Exorcismo
Padres Exorcistas explicam
Consagração a Virgem Maria
Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção
Formação para Jovens
Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração
5 de mar. de 2012
Vídeo Comentário do Evangelho do III Domingo da Quaresma Ano B 11/03/12
PLC 122, de novo!! marcada nova audiência pública.

O PLC 122, projeto que tem sido alvo de debates entre políticos, evangélicos e ativistas gays, terá mais uma audiência pública no Senado para discutir o novo texto do projeto, que está sendo proposto pela senadora Marta Suplicy (PT-SP).
A audiência pública foi conseguida pela senadora na Comissão de Direitos Humanos do Senado, durante reunião realizada ontem, 01/03. Através do Twitter, a senadora afirmou que tinha conseguido a audiência: “Acaba de ser aprovado na CDH meu requerimento para a realização de uma audiência pública sobre o PLC 122, dia 15/5”, publicou Marta Suplicy.
A data escolhida para a audiência é próxima ao “Dia da Luta Contra a Homofobia”, que é realizado todos os anos no Congresso Nacional. Também está confirmada a “Caminhada Contra a Homofobia”, que deverá ser realizada na mesma data.
A Frente Parlamentar Evangélica confirmou através de nota publicada em seu blog a informação sobre a nova audiência pública para discutir o PLC 122, mas não informou se voltará a convidar líderes evangélicos para o debate. Na última audiência pública realizada no Congresso para discutir o tema, o pastor Silas Malafaia esteve presente e criticou a ausência de ativistas gays na reunião.
4 de mar. de 2012
Sinal dos Tempos: Padre realiza dança indiana na Missa

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Igreja Protestante promete milagre aos fiéis pela oferta de R$300,00
Olha só a nova, você desembolsa R$300,00 e recebe em casa um frasco de óleo milagroso. A cada dia que passa as pessoas estão mais descaradas, não existe mais nenhum temor a Deus..2 de mar. de 2012
Liderança e profetismo para uma nova geração

Veja a fala da Presidente do Serviço Internacional da Renovação Carismática Católica (ICCRS) Michelle Moran sobre o Encontro Mundial de Jovens Carismáticos que acontecerá em julho deste ano em Foz do Iguaçu:
Eu quero falar um pouco agora sobre o Encontro Mundial de Jovens da RCC, porque isso é uma parte estratégica de um grande planejamento. Quando eu fui eleita presidente do ICCRS, uma das coisas que eu disse era que queria dar muita atenção seria a de levantar uma nova geração de líderes para a Renovação.
Existem algumas partes do mundo em que a RCC está morrendo, não porque o Espírito Santo esteja enfraquecendo, mas porque os líderes que começaram quando eram jovens já são pessoas de idade e houve uma falha em não se passar a liderança para a próxima geração, e não também não houve a preocupação de se formarem novos líderes. Então lá o futuro da Renovação está ameaçado.
Eu acredito que parte da visão para o Mundial é a de investir em futuros líderes ou nas lideranças jovens já existentes. Mas é também uma oportunidade de trazer esses líderes jovens de todas as partes do mundo para que eles possam ver outros como eles, que eles não estão sozinhos, que são parte de uma grande família. Mesmo que não houvesse nenhum conteúdo na programação, só o fato de eles estarem juntos no Brasil é uma coisa importante.
No Congresso Nacional da RCCBRASIL de 2007, quando foram comemorados os 40 anos da RCC no mundo, em um momento, eu estava com a Patty Mansfield e ela me chamou para ir com ela para falar a um pequeno grupo de lideranças jovens. Eu a acompanhei. Na minha cabeça, uma reunião de líderes seria pequena, mas nós fomos para um estádio e havia ali cinco mil líderes jovens. E eu comecei a ver ali o que o Senhor está fazendo no meio de vocês, brasileiros, e isso é algo que o mundo precisa ver.
E isso não acontece apenas na América Latina, mas na Ásia também. Geralmente, onde a Igreja cresce, a RCC também cresce. Então vocês tem algo muito especial aqui. E essa é uma razão para que venhamos para o Brasil.
Quando começamos a trabalhar estrategicamente no ICCRS, nós formamos uma Comissão para a Juventude. O Marcos [Volcan, presidente da RCCBRASIL] coordena essa comissão. Há um conselheiro da Ásia, irmão James, o padre Emanuel, da África, e um diácono mais jovem da Europa, Christof Hemberger. E essa comissão começou a pensar como fazer a Renovação formar líderes jovens. Gradualmente, foi aparecendo essa ideia de fazer esse encontro aqui no Brasil.
É interessante, para mim, notar que tivemos essa ideia junto da Igreja. Porque quando nós fomos apresentar o projeto ao Vaticano, nós ficamos sabendo de uma maneira confidencial do plano de que a JMJ fosse no Brasil. Eu não acredito que isso seja acidental, mas que o Senhor já tivesse colocado isso nos nossos corações.
Qualquer investimento no jovem é um investimento no que o Senhor está fazendo na Igreja através da juventude. Então nós temos uma oportunidade maravilhosa de trazer parte do mundo aqui. Eu acho que vai ser um encontro profético. Claro que eu sou realista e eu sei que, olhando para a economia, não será possível trazer uma grande quantidade de pessoas ao Brasil. Mas para mim não é uma questão de números, é sobre ser estratégico. Por que a gente sabe que quando se investe na pessoa certa, muitas coisas podem acontecer. Nos outros países, estamos tentando trabalhar de uma maneira estratégica agora, para que eles possam trazer os jovens certos para essa experiência. Não será só um evento, será um investimento no futuro da RCC.
Todos vocês tem um papel para representar nesse futuro, porque, de alguma maneira, o Espírito Santo escolheu vocês para serem o país para acolher esses jovens. E eu fico feliz por isso, pois eu sinto que estamos construindo sobre uma base sólida. Então eu estou muito animada para que o mundo venha para cá.
Fonte:http://ministeriojovemrccarquisp.webnode.com.br/
Esclarecimentos sobre a importência e a beleza da vida sexual no casamento e a pró-criação

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O aborto já não basta, agora querem o direito de assassinar também os recém-nascidos
O aborto já não basta, agora querem o direito de assassinar também os recém-nascidos
03.02.2012 - Os neonazistas da “bioética” já não se contentam em defender o aborto; agora também querem a legalização do infanticídio! Eu juro! E ainda atacam os seus críticos, acusando-os de “fanáticos”. Vamos ver. Os acadêmicos Alberto Giublini e Francesca Minerva publicaram um artigo no, ATENÇÃO!, “Journal of Medical Ethics” intitulado “After-birth abortion: why should the baby live?“ - literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” No texto, a dupla sustenta algo que, em parte, vejam bem!, faz sentido: não há grande diferença entre o recém-nascido e o feto. Alguém poderia afirmar: “Mas é o que também sustentamos, nós, que somos contrários à legalização do aborto”. Calma! Minerva e Giublini acham que é lícito e moralmente correto matar tanto fetos como recém-nascidos. Acreditam que a decisão sobre se a criança deve ou não ser morta cabe aos pais e até, pasmem!, aos médicos.
Para esses dois grandes 'humanistas', NOTEM BEM!, AS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE JUSTIFICAM O ABORTO JUSTIFICAM O INFANTICÍDIO, cujo nome eles recusam — daí o “aborto pós-nascimento”. Para eles, “nem os fetos nem os recém-nascidos podem ser considerados pessoas no sentido de que têm um direito moral à vida”. Não abrem exceção: o “aborto pós-nacimento” deveria ser permitido em qualquer caso, citando explicitamente as crianças com deficiência. Mas não têm preconceito: quando o “recém nascido tem potencial para uma vida saudável, mas põe em risco o bem-estar da família”, deve ser eliminado.
Num dos momentos mais abjetos do texto, a dupla lembra que uma pesquisa num grupo de países europeus indicou que só 64% dos casos de Síndrome de Down foram detectados nos exames pré-natais. Informam então que, naquele universo pesquisado, nasceram 1.700 bebês com Down, sem que os pais soubessem previamente. O sentido moral do que diz a dupla é claro: soubesse antes, poderia ter feito o aborto; com essa nova leitura, estão a sugerir que essas crianças poderiam ser mortas logo ao nascer. Não! Minerva e Giublini ainda não haviam chegado ao extremo. Vão chegar agora.
Por que não a adoção?
Esses dois monstros morais se dão conta de que o homem comum, que não é, como eles, especialista em “bioética”, faz-se uma pergunta óbvia: por que não, então, entregar a criança à adoção? Vocês têm estômago forte?. Traduzo trechos da resposta:
“Um objeção possível ao nosso argumento é que o aborto pós-nascimento deveria ser praticado apenas em pessoas (sic) que não têm potencial para uma vida saudável. Conseqüentemente, as pessoas potencialmente saudáveis e felizes deveriam ser entregues à adoção se a família não puder sustentá-las. Por que havemos de matar um recém-nascido saudável quando entregá-lo à adoção não violaria o direito de ninguém e ainda faria a felicidade das pessoas envolvidas, os adotantes e o adotado?
(…)
Precisamos considerar os interesses da mãe, que pode sofrer angústia psicológica ao ter de dar seu filho para a adoção. Há graves notificações sobre as dificuldades das mães de elaborar suas perdas. Sim, é verdade: esse sentimento de dor e perda podem acompanhar a mulher tanto no caso do aborto, do aborto pós-nascimento e da adoção, mas isso NÃO SIGNIFICA que a última alternativa seja a menos traumática.”
A dupla cita trecho de um estudo sobre mães que entregam filhos para adoção:“A mãe que sofre pela morte da criança deve aceitar a irreversibilidade da perda, mas a mãe natural [que entrega filho para adoção] sonha que seu filho vai voltar. Isso torna difícil aceitar a realidade da perda porque não se sabe se ela é definitiva“.
Voltei
É isso mesmo! Para a dupla, do ponto de vista da mulher, matar um filho recém-nascido é “psicologicamente mais seguro” do que entregá-lo à adoção. Minerva e Giublini acabaram com a máxima de Salomão. No lugar do rei, esses dois potenciais assassinos de bebês teriam mesmo dividido aquela criança ao meio.
Querem saber? Essa dupla de celerados põe a nu alguns dos argumentos centrais dos abortistas. Em muitos aspectos, eles têm mesmo razão: qual é a grande diferença entre um feto e um recém-nascido? Ao levar seu argumento ao extremo, deixam a nu aqueles que nunca quiseram definir, afinal de contas, o que era e o que não era vida. Estes dois não estão nem aí: reconhecem, sim, como vida, tanto o feto como o recém-nascido. Apenas dizem que não são ainda pessoas no sentido que chamam “moral”.
Notem que eles também suprematizam, se me permitem a palavra, o direito de a mulher decidir, a exemplo do que fazem alguns dos nossos progressistas, e levam ao extremo a idéia do “potencial de felicidade”, o que os faz defender, sem meios-tons, o assassinato de crianças deficientes — citando explicitamente os casos de Down.
O Supremo e os anencéfalos
O Supremo Tribunal Federal vai liberar, daqui a algum tempo, os abortos de anencéfalos. Como já afirmei aqui, abre-se uma vereda para a terra dos mortos, citando o poeta. Se essa má-formação vai justificar a intervenção, por que não outras? A dupla que escreveu o artigo não tem dúvida: moralmente falando, diz, não há diferença entre o anencéfalo e o recém-nascido saudável. São apenas pessoas potenciais. Afinal, para essa turma, quem ainda não tem história não tem direito à existência.
Um outro delinqüente intelectual chamado Julian Savulescu
A reação à publicação do artigo foi explosiva. Os dois autores chegaram a ser ameaçados de morte, o que é, evidentemente, um absurdo, ainda que tenham tentado dar alcance científico, moral e filosófico ao infanticídio. No mínimo a gente é obrigado a considerar que os dois têm mais condições de se defender do que as crianças que eles defendem que sejam mortas. A resposta que dão à hipótese de adoção diz bem com quem estamos lidando.
Julian Savulescu é o editor da publicação. Também é diretor do The Oxford Centre for Neuroethics. Este rematado imbecil escreve um texto iradodefendendo a publicação daquela estupidez e acusa de fundamentalistas e fanáticos aqueles que atacam os dois “especialistas em ética”. E ainda tem o topete de apontar a “desordem” do nosso tempo, que estaria marcado pela intolerância. Não me diga!!!
O que mais resta defender? Aqueles dois potenciais assassinos de crianças deveriam dizer por que, então, não devemos começar a produzir bebês para fazer, por exemplo, transplante de órgãos. Se admitem que são pessoas, mas ainda não moralmente relevantes, por que entregar aos bichos ou à incineração córneas, fígados, corações?
Tudo isso é profundamente asqueroso, mas não duvidem de que Minerva, Giublini e Savulescu fizeram um retrato pertinente de uma boa parcela dos abortistas. Se a vida humana é “só uma coisa” e se os homens são “humanos” apenas quando têm história e consciência, por que não matar os recém-nascidos e os incapazes?
Estes são os neonazistas das luzes. Mas não se esqueçam, hein? Reacionários somos nós, os que consideramos que a vida humana é inviolável em qualquer tempo.
Por Reinaldo Azevedo
Contribuição: Diney Vargas
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/eles-chegaram-la-dupla-de-especialistas-defende-o-direito-de-assassinar-tambem-os-recem-nascidos/#.T1AQ8GKK6G8.facebook
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