Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

27 de ago. de 2012

* Entenda por que os católicos NÃO SÃO – e nunca serão – protestantes.


Lutero. Tudo começou com ele.
Lutero. Tudo começou com ele.
V. de Carvalho com a colaboração de B. Carvalho/Dani Silva, A. Silva e Claudio Maria
Repudiamos ofensas contra a honra e dignidade das pessoas.
Somos favoráveis ao amplo debate religioso e à liberdade de escolha de crenças e fé que pareçam mais adequados a cada homem ou mulher.
Defendemos a liberdade religiosa e condenamos qualquer tipo de perseguição ou preconceito contra crença ou religião de quem quer que seja. Limitamos o debate às questões de fé e doutrina tão e somente.
***
Chama a atenção de qualquer pessoa a aversão que grande parte dos protestantes nutre pela Igreja Católica. Bons e maus têm seguidores ou simpatizantes por todos os lados. As ideias mais inaceitáveis encontram adeptos e defensores em todo o canto. Por exemplo, nota-se em tempos de eleições todo o tipo de ideia ou ideologia. As propostas mais estranhas são aceitas ao menos por pequena parte do eleitorado. Dependendo do cargo que se pretende ocupar e da quantidade de votos necessários para eleição de determinado candidato, pode-se colocar no poder a partir de meros 50.000 votos ou menos, alguém com ideias contestadas as vezes por milhões de pessoas.

No entanto, contrariando a tendência natural do ser humano pela pluralidade, quando o assunto é a Igreja Católica, apenas com algumas raras exceções, percebemos nitidamente a aversão e ideias pré concebidas por parte dos irmãos protestantes.
Todos são maus no catolicismo? Não há e nunca houve um sacerdote justo ? Não há uma só doutrina ou dogma católicos que estejam certos?
Ora, se a máxima protestante estiver correta de que placa de igreja não salva ninguém, também estará correta a afirmação de que placa de igreja não condena ninguém. Então por que tão grande hostilidade se é o protestante quem diz que placa de igreja nada garante e consequentemente assume que esta mesma placa não pode condenar?
O protestante vive uma angústia infernal. E por que ? O protestante estabeleceu para si próprio o princípio Sola Scriptura: tudo tem de ser explicado pela Bíblia. Entretanto, o protestante admite e com razão que a Bíblia é a palavra infalível de DEUS. Sendo assim, uma vez que a palavra de DEUS é infalível, não se pode admitir que duas pessoas interpretem de modos diferentes o mesmo texto bíblico.
É exatamente este um dos telhados de vidro do protestantismo. Não há protestante que concorde com outro protestante integralmente em matéria de fé e doutrina. E todo se dizem certos. E todos dizem que foram inspirados pelo Espírito Santo.
Sinceramente, acreditamos que muitos protestantes abraçaram o protestantismo por boa-fé e estes mesmos agem com sinceridade diante de DEUS. Para estes, é evidente que uma angústia perturbadora lhes assalta a todo o momento. No caso das seitas e de seus falsos pregadores não se deve falar em angústia ou receios, já que para estes o evangelho e Jesus são apenas meios de se ganhar dinheiro. Eles mesmo não acreditam no que pregam.
Estamos falando para os protestantes sérios e comprometidos com o cristianismo e que por questão de justiça somos forçados a dizer que repudiam e contestam as inovações e modismos introduzidos pelos falsos mestres. Um bom número de protestantes se posiciona de forma firme contra as novidades e blasfêmias introduzidas no meio cristão pelos inúmeros falsos profetas que andam por aí.
Pois bem. Se um e outro protestante não concordam em matéria de fé e doutrina, é certo que pelo menos um deles está errado. E quem está errado, portanto, fazendo diferente do que ensina a Bíblia que é a palavra de DEUS infalível, por certo estaria praticando heresia na visão do outro protestante que lhe faz oposição. Não por acaso, não há protestante que não tenha sido acusado de heresia por outro protestante e não há protestante que não acuse outros de heresias.
Surge a agonia infernal que deveria preocupar cada protestante: nem todos estão interpretando as escrituras sagradas corretamente. Como então resolver o problema ?
Se é certo que Jesus só tem uma opinião firme e verdadeira para cada tema e se é certo que ele não muda jamais, como conciliar doutrinas tão divergentes entre si de modo que todos os protestantes sintam-se seguros quanto a salvação ?
Duas situações dão ao protestante a falsa segurança de que sua eventual heresia não lhe condenará ao inferno.
1º situação: A primeira é a salvação garantida. Quem aceita Jesus está salvo e já não importa o tipo de cristianismo ou o Jesus no qual se acredita. Levantou o dedo e fez o favor de “aceitar” Jesus já está salvo. E a maioria diz ainda que salvação garantida não pode ser perdida.
Ou seja, assim como Lutero que disse que o homem deveria pecar o máximo possível que ainda assim seria salvo pela fé, o protestante acredita que tendo “aceitado” Jesus, suas eventuais heresias não serão levadas em conta e neste caso a salvação obtida a partir do “aceita Jesus” é algo que não pode ser perdido ainda que posteriormente ele se torne um herege formal.
Surge porém um problema com esta teoria. Se estão todos salvos e salvação não pode ser perdida, podemos afirmar que pastores, pregações, leitura bíblica, dízimos, DVDs, CDs, música Gospel e mesmo igrejas protestantes são irrelevantes. Se todos estão salvos, por que fazer cultos para quem já está salvo e sendo que tal salvação nem mesmo pode ser perdida ? Esta é a heresia da predestinação de Calvino que levou as idéias de Lutero até as últimas consequencias.
Por que pagar dízimos ? Por que leitura da Bíblia ? Por que pregações ? Se todos estão salvos e salvação não pode ser perdida, nem mesmo igrejas protestantes são necessárias. Por que cultos e pregações para pessoas que já estão salvas e pessoas que teoricamente não precisam de pastores ou igrejas já que contam com a “assistência” do Espírito Santo na leitura bíblica de modo que podem interpretar as sagradas escrituras e podem conhecer a sã doutrina ? O protestante não explica e pouco lhe importa que a doutrina da salvação garantida não faça sentido algum.
Para resolver esta nova angústia, pois qualquer pessoa de bom senso pode concluir que a salvação não é algo automático e imutável, mas depende de nossas ações e perseverança, uma outra situação de certo modo recobra a “paz” do protestante quanto a salvação:
2º situação: O outro critério usado pelo protestantismo para trazer segurança aos seus filhos quanto a salvação foi nutrir aversão pela Igreja Católica. Combate-se um inimigo imaginário e que deve ser enfrentado por todos. Este suposto inimigo seria o maior herege de todos. Culpado por tudo. Já tem gente culpando a Igreja Católica pelas atuais divisões das divisões no protestantismo…
Assim, quando o Senhor lhes cobrar as doutrinas estranhas ao evangelho que eles pregaram, certamente dirão que combateram os maiores hereges ou o maior fabricante de heresias que já existiu!
As doutrinas protestantes alimentam-se basicamente do anti catolicismo. Os regimes totalitários utilizam-se deste expediente, criando inimigos imaginários que devem ser combatidos e que servem como cortinas de fumaça para que ninguém tenha que enfrentar os seus próprios desmandos e equívocos.
Uns elegem determinadas nações como inimigos. Outros elegem a imprensa, uns acusam os governos ou a ONU e muitos outros elegeram o papa ou a Igreja Católica como principais inimigos.
Seria natural que muitos protestantes ou evangélicos, como são conhecidos no Brasil, chamassem os católicos de irmãos em Cristo quando entre eles várias afinidades são evidenciadas. Seria natural que evangélicos defendessem católicos quando estes se destacam por iniciativas ou ações. Seria lícito esperarmos apoio para eventuais discursos de sacerdotes em defesa de princípios cristãos comuns ou na defesa da fé.
Mas, nada disto ocorre. Se um católico confessa Jesus Cristo como Senhor, lá vem uma crítica por causa de um pronome ou uma vírgula usada. Se temos procissão somos idólatras. Se batemos palmas não temos respeito. Se não batemos palmas somos frios. Se tem celibato, deveríamos casar. E assim por diante. Mesmo nas críticas, um grupo de evangélicos acusa a igreja de ter modificado a doutrina. Então vem outro grupo e acusa a Igreja Católica de ser dogmática, arcaica e que nunca se moderniza. Nem nas críticas os protestantes conseguem consenso.
Escândalos ou erros de sacerdotes católicos 500 anos atrás causam maior indignação aos evangélicos do que um fato ainda mais grave praticado por um dos seus pares no presente. Isto é estranho ! O protestante nos aponta o dedo e nos diz que somos ímpios. Ora, se somos ímpios, seria mais natural que pecássemos. E sendo eles o “Povo de DEUS”, não seria natural que fossem mais intolerantes com seus próprios erros ?
Mas não é assim que funciona. Um católico 600 anos atrás que tenha cometido crimes é lembrado rotineiramente e todos os católicos atuais parecem ter que pagar pela infâmia ou escândalo causado séculos atrás. Entretanto, quando o evangélico se depara com escândalos e desmandos em seu próprio meio, muitos se ocupam de defender o indefensável, enquanto outros tratam com desprezo e descaso as ocorrências de tais abusos ou desvios.
Mais estranho ainda é o fato de que na Igreja Católica nunca se defendeu que não há pecadores entre nós. Pelo contrário. A inerrância da Igreja refere-se as questões de fé, moral e doutrina. Nunca foi dito que filhos da Igreja estão imunes ao pecado.
Quanto aos escândalos, o próprio Jesus nos adverte que cuidaria daqueles através dos quais os escândalos são introduzidos. Na prática Jesus está nos dizendo que sempre se encarregaria de purificar sua igreja. Quem torna Lutero “indispensável” em verdade não creu na promessa de Jesus.
O fato é que não compreendendo a diferença entre infalibilidade e “impecabilidade” os protestantes criaram igrejas que supostamente não deveriam ter pecadores. Evidente que tal situação não foi possível. Isto eles já descobriram. Lutero não demorou a concluir.
Falta coragem de assumir que além de edificar igrejas com pecadores, agora os protestantes já não contam com o dom da infalibilidade que é reservado exclusivamente à Igreja Católica e APOSTÓLICA, a única que Jesus Cristo instituiu e disto o protestante-evangélico-crente não poderá fugir, já que admite e confessa que suas igrejas foram fundadas por homens. Por exclusão, se há uma igreja divina esta não pode ser protestante. E se a Igreja de Jesus não fosse católica, mas fundada por homens, então pelo menos também teríamos o direito de interpretar como os protestantes, alegando ainda que fomos inspirados pelo Espírito Santo em nossas interpretações privadas.
Não por acaso, as heresias vistas em larga escala no meio cristão são patrocinadas exclusivamente pelo protestantismo. Unção da galinha, unção do cachorro, unção do zoológico, unção do chifre, unção da meia, unção do helicóptero, unção da vaca, batismo em parque de diversões, teologia da prosperidade, pregação pelo aborto, pregação pelo divórcio, unção do riso, regressão ao útero materno, unção da vassoura, transferência de unção, descarrego, fogueiras santas, desafios financeiros e tantas outras que demandariam um texto ainda maior. Já tem gente até dizendo que ajudar os pobres desvia recursos da “igreja”. Que horror !!!
Ora, Jesus disse que devemos temer mais aqueles que matam a alma do que aqueles que matam o corpo. Em outras palavras, as heresias podem ser mais nocivas do que os erros comuns a todos os homens. Que situação conflitante vive o cristão que nega a Igreja Apostólica e Católica! Sua auto suficiência não lhe permite retroceder. Desesperados, precisaram construir um inimigo maior e supostamente mais herege. E para não ter surpresas, nada melhor do que um conceito que “garante” salvação. Por via das dúvidas, melhor ainda é fazer desta salvação um tesouro que não pode ser perdido e que seja independente do cristianismo que se pratica ou do Jesus que cada um segue.
Dois protestantes e um católico estão conversando. O primeiro protestante se diz favorável ao aborto. O segundo se diz contrário. O católico que participa da conversa concorda com este segundo protestante que é contrário ao aborto. Qual a dupla entre os três que citamos que se auto denominará como “irmãos” em Cristo ? Resposta: Os dois protestantes, ainda que absurdamente divergentes entre si e ainda que um deles se afine em termos de doutrina mais com o católico do que com o outro protestante.
O dedicado e comprometido protestante não compreende que ele vive um ciclo vicioso e viciado. Vicioso porque se repete. Viciado porque todos cometem os mesmos erros. Se o protestante defende a livre interpretação da Bíblia terá que conviver com os ignorantes e os maus que se utilizam da Palavra de DEUS para proveito próprio.
Pensa este protestante que o meio de evitar as heresias e deformações seja o estudo bíblico mais aprofundado. Tem gente clamando por um vigoroso e generalizado estudo bíblico no meio protestante como forma de combater as heresias. Engana-se este evangélico de boa-fé. Quanto mais estudo e teologia sem o alicerce de um magistério confiável, mais e mais a cada dia surgirão novos pseudo mestres e “sábios” que eventualmente condenarão até mesmo os bons professores e estes novos “sábios” fundarão novas seitas que produzirão novos “estudiosos” que, seguindo os passos dos primeiros também se dividirão e introduzirão novas heresias. E o ciclo se repete ininterruptamente.
Todo aquele que estuda a Bíblia fora da orientação das autoridades legítimas constituídas pelo Senhor Jesus acaba pensando saber mais do que os outros. Quanto mais “sábio”, mais se pretende ensinar e menos se pretende aprender.
Um aluno de escola regular estuda história sob a tutela do professor. Ele não pode mudar a seu bel prazer os fatos ocorridos e alterar a ordem dos acontecimentos ou as personagens envolvidas. O professor está presente para lhe corrigir e restabelecer a verdade para que os demais não sejam contaminados pelos enganos daquele aluno.
Sem magistério confiável que define todas as coisas, cada qual está por conta própria e tudo fica ainda pior quando todos se dizem inspirados pelo Espírito Santo, o que dá “certeza” a cada intérprete de que sua doutrina é a doutrina correta.
Por outro lado, constituir um magistério que defina todas as coisas aniquilaria o próprio protestantismo que pretendia, segundo seus adeptos, promover a liberdade na interpretação da Bíblia e o rompimento com submissão de qualquer espécie, em especial a submissão à Igreja de Roma e ao Santo Padre.
O protestantismo não tem saída. Não há como evitar o progresso em larga escala de maus pregadores, hereges e seitas de toda ordem.
O genial e santíssimo São Tomás de Aquino, Doutor da Igreja disse e o disse bem: “Espero nunca ter ensinado nenhuma verdade que não tenha aprendido de Vós. Se, por ignorância, fiz o contrário, revogo tudo e submeto todos meus escritos ao julgamento da Santa Igreja Romana
Em contraste com a humildade do sábio, santo e doutor católico, disse o orgulhoso e soberbo Martinho Lutero pai de todas as seitas e evangélicos: “Quem não crê como eu está destinado ao inferno. O meu juízo e o juízo de DEUS são a mesma coisa.”
Cada protestante é uma espécie de super Papa infalível para si mesmo. Sua leitura bíblica é sempre superior à leitura bíblica alheia. Apenas os mais acomodados que não desenvolvem o hábito da leitura bíblica é que irão permanecer seguindo pregadores e denominações. E isto é desastroso, pois muitas vezes nos deparamos com ignorantes guiando ignorantes, não importa a boa intenção que tenham. Cria-se assim uma grande confusão e o cristianismo vira uma babel.
Por outro lado, aqueles mais preparados e mais estudiosos logo descobrirão que “sabem mais” do que seus mestres e professores. Estes mesmos farão críticas aos seus próprios pares e definirão por conta própria quem pratica ou não heresias.
A Bíblia nos ensina que as escrituras devem ser examinadas por serem úteis. Exame porém não significa interpretação. Erram os que não examinam a Bíblia. Tornam-se ignorantes e sujeitos a toda a sorte de novidades e ventos de doutrinas. Erram os que ao invés de examinarem resolvem interpretá-la por conta própria. Tornam-se mestres de si próprios, sábios aos seus próprios olhos e juízes de tudo e de todos.
A Igreja é coluna e sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Assim, o próprio texto bíblico confirma a autoridade da Igreja sobre as Escrituras. Afinal de contas não foi a Igreja constituída pela Bíblia, mas a Bíblia apresentada ao homem pela Igreja.
Não por acaso o texto bíblico recomenda que toda Escritura é útil para o aprendizado. Em outras palavras, útil significa auxílio. Confundir utilidade com suficiência é confirmar que todo e qualquer homem pode livremente interpretar a Bíblia e assim não há como condenar heresia alheia se não há antes um magistério confiável que defina previamente o que é heresia.
Ao invés de atender a determinação bíblica de que a fé vem pelo ouvir, a fé do protestante acaba vindo pela sua própria leitura privada da Bíblia.
Quem é o ser humano que deseja ouvir e aprender de outro aquilo que ele julga que pode entender por si próprio ?
Assim, a fé do protestante em Jesus é a fé que cada um entendeu sobre Jesus através de sua leitura bíblica particular. Se por vezes homens mais preparados e estudiosos conseguem aproximar-se da doutrina do Jesus verdadeiro, muitos outros acabam “crendo” em um Jesus que não existe, mas fabricado a partir de conclusões decorrentes da leitura particular de cada um. E este Jesus que se opõe ao Jesus da Bíblia e que cada qual entendeu a partir de sua própria leitura particular da Bíblia, é que será ensinado aos homens que não conhecem o evangelho, e no Brasil, particularmente será ensinado aos católicos que não conhecem a fé que pensam praticar.
Ora, a contradição já se inicia na própria pregação de um protestante para qualquer homem ou mulher. Como pretende o protestante convencer quem quer que seja, se antes mesmo de qualquer coisa quem lhe ouve deve crer que DEUS não constituiu a Igreja como coluna e sustentáculo da verdade e nem concedeu a homem algum o dom da infalibilidade ?
A angústia infernal da contradição se dá ainda em última análise a partir do princípio criado pelo protestantismo e ao qual cada protestante está obrigado: o próprio Sola Scriptura “Só a Bíblia”. Ora, somos julgados pelos critérios que estabelecemos para os outros. Se somos misericordiosos, havemos de alcançar misericórdia de DEUS. Mas se somos rígidos, inflexíveis e intolerantes, estamos sujeitos ao julgamento de DEUS na mesma medida.
Quem se obrigou ao “Só a Bíblia” não fomos nós católicos. Não somos seguidores de Lutero. Escutamos a Igreja. O “Só a Bíblia” é um critério protestante, criado por reformadores protestantes e para seus seguidores crentes, evangélicos e protestantes.
Curiosamente, nossos dogmas, costumes de fé e doutrinas são cobradas pelos irmãos a partir do critério que deveria valer somente para eles. E eles próprios não se dão conta de que o “Só a Bíblia” lhes condena, porquanto não havendo concordância no que se refere às questões de fé e doutrina, é óbvio que muitos estão saindo da Bíblia que deveria ser seguida por todos e pela qual todos, sem exceção, estão obrigados.
Quem cobra “Só a Bíblia” e nada além dela e concorda que a Bíblia é a palavra infalível de DEUS, obrigou-se ao princípio que pretende impor aos demais.
Quem é o cristão que gritando “Só a Bíblia” poderá desculpar-se por doutrina anti bíblica que tenha pregado ?
Quem é o cristão que gritando “Só a Bíblia” e dizendo-se inspirado pelo Espírito Santo em sua leitura bíblica poderá dizer que não entendeu o que leu ?
Como é seguro ser católico né ? Se fosse possível que a Igreja Católica cometesse erros em matéria de fé e doutrina, ainda assim poderíamos dizer a Jesus que fizemos o que estava nas escrituras e assim não interpretamos a Bíblia porque segundo Pedro nenhuma interpretação é de caráter particular. E poderíamos dizer que acreditamos na Bíblia porque a Igreja Católica nos disse que era para crermos. E também poderemos dizer a Jesus que não confiamos na nossa leitura bíblica, porquanto a mesma Bíblia, em Timóteo, nos ensina que a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade. Podemos dizer que deixamos exclusivamente para a Igreja a tarefa de interpretar corretamente as escrituras e nos ensinar como ensinou ao eunuco (At 8, 30,31)e a milhões de convertidos por 2012 anos. E poderemos falar ainda que escutamos o conselho de São Paulo e guardamos as tradições que nos foram transmitidas por escrito ou não. E podemos acrescentar que aprendemos estas tradições com a Igreja. Podemos até dizer que confiamos em Pedro por causa das palavras de Jesus para que ele apascentasse as ovelhas e confirmasse seus irmãos na fé.
Se fosse possível erros na doutrina católica, nós católicos ainda poderíamos culpar a Igreja, São Paulo ou ao Papa. Quem sabe poderíamos ouvir: “Pai, perdoe aos católicos. Eles são leigos e não sabiam o que estavam fazendo.”
Ora, alguém perguntou a Jesus se ele era o filho de DEUS. Ele disse: “Tu o dissestes.” São nossos irmãos separados que dão testemunho de nós quando nos chamam de seguidores de papas ou quando nos dizem que nós não devemos considerar placa de igreja ou que o nome “Igreja Católica” não está na Bíblia.
São os protestantes que reafirmam nossa crença nos santos declarados pela Santa Igreja. São eles que testemunham que aceitamos a Bem Aventurança de Maria. São eles que testemunham sobre nós no que se refere ao batismo, purgatório, sacramentos e Eucaristia. São os protestantes que testemunham sobre a confissão dos pecados ao sacerdote praticada no catolicismo. Em última análise, são os protestantes que dão testemunho que somos ensinados pela Igreja. São eles que nos dizem que pertencemos à Igreja Católica. São eles que testemunham sobre nossa fidelidade a Pedro.
E o protestante que tudo sabe a partir de sua própria leitura bíblica “inspirada” pelo Espírito Santo e que está obrigado ao critério “Só a Bíblia” ? O que poderá dizer em sua defesa se era “conhecedor” de todas as coisas, capaz inclusive de apontar a heresia alheia e a trave nos olhos dos outros?
Diante do conflito angustiante ao qual cada cristão protestante está sujeito a partir das escolhas que fez, nada melhor para lhe trazer uma falsa segurança do que acreditar na salvação garantida a partir do “aceita Jesus” e a eleição de um inimigo comum e “destrutivo” que deve ser vencido e que representa a maior de todas as heresias, a Babilônia, o trono do anticristo, um herege idólatra imperdoável.
Nós católicos devemos dar graças ao Senhor pelo seu imenso amor. Conhecendo nossas fraquezas, nossas imperfeições, mazelas, soberba, arrogância, não fomos abandonados à nossa própria sorte ou aos nossos julgamentos parciais e imprecisos. Mas o amor de DEUS pela humanidade excedeu todo entendimento. Depois de nos dar o salvador perpétuo e perfeito, ele instituiu o corpo místico do nosso Senhor Jesus Cristo que é a Igreja de modo que assim se cumpra a promessa do salvador: “Eis que estarei convosco até o fim dos tempos”.
Infelizmente muitos não creram nesta promessa e elegeram Lutero, Calvino, entre outros, como “mestres” e “sábios” a serem seguidos.
A igreja inerrante tudo nos ensina e constitui-se em caminho seguro para nossa santificação rumo à pátria celeste. Já não somos nós que devemos descobrir por conta própria e a partir de nossa leitura bíblica privada a igreja que devemos integrar e amar, as doutrinas que devemos seguir e repudiar, e, nem mesmo precisamos decidir quem é ou não herege ou quem vai ou não para o céu.
O Cristo nos salva. A Igreja nos ensina. O espírito nos santifica. E o Pai julga todas as coisas.
E ainda ganhamos Maria como caminho mais reto e seguro para Cristo. Ela mesmo diz: “Fazei tudo que ele vos disser.”
Diferente dos evangélicos protestantes que repudiam Maria, façamos como João que atendendo ao pedido de Jesus levou Maria para casa. Façamos ainda como Isabel e fiquemos cheios do Espírito Santo ao ouvir o nome de Maria. Tenhamos o comportamento de João Batista e estremeçamos de alegria com a visita da Virgem Santíssima. Façamos como o anjo do Altíssimo e soberano DEUS e digamos em alto e bom som: “Ave Maria”.
E ainda temos os exemplos de nossos santos que dão testemunho do poder do DEUS vivo que é capaz de transformar toda e qualquer criatura humana. Negar que alguém possa ser santo é duvidar que o autor de toda a santidade é capaz de produzir obras perfeitas. Ele mesmo diz: “Sem mim nada podeis fazer.” Quem é santo, é santo por causa de Jesus Cristo. Negar tal verdade é duvidar do poder sem limites de Nosso Senhor Jesus Cristo. Que amor sem medidas do Altíssimo DEUS pela humanidade!
Infelizmente, o protestante está amarrado ao critério que criou para si próprio. Nada melhor do que impor aos católicos o “Leia Bíblia” para se auto convencer que existem outros interpretando de forma ainda mais equivocada do que ele próprio.
Ao contrário da aversão quase que unânime dos protestantes em relação a Igreja Católica e APOSTÓLICA, nossa igreja, a única e verdadeira Igreja de Cristo, nos ensina que nem mesmo estamos autorizados a culpá-los pela divisão do corpo de Cristo ocorrida 500 anos atrás. Somente a Igreja, coluna e sustentáculo da verdade, é que pode definir o que é heresia ou quem é herege.
Nos ensina a Igreja Católica que é justo chamarmos de cristãos nossos irmãos separados que confessam o DEUS uno e trino, e Jesus Cristo como Senhor e nosso único salvador.
Ao contrário dos protestantes que exigem novo batismo para ex católicos, nossa Igreja acata a maior parte dos batismos produzidos nas denominações protestantes, porquanto ninguém pode dizer que Jesus Cristo é senhor se não pela ação do Espírito Santo. Assim, a Igreja não se faz maior do que seu senhor. Acaso é o servo maior do que o mestre ?
Pelos frutos, podemos conhecer a árvore. Para quem não tiver medo da verdade não será difícil descobrir onde se encontram em plenitude todos os meios de salvação.
Para os católicos vacilantes, lembramos as palavras de Jesus que nos ensinam que a porta é estreita. Desconfiem daqueles que dizem que não precisam de papa ou que não precisam de Igreja. Estes mesmos que desprezam os sacramentos, a confissão de seus pecados ao sacerdote e que pensam que basta levantar o dedo e aceitar Jesus que já estão salvos. Não é tão fácil assim chegar ao céu. As vidas dos santos, mártires e verdadeiros apóstolos de Cristo confirmam que nunca foi fácil o caminho da salvação.
Desconfiem ainda daqueles que pregam um Jesus triunfalista quando o próprio Senhor nos advertiu que no mundo teríamos tribulações.
A verdadeira igreja de Cristo cuida das almas de seus fiéis. Ministra sacramentos, confissão, indulgências e estimula as boas obras. A verdadeira Igreja trabalha pela santificação das almas e para que se cumpra: “…que nenhum de nós se perca.”
A cada protestante perguntamos como é possível ter certeza do seu próprio acerto e do erro alheio, se um outro protestante com a mesma Bíblia lê, interpreta e faz tudo diferente daquele que julga estar certo ? Ambos entendem que estão certos e um discorda do outro. Tal é a angústia da contradição.
Constituir um inimigo comum e repetir aos quatro ventos a certeza da sua salvação pessoal são questões nas quais o evangélico protestante precisa acreditar desesperadamente. Do contrário, viverá uma permanente angústia infernal e a incerteza completa sobre o que é ou não agradável aos olhos do Senhor. Crer na salvação garantida já não é um ponto de vista teológico, mas uma questão de sobrevivência para o protestantismo.
Ratificamos que todos sem exceção devem fazer suas escolhas livres de quaisquer embaraços e acreditamos que todo homem ou mulher devem aderia a crença ou fé que lhes pareçam mais adequadas.
A paz do Senhor Jesus Cristo esteja convosco.

Igreja Mundial vende por R$ 91 fronha milagrosa dos sonhos


 O pastor Valdemiro Santiago está vendendo por R$ 91 em programas de emissoras de TV e nos templos de sua igreja, a Mundial, fronha milagrosa dos sonhos, para o fiel colocar no travesseiro de drogado, desempregado ou de enfermos. O pagamento é por meio de depósito na conta da Igreja. A entrega é feita pelos Correios.
O valor é uma referência ao Salmo 91, que, entre outras coisas, diz: “Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia”.
O preço do Valdemiro está bem acima do cobrado pelo mercado. Para se ter ideia, o site do Magazine Luiza está oferecendo uma fronha avulsa branca 100% algodão de 70 cm por 50 por R$ 5,73.
A arrecadação da fronha milagrosa  — segundo o chefe da Mundial — se destina à “obra de Deus”, que é a construção no Rio da Cidade Mundial, ancorada em 91 colunas.
Valdemiro tem aconselhado a quem “não tem conseguido dormir por causa de problemas e dificuldades” a comprar mais de uma fronha. Um programa da Mundial apresentou um fiel que teria comprado R$ 1.500 em "fronhas consagradas no altar" .
É a primeira vez que Valdemiro usa fronha para tirar dinheiro dos fiéis. Na prateleira de produtos milagrosos da Mundial já teve ou ainda tem martelinho, água consagrada e toalhinha.

26 de ago. de 2012

Na moral?

"Que tal ser fiel ao desejo?"Ao fechar o programa com essa interrogação, Pedro Bial proclamou sua opção contra o casamento, contra a fidelidade conjugal, e optou pela degradação do humano.  

Pois não é que dia desses me peguei assistindo o programa "Na moral"? Por Deus. Estava ali, deitado, zapeando, e me deparo com Pedro Bial entrevistando convidados. Como peguei o bonde andando, presumo que a pauta fosse sobre arranjos de convívio sexual. Um terreno complicado, onde há de tudo. E havia, mesmo, um pouco de quase tudo.
A personagem central da primeira entrevista que assisti era uma senhora muito dadivosa que se alternava entre dois cônjuges. Ora com um, ora com outro. Levava a vida assim, contando com o consentimento de ambos, por sinal, presentes à entrevista. Um dos homens, mesmo sem ser chamado às falas a respeito, fez seu comercialzinho aduzindo que, pessoalmente, não descartava relacionar-se, também, com outros do mesmo sexo, desde que fossem interessantes. Enquanto assistia aquilo, fiquei pensando que, muito em breve, com a multiplicação de tais casos, o Supremo Tribunal Federal será chamado a sacramentá-los. E o fará, numa sessão em que o Congresso, lá do outro lado da praça, ouvirá doutas repreensões por silenciar ante assunto de tamanha relevância e interesse social. Assim, face à  omissão legislativa, em nome dos princípios da liberdade, da igualdade e da dignidade da pessoa humana, o STF tomará em suas mãos a deliberação sobre os aspectos jurídicos desses enroscos sexuais. São coisas que existem desde que o mundo é mundo. Já são tema para novela. Novidade é a colher torta do Estado se metendo no meio. Aliás, já existem advogados da tese. E em Tupã, interior do São Paulo, li outro dia, um conluio desse tipo foi formalizado em cartório.
Seguiu-se uma entrevista sobre suingue (eis aí mais uma, STF!). No caso, o marido levava a esposa para assistir seu desempenho com outras mulheres em festas de casais liberais. Surpreendentemente, ele não admitia a recíproca por ser muito ciumento... Noutro bloco, com som e imagem distorcidos, o Bial ouviu mulheres e homens, casados regularmente, que mantinham relações extraconjugais clandestinas valendo-se, para tanto, de sites de relacionamento. Por fim, a produção do programa arranjou-lhe um petisco adicional, uma extravagância, coisa inaudita, beirando ao escândalo - tira as crianças da sala, meu bem!: um casal formado por homem e mulher (o esclarecimento é politicamente corretíssimo), que viviam seu matrimônio há 42 anos. Quarenta e dois anos? E nunca pularam a cerca? Nunca, segundo informaram.
Do jeito que a coisa anda, tratou-se, obviamente de um programa banal, tratando tais temas como se banalidades fossem. Nada de novo em qualquer das situações focadas. Coisas melhores e piores são exibidas todos os dias. E ninguém tem nada que ver com a intimidade alheia. O completo absurdo, o motivo pelo qual escrevo, veio pouco depois, no encerramento do programa. O apresentador encarou a câmera, fez um discurso resumindo cada uma das situações que apresentara e sublinhou o surpreendente feito do casal casado, fiel, a caminho das bodas de ouro. E arrematou com uma pergunta que, apesar de dirigida aos telespectadores, fustigou a aparentemente insólita situação vivida por ambos: "Que tal ser fiel ao desejo?"
Ao fechar o programa com essa interrogação, o apresentador proclamou sua opção contra o casamento, contra a fidelidade conjugal, e optou pela degradação do humano. Fidelidade ao desejo, conforme proposto pelo jornalista, se expressa numa vida desregrada, sobre a qual não se impõem os freios da razão e do amor.


Publicado no jornal Zero Hora Percival Puggina | 26 Agosto 2012

24 de ago. de 2012

Alguns padres do Brasil celebraram missa pelo dia do maçom!!!


Alguns padres do Brasil celebraram missa pelo dia do maçom!!!


Bom dia irmãos Deus seja amado por todos os corações. Eu resolvi escrever esta reportagem em indignação a uma heresia que esta  percorrendo a rede social “FACEBOOK”, varias fotos de celebrações eucarísticas pelo Brasil em comemoração ao dia do maçom. Não vou explicar do perigo que é esta seita pois ja existem vários posts neste mesmo site aonde  você pode tirar melhor suas duvidas, se você tem duvidas peço-lhe que leia e tire suas provas.
Continuando minha indagação, acho ate um ato  hediondo corromper o sagrado corpo de Cristo com uma seita que tem se mostrado ao longo de sua historia satânica, sei que muitos vão achar um absurdo minha  colocação, a esses peço que retornem a sua sanidade, não se pode misturar o puro com o impuro. Ora se não querem enxergar a verdade que e Cristo  então que  não venham corromper nossa  fé, que  não venham querer colocar seus ritos  satânicos, no santos princípios cristãos e tem mais com todo respeito aos senhores sacerdotes que celebraram estas missas, lhes digo que  vocês não estão em unidade com o santo padre, que não estão em unidade com o coração de Cristo, não estão unidos a sagrada escritura quando a mesma diz não se pode servi a dois senhores, os senhores estão em desacordo com a san doutrina, vocês feriram o sagrado coração de Cristo e o imaculado coração de Maria, como colocar dentro de suas paroquias um culto indigno do sacratíssimo coração, me entenda não falo das pessoas, falo do ato, da seita, ao ser humano em quanto a vida a chance de salvação.
Irmãos vejam vocês mesmos as fotos que  estão aparecendo para quem quiser ver na rede social:
Irmãos rezemos pois tudo isto e sinal dos finais dos tempos, rezemos por nossa igreja pelo santo padre, por todos os Bispos e padres de nossa igreja. Deus abençoe a todos e os proteja!!!
fonte: reporterdecristo.com

23 de ago. de 2012

MORTE DO PECADOR


MORTE DO PECADOR
 (Ez 7,  25)
 
"Sobrevirá a angústia. Eles buscarão a paz, mas nada!"
 
 
 
O que é o pecado mortal? "É uma transgressão da lei divina, pela qual se falta gravemente aos deveres para com Deus, para com o próximo, ou para conosco" (São Pio X, Catecismo Maior, 948).
De todos os males, o pecado mortal é o pior: "O maior mal do mundo, o mal que entre todos os males merece verdadeiramente o nome de mal - é o pecado. A sua fealdade não tem semelhante; a sua gravidade é, em certo modo, infinita; os seus castigos são eternos!" (Pe. Alexandrino Monteiro).
O pecado é um grande mal, e o pecador comete-o como se estivesse bebendo um copo d'água na hora da sede: "Aos pecadores conviria o hospício de loucos" (São João de Ávila), e: "Mas a maior desdita destes miseráveis consiste em que, não obstante sua cegueira e insensatez, julgam ser sábios e prudentes" (Santo Afonso Maria de Ligório).
Acorda pecador! Você não foi criado por Deus para ofendê-lO, e sim, para conhecê-lO, amá-lO e servi-lO: "Como é belo, como é grande conhecer, amar e servir a Deus!" (São João Maria Vianney).
Acorda pecador! É grande estupidez trocar a graça de Deus pelo lixo do mundo:"Ó meu Deus, por uma miserável satisfação perder o Bem supremo, perder a glória, perder também a paz nesta vida, deixando que o pecado reine na alma e a atormente com seus incessantes remorsos..." (Santo Afonso Maria de Ligório)
Acorda pecador! A sua vida vai passando como um sopro: "Meus dias correm mais depressa que um atleta..." (Jó  9, 25).
Acorda pecador! Você não está ofendendo o seu cachorrinho de estimação, e sim, o Deus Infinito: "O pecador não só ofende a Deus, mas também o desonra" (Santo Afonso Maria de Ligório).
Acorda pecador! Por que tanta rebeldia? Você se sente o senhor do mundo, mas na verdade não passa de uma lata de vermes imundos: "O homem é um saco de vermes, pasto de vermes, que cedo o hão de devorar. O homem é um miserável que nada pode, um cego que nada vê... verme miserável que se atreve a injuriar a Deus"(São Bernardo de Claraval).
Acorda pecador! Por que desprezar tanto o Senhor que te criou e cuida de você? "O pecador injuria, desonra a Deus e, no que toca sua parte, o cobre de amargura, pois não há amargura mais sensível do que ver-se pago com ingratidão pela pessoa amada em extremo favorecida. E a que se atreve o pecador?... Ofende ao Deus que o criou e tanto o amou, que deu por seu amor o sangue e a vida" (Santo Afonso Maria de Ligório).
Acorda pecador! Lembre-se de que você morrerá e comparecerá imediatamente diante do terrível Tribunal de Deus: "E como é o fato que os homens devem morrer uma só vez, depois do que vem um julgamento" (Hb 9, 27).
Pecador! Como será a sua morte? Você já parou para pensar? Já examinou a sua vida?
O Pe. Alexandrino Monteiro escreve: "Um dia virá em que se há de desmoronar a casa do teu corpo, não ficando pedra sobre pedra. Hão de fechar-se teus olhos, hão de gelar-se as tuas mãos, hão de, enfim, desatar-se os teus ossos dos liames da carne!...
Ou queiramos ou não, teremos de receber um dia a visita da morte!
Oh! Que dia esse, que angústias, quando ouvirmos os seus passos, quando a virmos abeirar-se do nosso leito, quando sentirmos a sua mão gelada pousar sobre a nossa fronte!
Oh! Que momento terrível! Oh! Que hora de consternação! - É o momento do desenlace fatal, é a hora mais solene da vida humana! Somos, então, chegados ao último capítulo dessas memórias, que todos temos de escrever no decurso da nossa viagem!...
Oh! Que momento o da morte! Momento de dúvidas e de agonias, de perplexidades e incertezas: - Se me salvarei... se me condenarei!... Ponto terrível, em que o tempo se junta com a eternidade, passo arriscado deste para o outro mundo, tão novo e desconhecido!
Transe difícil para o pobre enfermo! Se olha para o passado, vê a série de todos os atos nascidos de sua liberdade. Se olha para o futuro, vê duas eternidades: uma, prêmio das virtudes; outra, castigo dos vícios".
E você pecador, que se acha o centro das atenções; não se esqueça de que você também morrerá, será colocado num túmulo, devorado pelos vermes e reduzido a uma colher de cinza.
Pecador! Naquele momento de angústia você desejará não ter nascido ou tornar a nascer, para corrigir na segunda vida os erros da primeira. Mas já será tarde! Ou bem ou mal gasta, a vida vai terminar!
Os seus "amigos", aqueles que te incentivaram a pecar, fugirão de ti naquele momento. Somente a agonia, desespero e dúvidas estarão presentes.
Pecador miserável! Onde está a sua "turma"?
Pecador desprezível! Cadê os seus "amigos fiéis"?
Pecador estúpido! Mostre agora todo o seu assanhamento.
Viveste como louco, e agora terá que deixar esse mundo e comparecer diante do Deus que ofendeste tanto.
Como é triste a morte do pecador, que viveu de costas para Deus e que lutou para encontrar a paz no pecado: "Quando, porém, se virem em face da eternidade e nas agonias da morte, já não poderão escapar aos tormentos de sua má consciência, nem encontrar a paz que procuram. Pois, como pode encontrá-la uma alma carregada de culpas, que, como víboras a mordem? Que paz poderão gozar pensando que em breve deverão comparecer ante Cristo Jesus, cuja lei e amizade desprezaram até então?... O anúncio já recebido da morte próxima, a idéia  de se separar para sempre de todas as coisas do mundo, os remorsos da consciência, o tempo perdido, o tempo que falta, o rigor do juízo de Deus, a eternidade infeliz que espera o pecador, todas essas coisas produzirão perturbação terrível que acabrunha e confunde o espírito e aumenta a desconfiança. E neste estado de confusão e desespero, o moribundo passará à outra vida" (Santo Afonso Maria de Ligório).
Como é triste a morte do pecador, que se julgava o dono de tudo, e que agora está assustado e prostrado em um leito: "Ó Deus, que confusão e susto não serão os do pobre pecador que se descuidou de sua consciência, quando se vir oprimido pelo peso dos pecados, do temor do juízo, do inferno e da eternidade! Que confusão e angústia produzirão nele tais pensamentos, quando se achar desfalecido, a mente obscurecida, e entregue às dores de uma morte já próxima!" (Idem).
Como é triste a morte do pecador; ele serviu aos demônios durante a vida, e os terão próximo ao seu leito na hora da morte: "Não uma só, senão muitas serão as angústias que hão de afligir o pobre pecador moribundo. Ver-se-á atormentado pelos demônios, porque estes terríveis inimigos empregam nesse transe os seus esforços para perder a alma que está prestes a sair desta vida. Sabem que lhes resta pouco tempo para apoderar-se dela e que, escapando-se agora, jamais será sua... Não estará ali apenas um só, mais muitos demônios hão de rodear o  moribundo para o perder. Dirá um: 'Nada temas, que te restabelecerás'. Outro exclamará: 'Tu, que durante tantos anos foste surdo à voz de Deus, esperas agora que ele tenha misericórdia de ti?' 'Como - intervêm outro - poderás reparar os danos que fizeste, restituir as reputações que prejudicaste?' Outro, enfim, dirá: 'Não vês que todas as tuas confissões foram nulas, sem contrição, sem propósito? Como podes agora renová-las?" (Santo Afonso Maria de Ligório).
Como é triste a morte do pecador, estará rodeado de suas culpas na hora da morte: "Estes pecados, com outros tantos verdugos acercar-se-ão dele e lhe dirão: 'Somos a tua obra, e não te deixaremos. Acompanhar-te-emos à outra vida, e contigo nos apresentaremos ao eterno Juiz'. Quisera então o moribundo desembaraçar-se de tais inimigos, mas para consegui-lo seria preciso detestá-los e converter-se a Deus de todo o coração. O espírito, porém, está coberto de trevas e o coração endurecido" (São Bernardo de Claraval).    
Como é triste a morte do pecador; o seu coração não conseguirá se livrar do mal na hora da morte: "O coração, obstinado no mal durante a vida, se esforçará, no momento da morte, para sair do estado de condenação; mas não chegará a livrar-se dele, e, oprimido por sua própria malícia, terminará a sua vida no mesmo estado. Tendo amado o pecado, amava também o perigo da condenação. É por isso justamente que o Senhor permitirá que ele pereça nesse perigo, no qual quis viver até à morte" (São Bernardo de Claraval)e: "Aquele que não abandona o pecado antes que o pecado abandone a ele, dificilmente poderá na hora da morte detestá-lo como é devido, pois tudo o que fizer nessa emergência, o fará obrigadamente" (Santo Agostinho).     
Como morreu o grande Voltaire.
A propósito da morte do famigerado mestre da impiedade do século XVIII, descreve Armel Kerven em seu livro "Voltaire", o seguinte:      
Entrando em casa alta noite, enervado pela emoção, saturado de lisonjas, teve Voltaire um violento acesso de febre.
O marquês de Villete, em cuja casa se hospedara, mandou logo chamar um padre. Lá estava, porém, uma legião de enciclopedistas. Voltaire não quis dar o braço a torcer diante deles... O padre, despedido, retirou-se dizendo que estaria à disposição do doente. Era o padre Gaultier, coadjutor de São Sulpício.
Dois dias depois, teve o filósofo um fluxo de sangue que o debilitou em extremo. Julgou-se perdido, pediu uma pena e traçou com mão trêmula este bilhete ao senhor Padre Gualtier:
 "Prometeu-me vir ouvir-me. Peço-lhe o obséquio de vir quanto antes. 26 de fevereiro de 1778. - Voltaire".
Ocupado com outro doente, o padre chegou à casa alta noite. Só no dia seguinte, ao romper do dia, recebeu o bilhete, e mais um outro.
 "Mme. Denis, sobrinha do M. Voltaire, pede ao padre Gaultier vir vê-lo. Ficará obrigada. 27 de fevereiro de 1778. Em casa do senhor marquês de Villette".
O padre foi aconselhar-se com o seu Superior, que lhe ordenou exigisse antes de tudo uma retratação. Foi necessário lutar dois dias com os filósofos que não queriam tal coisa. Enfim venceu o padre. Eis o teor exato da retratação:
 "Declaro que, sofrendo há dias de vômitos de sangue, na idade de 84 anos, e não tendo podido arrastar-me até a igreja, o senhor vigário de São Sulpício fez-me o obséquio de mandar-me o padre Gaultier; que me confessei a ele e que, com o favor de Deus, morrerei na religião católica em que nasci, esperando da misericórdia divina que ela me perdoe todas as minhas faltas. Se escandalizei a Igreja, peço perdão a Deus e a ela. - A 2 de março de 1778, em casa do senhor marquês de Villette, em presença do senhor padre Mignot, meu sobrinho, e do senhor marquês de Villevieille, meu velho amigo. Voltaire".
As duas testemunhas assinaram.
Depositado no cartório do "Mestre Monet", tabelião em Paris, esse documento foi publicado.
Apenas recebeu Voltaire os sacramentos, melhorou. Os enciclopedistas, seus amigos, que se tinham afastado, voltaram ao aposento do doente, e não o deixaram mais. - E Voltaire começou logo a meter à bulha aquilo que chamava uma "fantasia de penitência", esquecendo seus terrores, à medida que convalescia, e zombando da misericórdia divina, a qual enfim o abandonou.
No mês de maio, caindo de cama com um novo acesso, foi chamado a toda a pressa o Doutor Tronchin, seu médico assistente, que não lhe ocultou a gravidade do caso.
Quis Voltaire chamar de novo o padre; mas a Enciclopédia tinha jurado que venceria. D' Alembert, Marmontel e Diderot montaram guarda ao doente, ficaram surdos ao seu pedido e só permitiram  que dois padres, vindo de São Sulpício, pudessem aproximar-se do doente, quando o delírio do moribundo lhes impossibilitava o ministério.
Morreu Voltaire em pavoroso desespero. Da vizinhança, todos ouviam seus gritos de raiva.
- "Retirem-se! Retirem-se! Urrava ele, apostrofando os enciclopedistas. Foram vocês que me perderam! Eu não carecia dos senhores. Vocês é que não podiam passar sem mim. E que miserável glória me arranjara!"
- No meio dos temores e angústias, ouvia-se simultaneamente ou sucessivamente, invocar a Deus e blasfemar... Ora em voz lamentável, ora com o tom do remorso, e mais amiúde em acessos de furor exclamava;
- Jesus Cristo! Jesus Cristo!
Richelieu, testemunha desse espetáculo, fugiu dizendo: É demais! Não se pode aguentar!
O horrível drama continuou. O moribundo se contorcia no leito e rasgava o peito com as unhas. Chamava pelo padre Gaultier, mas os adeptos, reunidos na antecâmara, tampavam os ouvidos e não quiseram que esse sacerdote, recebendo os últimos suspiros do seu patriarca, estragasse a obra da filosofia.
Ao chegar o momento fatal, nova crise de desespero:
- Sinto que me arrastam ao tribunal de Deus! E, voltando para a parede, o olhar apavorado:
- Ali está o demônio; quer me agarrar... Eu vejo-o. Vejo o Inferno... Escondam-me...
Finalmente, condenou-se a si mesmo, ao realizar aquele festim, a que sua ignorância e sua paixão anti-bíblica tantas vezes fizera sentar-se o profeta Ezequiel; e, dessa vez sem zombaria, num acesso de sede ardente... levou aos lábios o penico e tragou o conteúdo! Deu um último urro e expirou sufocado pelas fezes e pelo sangue que lhe jorravam pela boca e pelo nariz.
Os filósofos proibiram expressamente a toda gente da casa que contassem isso, mas não puderam impor silêncio ao médico assistente.
Pecador, não se esqueça; chegará também a sua hora! Você pode fugir para os desertos, para o alto das montanhas, se esconder nas cavernas, etc., mas da morte não escapará.

Pe. Divino Antônio Lopes FP.
Anápolis, 08 de julho de 2007

* Pesquisador perde emprego por negar-se a investigar células de bebês assassinados em abortos.


* Pesquisador perde emprego por negar-se a investigar células de bebês assassinados em abortos.

ACI
O Dr. Thomas Sardella, especialista em Ciências Biológicas, licenciado na Universidade de Roma – Tor Vergata, perdeu seu emprego na Universidade de Glasgow (Reino Unido) como assistente de pesquisa, depois de negar-se a participar de um estudo que usava células de uma criança abortada.
Em uma entrevista realizada pelo John Smeaton a Sociedade para a Proteção dos Nascituros (SPUC, por suas siglas em inglês), publicada em 17 de agosto, o Dr. Sardella assinalou que ante o requisito de utilizar o tecido de crianças abortadas na oitava semana para um estudo científico, “decidi perder meu emprego”.
Como podia me convencer que estes seres humanos de oito semanas não tinham o direito de viver, e que minha carreira, meu salário e minha família eram mais importantes que suas vidas?” questionou-se.
Depois de um corte no pressuposto, o grupo do Dr. Sardella se uniu a outra equipe de pesquisa de San Diego (Estados Unidos). O estudo conjunto daria ao cientista mais seis meses de estabilidade trabalhista.
“Ainda me lembro de quando li o e-mail enviado de San Diego sobre o requisito do aborto humano nesta colaboração. Sentei-me na cadeira com um sentimento de repulsa e me disse a mim mesmo que não podia fazer isto nem o faria”, disse o cientista a John Smeaton.
O Dr. Sardella assinalou que ele “não ia estar diretamente envolvido no aborto, mas como ia poder olhar pelo microscópio esquecendo que essas células foram tiradas de uma criança junto com a vida dele ou dela?”.
O médico recordou que na tarde do dia em que recebeu a informação sobre o que seria a pesquisa conjunta com o grupo americano, consultou a sua esposa, que estudou Bioética e textos a respeito e confirmou que sua posição estava certa.
“Consultamos livros italianos de bioética que asseguravam que se ajudasse na pesquisa seria colaborador passivo e remoto do procedimento abortivo; por isso não conseguia deixar de me sentir tão mal”, assinalou.
“Se estamos de acordo que está mal matar a um ser humano, um membro da espécie homo sapiens, então temos que nos perguntar quando é que nos fazemos homo sapiens. Para cada organismo do reino animal é a mesma resposta: quando uma célula de esperma fertiliza ao óvulo da mesma espécie, qualquer zoólogo ou embriologista afirmará que um novo organismo é concebido”, disse.
O cientista explicou que “quando um óvulo humano é fertilizado por uma célula de esperma humana não podemos fazer mais nada para parar ao novo embrião de ser parte de nossa espécie. O novo indivíduo deve ser considerado um ser humano”.
Depois de perder seu emprego, o Dr. Sardella se dedicou a dar palestras em distintos âmbitos sobre a realidade do aborto, e se surpreendeu que muitos jovens “verdadeiramente não tinham nem ideia do que é um aborto e de como se faz”.
“Alguns alunos também vieram me falar que a sua opinião sobre o aborto mudou totalmente, assim que, me disse a mim mesmo que ‘se perdi o emprego para salvar uma vida, então valeu a pena’”, assinalou.
O cientista lamentou que muitas pessoas, incluindo colegas deles, “consideram à ciência como uma entidade superior e motor immobilis que guia as decisões do gênero humano”.
“Ciência é somente uma palavra, do latim scientia que significa conhecimento. O conhecimento não possui uma consciência. É o cientista o que tem uma consciência e uma ética que guia seus pensamentos e decisões”, sublinhou.
O Dr. Sardella sublinhou que “primeiro vem a vida, e depois em segundo lugar vem as melhorias à mesma. É inadmissível considerar uma vida humana como um produto e utilizá-la em programas de investigação para o hipotético melhoramento das vidas de outros”.
O cientista, emocionado, assegurou que apesar das dificuldades econômicas que enfrentaram, “uma simples eleição foi uma revisão da minha vida e das minhas crenças, um momento de verdadeira unidade com minha esposa e família”.
“Se a gente escolhe branco, embora pareça irracional nesse momento, embora a montanha que a gente tenha que escalar pareça tão alta, a gente está abrindo os braços a uma felicidade muitíssimo maior do que a que poderia planejar”.

"Nova Ordem Mundial" o perigo que ameaça o Cristianismo (Padre Paulo Ricardo)

Vídeo Comentário do Evangelho do XXI Domingo do Tempo Comum Ano B 26/08/2012


Homilia do XXI Domingo do Tempo Comum Ano B 26/08/2012 Neste Domingo meditaremos sobre a Eucarisita, como viver uma vida eucarisitica e como nos tornar eucaristia...... para meditar mais, assista o vídeo, senão abrir clique no link: http://pt.gloria.tv/?media=324598
 
O que é a Eucaristia? É o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar pelos séculos, até seu retorno, o sacrifício da cruz, confiando assim à sua Igreja o memorial de sua Morte e Ressurreição. É o sinal da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal, no qual se recebe Cristo, a alma é coberta de graça e é dado o penhor da vida eterna. Quando

Cristo instituiu a Eucaristia? Instituiu-a na Quinta-feira Santa, "na noite em que ia ser entregue" (1Cor 11,23), celebrando com os seus Apóstolos a Última Ceia.

O que representa a Eucaristia na vida da Igreja? É fonte e ápice de toda a vida cristã. Na Eucaristia, atingem o seu clímax a ação santificante de Deus para conosco e o nosso culto para com Ele. Ele encerra todo o bem espiritual da Igreja: o mesmo Cristo, nossa Páscoa. A comunhão da vida divina e a unidade do Povo de Deus são expressas e realizadas pela Eucaristia. Mediante a celebração eucarística, já nos unimos à liturgia do Céu e antecipamos a vida eterna.

Como Jesus está presente na Eucaristia? Jesus Cristo está presente na Eucaristia de modo único e incomparável. Está presente, com efeito, de modo verdadeiro, real, substancial: com o seu Corpo e o seu Sangue, com a sua Alma e a sua Divindade. Nela está, portanto, presente de modo sacramental, ou seja, sob as espécies eucarísticas do pão e do vinho, Cristo todo inteiro: Deus e homem.

O que significa transubstanciação? Transubstanciação significa a conversão de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo e de toda a substância do vinho na substância do seu Sangue. Essa conversão se realiza na oração eucarística, mediante a eficácia da Palavra de Cristo e da ação do Espírito Santo. Todavia, as características sensíveis do pão e do vinho, ou seja, as “espécies eucarísticas”, permanecem inalteradas.

O que se requer para receber a santa comunhão? Para receber a santa Comunhão, deve-se estar plenamente incorporado à Igreja católica e estar em estado de graça, ou seja, sem consciência de pecado mortal. Quem estiver consciente de ter cometido um pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes de se aproximar da comunhão. Importantes são também o espírito de recolhimento e de oração, a observância do jejum prescrito pela Igreja e a atitude do corpo (gestos, roupas), em sinal de respeito a Cristo.

"Na Eucaristia, nós partimos 'o único pão que é remédio de imortalidade, antídodo para não morrer, mas para viver em Jesus Cristo para sempre' " (Santo Inácio de Antioquia)
 
 

22 de ago. de 2012

MP3 Estudo bíblico Jo 1,5-14b Prólogo


Estudo Bíblçico Ministrado pelo Pe. Mateus Maria, no Mosteiro Menino Jesus, no dia 22/08/12... Estudo bíblico Jo,85-14b Prólogo
CASO NÃO ABRIR O VÍDEO CLIQUE: http://pt.gloria.tv/?media=324338