Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

14 de jul. de 2012

Mãe coragem que atrasou tratamento de câncer para salvar a vida do seu bebê falece na Espanha


Bárbara Castro e seu bebê (foto: lagaceta.es).
MADRI, 13 Jul. 12 / 04:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- Bárbara Castro García, jornalista da delegação de mídia da Diocese de Córdoba (Espanha), faleceu no último 4 de julho, vítima de um câncer cujo tratamento retardou para poder salvar a vida da menina que levava no ventre.

Conforme revelou seu marido, Ignacio Cabezas, ao meio espanhol La Gaceta, Bárbara deu a vida por amor "à sua filha, a mim e a Deus", por isso agora está disposto a "honrá-la como ela merece".

Ignacio, que considera que o sacrifício de sua esposa servirá "para dar testemunho" a favor da vida e recordou que uma vez casado com Bárbara "desejávamos muitíssimo ser pais".

"Lembro o dia que soubemos que Bárbara estava grávida; estávamos os dois tomando o café da manhã em uma lanchonete com um sorriso bobo impossível de apagar", assinalou.

Para Ignacio, essa vida era "um sonho", que se viu interrompido pelo diagnóstico médico, no dia 15 de julho de 2010, quando os médicos revelaram que ela tinha um tumor cancerígeno na língua.

"Bárbara levava um tempo queixando de uma chaga na boca. Ao final foi ao dentista, que nos mandou ao cirurgião maxilar. Ali lhe disseram que a situação não parecia nada boa", recordou.

As provas e tratamentos propostos colocavam em risco a vida da pequena, por isso o médico só pôde praticar uma pequena intervenção na língua de Bárbara que produziu "dores que ela nem sequer imaginava que existiam".

"Minha mulher disse desde o começo que nossa filha nasceria no dia que Deus quisesse, nenhum antes", afirmou Ignacio a La Gaceta.

Na semana do nascimento da pequena, em novembro de 2010, o cirurgião maxilofacial atendeu o casal, pois as dores se intensificaram. Nessa ocasião, o médico, surpreso, disse a Bárbara: "não sei como você chegou até aqui. Vou fazer todo o possível, mas a situação é muito grave".

Depois da operação, Bárbara "ficou quase sem língua e sem uma parte da mandíbula. Depois dela não podia beber nem um copo d’água e se alimentava por uma sonda no estômago".

"Eu pressentia que íamos sofrer muito, que seria muito duro e provavelmente muito longo, mas também te garantia que, por mais duro que fosse, mais tarde eu me encarregaria de que você que fosse a pessoa mais feliz do mundo, que todo esforço teria valido a pena, que desfrutaríamos de nossa filha e que tínhamos que preparar-nos para um tempo indefinido e horrível", escreveu Ignacio, em uma carta à sua esposa.

"Venceremos meu amor, venceremos! Hoje resta o mais difícil: buscar sentido a tudo isto que nos sucedeu", dizia Ignacio.

Com a morte de Bárbara, ocorrida no início do mês, o esposo manifesta que "sentiu uma força de fé que não havia sentido nunca”. “Sinto-me invencível", partilhou.

O pai da pequena, que também se chama Bárbara, assegura que agora Deus "me agarrou pela mãe e não me quer me soltar".

13 de jul. de 2012

Jesus esta no chão. Assista este comovente vídeo, e faça um ato de reparação aos ultrajes que sofre Jesus sacramentado.



Conta a Irmã Lúcia: 
 E o anjo, ajoelhando em terra, curvou a fronte até ao chão. Levados por um movimento sobrenatural imitamo-lo e repetimos as palavras que lhe ouvimos pronunciar:

– Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

Depois de repetir isto três vezes, ergueu-se e disse:

– Orai assim. Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas.

Na terceira aparição do anjo...

Rezamos aí o terço e a oração que na primeira aparição o Anjo nos tinha ensinado. Estando, pois, aí, apareceu-nos pela terceira vez, trazendo na mão um cálice e sobre ele uma Hóstia, da qual caíam, dentro do cálice, algumas gotas de sangue. Deixando o cálice e a Hóstia suspensos no ar, prostrou-se em terra e repetiu três vezes a oração:

– Santíssima Trindade, Padre, Filho, Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

(É bom rezarmos estas orações quando estamos diante do Sacrário, nas Missas ou diante do Santíssimo Sacramento exposto para adoração.)

ORAÇÃO DE NOSSA SENHORA
A vidente Lúcia (Irmã Lúcia) conta que Nossa Senhora em 13 de Julho de 1917 recomendou: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria!”

Na mesma aparição, Nossa Senhora acrescentou:

“Quando rezais o terço, dizei depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno; levai as almas todas para o Céu, principalmente as que mais precisarem”.

CONSAGRAÇÃO AO CORAÇÃO IMACULADO DE MARIA
Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, ao Vosso Coração Imaculado nos consagramos, em ato de entrega total ao Senhor. Por Vós seremos levados a Cristo. Por Ele e com Ele seremos levados ao Pai. Caminharemos à luz da fé e faremos tudo para que o mundo creia que Jesus Cristo é o Enviado do Pai. Com Ele queremos levar o Amor e a Salvação até aos confins do mundo. Sob a proteção do Vosso Coração Imaculado seremos um só povo com Cristo. Seremos testemunhas da Sua ressurreição. Por Ele seremos levados ao Pai, para glória da Santíssima Trindade, a Quem adoramos, louvamos e bendizemos. Amém.

12 de jul. de 2012

Google lança campanha mundial a favor da agenda gay



Google anunciou que financiará uma campanha denominada "Legalizar o amor", que procura promover o estilo de vida gay em todo mundo, pressionando particularmente aqueles países nos quais ainda se respeita a família natural nas suas legislações como é o caso da Polônia.

No dia 6 de julho, em Londres, durante a Conferência Global de Lugares LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) para o Trabalho, Mark Palmer-Edgecumbe, chefe da área de Diversidade e Inclusão da Google, assinalou que nesta companhia "queremos que nossos empregados que sejam gays, lésbicas ou transexuais tenham a mesma experiência fora do escritório que a que têm no escritório. Obviamente é um trabalho ambicioso".

Com esta campanha, Google procurará conseguir aliados entre outras corporações, para exercer toda a pressão possível sobre os governos dos países que não aprovaram em forma de lei o estilo de vida gay.
Em um comunicado publicado em Website, Google confessou que "tem uma longa história de apoiar as Celebrações do Orgulho Gay em todo o mundo".

Apesar de que exista a possibilidade de que a iniciativa anti-família da Google procure a legalização do matrimônio homossexual, um porta-voz desta companhia indicou à imprensa que os esforços se enfocarão principalmente no tema dos direitos humanos e da suposta discriminação no campo de trabalho.

A doutrina católica não aprova o mal chamado "matrimônio" gay porque atenta contra a natureza, sentido e significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

O Vaticano e bispos em diversos países do mundo, incluindo o Brasil, denunciaram que as legislações que pretendem apresentar "modelos alternativos" de vida familiar e conjugal atentam contra a célula básica da sociedade.

Fonte ACI Digital

Testamento de Dom Eugenio Sales: “Quero morrer sempre fiel ao Papa”



Foi sepultado nesta quarta-feira, dia 11 de julho, na catedral metropolitana do Rio de Janeiro o corpo do cardeal arcebispo emérito do Rio de Janeiro, o cardeal Eugenio de Araujo Sales. A santa missa de exéquias reuniu diversas autoridades civis e religiosas, e mais de cinco mil pessoas que, fervorosamente, rogaram a Deus pelo descanso eterno deste que era o cardeal mais antigo da Igreja Católica, que será lembrado pela sua fidelidade à Igreja e ao Papa.
A celebração, presidida pelo arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, foi concelebrada por 40 bispos e cardeais, entre eles o núncio apostólico para o Brasil Dom Giovanni d'Aniello, o presidente da CNBB Dom Raymundo Damasceno e o cardeal arcebispo emérito do Rio Dom Eusébio Oscar Sheid além de 250 sacerdotes e 43 diáconos de diversas dioceses do país que acompanharam os prelados na cerimônia.
A característica de dom Eugênio mais exaltada durante o rito litúrgico foi o seu amor a Igreja e sua obediência e fidelidade a Santa Sé na figura de Pedro e seus sucessores. Em mensagem destinada à arquidiocese, o Papa Bento XVI expressou seu profundo pesar pela perda do “intrépido e generoso pastor” que “buscou apontar (com sua vida) a verdade”. O santo padre declarou ainda que em dom Eugênio “encontramos um seguro ponto de obediência à Sé Apostólica”.
O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcísio Bertone, também enviou uma mensagem de solidariedade aos fiéis brasileiros e parentes de dom Eugênio exaltando que o cardeal “sempre viveu em profunda união com o Santo Padre na vivência dos valores evangélicos”.
O núncio Dom Giovanni d'Aniello completou dizendo que as obras do cardeal ficarão como legado e testemunho do seu amor a Igreja.
Com o lema episcopal Impendam et Superimpendar (de bom grado me gastarei e me desgastarei em favor de vós), Dom Eugenio marcou a Igreja e o Brasil com suas obras em favor dos mais pobres. Segundo Dom Orani, a vivencia radical deste lema fez do cardeal “um pastor que cuidou do rebanho, enfrentou os lobos e se tornou um sinal não só para a Igreja, mas para toda a sociedade”.
Dom Orani destacou o jeito silencioso de agir de dom Eugenio que o levou a algumas incompreensões. Mas afirmou que sua “verdadeira coroa de glória foi sua profunda conformidade com Nosso Senhor Jesus Cristo”. “Somos testemunhas de que esse irmão guardou a fé até o fim dos seus dias. Dom Eugenio se consumiu por inteiro. Deu de muita boa vontade o que era seu”, disse o arcebispo.
Dom Eugênio morreu aos 91 anos na noite desta segunda-feira. Foi cardeal por 46 anos e durante seu episcopado ordenou cerca de 200 sacerdotes. Em sua homilia, Dom Orani leu o testamento espiritual do prelado, escrito no dia 7 de outubro de 2003. Nele, dom Eugenio declarou seu amor a Deus e a Igreja e afirmou: “Nunca me arrependi de ter feito a minha entrega.” E ainda, “quero morrer sempre fiel ao papa.”
Seguindo o rito, o corpo de dom Eugênio foi conduzido ao som de cânticos e orações até a cripta que fica no subsolo da catedral metropolitana. Com o barrete, chapéu utilizado pelos cardeais, em cima do caixão, o corpo do prelado foi acompanhado com salvas de palmas dos fiéis. Cercado por seu irmão, sobrinhos e funcionários que conviveram com ele nos seus últimos dias, o corpo foi depositado no túmulo ao cântico da Salve Regina. A lápide do cardeal fica próxima a dos bispos Dom Nabal Setencel, Dom João D'Avila, Dom Romeu Brigenti e de Dom João Esbeard (o primeiro arcebispo do Rio).
Dom Eugênio foi velado desde a tarde de ontem na catedral onde foram celebradas 10 missas de corpo presente. Ontem, durante o horário do velório, todas as 262 igrejas da cidade tocaram seus sinos em homenagem ao cardeal.

Fonte: ACI Digital

Vídeo da Homilia do XV Domingo do Tempo Comum Ano B 15-07-2012


Caso não abrir o vídeo clique: http://pt.gloria.tv/?media=310190

ABORTO NO BRASIL - Pronunciamento da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB


 CASO NÃO ABRIR O VÍDEO ENTRE NO LINK PARA ASSISTIR: http://pt.gloria.tv/?media=310230
GOVERNO DILMA FALTA COM A PALAVRA E PROMOVE O ABORTO

(Texto aprovado na reunião extraordinária de 23/06/2012, POR Dom José Benedito Simão)


No dia 16 de outubro de 2010, a então candidata a Presidente da República, Dilma Rousseff, assinou uma carta de compromisso na qual afirmava:

"Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto. Eleita Presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família”.

Em 4 de outubro de 2010, o Diário Oficial da União publicava a prorrogação, até fevereiro de 2011, do termo de cooperação Nº 137/2009, assinado alguns dias antes pelo governo Lula, criando no Ministério da Saúde um grupo de “estudo e pesquisa para despenalizar o aborto no Brasil e fortalecer o SUS”.

Se a Presidente Dilma fosse coerente com o que escreveu na carta de 16 de outubro, logo eleita, acabaria com este grupo de estudo e pesquisa. Mas não foi isto que ela fez.

Um novo termo de cooperação Nº 217/2010 foi publicado no Diário Oficial do dia 23/12/10 para criar um “grupo de estudo e pesquisa para estudar o aborto no Brasil e fortalecer o SUS”. Do nome do grupo foi retirado o termo “despenalizar”, mas os demais nomes e detalhes são os mesmos. Este novo termo de cooperação foi prorrogado através de nova publicação no Diário Oficial de 22/12/11 e novamente prorrogado com publicação no Diário Oficial de 09/01/12 para vigorar até 30/08/12.

Em fevereiro deste ano, a Presidente Dilma designou a socióloga Eleonora Menicucci para Ministra da Secretaria de Políticas das Mulheres. A nova Ministra, que também integra o grupo de estudo sobre o aborto, fez apologia do mesmo, relatou ter-se submetido pessoalmente duas vezes a esta prática e afirmou que levaria para o governo sua militância pelos “direitos sexuais e reprodutivos das mulheres” (Folha de São Paulo, 07-02-2012) expressão eufemística para abrir espaço ao direito ao aborto. Ela também declarou ter participado na Colômbia de um curso de autocapacitação para que pessoas não médicas pudessem praticar o aborto pela técnica da aspiração manual intra-uterina (Estado de São Paulo, 13-02-2012).

As decisões e os atos de uma pessoa falam mais alto do que as palavras faladas ou escritas. Com a designação de Eleonora Menicucci como Ministra das Políticas para as Mulheres, a Presidente Dilma rasgou a carta de 16 de outubro de 2010, pois entrou em contradição com o compromisso assumido naquele documento.

Os jornais Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e Correio Braziliense noticiaram, na primeira semana de junho deste ano, que o governo Dilma, quebrando todas as promessas feitas, estaria implantando, através do Ministério da Saúde, uma nova estratégia, desenvolvida pelos promotores internacionais do aborto, para difundir esta prática, burlando a lei sem, por enquanto, modificá-la. Segundo esta estratégia, o sistema de saúde passará a acolher as mulheres que desejam fazer aborto e as orientará sobre como usar corretamente os abortivos químicos, garantindo em seguida o atendimento hospitalar, e serão criados centros de aconselhamento para isso (Folha de São Paulo, 06-06-12).

Na última semana de maio a Ministra Eleonora Menicucci afirmou à Folha de São Paulo que “Somente é crime praticar o próprio aborto, mas que o governo entende que não é crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto” (Folha de São Paulo, 06-06-12).

Ainda, segundo a imprensa, estaria sendo elaborada uma cartilha para orientar as mulheres na realização do aborto com segurança (Estado de São Paulo, 07-06-12). Estaria também sendo elaborada, por parte do Ministério da Saúde, uma nova Norma Técnica sobre os cuidados do pré-aborto, sendo que os do pós-aborto já estão garantidos por Norma Técnica anteriormente publicada (Correio Braziliense, 09-06-12).

Como coroamento de todo este trabalho de difusão da prática do aborto, mesmo deixando as leis como estão, o Correio Braziliense, do dia 9 de junho, noticia a possibilidade por parte do Ministério da Saúde de liberar para o público a venda de drogas abortivos, atualmente em uso somente nos hospitais.

De fato, esta é a política da Presidente Dilma: incentivar e difundir o aborto, favorecendo os interesses de organismos internacionais que querem impor o controle demográfico aos países em desenvolvimento, mesmo se isto leva a Presidente a desrespeitar a vontade da maioria do povo brasileiro, que é contrária ao aborto, e a infringir as mais elementares regras da democracia.

Não queremos que a Presidente Dilma faça pronunciamentos por palavras ou por escrito, queremos fatos:

1. A demissão imediata da Ministra Eleonora Menicucci da Secretaria das Políticas para as Mulheres.

2. A demissão imediata do Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, que está coordenando a implantação das novas medidas a serem tomadas por esse Ministério.

3. O rompimento imediato dos convênios do Ministério da Saúde com o grupo de estudo e pesquisa sobre o aborto no Brasil.

Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB

11 de jul. de 2012

* O que a Igreja católica pensa sobre a “esterilização” ?



A esterilização consiste em extinguir no ser humano a capacidade de reproduzir-se. É procedimento que mutila o corpo humano e, por isto, antiético, a não ser nos casos de terapia que exija esterilização para salvar a vida de um paciente. Geralmente ela é solicitada indiretamente com finalidades anticoncepcionais
* * *
A esterilização consiste sumariamente em ligadura de trompas na mulher e em vasectomia no homem. A forma mais freqüente de esterilização em nossos dias é a antiprocriadora ou anticonceptiva.
A esterilização anticonceptiva no mundo
Nas décadas de 1960 e 1970 registrou-se forte surto de esteriliza­ções no mundo inteiro, em virtude da explosão demográfica da época. Os países mais desenvolvidos incitaram os menos aquinhoados a que se empenhassem na contenção da natalidade, chegando a negar ajuda fi­nanceira aos povos que não seguissem tal orientação. A forma mais efi­caz naquela época parecia ser o recurso à esterilização. A índia foi parti­cularmente pressionada sob a presidência de Indira Gandhi.
Após a década de 1970 já não houve tanta insistência na esteriliza­ção, pois outros recursos foram propagados, de ordem química hormonal, mecânica… Na Europa ocidental e nos países desenvolvidos em geral a esterilização é prática comum, sem dificuldades para os interessados. Na Inglaterra e em outros países a intervenção cirúrgica é gratuita
A Organização Mundial de Saúde (OMS) não tem dados estatísti­cos precisos a respeito de tal prática; afirma, porém, que entre os meios contraceptivos a esterilização é dos principais.
Em meados da década de 1980 verificou-se que esterilização era praticada por 30% dos casais que praticavam a anticoncepção e recorriam à esterilização, resultando daí um total de 99 milhões de casais empenha­dos em tal procedimento no mundo inteiro.
As técnicas utilizadas
Para a esterilização femininas há várias técnicas, todas elas, po­rém, afetando as trompas, quer as retirem totalmente ou em parte, quer as obstruam, A esterilidade mediante intervenção nas trompas é chama­da “isolamento uterino” noção eufêmica, pois, dificultando a passagem dos gametas femininos (ovócitos) do ovário para o útero, faz que esse fique isolado das gônadas.
Para a esterilização do homem não há outro recurso se não a vasectomia: os canais deferentes são seccionados e ligados ou, de acor­do com um procedimento mais recente, são obstruídos com pequenos cilindros de náilon ou sylastic; os cilindros podem posteriormente ser ex­traídos, de modo que se restabelece a passagem pelas vias seminais.
Pergunta-se: pode haver recuperação da fertilização?
A resposta depende da técnica de esterilização aplicada. A reaber­tura dos canais deferentes após a microcirurgia varia de 37 a 90 por cen­to. Para as mulheres, parece que se pode chegar a ter 37 a 90 por cento de casos de gravidez depois do processo de recanalização.
Nesta temática há um ponto não levado na devida consideração. Trata-se das conseqüências problemáticas da esterilização; eventuais dis­túrbios psicológicos, biológicos e psicossexuais. Quem apregoa a esteri­lização, não costuma informar o paciente a respeito de tais seqüelas, que podem causar graves danos à saúde e à estabilidade afetiva dos indivídu­os e dos casais.
Que dizer do ponto de vista ético?
Distinguimos a esterilização antinatalista e a esterilização terapêutica.
1) A esterilização antinatalista voluntária corresponde a uma muti­lação do corpo humano, que não é lícito realizar. Sexualidade e genitalidade não são elementos acessórios, mas constituem uma dimensão essencial da pessoa humana. A razão dessa recusa está no fato de que a criatura humana é criatura de Deus; portanto toda a sua realidade pessoal é dom de Deus e propriedade de Deus. O homem tem a responsabilidade de si mes­mo, não porém o domínio de proprietário. Caso se admitisse que o ser humano é proprietário do seu corpo, implantar-se-ia na sociedade o relativismo moral, “cada qual na sua” faria seu código de ética.
2) Esterilização indireta ou terapêutica. Há casos em que é pre­ciso aplicar uma cirurgia a um órgão de determinado paciente muito liga­do aos genitais (ovário, útero…), de tal modo que a intervenção cirúrgica redundará em esterilização do(a) paciente. A intervenção cirúrgica em tais casos é lícita desde que
a)  o paciente tenha conhecimento da situação e lhe dê seu consentimento;
b)  a intervenção redunde em bem do paciente;
c)  seja uma intervenção absolutamente necessária, sem possíveis alternativas;
d)  a necessidade deve ser atual no momento da intervenção;
e) a intervenção deve ser realizada na parte doente para retirá-la; se daí resulta uma esterilização, ela será indireta, tolerada, não desejada.
Aplica-se assim o princípio da causa com duplo efeito assim formu­ladas:
A mesma causa pode ter dois efeitos: um bom, desejado e intencio­nado, outro efeito moralmente mau, não desejado, mas tolerado, porque é seqüela inevitável do primeiro. É lícito colocar essa causa em ação des­de que:
a)  o efeito bom seja realmente o único desejado; o mau, sendo ine­vitável, é apenas tolerado;
b)  não se cometa um mal para atingir um bem; o fim não justifica os meios;
c)  o bem obtido compense o mal acarretado;
d)  não haja alternativa para obter o efeito bom.
Uma vez cumpridas estas condições, a esterilização indireta tera­pêutica é lícita.
Note-se ainda: a previsão de uma outra gravidez difícil ou de risco não é razão suficiente para ligar as trompas durante um parto cesariano; nem se pode aduzir o fato de que as cesarianas já realizadas serem mui­tas, pois não é o número das cesarianas realizadas que constitui causa de doença; por isto não é a faculdade de gerar que deve ser retirada nesses casos, mas é o exercício da atividade procriadoraque deve ser regula­mentado (procurando-se os períodos estéreis para ter relações sexuais).
Este artigo muito deve a Elio Sgreccia em seu Manual de Biotética, Ed. Loyola, São Paulo.

* É possível ser Católico e ao mesmo tempo acreditar em Horóscopo?


Dom Estevão Bettencourt
Para abordarmos devidamente a questão, faz-se mister em primeiro lugar dizer algo sobre o histórico e as doutrinas da Astrologia.
1. A Astrologia através da história
A Astrologia vem a ser a arte de predizer o futuro mediante a observação dos astros, observação interpretada à luz de certas normas filosófico-religiosas.
Embora até o fim da Idade Média Astrologia e Astronomia tenham sido .cultivadas conjuntamente, elas se distinguem uma da outra.
A Astronomia visa apenas observar os astros e, mediante a aplicação de cálculos matemáticos, de leis da Física e da Lógica, predizer condições climáticas, bom ou mau rendimento das colheitas e fenômenos cósmicos previsíveis estritamente segundo métodos científicos; a Astronomia permanece, pois, no setor das ciências naturais (por isto também é chamada «Astrologia natural ou meteorológica»).
A Astrologia propriamente dita, ao contrário, apela para crenças religiosas e místicas que não estão sujeitas ao controle da razão; é também denominada «Astrologia judiciária», porque não prediz fenômenos cósmicos apenas, mas pretende julgar o temperamento pessoal e a futura sorte dos homens.
O berço da Astrologia é a Mesopotâmia, onde, diz Diodoro da Sicilia (séc. I. d.C.), «inigualável limpidez atmosférica permite ver as estrelas como que mais próximas e mais nítidas do que em qualquer outra região». Encontraram-se na segunda metade do século passado, em arquivos do antigo reino da Babilônia, tabuinhas cuneiformes datadas da época do monarca Assurbanipal (668-626 a.C.), as quais já contêm oráculos de Astrologia. Os sacerdotes da Babilônia eram encarregados oficialmente de observar os astros e catalogar as predições que de tal arte se podiam colher; os vaticínios possuíam sempre caráter religioso, pois cada astro da abóbada celeste era tido como a figura concreta de determinado deus.
Nos séc. VI/V a. C. a Astrologia se propagou da Babilônia para a Pérsia, a Índia e o Ocidente greco-romano.
O Cristianismo, desde que começou a se afirmar, mostrou-se alheio às práticas astrológicas. Contudo no séc. VII da nossa era estas receberam notável impulso por parte do islamismo; com efeito, a religião de Maomé herdou algo do antigo culto dos astros praticado pelos árabes; além disto, ela acentua a absoluta dependência do homem em relação a Deus, ensinando mesmo o fatalismo. É o que explica tenham os maometanos experimentado especial afinidade com a Astrologia.
Por influxo dos árabes, encontraram-se durante a Idade Média pensadores latinos que aderiram à Astrologia (no séc. XIII tornou-se famosa a figura de Guido Bonatti, o qual, a serviço do nobre Guido de Montefeltro, subia a Forli sobre a torre de S. Mercurial, para interrogar as estrelas antes de cada empreendimento bélico). Como se sabe, a Cabala judaica contribuiu outrossim eficazmente para nutrir crenças astrológicas no Ocidente latino (a respeito desta corrente de pensamento, veja-se «P. R.» 10/1958, qu. 12).
Nos séc. XIV/XVI o movimento da Renascença corroborou, com suas concepções por vezes pouco cristãs, a estima até então devotada à Astrologia. O Humanismo prezava muito a afinidade da natureza humana com os demais valores naturais; afirmava analogias entre as energias latentes no homem e as dos corpos que cercam a este. A vida do homem assim aparecia muito sujeita à influência e às leis impostas pelo ambiente e pelos… astros.
Em consequência destas ideias, compreende-se que a medicina renascentista (para não dizermos também : medieval) tenha estado muito ligada à Astrologia: Paracelso (+1541) estipulou uma série de doenças produzidas por influência das esferas celestes; dizia que qualquer corpo, de animal ou de planta, era sede de um espírito emanado dos astros, espírito que presidia à formação dessa matéria. Por causa da afinidade geralmente admitida entre os diversos elementos do mundo, os astrólogos admitiam poder terapêutico em certas plantas que tinham aspecto semelhante ao de um órgão doente; assim a erva «dente de cão» serviria para repelir a dor de dentes; a cenoura (por sua cor) combateria a palidez; a pulmonária, os males do pulmão, etc.
Com o desenvolvimento da Astronomia científica, devido principalmente a Galileu (+1642), a Astrologia foi aos poucos perdendo sua voga. No fim do séc. XVIII, porém, alguns ocultistas pretenderam restaurá-la, de sorte que em nossos dias são principalmente as correntes esotéricas (isto é, de iniciação secreta) que apelam para as normas da Astrologia; esta parece comunicar às concepções fantasistas da pseudo-mística um caráter científico, fidedigno…
O expressionismo das línguas modernas até hoje guarda vestígios do modo de falar dos astrólogos. Tenham-se em vista as seguintes locuções: «ser lunático, ter boa ou má estrela, sofrer os efeitos de uma maré de sorte,… de uma boa ou má hora, estar o tempo saturno, viver um dia aziago» (os romanos contavam seus dias fasti e nefasti).
Após este esboço histórico, voltemo-nos para a consideração das
2. Linhas-mestras doutrinárias da Astrologia (o horóscopo)
Três são as principais modalidades de Astrologia cultivadas pelos gregos no início da nossa era e praticadas através dos séculos:

a) o «sistema das interrogações», que visa captar resposta para os casos da vida cotidiana;
b) o «sistema das escolhas», que tem por fim averiguar o momento oportuno para se dar início a determinado trabalho ou empreendimento importante;
c) o «sistema das natividades», que se propõe prever acontecimentos referentes a pessoas, de acordo com o momento em que estas nasceram. É tal técnica que recebe propriamente o nome dehoroscopia. Detenhamo-nos um pouco sobre as suas leis.
O nome horóscopo (do grego horoskópos) designa a arte de observar (skopein) a posição dos astros por ocasião (hora) do nascimento de uma criança. O momento preciso da natividade e a respectiva configuração de astros são tidos como importantes para se descrever a futura sorte do indivíduo, assim como para se interrogarem os astros no decurso da existência dessa pessoa.
Pois bem. Sete são, segundo as concepções cosmológicas dos antigos, os «planetas» que entram na consideração da horoscopia: a Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno. Cada um desses planetas simboliza determinada época ou idade da vida humana: a Lua, por exemplo, a primeira infância; Mercúrio, a Juventude;… Saturno, a decrepitude.
Para determinar com exatidão a posição dos planetas no céu, a horoscopia distingue na linha do horizonte (concebida como um anel que envolve a Terra) doze compartimentos iguais chamados «casas do horóscopo». A cada um desses compartimentos corresponde um símbolo ou um sinal próprio; os doze símbolos assim concebidos constituem os famosos sinais do zodíaco (do grego zódion, sinal), que assim se denominam:

1. Aríete (Carneiro)                                    8. Escorpião
2. Touro                                                           9. Arqueiro (Sagitário)
3. Gêmeos (Irmãos)                                   10 . Capricórnio (Cabra com cauda de peixe)
4. Câncer (Caranguejo)                              11. Ânfora (aquário)
5. Leão                                                             12. Peixes
6. Virgem
7. Balança

Os doze nomes podem ser agrupados em dois versos mnemônicos latinos:
«Sunt Aries, Taurus, Gemini, Câncer, Leo, Virgo, Libra, Scorpio, Arcitenens, Caper, Amphora, Pisces».
A origem desses títulos se deve à mitologia oriental e grega.
Cada um dos sinais do círculo zodiacal, por sua vez, significa um aspecto ou uma situação da vida do indivíduo. Imaginem-se agora as múltiplas combinações possíveis dos sete planetas com os doze sinais do zodíaco; cada uma dessas combinações vem a ser um oráculo do destino, que marca decisivamente o temperamento e o currículo de vida da pessoa que nasce sob a sua égide. Deve-se ainda observar que cada qual dos sete planetas tem, dentre as doze casas do horóscopo, a sua mansão própria, na qual o astro é mais enérgico e a partir da qual exerce influência mais eficaz do que nas outras casas.
Eis o valor simbólico dos diversos sinais do zodíaco ou das casas do horóscopo:
1ª casa (Aríete) significa a Vida. Nela se determinam a complexão e as potencialidades da alma e do corpo. É esta casa que por excelência marca o caráter e o aspecto físico da pessoa.
2ª casa é a dos Peixes (a série se desenvolve doravante em ordem regressiva). Assinala o desenvolvimento material, seja corpóreo (crescimento), seja financeiro (riquezas), definindo assim as relações do indivíduo com o seu ambiente imediato, com os seus bens móveis e as suas economias.
3ª casa (Ânfora) determina as relações da pessoa com seus irmãos e vizinhas.
4ª casa (Capricórnio) diz respeito à hereditariedade, representando os laços de parentesco, ascendência, raça e pátria.
5ª casa (Arqueiro) significa a geração material; representa, por conseguinte, os filhos, a expansão instintiva do indivíduo, os seus prazeres e as suas façanhas de juventude.
6ª casa (Escorpião) denota o desenvolvimento moral,  o que vem a ser a felicidade da pessoa, felicidade condicionada por saúde, empregados, vocação social, inimigos.
7ª casa (Balança) marca a união. É a casa de todos os contratos: casamentos, sociedades comerciais, sociais, políticas…
8ª casa (Virgem) determina as obrigações materiais; toca de perto os problemas de conservação do corpo, decrepitude e morte.
9ª casa (Leão) tem por objeto a geração intelectual (Religião, filosofia, sonhos, viagens distantes).
10ª casa (Câncer) indica a atividade, isto é, profissão, cargos e autoridade que possam convir à pessoa.
11ª casa (Gêmeos) compreende a associação material, isto é, amizades, relações humanas, clientela comercial, lucros de trabalho, etc.
12ª casa (Touro) designa as obrigações morais, ou seja, os vínculos materiais e morais que prendem o homem ao trabalho e às idéias. É a casa da inimizade, do cárcere, do ciúme, da inveja, da maldade.

Na Idade Média, o significado das doze casas do horóscopo era resumido nos dois seguintes versos:
«Vita, lucrum, fratres, genitor, nati, valetudo, Uxor, mors, pietas, regnum, benefactaque, carcer.»

As várias casas do horóscopo não gozam todas do mesmo poder influente na vida do indivíduo; a primeira (Aríete) é a mais influente; a décima (Câncer) vem logo a seguir, nessa escala.
Dentre os sete astros, ensinam os astrólogos, dois implicam sempre bom presságio: Vênus e Júpiter. Ao contrário, Marte e Saturno são maléficos; o Sol, Mercúrio e a Lua são neutros, capazes de se combinar com a influência boa ou má dos anteriores. Também aos signos zodiacais é atribuída influência de bom ou mau agouro: benéficos são o Touro, o Câncer, o Leão, a Virgem, o Arqueiro e os Peixes; maléficos vêm a ser o Aríete, os Gêmeos, a Balança, o Escorpião, o Capricórnio e a Ânfora. Além disso, os doze sinais zodiacais são distribuídos em quatro tríades, cada uma das quais corresponde a um dos elementos fundamentais da natureza:
Gêmeos, Balança e Ânfora — Ar
Touro, Virgem e Capricórnio — Terra
Câncer, Escorpião e Peixes — Água
Aríete, Leão e Arqueiro — Fogo

Na antiguidade, os astrólogos atribuíam influências masculinas aos sinais do Ar e do Fogo; femininas, aos da Terra e da Água.

Poder-se-iam multiplicar os princípios e normas observados pela horoscopia; os que foram acima expostos, dão suficientemente a ver quão relevantes são as partes da fantasia (quase humorista) no cultivo dessa arte.

3. Uma conceituação…
1. A Astrologia e as suas diversas aplicações se baseiam, como vimos, no pressuposto de que os astros exercem influência decisiva não somente sobre os fenômenos naturais, mas também sobre a vontade e a vida moral dos homens. Nessa concepção o livre arbítrio da criatura e a Providência paterna de Deus carecem de significado. É o que S. Agostinho notava nos seguintes termos:
«Os astrólogos pretendem que no céu se acha a causa inevitável do pecado; foi Vênus, Saturno ou Marte que nos fez executar esta ou aquela ação. Querem assim isentar de culpa o homem, o qual é carne, sangue e verme soberbo, e procuram transferir a responsabilidade para Aquele que criou e governa tanto o céu como as estrelas» (Confissões IV 3).
Ora, por induzirem o determinismo e o fatalismo, a Astrologia e, em particular, a horoscopia entram em conflito não somente com a fé cristã, mas também com a sã filosofia (sobre a liberdade de arbítrio no homem, veja-se «P. R.» 5/1958, qu. 3, 6 e 7).
Além disto, deve-se observar que as práticas astrológicas estão não raro associadas a teses panteístas. Com efeito, há quem explique a influência dos astros sobre a vida terrestre, afirmando que todos os seres — celestes e terrestres, divinos e humanos — não são senão combinações dos quatro elementos fundamentais (terra, água, ar, fogo) ou meras expressões de uma única substância universal, vivificada pela «alma do mundo». Ora o raciocínio sadio tem o panteísmo e o monismo na conta de aberrações filosóficas (cf. «P. R.» 7/1957, qu. 1).
2. Tais erros justificam as repetidas condenações que os documentos da fé cristã têm proferido sobre a Astrologia em geral.
Já a Sagrada Escritura admoesta :
«Não temais os sinais do céu, que os gentios receiam, pois vãos são os ritos dos povos» (Jer 10,2 ; cf. Is 47,13).
«Não vos dirijais aos feiticeiros nem consulteis os adivinhos, para não vos contaminardes pelo seu contato; sou o Senhor vosso Deus» (Lev 19,31).
A Tradição cristã sempre repudiou a Astrologia como sendo superstição, isto é, atribuição de feitos maravilhosos a causas por si ineptas para tanto, o que equivale a derrogar ao conceito de Deus ou a «tentar» a Deus. Seja citado mais uma vez S. Agostinho:
«Ele (o astrólogo convertido à fé cristã), seduzido pelo inimigo em virtude da sua boa fé, foi durante muito tempo astrólogo, seduzido e sedutor, enganado e enganador. Atraiu, enganou, proferiu muitas mentiras contra Deus, o qual teria dado aos homens o poder de fazer o bem, e não o de cometer o mal. O adultério, não é a minha vontade própria que o comete, mas é Vênus; o homicídio, não é a minha vontade própria que o realiza, mas é Marte; o justo, não é Deus quem o justifica, mas é Júpiter; e muitos despropósitos sacrílegos (eram assim proferidos pelo astrólogo). A quantos cristãos não roubou ele o dinheiro! Quantos dele não compraram mentiras!» (En. in Ps 61,23).
As palavras condenatórias de S. Agostinho encontraram amplo eco em concílios regionais; basta citar os de Toledo, no ano de 447, e Braga em 561 (cf. Denziger, Enchiridion 35.239). Aos 5 de janeiro de 1566 o Papa Sixto V condenou mais uma vez a Astrologia mediante a bula «Caeli et terrae Creator», documento este que Urbano VIII corroborou e ampliou na nova bula «Inscrutabilis iudiciorurnn de 31 de março de 1621.

3. Aliás, parece digno de nota o fato de que, até mesmo entre os mestres da cultura pagã, se fizeram ouvir vozes depreciativas sobre a técnica dos astrólogos (os quais eram equivalentemente chamados em Roma «astronomi, astrologi, mathematici, planetarii, genethliaci, chaldaei, babylonii»). É de Tácito (+120 d.C.), por exemplo, o seguinte juizo:
«Mathematici genus hominum potentibus infidum, sperantibus fallax. — Os matemáticos (astrólogos) constituem uma categoria de homens desleal para os poderosos, enganadora para os esperançosos» (Hist. I 22).
Cícero (+43 d.C.), por sua vez, escreve:
«Contemnamus babylonios et eos qui ex Caucaso, caeli signa ser- vantes, numeris et motibus stellarum cursus persequuntur; con- demnemus eos aut stultitiae aut vanitatis aut imprudentiae. — Desprezemos os babilônios e os que, oriundos do Cáucaso, observam os sinais do céu, assinalam com números e traçados o curso dos astros. Condenemo-los por motivo ou de tolice ou de vaidade ou de imprudência» (De divin. I 19).
Embora os pagãos, principalmente em Roma, não tivessem senso religioso muito apurado, sabiam por vezes denunciar os abusos da fantasia e da pseudo-mística…

4. Por fim, observar-se-á que o repúdio da Astrologia dita judiciária não impede se reconheça certa solidariedade vigente entre os elementos da natureza irracional e o corpo humano que vive em meio a estes. Não se negará que os astros, por sua massa, sua temperatura, seus raios, influenciam as disposições fisiológicas do corpo humano. Verdade é que não se poderia determinar até que ponto preciso se estende tal influência (hoje em dia, a telepatia, a telestesia, a percepção extrassensorial ainda estão em exploração); não há dúvida, porém, de que os influxos da natureza sobre o corpo humano estão longe de implicar o liame estreito que os antigos astrólogos admitiam entre os fenômenos celestes e os atos da vida humana. A utilização das energias da natureza para promover o bem-estar do homem dever-se-á basear estritamente em resultados da observação empírica e do cálculo matemático; não seria lícito mesclar a isso teorias religiosas ou místicas; a observação dos astros há de ser cultivada como ciência, e não como técnica religiosa.

Congresso dissidente no Brasil promove teologia contrária à doutrina católica. (ABSURDO)


BRASILIA, 08 Jun. 12 / 03:26 pm (ACI).- Teólogos e pensadores sancionados pela Igreja por difundir ideias contrárias à doutrina católica participarão de um congresso latino-americano que busca equiparar o Concílio Vaticano II com a teologia marxista da liberação em São Leopoldo (RS). O evento leva o nome de "Congresso Continental de Teologia: Aos 50 anos do Vaticano II e 40 anos da Teologia Latino-americana e Caribenha" e admite ademais promotores da ideologia de gênero.

O evento se realiza entre os dias 7 a 11 de outubro de 2012 na universidade jesuíta Unisinos, com o apoio da Pontifícia Universidade Javeriana da Colômbia (que há poucos dias apoiou a adoção de crianças por casais homossexuais) o grupo de pressão Amerindia e a agência informativa de cunho marxista Adital, que tem entre seus colunistas o frade dominicano brasileiro Carlos Alberto Libânio Christo, mais conhecido como "Frei Betto", que promove a despenalização do aborto.

ACI Digital teve acesso ao programa oficial do evento que contará com a presença de teólogos como o espanhol Andrés Torre Queiruga, cujas obras foram recentemente consideradas incompatíveis com a doutrina da Igreja pela Conferência Episcopal Espanhola.

Outro participante do evento é o conhecido autor e conferencista Leonardo Boff, considerado um dos principais promotores da teologia marxista da liberação, quem na década de 90 abandonou o sacerdócio, casou-se, e se afastou da Igreja Católica para converter-se em "ecoteólogo de matriz católica" dedicado a escrever livros de ecologia e “espiritualidade”.

Jon Sobrino, sacerdote jesuíta e líder entre os teólogos marxistas, também se apresentará no congresso latino-americano apesar da que suas idéias "não estejam conformes com a doutrina da Igreja", como opinou a Congregação para a Doutrina da Fé no ano 2007 através de uma notificação oficial.

O Bispo de Jales (SP), Dom Luiz Demétrio Valentini, conhecido por suas posturas favoráveis à teologia marxista da libertação também comparecerá ao evento da Unisinos. Dom Valentini causou repúdio dos católicos em abril deste ano ao dar uma palestra em uma loja maçônica e anteriormente por ter criticado Dom Luiz Gonzaga Bergozini, bispo emérito de Guarulhos, por ter defendido o direito à vida contra o aborto durante toda a campanha presidencial de 2010.

A teóloga María del Pilar Aquino, que qualificou o pontificado do hoje BeatoPapa João Paulo II como autoritário, centralista, conservador e imperialista, dará uma exposição sobre "Teologia e Espiritualidade libertadora".

O jesuíta espanhol e radicado na Bolívia, Víctor Codina, que em um escrito considerou a Igreja Católica como uma velha míope, surda e com Alzheimer, dará a conferência "As Igrejas no Continente 50 anos depois do Vaticano II: questões pendentes".

Raúl Fornet Betancourt, filósofo que sustenta que para a realização da "opção pelos pobres" difundida pelos teólogos marxistas da libertação é necessária uma opção "por outro mundo, e por outra Igreja e por outro cristianismo", participará do congresso com a exposição "Novos sujeitos e interculturalidade".

Uma conferência aberta será dada pelo sacerdote Gustavo Gutiérrez, teólogo peruano considerado o pai da teologia marxista da liberação, no dia 9 de outubro.

O congresso, apesar de seu suposto caráter religioso, não prevê a celebração de Missa em nenhum dos seus cinco dias, neles apenas serão realizados "momentos de espiritualidade", os quais estão baseados em temáticas como a entronização da Bíblia, o ecumênico e o indígena.

A programação do evento, divulgada sem os nomes dos palestrantes, pode ser vista em: http://www.unisinos.br/eventos/congresso-de-teologia/programacao/programa#

ATENÇÃO AMADOS IRMAOS SEGUE ABAIXO ENDEREÇO ELETRONICO DA CONGREGAÇÃO DA DOUTRINA DA FÉ, MANDEMOS EMAIL EM ITALIANO/ESPANHOL/PORTUGUES SOBRE ESTE EVENTO DE PURA HERESIA ONDE ESTOU POSTANDO. GRATO...SALVE MARIA IMACULADA!

Endereço: Palazzo del Sant’Uffizio, 00120 Città del Vaticano.

E-mail: cdf@cfaith.va

10 de jul. de 2012

Conheça a mais nova ferramenta católica da internet FaceCatólico




A cada vez mais surgem novos modos de evangelizar. A novidade agora é o FaceCatólico, uma rede social que reúne católicos de varias cidades e estados diferentes com um o objetivo de evangelizar, trocar conhecimentos e se unirem para mostrarem ao mundo que os católicos ainda são a maioria.
O criador dessa Rede Social em uma conversa nos contou um pouco de sua história e como surgiu esta ideia:

“Meu nome e Rafael de Paula, casado, 30 anos de idade.
Fui batizado como católico , mas só depois de 24 anos de idade fui me tornar um católico autentico que vive a fé católica e tenta a cada dia cumprir os mandamentos do Senhor, sou pregador da palavra de Deus há seis anos,
sempre fiz parte do movimento da Renovação Carismática Católica, há 4 anos faço parte de uma Equipe missionária Rainha dos Apóstolos, Pregamos
o evangelho por todo Brasil com missões e através da internet onde temos um site há 4 anos no ar http://rainhadosapostolos.com que tem em media 70 mil acessos por mês.
Como nesse tempo sempre trabalhei com a evangelização como pregador e na internet, e sendo profissional em web designer e programador web, cresceu no meu coração
uma vontade de reunir todos os católicos do Brasil e do mundo em um só lugar. Foi ai que Deus me deu a ideia de criar uma rede social Católica, o FaceCatólico.
Comecei a montar o FaceCatólico e quando foi as 6 da manha de um sábado terminei o trabalho, dei uma compartilhada no facebook e fui dormir, quando acordei entrei para ver
como estava o FaceCatólico e para minha surpresa já tinham 600 membros cadastrados, Eu quase caio da cadeira.
Hoje faz duas semanas e meia e já estamos com exatamente com 8179 membros (6/07/2012 as 03h35min da madrugada, com certeza agora deve ter muito mais).
A grande intenção e reunir os católicos em um ambiente 100% Católico, onde poderemos conhecer pessoas que comungam da mesma fé e assim partilhar nossas experiências
dentro e fora da igreja, la cada membro tem seu próprio perfil, cada um tem seu mini blog para postar textos, divulgar seus eventos, fotos, vídeos e muito mais.
Espero que essa ferramenta de evangelização cresça a cada dia mais para que possamos fortalecer a cada dia nossa tão amada Igreja Católica.
Um grande abraço a todos.
Rafael de Paula”

Todos os dias das 9:00 até as 10:00 da manhã Grupo de Oração online na sala de Bate Papo do FaceCatólico.
Link da Rede Social: http://facecatolico.net/

Marianne Santos em missão para o Católicos V.I.P.!
Fonte: http://www.catolicosvip.com.br/

Testemunho imperdível de Conversão. Scott Hahn – Ministro protestante se converte ao catolicismo.


Um belo testemunho de conversão.
Um fato que sempre me chama atenção é a qualidade das conversões protestantes ao catolicismo. Os católicos que se “convertem” em protestantes normalmente saem de um imenso vazio teológico ( para muitos o termo “católico” não dizia muita coisa e por isso deixaram o pouco ou nada que tinham pelo muito pouco que receberam.) Quando os protestantes se convertem em católicos o fazem a partir da descoberta da Verdade e da Igreja, o fazem  dentro de um processo racional e lógico, são conquistados pela beleza da verdade que ilumina a inteligência e encanta o coração! Talvez isso explique porque nos Estados Unidos, ( terra do Scott), o catolicismo tem crescido tanto pela conversão de protestantes.
Cremos que é quase impossível alguém protestante que estude e pesquise a história da Igreja e sua doutrina, compreendendo exatamente o que a Igreja ensina, que não se torne católico. Os exemplos acontecem às centenas, alguns inclusive já divulgados aqui no Blog.
***
Tradução: Jaime Francisco de Moura
Muito obrigado. É muito bom estar com vocês. Eu nunca deixo a oportunidade de mostrar e compartilhar por que eu me tornei um Católico, e como Deus trabalhou em minha vida, na vida de minha esposa, e minha família.
Isso é o que eu gostaria de compartilhar com vocês agora. Começo  com uma experiência de conversão que eu tive na escola secundária. Eu não cresci  em uma família Cristã forte. Nós não fomos muito de igreja, e assim eu não era muito religioso. O que  Deus usou em minha vida era um  organização chamada Vida Jovem, sob a direção de Jack, uma pessoa que muito me ajudou,  na escola secundária de crianças.
Depois me ensinaram a amar a Deus e a ler a Bíblia. Até que eu estivesse terminando a escola secundária, eu tinha lido a Bíblia duas ou três vezes em sua totalidade. E eu tinha me apaixonado pela Bíblia Sagrada. Como resultado disso me convenci de muitas coisas.
Primeiro, além de ler a Bíblia, Jack tinha compartilhado comigo de sua própria biblioteca pessoal e os escritos de Martinho Lutero,  João Calvino, e me tornei um Cristão protestante convencido,  não só um Cristão com a bíblia, mas alguém que foi convencido que até 1500, o Evangelho tinha estado perdido entre  o período medieval, com  superstições e práticas pagãs que a Igreja católica tinha  adotado. E assim esta primeira convicção era ajudar meus amigos católicos para o Evangelho de Jesus Cristo, lhes mostrar a Bíblia, e para  mostrar para eles que na Bíblia, você aceita Jesus como Salvador e isso era tudo. Não Maria, não os Santos, não purgatório, não devoções etc.
Naquele tempo eu estava saindo com uma menina que era católica, e nós  estávamos ficando com um namoro sério. Mas eu imaginava que não havia nenhum futuro em nossa  relação se ela permanecesse católica. Assim eu dei a ela, um livro de Loraine Boettner intitulado Catolicismo romano. O livro era conhecido como a bíblia do Anti-catolicismo. Era quatrocentos e cinqüenta páginas que a encheram de todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Mas eu não soube que na ocasião, eu compartilhei isto de boa fé  com ela. Ela leu do princípio ao fim. Ela me escreveu dizendo, “obrigada pelo livro; Eu nunca voltarei contigo novamente.” Eu figurei que se a” bolacha” na que eles estão adorando no altar não é Deus, então eles são os idólatras, eles são os pagãos. Se o Papa em Roma não é infalível, e sim um tirano. Ele é um simples ditador espiritual.
O único católico em minha família em ambos os lados era minha amada  avó. Ela era muito quieta, muito humilde, muito santa, eu tenho que admitir. Ela também era uma católica devota. Quando faleceu, os pertences religiosos dela foram doados a meus pais. Então eu achei as contas do rosário dela, e isto me fez ficar doente por dentro. Eu soube que minha avó teve uma fé real em Jesus, mas sabia que tudo isso era mau. Assim eu rasguei separadamente  as contas do rosário. Eu pensei que essas  contas era uma cadeia e que afinal ela estava quebrada livre. Isso era  o segundo aspecto de minha própria perspectiva: que estas pessoas poderiam ter alguma  fé mas há pouco eram rodeados através de mentiras, e assim eles precisavam amar  a Bíblia.
Bem, depois de me formar na escola secundária, decidi não só  procurar o ministério mas estudar teologia. A decisão veio como resultado do papel de pesquisa que eu escrevi no ano final dentro da escola secundária. Eu escrevi um papel intitulado “Sola Fide”. Isso é uma frase latina “Somente a Fé”. Era a frase que Martinho Lutero lançava na Reforma protestante. Ele disse que nós  estamos justificados, nós estamos com Deus só pela fé, não por qualquer trabalho que  poderíamos fazer. E para ele, isso era o artigo em qual a igreja estava em quedas. E por causa disso, a Igreja Católica caiu.. E assim eu entrei na faculdade com esta forte convicção.
Anos de faculdade
Nos meus quatro anos de faculdade, estudei profundamente a  Filosofia, Teologia, Bíblia e Economia. Assim durante esses quatro anos eu me dediquei a alcançar  as crianças que não souberam de Cristo, e eu confesso que esta  categoria incluiu as crianças católicas na escola secundária onde eu trabalhei  porque eu olhei para estas pobres almas de que realmente não souberam de Jesus Cristo. Eu descobri depois de vários estudos da Bíblia que não só estas crianças, mas praticamente todo católico adulto  que encontrei não sabia o que a Igreja católica ensinava. Assim  conseguindo que eles vissem a Bíblia, estava como apanhar  patos em um barril. Eles não estavam prontos, eles eram desarvorados, eles eram  indefesos.
No meu terceiro ano de ministério na Vida Jovem, eu perguntei para a menina mais bonita no campus, se ela me ajudaria trabalhando a localizar estas crianças, e ela disse “Sim.” Nós trabalhamos  juntos durante dois anos, ás vezes nós discutimos vários modos e meios para alcançar estes crianças. Mas nós crescemos respeitando um ao outro de forma que ao término dos quatro anos de faculdade, eu fiz a pergunta. E a maior coisa que ela já disse foi “Sim.” Nós nos casamos. Tivemos a mesma visão, fizemos ministério junto, compartilhamos  as boas notícias de Cristo.
Anos de seminário
Fomos para um seminário uma semana depois do nosso casamento.  Depois de três anos eu me formei sendo o primeiro lugar de minha classe. Eu digo fora de qualquer orgulho, como eu procurei meus estudos  com um tipo de vingança. Pessoas que me conheceram no seminário, me conheceu por ser  bastante intenso. Eu gastava todo tempo lendo a  Bíblia estudando os livros sobre Bíblia. Kimberly e eu tivemos uma grande  experiência de três anos. Mas muitas coisas aconteceram no caminho  que eu preciso relacionar porque em retrospecto eu os vejo como experiências.
A primeira coisa era um curso que Kimberly fez no primeiro ano,  uma classe que eu tinha levado antes de Éticas Cristãs. Dr.  Davis formou pequenos grupos de forma que cada grupo poderia estudar um tópico. Havia um grupo em aborto, um em guerra nuclear, um em pena de morte. Ela anunciou que estava em um grupo dedicado a estudar  contracepção. Eu me lembro de pensamento na ocasião, “Por que contracepção? “
Ela disse, “Bem, três outros se inscreveram para isto e nós tivemos nossa primeira reunião hoje”. Fulano de tal anunciou os resultados de nosso estudo. Ele disse, bem, todos nós conhecemos como protestantes, que contracepção está bem. Ele anunciou que as únicas pessoas que se chamam  Cristãos que opõem ao controle de natalidade artificial são os católicos, e a razão que eles fazem, é porque eles são corridos por um  Papa celibatário.
Bem, aquele tipo de argumentação realmente não impressionou  Kimberly. Ela disse, “esses são os melhores argumentos que você oferece?” e ela se interessou pesquisando isto  por conta dela.
Assim eu elevei o assunto e ela me deu um livro. Foi intitulado  Controle de natalidade e o Matrimônio por John Kippley. Eu comecei a ler o livro com grande interesse para meu próprio estudo pessoal, com o  título de, “Controle de natalidade e a Convenção de Matrimônio”. Quando eu abri o livro e comecei a ler, eu disse, “Espere um segundo,  Kimberly, este sujeito é um católico. Você espera que eu leia uma obra católica? “
Bem, eu comecei a ler o livro. Passei por dois ou três  capítulos e ele estava começando a fazer sentido. Eu não queria francamente que ele fizesse sentido algum. O Livro mostrava que o matrimonio não é só um ato físico; é um ato espiritual que Deus tem  projetado no matrimonio e é sempre renovado. Terminei de ler o livro, e fiquei convencido.
Fiquei um pouco aborrecido, porque a Igreja católica era a única denominação, que sempre defendeu esses ensinamentos, pois em 1930  a Igreja anglicana, que mantinha os mesmos ensinamentos, quebrou esta tradição e permitia a contracepção. Antes de 1960 e 70, minha própria denominação, a Igreja presbiteriana nos Estados Unidos da América, não só endossou a contracepção, mas também o aborto,  e isso me intimidou.
Durante o ano final no seminário, aconteceu algo  que representou uma crise para mim. Eu estava estudando convenção e eu ouvi de  outro teólogo, que ensina no Seminário de Westminster. Eu ouvi um Pastor que estava sendo acusado de heresia. Pessoas estavam sugerindo  que a heresia dele cresceu fora da compreensão da convenção. Ele estava questionando a “Sola Fide”.
Eu o chamei no telefone e disse,. Mas porque você está duvidando de Lutero e da  doutrina “sola fide? “ Ele foi mostrar nesta discussão que  a concepção de Lutero sobre a justificação era muito restrita e limitada. Isto  tem muitas verdade, mas também perdeu muitas verdades.
Quando eu desliguei o telefone, eu procurei ver mais adiante os ensinamentos de Lutero no qual, Deus é um juiz, e a convenção é uma cena de sala de tribunal  por meio de que todos nós somos os criminosos culpados. Mas desde que Cristo levou nosso  castigo, nós adquirimos a retidão dele, e ele adquire nossos pecados.
Para Lutero, em outras palavras, a salvação é uma troca legal, mas para Paulo em romanos, para Paulo em Gálatas,  salvação é  muito mais que isso. Não é só uma  troca legal porque a aliança não aponta para uma sala de tribunal sobre um quarto familiar hebreu. Deus não é só simplesmente juiz; e os julgamentos dele são paternais. Cristo não é só alguém que representa uma vítima inocente que leva nossos pecados, ele é o  primogênito entre muitos irmãos. Ele é nosso irmão mais velho, e ele nos vê como fugitivos, como rebeldes que estão cortados da família de Deus. A Nova Aliança não faz que Cristo  troque em um senso legal; Cristo nos dá a própria vontade de forma que nós  realmente tornemos filhos de Deus.
Assim concluí que a “Sola fide” estava errada. Primeiro, porque a Bíblia nunca diz isso em qualquer lugar.  Segundo, porque Lutero inseriu a palavra “só” na tradução para o alemão, embora ele soube perfeitamente bem que a frase “só” não estava no grego. Em nenhuma parte o Espírito santo  inspirou os escritores da Bíblia para dizer que nós somos salvos só pela fé. Paulo nos  ensina que somos salvos por fé, mas em Gálatas diz que nós somos salvos por  fé e obras.
Então de repente nós adquirimos notícias que nossa mudança teoricamente  sobre contracepção tinha provocado uma mudança na anatomia de Kimberly e  fisiologia; ela estava grávida.
Pastor de uma Igreja em Virgínia
O telefone tocou. Uma igreja em Virgínia, uma igreja famosa: você é o candidato para pastorear, nós o queremos aqui”. Na realidade nós lhe pagaremos bem de forma que você  possa estudar 20 horas pelo menos por semana, Bíblia e teologia. “Nós queremos que você nos mergulhe na Palavra de Deus”, e assim eu comecei.
A primeira coisa que eu fiz era lhes falar sobre a Aliança. A  segunda coisa era corrigir o engano deles E mostrar que Aliança significa a família. A terceira coisa que eu fiz  era mostrar que a família de Deus faz sentido e que Deus é Pai, Deus é o Filho, e Deus pelo Espírito santo nos fez uma família com Ele. A quarta coisa , era  os ensinos sobre liturgia e convenção e família na Bíblia. Eu sugeri que deveríamos ter a refeição familiar,  comunhão. Eu usei a palavra “Eucaristia.” Como nós mudamos nossa liturgia, nós sentíamos uma mudança com a nova experiência. Era excitante  ver, e como eu lhes ensinei mais sobre a Aliança, eles tinham sede para saber ainda mais.
O professor em um Seminário presbiteriano
Enquanto isso algo dramático aconteceu. Eu cheguei em um  seminário, um seminário presbiteriano, e perguntaram se eu ensinava cursos para seminário que começa com  Evangelho de João. Eu disse, “Seguramente.” Assim eu comecei a compartilhar do Evangelho de João, sobre a família de Deus, sobre o nascer de novo. Eu descobri em meu estudo que nascer não quer dizer que é somente aceitar Jesus Cristo como seu Salvador. Mas descobri o que Jesus quis dizer em (João 3) quando disse que você tem que nascer novamente. Ele diz que tem que nascer da água e do espírito. Eu ensinei que nascer é novamente um  ato de Aliança, um sacramento, uma renovação da Aliança que envolve o batismo.
Enquanto isso eu estava preparando meus sermões e algumas conferências à frente de  (João capítulo 3). Eu estava vendo também o capítulo 6. Lá eu descobri algo que nunca tinha notado. Jesus disse a eles, “Verdadeiramente, eu digo, a menos que você coma a carne do filho do homem e bebe o sangue dele você  não terá vida em você. Quem come minha carne e bebe  meu sangue tem  vida eterna e eu o elevarei no último dia, pois  minha carne é verdadeiramente uma comida e meu sangue verdadeiramente uma bebida. Quem come minha carne e  bebe meu sangue permanece em mim e eu nele”. Eu olhei para isto de dez ângulos diferentes.
Eu tinha sido treinado para interpretar isso em um sentido figurado; Jesus está usando um símbolo. Mas o mais que eu estudei, o mais que eu percebi que esta interpretação não faz sentido nenhum. Porque assim que todos os Judeus ouvem o que Jesus diz, eles partem. Até este ponto, milhares  o estavam  seguindo, e então de repente as multidões ficam chocado com o que Ele diz, “Minha carne realmente é comida, meu sangue é realmente bebida” e todos eles partem. Se Jesus  tinha pretendido falar em um modo figurativo, Ele teria sido obrigado a dizer, “Pare, eu só quero dizer que isto é somente um simbolismo.” Mas Ele não faz isso; ao invés, o que ele faz?  Pergunta aos Apóstolos. Pedro se levanta e fala; “Para quem iremos nós? O Senhor tem palavras de vida eterna e nós viemos acreditar.” .
Como eu comecei a estudar isto, eu comecei a perceber uma coisa. Eu descobri que Jesus nunca tinha usado a palavra “Aliança” em seu ministério público. Ele economizou o tempo para instituir a Eucaristia e disse, “Este Cálice é o  sangue da nova aliança.” Eu comecei a ver por que na Igreja primitiva  durante mais de 700 anos, ninguém em qualquer lugar duvidou do significado das palavras de Jesus. Todos os pais da Igreja primitiva sem exceção levaram as palavras de Jesus acreditando e ensinando na real presença de Cristo  na Eucaristia. Eu estava assustado.
Então de repente um episódio aconteceu numa noite em um seminário. Um estudante diplomado,John, tinha terminado uma apresentação sobre o Concílio de Trento. O Concílio de Trento, você recorda, era a respostas oficial da Igreja para Martinho Lutero e a Reforma. Em uma hora e meia ele tinha apresentado o Concílio de Trento dentro da luz mais favorável. Ele tinha mostrado quanto os argumentos estavam de fato baseado na Bíblia. Então ele virou o jogo. Os estudantes lhe perguntavam algumas coisas, mas ele disse, “Posso eu fazer primeiro uma pergunta, Professor Hahn?” Você sabe como  Lutero realmente teve dois  slogans, não só a sola fide, mas a sola  scriptura, ou seja: . “Somente a Bíblia” minha pergunta é, onde  a Bíblia ensina isto? “
Eu olhei para ele com um olhar fixo em branco. Eu poderia sentir o suor que vinha a  minha testa, mas eu disse, “John, isso é uma  pergunta boba. Ele olhou para mim e disse, me “Dê  uma resposta boba.” Eu disse, “certo, eu tentarei.”. Eu disse, “Bem, (2 Timóteo 3,16) é a chave: “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça” Ele disse, “Espere um segundo” aqui diz que a Bíblia é  inspirada e lucrativa; não diz que é SÓ a Bíblia. Nós precisamos de outras coisas como oração, e então ele disse, que em (2 Tessalonicenses  2,15), Paulo conta que eles têm que agarrar as  tradições que  Paulo os ensinou por escrito ou através das palavras de  boca. Eu não estava pronto. Eu disse, “Bem, algumas perguntas e respostas; eu lidarei na próxima.”
Eu penso que eles não perceberam o pânico que eu estava por dentro. Quando eu dirigi  para minha casa a noite, eu estava me perguntando, por que eu nunca ouvi aquela pergunta? Por que eu não achei uma resposta? No dia seguinte eu comecei a chamar os teólogos ao redor do país. Eu lhes perguntaria, “Onde a Bíblia ensina a sola Scriptura?  Onde a Bíblia nos ensina que a Bíblia é a única autoridade ? ” Um  homem na verdade disse a mim, isso é uma pergunta boba que vem de você.” Eu disse, “Me dê então” uma resposta boba. Eu estava tendo êxito. Um professor quem eu respeitava, um teólogo de Oxford, disse a mim, “Scott, você não vai achar na Bíblia uma prova para sola Scriptura porque não é  algo que a Bíblia demonstra“.
Outro amigo, um teólogo, me chamou e disse, “Scott, isso que estou ouvindo, é que você está considerando a fé católica? ” Bem, eu realmente não estou considerando a fé católica. “Então eu decidi fazer uma pergunta. Eu disse, “Qual é a coluna e o fundamento da verdade? “ E ele disse, “Scott, para todos nós é a Bíblia.” Eu disse, “Então por que, em (1 Timóteo 3,15) diz que a coluna e o fundamento da verdade é a igreja? “ Ele fiou em silêncio. Eu disse, quantas igrejas dizem ser a coluna e o fundamento da verdade? Eu só sei que a Igreja católica Romana ensina que ela foi  fundada por Cristo; e está ao redor durante 2000 anos e está fazendo algumas  reivindicações estranhas que parecem muito semelhante a (1 Timóteo 3,15).
Bem, neste momento eu não estava seguro. Eu peguei um telefone e chamei, o presidente do seminário onde eu estava ensinando. Steve me pediu para almoçar fora. Quando saímos para o almoço, eu estava muito assustado e inseguro. Ele falou que as minhas classes  iam tão bem, que deixaria  ensinar qualquer curso que eu quisesse. Pagaria até mesmo por um curso de doutorado em teologia. Eu disse, “Onde se faz  um curso desses por perto? “ Ele disse, “Universidade católica.” Eu pensei, “Não, não, não. Eu não quero estudar  lá; eu estou fugindo dessa perspectiva no momento.” Na realidade, ele disse, “Bem,  você oraria sobre isto? “ Eu disse, ” penso que você já  sabe a resposta”.
Quando eu cheguei em casa, Kimberly estava esperando por mim e expliquei a proposta do seminário e que não ia aceitar porque não estava seguro do que eu ensinaria, porque nesse exato momento eu não estava seguro do que a Bíblia estava ensinando. Ela caminhou até mim, e me deu um grande abraço e disse, “Scott nós vamos ter que orar então.” Ela soube o que significou: Significou  a rejeição de um trabalho prospero  como pastor de uma igreja crescente.
De Assistente administrativo para Presidente de Faculdade
Nós não soubemos o que íamos fazer. Depois de muita oração, decidimos que deveríamos mudar para a cidade de onde nós nos encontramos. Quando mudamos, eu solicitei um emprego a vários lugares, mas a faculdade me contratou como um administrador assistente do presidente. Durante dois anos eu trabalhei lá, e me esforçava  bastante durante o dia e a noite sobrava um tempo para pesquisas detalhadas.
Em dois anos eu tinha lido vários livros,  e comecei a ler os teólogos Católicos pela primeira vez e os Estudantes da Bíblia. E eu estava impressionado com as perspicácias deles, eram de acordo com minhas próprias descobertas pessoais, descobertas inovadoras que eu estava assumindo.
Às vezes eu mostrava as obras eruditas para Kimberly e dizia, “Ouça isto, preste bem no autor.” Porque ela era de certo modo uma teóloga, mas estava tão ocupada em cuidar das crianças que não tinha muita energia. Mas ela sentava, enquanto escutava, eu diria, “Quem você pensa que é? “ Ela disse, “fiquei emocionada! Isso parece um de seu  sermões em Virgínia.” Eu disse, “Isso é  o Vaticano II, Isso é a Igreja católica.” Ela disse, “Scott, eu não quero ouvir isso.” Eu disse, “Kimberly, esta matéria-prima sobre  liturgia é tão excitante. Eu não tenho certeza, mas eu penso que Deus poderia ter  nos chamando a se tornar Anglicanos.” Ela olhou em meus olhos, e os seus encheram de lágrimas e  disse, “da igreja Anglicana! “ Ela disse, “eu sou uma presbiteriana, meu pai é um ministro presbiteriano, meu  tio é um ministro presbiteriano, meu marido era um ministro presbiteriano,  meu irmão quer ser um. Eu não quero  ser da igreja Anglicana.”
Eu me lembro que alguns meses depois de ler muito  mais, uma noite eu saí e disse, “Kimberly, eu não estou seguro, mas eu estou  começando a pensar que Deus poderia me estar chamando a se tornar um Católico romano.” Este olhar de desespero aconteceu com ela. Ela disse, não nós não podemos  nos tornar Episcopalianos? Qualquer coisa, menos católico.” Ela começou a orar para alguém salvar o marido dela, algum  professor, algum teólogo, algum amigo.
Viagem direta para o Catolicismo
Finalmente aconteceu. Um dia, Gerry, meu melhor  amigo de seminário, me chamou. Ele era o único estudante, junto comigo, que segurou à velha convicção protestante que o Papa era o anti-Cristo. Ele falou comigo uma noite no telefone. Eu li a ele uma passagem de um livro de Bouyer. Ele disse, “Emocionei, isso é rico  e profundo. Quem escreveu isto? “ Eu disse, “Louis Bouyer.” “Bouyer? eu nunca  ouvi falar dele, o que é ele? “ Eu disse, “O que você quer dizer? “ Bem, ele é um  Metodista? “ Eu disse, “Não”.“Ele é um batista? “ “Não.” “Eu quero dizer é Luterano? O que é ele? ” Eu disse, “Bem,  ele é um Cató—–. ” “Eu sinto muito” Eu disse, “Ele é Cató—-romano  “Espere um segundo, deve haver um erro, Scott. Eu pensei que você disse que ele é católico.” Eu disse, “Gerry,  ele é católico, e eu tenho lido muitos livros católicos.”
De repente eu falei, “eu tenho lido Danielou, Ratzinger, Lubac,Garrigou-Lagrange e Congar, e todos estes sujeitos tem uma riqueza enorme;  você tem que ler também”. Ele disse, “Reduza a velocidade. E continuou, “Scott,  sua alma pode estar em perigo.” Eu disse, “Gerry, possa eu lhe dar uma lista de  títulos? “ Ele disse, lerei, qualquer coisa para o salvar deste tipo de armadilha. E eu lhe dei estes títulos.” Eu disse, “Gerry, eu li todos,  separe um deles, pelo menos uma ou duas vezes”. E eu enviei isto a ele.
Depois, de um mês nós conversamos um longo tempo por telefone.   Bem, isto foi  por três ou quatro meses. Nós falaríamos por telefone, duas, três, às vezes quatro horas discutindo, teologia e Bíblia até três ou quatro pela manhã. Uma noite minha esposa sentou na cama e disse, “Como vai? “Me fale sobre isto. Eu disse, “Gerry ficou perplexo com a verdade Bíblica e o avanço da Igreja católica”. Eu não pude ver ela enfrentar isso, mas eu  pude ver sua face no travesseiro  começando a chorar.
Em pouco tempo Gerry me chamou e disse, escute, eu estou um pouco assustado. Meus amigos também estão assustados. Nós realmente deveríamos levar isto a sério. Eu falei com John Gerstner, um teólogo Presbiteriano, anti-católico, para uma reunião de seis horas, para um estudo aprofundado, começando pelo Velho Testamento em hebraico, o Novo Testamento em grego,  e documentos da história da Igreja. Ao término de seis horas,  Gerry descobrimos que a Igreja católica nem mesmo tem necessidade de uma defesa. Ela  está mais como um leão. Nós apresentamos os ensinos da Igreja  no contexto Bíblico, e ele não tinha respondido nenhuma de nossas perguntas ou objeções.
Enquanto isso, eu enviei uma aplicação para Universidade de Marquette  porque eu tinha ouvido que tinham alguns teólogos excelentes. Fui aceito, e consegui uma bolsa de estudos, comecei a visitar alguns padres na área. Nenhum deles quis discutir minhas perguntas. Um deles na verdade disse, “você está pensando em converter-se para o Catolicismo? Não, você não quer fazer isso. Desde o Vaticano II nós desencorajamos isso. A melhor coisa que você pode fazer para a Igreja é ser um bom ministro presbiteriano.”
Três ou quatro encontros assim fiquei sem entender. Eu compartilhei isto com Kimberly. Ela disse, “Você tem que ir a uma Escola católica onde você pode estudar em tempo integral, onde você pode ter certeza que acredita na Igreja católica.” Assim depois de muito  oração e preparação, nós nos mudamos para Milwaukee onde eu estudei dois anos de tempo integral no programa doutoral deles.
Esses dois anos eram os anos mais ricos de estudo que eu já tinha experimentado e o tempo mais rico de oração. Eu me achei dentro de alguns seminários, entretanto, onde eu era de fato o solitário protestante. Eu realmente desfrutei o tempo. Mas aconteceu duas coisas no caminho.
Primeiro, eu comecei a pedir um rosário. Eu estava muito assustado, mas procedi a rezar, e como rezei. Comecei a entender então os Católicos. Logo veio em minha mente, que eu era uma criança de Deus. Eu não tinha somente Deus como Pai e Cristo como meu  irmão; mas eu tinha também uma Mãe.
Um amigo meu que tinha ouvido que eu estava passando para a igreja católica me chamou um dia e disse: “Você adora a Maria como esses  Católicos fazem? “ Eu disse,“Eles não adoram a Maria; eles honram a Maria.” “Bem, qual é a diferença? ” Eu disse, me Deixe explicar. Quando Cristo  aceitou o chamada do Pai para se tornar um homem, Ele aceitou a  responsabilidade para obedecer a lei, a lei moral na qual é resumida os  Dez Mandamentos. Há um mandamento que diz, Honra seu pai e mãe. eu disse, “Chris, no hebreu original, aquela palavra “honra”,  kaboda, palavra hebréia pretende glorificar, dar qualquer glória e  honre você seu pai e mãe. Cristo cumpriu aquela lei  mais perfeitamente que qualquer humano dando a glória dele honrando a Mãe. Tudo que nós fazemos no rosário, Chris, é imitar Cristo que honra a Sua Mãe com a glória dele. Nós a honramos com a glória de Cristo.
A segunda coisa que aconteceu foi quando fui a capela. Sentei na parte de trás, e era um observador. Então um sino tocou e todos eles se levantaram e a Missa começou. Eu nunca tinha visto isto antes.
A Liturgia da Palavra era rica. Eles leram a Bíblia, mais do que eu pensei. Então a Liturgia da Eucaristia começou. Eu assisti e escutei  como o padre pronunciou as palavras de consagração. E eu confesso, a última gota de dúvida escoou fora naquele momento.  Eu olhei e disse, “Meu Deus meu Deus.” Como as pessoas começaram a ir  adiante para receber a comunhão, eu fiquei alegre e o Senhor entrou em meu coração.  O Senhor é Deus e meu Salvador pessoal , mas agora eu penso que o Senhor quer vir em meu corpo como também em minha alma  até que esta comunhão esteja completa.
O próximo dia que eu estava de volta,  e o próximo, e o próximo. Eu não pude contar a ninguém. Eu não pude contar a minha esposa. Mas em duas ou três semanas eu estava com a cabeça erguida e sempre dizendo em meu íntimo, ame o Cristo na Real Presença, no Santíssimo Sacramento.
Então um dia Gerry me chamou no telefone. Ele tinha lido centenas de livros. Ele chamou para anunciar, “Leslie e eu decidimos tornar católicos na Páscoa de 1986. “Depois que desliguei o telefone, eu disse, “Kimberly, você nunca vai  adivinhar o que Gerry e Leslie estão planejando fazer.” “O que?” Eles vão se tornar  Católicos na Páscoa de 1986. “
Eu soube que Kimberly me amou bastante e nunca me permitiu desobedecer meu Deus e Salvador. Ela disse, “eu rezarei aproximadamente, mas eu tenho que lhe falar, eu me sinto traída. Eu me sinto abandonada. Eu nunca me senti tão só em minha vida. Todos meus sonhos estão morrendo por causa disto.” Mas ela rezou, e Deus a abençoou, ela voltou e  disse, “Esta é a coisa mais dolorosa em minha vida, em nosso matrimônio, mas eu penso que  é o que Deus quer que eu faça.”
Na vigília da Páscoa de 1986, ela me acompanhou para a  Missa de vigília, que até este momento, eu já tinha recebido o batismo, primeira comunhão, Confirmação. Quando eu voltei eu estava chorando,  e eu pus meu braço ao redor do dela e nós começamos a rezar. Deus disse a mim, “Olhe, eu não lhe estou pedindo que se torne um católico apesar de seu amor por  Kimberly, porque eu a amo mais que você”.
Nós tivemos um terceiro bebê, Hannah. Quando Hannah foi concebida, eu estava  realmente assustado. Assustado por muitos razões mas nunca tão assustado como numa   manhã de domingo quando Kimberly estava grávida de cinco meses. Estávamos na Igreja dela e na última estrofe do último hino, ela se levantou e virou para mim. Ela estava branca como um fantasma e disse, “eu não me sinto bem.” Ela se sentou e se deitou,e  não soube o que fazer, corri para um telefone público, e estava em um pânico mas logo veio a ajuda e ela entrou no carro e fomos para o hospital e a vida de Kimberly,  e o bebê foram poupadas, e Hannah nasceu.
Eu há pouco tive o senso que estávamos mais íntimos de Deus para o nosso matrimônio, pois antes de Hannah nascer Kimberly  me disse, “eu não estou segura  mas acho que Deus está me dizendo que Hannah vai ser um  criança de reconciliação. Eu não estava seguro do que isso significaria.” Nós abraçamos e começamos a rezar sobre isto.
Depois que Hannah nasceu, Kimberly me chamou. Ela disse, “penso que Deus quer que eu tenha a Hannah batizado dentro  da Igreja católica.” Eu disse, o que?  Ela disse, “eu não estou segura mas sim.” e nós passamos pela liturgia do batismo. Como resultado desta celebração litúrgica do batismo, ela  fotografou a liturgia batismal e enviou à família e  amigos. Mas ela ainda não estava pronta para entrar nestes debates. Ela começou  ler e rezar.
Viagem para o Vaticano em Roma
Em  Janeiro meu sogro me convidou a se juntar a ele e um grupo de pessoas que estavam trabalhando contra a pornografia que se espalhava pela  Europa oriental. Nesta viagem, iríamos também  ao Vaticano para uma reunião e uma privada  audiência com o Papa João Paulo II. Meu sogro, presbiteriano auxiliar, me perguntou se eu queria conhecer o Papa Eu disse, “Sim.” Assim no final de janeiro, além de ter podido se reunir com o Papa também fui convidado  o acompanhar na capela privada dele em uma sexta-feira e participar da Missa matutina às 7:00 da manhã onde fiquei alguns metros dele. Você poderia ouvir  ele que reza com a cabeça dele nas mãos dele, levando o peso do  Igreja com todos seus fardos no coração dele.
Como ele celebrou os Mistérios da Santa Missa, eu prometi para mim mesmo de participar profundamente na Missa, compartilhar com meus irmãos e irmãs, e agradecer a Cristo que nos deu uma incrível família, agradecer a Santíssima Virgem Maria por ser nossa Mãe espiritual, ao Papa, João Paulo II por ser um guia e um pai espiritual que nos conduz ao Pai divino, agradecer aos santos que são nossos irmãos e são a família de Deus.
“A Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1 Tim 3,15)
“Todo aquele que divide Jesus é um anti-cristo” (1 Jo 4,3)
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