem da Igreja; ressaltaremos aquilo que temos em comum, já que, ao longo da história, talvez se tenha dado mais destaque àquilo que separa do que àquilo que pode ser motivo de união.

Esta é a intenção e a doutrina do Magistério, pois “a Igreja sabe-se ligada a todos os batizados que, ornados com o nome de cristãos, não professam na íntegra a fé ou não guardam a unidade da comunhão sob o Sucessor de Pedro”19. Ainda que não estejam em plena comunhão com a Igreja, há alguns que têm a Sagrada Escritura como norma de fé e de vida, manifestam um verdadeiro zelo apostólico, foram batizados e receberam outros sacramentos. Alguns possuem o episcopado, celebram a Sagrada Eucaristia e fomentam a piedade para com a Virgem Maria. Participam de certo modo da Comunhão dos Santos e recebem o seu influxo, e são impelidos pelo Espírito Santo a uma vida exemplar20.

O desejo de união, a oração por todos, leva-nos a ser exemplares na caridade. Também de nós se deve poder dizer, como dos primeiros cristãos: Vede como se amam21.

III. A UNIDADE É UM DOM de Deus e por isso está intimamente ligada à oração e à contínua conversão do coração, à luta ascética pessoal por sermos melhores, por estarmos mais unidos ao Senhor. Pouco poderemos fazer pela unidade dos cristãos “se não conseguirmos esta intimidade com o Senhor Jesus: se realmente não estivermos com Ele e como Ele santificados na verdade; se não guardarmos a sua palavra em nós, procurando descobrir todos os dias a sua riqueza escondida; se o próprio amor de Deus pelo seu Cristo não estiver profundamente arraigado em nós”22.

O amor a Deus deve levar-nos a pedir, de modo especial nestes dias, por esses nossos irmãos que ainda mantêm muitos vínculos com a Igreja. Contribuiremos eficazmente para a edificação desta união na medida em que nos esforçarmos por procurar a santidade pessoal nas coisas correntes de todos os dias e aumentarmos o nosso espírito apostólico.

O fiel católico deve ter sempre um coração grande e deve saber servir generosamente os seus irmãos os homens – os outros católicos e os que têm a fé em Cristo sem pertencerem à Igreja ou que professam outras religiões ou nenhuma. Deve mostrar-se aberto e sempre disposto a conviver com todos. Temos que amar os homens para levá-los à plenitude de Cristo e assim torná-los felizes. Senhor – pedimos com a liturgia da Missa –, infundi em nós o vosso Espírito de caridade e [...] fazei com que todos os que cremos em Vós vivamos unidos num mesmo amor23.

(1) Símbolo Niceno-Constantinopolitano, Denz. 86 (150); (2) Jo 17, 21; (3) cfr. Paulo VI, Alocução, 19-I-1977; (4) Conc. Vat. II, Const. Lumen gentium, 8; (5) cfr. Jo 19, 23; (6) cfr. Santo Agostinho, Tratado sobre o Evangelho de São João, 118, 4; (7) Jo 10, 16; (8) Mt 12, 25; (9) Mt 16, 19; (10) Mt 16, 18; (11) Jo 17, 11.20-21; (12) cfr. Conc. Vat. II, Decr. Unitatis redintegratio, 1; (13) At 15, 1-30; (14) At 20, 28-35; (15) cfr. 1 Tim 4, 1-16; 6, 3-6; etc.; (16) cfr. 1 Pe 2, 1-9; 2 Pe 1, 12-15; Jo 2, 1-25; Ti 4, 11-12; etc.; (17) Santo Agostinho, Contra os parmenianos, 2, 2; (18) Conc. Vat. II, Decr. Unitatis redintegratio, 1; (19) idem, Const. Lumen gentium, 15; (20) cfr. ib.; (21) Tertuliano, Apologético, 39; (22) João Paulo II, Alocução para a união dos cristãos, 23-I-1981; (23) Oração depois da Comunhão, Missa pela unidade dos cristãos, 3, ciclo B.

Mais uma vez o lixo: Big Brother!




Dom Henrique Soares escreveu em seu blog sobre o programa Big Brother, assim que o programa foi ao ar no início desse ano.

Faço questão de replicar o seu texto aqui, justamente agora quando um dos participantes está sendo investigado de abuso sexual e estupro durante o programa: http://diversao.terra.com.br/tv/bbb12/noticias/0,,OI5561664-EI19637,00.html

Mais uma vez o lixo: Big Brother!

Por Dom Henrique Soares, Bispo Auxilias da Arquidiocese de Aracajú-SE

A situação é extremamente preocupante: no Brasil, há uma televisão de altíssimo nível técnico e baixíssimo nível de programação. Sem nenhum controle ético por parte da sociedade, os chamados canais abertos (aqueles que se podem assistir gratuitamente) fazem a cabeça dos brasileiros e, com precisão satânica, vão destruindo tudo que encontram pela frente: a sacralidade da família, a fidelidade conjugal, o respeito e veneração dos filhos para com os pais, o sentido de tradição (isto é, saber valorizar e acolher os valores e as experiências das gerações passadas), as virtudes, a castidade, a indissolubilidade do matrimônio, o respeito pela religião, o temor amoroso para com Deus.

Na telinha, tudo é permitido, tudo é bonitinho, tudo é novidade, tudo é relativo! Na telinha, a vida é pra gente bonita, sarada, corpo legal… A vida é sucesso, é romance com final feliz, é amor livre, aberto desimpedido, é vida que cada um faz e constrói como bem quer e entende! Na telinha tem a Xuxa, a Xuxinha, inocente, com rostinho de anjo, que ensina às jovens o amor liberado e o sexo sem amor, somente pra fabricar um filho… Na telinha tem o Gugu, que aprendeu com a Xuxa e também fabricou um bebê… Na telinha tem os debates frívolos do Fantástico, show da vida ilusória… Na telinha tem ainda as novelas que ensinam a trair, a mentir, a explorar e a desvalorizar a família… Na telinha tem o show de baixaria do Ratinho e do programa vespertino da Bandeirantes, o cinismo cafona da Hebe, a ilusão da Fama… Enquanto na realidade que ela, a satânica telinha ajuda a criar, temos adolescentes grávidas deixando os pais loucos e a o futuro comprometido, jovens com uma visão fútil e superficial da vida, a violência urbana, em grande parte fruto da demolição das famílias e da ausência de Deus na vida das pessoas, os entorpecentes, um culto ridículo do corpo, a pobreza e a injustiça social… E a telinha destruindo valores e criando ilusão…

E quando se questiona a qualidade da programação e se pede alguma forma de controle sobre os meios de comunicação, as respostas são prontinhas: (1) assiste quem quer e quem gosta, (2) a programação é espelho da vida real, (3) controlar e informação é antidemocrático e ditatorial… Assim, com tais desculpas esfarrapadas, a bênção covarde e omissa de nossos dirigentes dos três poderes e a omissão medrosa das várias organizações da sociedade civil – incluindo a Igreja, infelizmente – vai a televisão envenenando, destruindo, invertendo valores, fazendo da futilidade e do paganismo a marca registrada da comunicação brasileira…

Um triste e último exemplo de tudo isso é o atual programa da Globo, o Big Brother (e também aquela outra porcaria, do SBT, chamada Casa dos Artistas…). Observe-se como o Pedro Bial, apresentador global, chama os personagens do programa: “Meus heróis! Meus guerreiros!” – Pobre Brasil! Que tipo de heróis, que guerreiros! E, no entanto, são essas pessoas absolutamente medíocres e vulgares que são indicadas como modelos para os nossos jovens!

Como o programa é feito por pessoas reais, como são na vida, é ainda mais triste e preocupante, porque se pode ver o nível humano tão baixo a que chegamos! Uma semana de convivência e a orgia corria solta… Os palavrões são abundantes, o prato nosso de cada dia… A grande preocupação de todos – assunto de debates, colóquios e até crises – é a forma física e, pra completar a chanchada, esse pessoal, tranqüilamente dá-se as mãos para invocar Jesus… Um jesusinho bem tolinho, invertebrado e inofensivo, que não exige nada, não tem nenhuma influência no comportamento público e privado das pessoas… Um jesusinho de encomenda, a gosto do freguês… que não tem nada a ver com o Jesus vivo e verdadeiro do Evangelho, que é todo carinho, misericórdia e compaixão, mas odeia o fingimento, a hipocrisia, a vulgaridade e a falta de compromisso com ele na vida e exige de nós conversão contínua! Um jesusinho tão bonzinho quanto falsificado… Quanta gente deve ter ficado emocionada com os “heróis” do Pedro Bial cantando “Jesus Cristo, eu estou aqui!”

Até quando a televisão vai assim? Até quando os brasileiros ficaremos calados? Pior ainda: até quando os pais deixarão correr solta a programação televisiva em suas casas sem conversarem sobre o problema com seus filhos e sem exercerem uma sábia e equilibrada censura? Isso mesmo: censura! Os pais devem ter a responsabilidade de saber a que programas de TV seus filhos assistem, que sites da internet seus filhos visitam e, assim, orientar, conversar, analisar com eles o conteúdo de toda essa parafernália de comunicação e, se preciso, censurar este ou aquele programa. Censura com amor, censura com explicação dos motivos, não é mal; é bem! Ninguém é feliz na vida fazendo tudo que quer, ninguém amadurece se não conhece limites; ninguém é verdadeiramente humano se não edifica a vida sobre valores sólidos… E ninguém terá valores sólidos se não aprende desde cedo a escolher, selecionar, buscar o que é belo e bom, evitando o que polui o coração, mancha a consciência e deturpa a razão!

Aqui não se trata de ser moralista, mas de chamar atenção para uma realidade muito grave que tem provocado danos seríssimos na sociedade. Quem dera que de um modo ou de outro, estas linha de editorial servissem para fazer pensar e discutir e modificar o comportamento e as atitudes de algumas pessoas diante dos meios de comunicação…

E se alguém não gostou do que leu, paciência!

Vídeo Homilia do III Domingo do Tempo Comum Ano B 22/01/12

 
Caros amigos, neste III Domingo do Tempo Comum, o Evangelho de Marcos 1,14-22, apresenta todo o programa do seguimento de Jesus, sintetizando toda a atividade pastoral de Jesus, como também os quatro pontos fundamentais do seguimento... Muitas vezes nós nos deparamos com a dificuldade em seguir Jesus, e realmente como seria muito mais fácil viver como os pagãos, mas a nós que conhecemos e seguimos Jesus, a nós está já lançada a Sua promessa....O caminho que aponta todo o Evangelho é o caminho da liberdade interior que nos faz livres não só de nós mesmos, mas do mundo, para abraçarmos a felicidade e a realização interior, a qual é firmada sobre a base concreta do conhecimento, amor e seguimento de Jesus.... O Evangelho diz que Jesus caminhava na beira do mar da galileia, e ali vê alguns homens, os escolhe, os ama, e os chama para a felicidade...Jesus está te chamando.... Se quiser meditar mais, assista o vídeo...Caso não abrir clique: http://pt.gloria.tv/?media=243984

Paz, mas afinal que paz?

José Carlos Sepúlveda da Fonseca

O início de um ano é ocasião própria à reflexão, momento de avaliar o que deixamos para trás, de formular anseios, de ponderar apreensões.

É natural que em nossos votos desejemos o melhor e alimentemos esperanças, para nós e para os outros, no ano que entra.

O dito popular “Ano novo, vida nova” é expressão desta realidade esperançosa. Formulamos – ainda que, por vezes, somente no interior de nossos espíritos – propósitos generosos.

Paz, paz, paz

Cumulados pelos inúmeros desencontros, tensões, crises e conflitos que assombram o mundo, há um desejo que se generaliza entre nós: a Paz! Almeja-se a Paz, pede-se a Paz! Fala-se em “construir a Paz”, em sermos “agentes da paz”, fala-se de “solidariedade” como fator da Paz, menciona-se o respeito aos “direitos do homem” como fonte da Paz.

Mas tantas são as interpretações sobre a Paz, tantos os sentidos que se procura dar ao termo que é o caso de nos perguntarmos de que Paz falamos realmente.

Será a Paz apenas o fim das crises, o cessar de qualquer conflito, o fim da efusão de sangue? Será a Paz somente a calmaria e a tranquilidade de nosso existir pessoal ou da sociedade na qual vivemos?

Paz e direitos de Deus

Os costumes modernos vão sofrendo uma inequívoca laicização, uma descristianização acentuada. Em inúmeras sociedades leis de caráter radicalmente anti-cristão vão sendo impostas. As leis de Deus são violadas desinibidamente e tal violação vai sendo consagrada como “direito humano”. Em muitos países, cristãos vão sendo perseguidos, em nome de ideologias ou de crenças religiosas.

Como podem aqueles que se dizem cristãos almejar sinceramente à Paz, se permanecem indiferentes a estas realidades e à violação dos direitos de Deuspela consolidação da injustiça? Como podem falar de “partilha” e “solidariedade” os cristãos se, por exemplo, nada fazem de concreto pelos irmãos de fé que sofrem perseguições, ou se eximem de trabalhar activamente para fazer cessar as iniquidades consagradas em legislações que promovem a morte de inocentes?

Paz com justiça

Reflectir sobre tais questões, no alvorecer de um Novo Ano, parece-me enriquecedor. Pode ajudar-nos realmente a cumprir o ditado “Ano novo, vida nova”, pois saberemos realmente de que Paz falamos e de que modo realmente alcançá-la.

Aos que lêem este blog, junto com meus votos de um bom Ano Novo, convido-os a conhecer uma compilação de dois artigos do grande pensador e homem de acção católico, Plinio Corrêa de Oliveira. Publicados em 29 de dezembro de 1940 e 5 de janeiro de 1941, no jornal Legionário, intitulados respectivamente Justitia e Opus justitiae pax. São atualíssimas as considerações neles estampadas sobre o importante tema da “paz com justiça”:

  • Para que se compreenda em que sentido “a paz é fruto da justiça”, é necessário, evidentemente, que se tenha um conceito certo sobre o que seja “paz” e o que seja “justiça. A paz, segundo São Tomás de Aquino, é a tranqüilidade da ordem. A definição do Santo Doutor deixa entrever que há duas espécies de tranqüilidade: a que provém da ordem e a que provém da desordem. Tome-se um adolescente saudável que dorme. Todo o seu físico está em uma ordem perfeita. Todos os órgãos funcionam admiravelmente bem. Nenhuma dor, nenhum mal-estar lhe perturba o repouso. A saúde, que é a ordem do corpo, gera nele uma tranqüilidade física que se traduz freqüentemente pela placidez do sono. Fisicamente, o sono é, para este adolescente, uma situação de paz, pois que é um momento de tranqüilidade gerada pela sua ordem orgânica.

    O mesmo conceito se pode aplicar a um povo. Suponha-se que nele tudo se encontre em ordem: as inteligências, pela posse segura e firme da Verdade que é a Religião Católica; as vontades, pela sua vigorosa adesão à virtude que a Igreja ensina e ajuda a praticar; as sensibilidades, pelo completo domínio a que a sujeitaram a inteligência e a vontade; os corpos, pela existência de um alto padrão coletivo de saúde; a vida econômica, por um perfeito aproveitamento dos abundantes recursos naturais do lugar. Evidentemente, uma grande e benfazeja tranqüilidade reinará sobre toda a sociedade, como fecundo e feliz transbordamento da tranqüilidade interior de cada alma. Esta tranqüilidade completa, decorrente da ordem intelectual, moral e econômica existente no país, é o que se pode chamar paz: será a paz interior. A paz externa se somará a esta, se também as relações do país com outros povos estiverem em ordem. Assim, a paz é realmente a tranqüilidade da ordem.

    Retomemos o exemplo do adolescente. Em dado momento, durante seu sono plácido, alguma perturbação orgânica ocorre: será, por exemplo, uma nevralgia violentíssima. Imediatamente, com a cessação da ordem orgânica, desaparecerá a paz: o sono cessa, e o paciente começa a dar mostras agudas da sua dor. É a desordem, gerando a intranqüilidade. Imagine-se, entretanto, que a dor aumente tanto que chegue a causar um desmaio do paciente: a desordem orgânica terá chegado a seu auge, e a perda dos sentidos e a completa tranqüilidade do desmaio não serão senão a consumação da desordem física. Essa desordem, exatamente por se ter tornado muito aguda e ter com isto suprimido todos os meios de resistência, causará, com a aparente cessação da reação orgânica, uma tranqüilidade profunda. Esta tranqüilidade será o reinado da desordem, será o cúmulo da desordem, será a desordem erigida em soberania absoluta do corpo: ela não será senão uma caricatura da tranqüilidade da ordem.Em suma, o sono do adolescente, tranqüilo e saudável, e o desmaio profundo e perigoso que imaginamos em seguida, estão nos extremos opostos. Nos exemplos que figuramos, o maior bem orgânico do corpo terá sido a tranqüilidade da ordem; a intranqüilidade decorrente da desordem será um mal; mas o mal supremo será sem dúvida a tranqüilidade da desordem, ou seja o desmaio, para não dizer a morte.

    Para resumir: a tranqüilidade da ordem é um grande bem, e só ela merece o nome de paz; a luta gerada pela desordem é um mal incontestável, mas o maior dos males será, certamente, a tranqüilidade da desordem, a tranqüilidade das consciências embrutecidas no vício, dos corpos desmaiados pela moléstia, dos cemitérios onde a morte campeia como soberana, e onde não penetra nada que seja vivo.

    Estes conceitos merecem ser transpostos para o plano internacional. Só merece o nome de verdadeira paz a tranqüilidade decorrente da ordem nas relações entre as nações. E como a ordem supõe obediência a Deus, só haverá ordem internacional quando houver obediência à Lei de Deus nas relações entre os povos.

    Evidentemente, violações da Lei de Deus sempre as houve e sempre as haverá, com freqüência maior ou menor, na História da humanidade. Mas que se transforme a violação em direito, a desordem em hierarquia legítima e permanente, e se arvore como princípio básico e fundamental aquilo que é a negação radical e absoluta de toda a Lei de Deus, há nisto uma desordem monstruosa e profunda, com a tendência de se tornar definitiva, que deve apavorar todo o espírito em que ainda bruxuleiam alguns lampejos, já não direi do senso católico, mas de simples e reta razão natural. Com efeito, o risco a que aludimos não consiste em uma simples injustiça. É na glorificação da injustiça como tal. É na consolidação da injustiça. É na entronização da injustiça como regra fundamental de ação e norma basilar das relações entre os povos.

    A paz internacional será uma paz autêntica se ela for a conseqüência da aplicação dos princípios da Lei de Deus à vida internacional. Realmente, a Lei cumprida gera ordem, e a ordem gera a tranqüilidade, e esta tranqüilidade da ordem será a paz.

    Será uma desgraça, já é agora uma desgraça catastrófica, que a tranqüilidade da ordem seja violada, e que esta violação traga lutas cruentas como aquelas que atualmente assistimos. A humanidade contemporânea pode ser comparada a um homem doente que se contorce tragicamente nos paroxismos da dor. E este espetáculo não pode deixar de concitar à piedade e à prece os espíritos compassivos.

    Mas por mais trágicas que sejam as contorções, por mais pavorosa que seja a intranqüilidade dantesca da desordem a que presenciamos, há um mal ainda maior: é a tranqüilidade da desordem.Realmente, se a moléstia é pior do que a saúde, a morte é pior do que a moléstia. Um mundo que se tranqüilize na desordem, do qual desapareça qualquer reação de vulto contra a desordem cristalizada em instituto de direito internacional, é um mundo mil vezes mais indigente, mais desamparado e mais infeliz do que aquele que ainda dispõe de heróis em que pode confiar, ainda conta com exércitos atrás dos quais se possa escudar, ainda vê luzir, com a esperança de uma próxima vitória do Bem, a possibilidade de uma ordem completa não tardar a reinar.

    E por isso é que cometem um pavoroso atentado contra o senso católico aqueles que, desgovernados por uma sensibilidade mórbida, preferem a paz na abominação e na desordem, em vez de que venha logo a paz com ordem, que todos devemos pedir a Deus.

    * * *

    Se a paz com justiça é um bem inestimável, a tranqüilidade decorrente da injustiça consumada, e que implique na cessação de qualquer resistência contra os fatores de desagregação da civilização católica, não pode deixar de constituir uma monstruosa catástrofe para o mundo contemporâneo, certamente comparável ao que foi, para a antigüidade romana, a queda do Império do Ocidente.

    Consideremos o sentido corrente do vocábulo, que é ao mesmo tempo seu sentido mais restrito. Não pode haver justiça quando se nega aos povos fracos o direito de existir. Não pode haver justiça quando se afirma que a ordem internacional não deve ser baseada sobre o princípio de igualdade fundamental e natural de todos os povos, mas sobre uma hierarquia anti-científica de raças, que, baseada na apreciação de valores acidentais ou imaginários, deseja fazer com que o mundo inteiro viva para o uso e gozo de um ou de poucos povos, supostos privilegiados. Todos estes conceitos implicam em uma violação radical da verdade, e em uma subversão fundamental da justiça, de modo que a paz baseada sobre eles outra coisa não seria senão a apoteose da injustiça.Mas as injustiças que acabo de me referir não são as mais graves de que o homem é capaz. A violação dos direitos do próximo nunca poderia ser compreendida em toda a sua gravidade se não tivéssemos em mente que ela constitui ao mesmo tempo uma violação dos soberanos e adoráveis direitos de Deus. De todos os seres, nenhum há em relação ao qual o homem tenha direitos tão sagrados como Deus. A diferença entre os direitos de Deus e dos homens se pode medir pela diferença que vai do Criador à mísera criatura. E como a Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana, é o Reino de Deus na terra, é o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo, é a depositária da Verdade, a Arca dos Sacramentos, inestimável obra-prima de Deus, não se pode ferir os direitos de Deus sem implicitamente ferir os da Igreja; e, por outro lado, não se pode ferir os da Igreja sem ferir os de Deus. Jesus Cristo e sua Igreja constituem o Esposo e a Esposa dos cânticos.

    Seus direitos se confundem, e tentar separá-los já é violá-los.

    Assim, se a paz só deve ser desejada pelos fiéis com a condição de que ela respeite os direitos dos homens, a fortiori deve ela parecer sumamente repugnante a qualquer coração verdadeiramente católico, se tiver por base o repúdio dos direitos de Deus.Tenho plena certeza de que muitos leitores, se bem que concordando em tese com o que acabo de dizer, sentem uma certa estranheza à vista da afirmação que faço. Direitos de Deus? Como poderia uma paz violá-los? Que relação pode haver entre uma coisa e outra?

    O assunto é por demais complexo para ser debatido neste artigo.

    Aliás, nem pode ele ser compreendido por quem não o analise com zelo. Todos sabem como o amor de Deus costuma multiplicar os recursos da inteligência e da vontade do homem, de sorte que eles se tornam aptos a compreenderem as coisas com uma clareza e com uma energia por vezes superiores a seus recursos naturais, desde que entre em jogo os sagrados direitos da Santa Igreja. É a estes espíritos que me dirijo.

    Toda a vitória que represente não apenas o triunfo de um país mas de uma ideologia, não somente de um povo, mas de uma filosofia, evidentemente será uma derrota dos católicos, desde que essa ideologia teológica ou filosófica não seja a da Igreja. Assim, qualquer paz que signifique o franqueamento de todas as fronteiras à dissolução de doutrinas que são contrárias às de Jesus Cristo, será por certo uma paz que um católico não pode desejar.
    Poderá alguém sorrir ao ler estas linhas. Qual o valor de nossa contribuição pessoal no curso dos acontecimentos ciclópicos, em que as forças mais poderosas se empenham em luta de morte? Para que, então, tratar deste assunto?

    A resposta é simples. Não há acontecimentos em que não esteja presente a providência de Deus. Não há armas que possam vencer a omnipotência do Criador. E não há graças que a oração não possa alcançar. Em proveito dos supremos interesses de todos os católicos, que são os interesses da Igreja, em benefício dos interesses mais fundamentais e mais sagrados de nosso diletíssimo Brasil, ao par da mobilização de todos os recursos naturais, há sempre a mobilização possível dos recursos sobrenaturias, mais poderosos, mais decisivos, mais importantes do que aqueles.

    Os estadistas de nossos dias confiam apenas nos braços que empunham fuzis. Longe de nós o imaginar que quem quer que seja esteja dispensado de empunhar o fuzil para cumprir seu dever para com a Igreja ou a Pátria. Mas há braços que, não podendo empunhar fuzis, podem empunhar certamente rosários, e os próprios braços que empunham fuzis sentirão, decuplicar suas forças se souberem alternar o manejo da arma e a do Terço.

    Para rezar, somos todos poderosos. Rezemos muito, e sobretudo rezemos bem.

    A Sagrada Liturgia tem uma oração que se pede a Nosso Senhor a graça de conhecermos Sua Vontade, de modo que, pedindo-Lhe coisas que Lhe são agradáveis, consigamos obter o que por nossas preces suplicamos.

    Se queremos a paz, peçamos uma paz conforme o Coração de Jesus. Porque se pedirmos uma paz que não seja a paz com justiça, a paz de Cristo no Reino de Cristo, que esperanças podemos ter de ser atendidos?

16 de jan. de 2012

Pregação de Anderson Reis no Cerco de Jericó da Paróquia Cristo Redentor em Varzea Paulista.






.O cerco teve 15.000 pessoas e a presença de muitos jovens,e do ilustre sacerdote Padre wilson,obrigado pela oportunidade foi maravilhoso participar com voces nossa senhora abençoe a cada um e vós pax.

Beijo gay: obrigatório para crianças



Hoje, querem obrigar crianças a ver beijos gays. Amanhã, o que imporão?

Julio Severo
O ator Marcelo Serrado, que faz o papel do homossexual Crô na novela “Fina Estampa”, tinha tudo para receber o selo de aprovação do movimento gay.
Ele não é homossexual, mas é a favor da união civil homossexual, chegando a dizer: “Isso é fundamental. Estamos em 2011. Acho um absurdo quando vejo cenas de homofobia”.
Mas o movimento homossexual não o está aplaudindo. Pelo contrário, o ator está sendo vaiado, porque numa entrevista para Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo (em 8 de janeiro de 2012), ele disse, sobre a exibição de um beijo gay na TV: “Isso é algo que tem que ir quebrando aos poucos. Não quero que minha filha [Catarina, 7] esteja em casa vendo beijo gay às nove da noite [na TV]. Que passe às 23h30.”
Quem protegerá as crianças?
Imediatamente, as turbas bárbaras do movimento gay reagiram no Twitter e outras redes sociais, chamando o ator global de “homofóbico”. Tudo porque ele, como pai, não quer que sua filha de apenas 7 anos de idade assista a um beijo gay.
Para os militantes gays, a classificação de programação para menores de 12 anos não deve se aplicar às cenas gays, que devem ser obrigatórias para o público infantil. “Quanto mais cedo as crianças aprenderem a gostar das nossas opções sexuais, melhor”, devem pensar eles.
Os sites e blogs gays condenaram a atitude do ator.
Marta Suplicy, ex-funcionária da Globo e formada em universidades americanas, comentou sobre a postura do ator: “Acredito que Marcelo Serrado não se veja como homofóbico… [mas] o preconceito homofóbico introjetado é supercomum”. (Folha de S. Paulo, 14 de janeiro de 2012)
Apenas expressar a opinião de que seus filhos não devem ver um beijo gay ganha a rotulação de “homofobia” — um termo que o movimento gay emprega abundantemente para igualar os opositores da agenda gay a criminosos. Então, com o PLC 122 aprovado, pais e mães serão tratados de que jeito?
Essa loucura toda ficará restrita só ao beijo gay? Se os pais e as mães aceitarem passivamente essa agressão ideológica, em pouco tempo eles serão também rotulados de “homofóbicos” se impedirem seus filhos de verem cenas de dois homossexuais na cama. E loucuras muito piores virão. Os sinais já estão aí: a maior organização pedófila do mundo é a NAMBLA, sigla em inglês que significa Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos. A NAMBLA é uma organização exclusivamente homossexual.
Três décadas atrás, Michael Swift (que se proclama revolucionário gay) profetizou:
“Nós sodomizaremos seus filhos. Todas as leis que proíbem a atividade homossexual serão revogadas. Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Tremam, porcos heterossexuais, quando aparecermos diante de vocês, sem máscara”.
Será então obrigatório não só deixar nossos filhos verem beijos gays, mas também serem pegos pelos beijadores?
Acho que nossos avós tinham muito mais juízo do que nós. Se dois homossexuais dissessem a nossos avós, “Vocês têm a obrigação de deixar seus filhos de 7 anos verem nosso beijo gay!”, provavelmente, nossos avós chamariam os vizinhos e juntos dariam uma bela surra nos dois sem-vergonhas. Hoje, essa surra merecida seria tratada como crime “homofóbico”. No tempo de nossos avós, a polícia viria e acrescentaria suas próprias surras aos dois sem-vergonhas, elogiando nossos avós e os vizinhos por protegerem seus filhos.
Contudo, perdemos a vitalidade, coragem e valores morais de nossos avós. Muitos já não protegem seus filhos por medo do “terrível” rótulo de “homofobia”.
A defesa da canalhice alcançou proporções políticas e acadêmicas. Alexandre Vidal Porto, diplomata brasileiro formado em direito pela Universidade de Harvard, opinou sobre o beijo gay: “A maneira como Serrado educa a sua filha é problema dele. Não se condena o teor de suas declarações preconceituosas, porque a homofobia ainda não é crime no Brasil. O condenável em sua atitude é a negação do óbvio. Ele tem o direito de educar a sua filha como quiser, mas não pode enganar a população tentando descaracterizar a natureza do seu preconceito. Ou seja, Serrado é um homofóbico no armário… A caricatura homossexual que Aguinaldo Silva compôs e que Marcelo Serrado se presta a interpretar, por exemplo, levará anos para ser desmantelada no imaginário da nação. Produzirá discriminação e gerará violência”. (Folha de S. Paulo, 13 de janeiro de 2012)

Por que obrigar meninos a ver o que não é normal?
Antes do ator dizer que sua filha não deveria ver beijo gay, estava tudo tranquilo. Ninguém via nenhuma “homofobia” no ator. Marta Suplicy, os ativistas gays e o diplomata não o condenavam. Mas agora tudo mudou. A opinião do ator se refletirá na própria novela, “produzindo discriminação e gerando violência”. Apenas por causa da questão do beijo gay, ele virou, nas palavras do “ilustre” diplomata, um “homofóbico no armário”!
Provavelmente, o trecho mais assustador da declaração do diplomata foi: “Não se condena o teor de suas declarações preconceituosas, porque a homofobia ainda não é crime no Brasil”. Quer dizer então que se o Brasil já tivesse uma lei em vigor criminalizando a “homofobia”, as “declarações preconceituosas” do ator protegendo sua filha de um beijo gay resultariam em prisão? Ele iria ir para a cadeia apenas por se preocupar com sua filha? Ele ficaria atrás das grades e sua filha sem a presença do pai até ele aprender a deixar sua filha ver beijos, carícias e sem-vergonhices gays? Com autoridades dessa espécie a solta, qualquer cidadão brasileiro que seja bom pai corre perigo!
Daqui a pouco, para não perder oportunidades de emprego na Globo, o ator se sentirá obrigado, de joelhos e em lágrimas, a colocar sua filha na frente de um telão com cena de beijo gay, diante de jornalistas de todo o Brasil, apenas para provar para políticos e acadêmicos canalhas que ele não é “homofóbico”.
Harvard, que formou o diplomata que enxerga o ânus gay como o sol do universo, em torno do qual tudo deve girar, é uma universidade americana que, séculos atrás, foi fundada para formar pastores evangélicos, para pregar o Evangelho. Hoje produz criaturas que se prestam a pregações homossexuais, formando mentalidades de vandalismo acadêmico contra os valores morais e cristãos.
São indivíduos desse calibre sem moral que conseguirão convencer os políticos da necessidade do kit gay, para que as crianças nas escolas vejam como normal o que os defensores da pedofilia veem como normal.
Se o Brasil tivesse um governo sério, o diplomata já estaria no olho da rua. Mas, em vez disso, ele aparece elogiando abertamente as paradas gays, mostrando em que pé anda a política externa do Brasil. E não é de estranhar: O MRE (Ministério das Relações Exteriores) tem fama de gostar desse tipo de relações.
Talvez o diplomata não concorde com o que seus colegas acadêmicos estão defendendo, mas sua atitude de colocar o bem-estar das crianças e a autoridade protetiva dos pais abaixo das exigências lascivas do movimento gay o deixa o numa situação muito desconfortável moralmente.
Os famigerados Conselhos Tutelares não mostram a cara para condenar Marta Suplicy, o diplomata e outros que, implicitamente ou não, exigem que uma criança de 7 anos seja exposta a um beijo gay. Mas nossos avós não teriam nenhuma dificuldade de entender — e muito menos de resolver — essas questões. Mesmo que o Brasil já tivesse uma Lei Anti-Palmada, nossos avós saberiam agir contra os sem-vergonhas. Suspeito que nem o “ilustre” diplomata escaparia da justa fúria deles.
Julio Severo é autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado originalmente pela Editora Betânia e agora disponível em PDF aqui. Entre 2003 e 2005, ele foi assessor de questões éticas para a Frente Parlamentar Evangélica.

“Indignados” tentam ocupar Praça de São Pedro.


DN Globo – Algumas dezenas de “indignados” de vários países europeus, como Espanha e França, manifestaram-se hoje na praça de São Pedro, no Vaticano, gritando frases contra a Igreja católica e o Papa, testemunhou um fotojornalista da agência noticiosa France Press.

“Igreja corrupta”, “Papa criminoso”, “Liberdade” e “Não à violência” foram algumas das frases entoadas pelos manifestantes, que se concentraram numa zona da praça que fica em frente das janelas dos aposentos de Bento XVI.

“O Vaticano deve pagar os impostos como todo o mundo” gritaram ainda os manifestantes, numa referência às exceções fiscais que beneficiam os imóveis da Santa Sé em redor do Vaticano.

Alguns dos ativistas chegaram a montar tendas na praça de São Pedro e um dos manifestantes subiu à árvore de Natal que está no centro do recinto.

Elementos da polícia acabaram por controlar a ação de protesto, com registro de alguns momentos de tensão, e três jovens foram detidos para identificação.

Esta manifestação ocorreu algumas horas depois do primeiro-ministro italiano, Mario Monti, ter sido recebido pelo Papa Bento XVI no Vaticano.

Fonte: http://fratresinunum.com/

15 de jan. de 2012

Foto da semana.


Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande, e seu zelo na administração da Sagrada Comunhão.  Missa celebrada por ocasião de início de semestre letivo no Instituto Teológico João Paulo II, da arquidiocese de Campo Grande.
“Não está permitido que os fiéis tomem a hóstia consagrada nem o cálice sagrado «por si mesmos, nem muito menos que se passem entre si de mão em mão»”, diz o nº 94 da Instrução Redemptionis Sacramentum, emanada sob o pontificado de João Paulo II.
Mas aos “estudantes de teologia” atuais, “cristãos adultos” que são,  qualquer observância de normas provenientes de Roma é anacrônica. Mesmo aquelas emanadas sob o próprio Papa ao qual se dedicou este “instituto teológico”.

Fonte:http://fratresinunum.com/2012/01/15/foto-da-semana-54/

14 de jan. de 2012

Por que usar Batina? Veja o pensamento de dois sacerdotes e tirem suas conclusões.

Assista os videos e tirem sua conclusões, existem dois tipos de pensamentos, o pensamento da Igreja Católica com o seu magistério, e o pensamento modernista que destroem a identidade da igreja e afasta a sagrada tradição dos fieis fazendo que o próprio pensamento prevaleça sobre o que a Igreja , o magistério ou que o papa diz.

Pensamento Modernista.



Pensamento da Igreja