Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

17 de jul. de 2010

Porque um católico não pode ser maçom? (Video)


Ao longo de sua história a Igreja Católica condenou e desaconselhou seus fiéis à pertença a associações que se declaravam atéias e contra a religião, ou que poderiam colocar em perigo a fé. Entre essas associações encontra-se a maçonaria. Atualmente, a legislação se rege pelo Código de Direito Canônico promulgado pelo Papa João Paulo II em 25 de janeiro de 1983, que em seu cânon 1374, afirma: "Quem ingressa em uma associação que maquina contra a Igreja deve ser castigado com uma pena justa; quem promove ou dirige essa associação deve ser castigado com entredito"


Esta nova redação, entretanto, apresenta duas novidades em relação ao Código de 1917: a pena não é automática e não é mencionado expressamente a maçonaria como associação que conspire contra a Igreja. Prevendo possíveis confusões, um dia antes de entrar em vigor a nova lei eclesiástica no ano de 1983, foi publicada uma declaração assinada pelo Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Nela se apresenta que o critério da Igreja não sofreu variação em relação às anteriores declarações, e a nominação expressa da maçonaria foi omitida para assim incluir outras associações. É indicado, juntamente, que os princípios da maçonaria seguem sendo incompatíveis com a doutrina da Igreja, e que os fiéis que pertençam a associações maçônicas não podem ter aceder à Sagrada Comunhão.


Pregação, Martírio e Espiscopado de São Pedro em Roma


Como a verdade é única e imutável, assim como ninguém pode apagar a história, afim de desmentir aqueles que negam a vida do Santo Apóstolo Pedro em Roma, seu episcopado e martírio nesta cidade, vale a pena sempre recordar a memória cristã afim de combater o erro.
São Pedro pregou em Roma
“Lancemos os olhos sobre os excelentes apóstolos: Pedro foi para a glória que lhe era devida; e foi em razão da inveja e da discórdia que Paulo mostrou o preço da paciência: depois de ter ensinado a justiça ao mundo inteiro e ter atingido os confins do Ocidente, deu testemunho perante aqueles que governavam e, desta forma, deixou o mundo e foi para o lugar santo. A esses homens [...] juntou-se grande multidão de eleitos que, em conseqüência da inveja, padeceram muitos ultrajes e torturas, deixando entre nós magnífico exemplo.” (São Clemente Bispo de Roma, ano 96, Carta aos Coríntios, 5,3-7; 6,1). Clemente o 3º Bispo de Roma após Pedro, dá testemunho do belíssimo exemplo que o Apóstolo deixou entre os cidadãos Romanos.
“Não é como Pedro e Paulo que eu vos dou ordens; eles foram apóstolos, eu não sou senão um condenado” (Santo Inácio Bispo de Antioquia – Carta aos Romanos 4,3 – 107 d.C). Se Pedro não esteve em Roma, qual é o sentido destas palavras de Inácio de Antioquia?
“Assim, Mateus publicou entre os hebreus, na língua deles, o escrito dos Evangelhos, quando Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e aí fundavam a Igreja.” (Santo Ireneu Bispo de Lião – Contra as Heresias,III,1,1 – 180 d.C).
“Logo depois, o supracitado mágico [Simão], com os olhos do espírito impressionados por uma luz divina e extraordinária, após ter sido convencido de suas insídias [cf. At 8,18-23] pelo apóstolo Pedro, na Judéia, empreendeu uma longa viagem além-mar. Fugiu do Oriente para o Ocidente, julgando que, somente ali, poderia viver de acordo com suas convicções. Veio para Roma, onde fo bastante coadjuvado pela potëncia ali bem estabelecida [cf. Ap 17], e em pouco tempo sua iniciativas tiveram êxito, pois foi honrado como um deus pelo povo da região, com a ereção de uma estátua. Mas estas coisas pouco duraram. Imediatamente depois, ainda no começo do império de Cláudio, a Providência universal, boníssima e cheia de amor aos homens, conduziu mão a Roma, qual adversário deste destruidor da vida, o valoroso e grande apóstolo Pedro, o primeiro dentre todos pela virtude. Autêntico general de Deus, munido de armas divinas [cf. Ef 6,14-17; 1Ts 5,8], trazia do Oriente ao Ocidente a preciosa mercadoria da luz inteligível, e anunciava, como a própria luz [cf. Jo 1,9] e palavra da salvação para as almas, a boa nova do reino dos céus” (Eusébio de Cesaréia – HE,III,14,4-6 – 317 d.C)
“Sob Cláudio [Imperador], Fílon [quande estoriador judeu] em Roma relacionou-se com Pedro, que então pregava aos seus habitantes.” (Eusébio de Cesaréia – HE II,17,1 – 317 d.C)
São Pedro foi Bispo de Roma
Eusébio de Cesaréia, narrando sobre a primeira sucessão Apostólica em Roma escreve: “Depois do martírio de Pedro e Paulo, o primeiro a obter o episcopado na Igreja de Roma foi Lino. Paulo, ao escrever de Roma a Timóteo, cita-o na saudação final da carta [cf. 2Tm 4,21].” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,III,2 – 317 d.C).
“[...]quanto a Lino, cuja presença junto dele [do Apóstolo Paulo] em Roma foi registrada na 2ª carta a Timóteo [cf. 2Tm 4,21], depois de Pedro foi o primeiro a obter ali o episcopado, conforme mencionamos mais acima.” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,IV,8 – 317 d.C).
“[...]Alexandre recebeu o episcopado em Roma, sendo o quinto na sucessão de Pedro e Paulo” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,IV,1 – 317 d.C).
São Pedro sofreu o martírio em Roma
“Tendo vindo ambos a Corinto, os dois apóstolos Pedro e Paulo nos formaram na doutrina evangélica. A seguir, indo para a Itália, eles vos transmitiram os mesmos ensinamentos e, por fim, sofreram o martírio simultaneamente” (Dionísio de Corinto, ano 170, extrato de uma de suas cartas aos Romanos conforme fragmento conservado na HE II,25,8).
“Eu, porém, posso mostrar o troféu dos Apóstolos [Pedro e Paulo]. Se, pois, quereis ir ao Vaticano ou à Via Ostiense, encontrarás os troféus dos fundadores desta Igreja” (Discurso contra Probo – Caio presbítero de Roma, + ou – 199 d.C). Eusébio também trata deste escrito em HE II,25,7.
“Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo” (Orígenes, +253, conforme fragmento conservado na HE, III,1).
“Quando Nero viu consolidado seu poder, começou a empreender ações ímpias e muniu-se contra o culto do Deus do universo. [...] Foi também ele, o primeiro de todos os figadais inimigos de Deus, que teve a presunção de matar os apóstolos. Com efeito, conta-se que sob seu reinado Paulo foi decapitado em Roma. E ali igualmente Pedro foi crucificado [cf. Jo 21,18-19; 2Pd 1,14]. Confirmam tal asserção os nomes de Pedro e de Paulo, até hoje atribuídos aos cemitérios da cidade.” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,II,25,1-5 – 317 d.C).
“Pedro, contudo, parece ter pregado aos judeus da Diáspora, no Ponto, na Galácia, na Bitínia, na Capadócia e na Ásia [cf. 1Pd 1,1), e finalmente foi para Roma, onde foi crucificado de cabeça para baixo, conforme ele mesmo desejara sofrer.” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE III,2 – 317 d.C).
Conclusão
Como podemos ver na grande maioria das vezes, é a falta de memória cristã o grande nascedouro das heresias cristãs. Pedro não só esteve em Roma, como foi Bispo daquela cidade e lá juntamente com São Paulo recebe a coroa do martírio. E é de Roma que ele escreve sua primeira epístola (cf. 1Pd 5,13), onde Babilônia é o codinome para a cidade de Roma, devido à grande semelhança entre as duas cidades quanto à idolatria e perversão.

Estudos advertem: Adoção homossexual é arriscada para crianças


.- O Instituto Mexicano de Orientação Sexual advertiu que 31 estudos realizados em diversos países demonstram que as pessoas homossexuais apresentam mais condutas de risco que as heterossexuais, como consumo de drogas, violência dentro do casal e tentativas de suicídio; configurando ‘um perfil de risco’ em contra do bem-estar das crianças adotadas.

Este indicou que estes estudos científicos foram realizados no Brasil, Holanda, Noruega, Inglaterra, Estados Unidos, Nova Zelândia, França e Austrália; e assinalam que em comparação com os heterossexuais, os homossexuais "apresentam maiores problemas como: tentativas reais de suicídio, depressão e consumo de substâncias aditivas".

Além disso, "são mais propensos a desenvolver condutas de risco em matéria de doenças de transmissão sexual; e têm uma tendência significativamente major a sofrer violência em sua vida de casal em comparação com as pessoas heterossexuais".

Um destes estudos é "a pesquisa nacional dos Estados Unidos sobre violência em casais: ‘Extent, Nature, and Consequences of Intimate Partner Violence Research Report’’, realizada no ano 2000 e aplicada a uma amostra nacional representativa de 14 mil e 216 casos".

A investigação assinala "que as mulheres lésbicas reportam ter sido vítimas de violência por parte de sua companheira (uma ou várias) em 39.2% dos casos entrevistados, enquanto as mulheres heterossexuais reportam 21.7%".

"Enquanto aos homens homossexuais, 23.1% reportam ter sofrido violência de parte de seu companheiro (uma ou várias), enquanto os homens heterossexuais só reportam havê-la sofrido em 7.4% dos casos", acrescentou o instituto.

Sobre o consumo de drogas, indica-se que um estudo nos Estados Unidos sobre 9 mil e 888 pessoas, assinalou que "os homens homossexuais e as mulheres lésbicas reportaram um consumo significativamente maior de drogas como cocaína, heroína e maconha (em uma porcentagem de 110% ou mais) em comparação com as pessoas heterossexuais (Cochran, Ackerman et al., 2004)".

Do mesmo modo, na Holanda em 2006 se realizou um estudo sobre tendências suicidas -"Suicidality and sexual orientation: differences between men and women in a general population-based sample from The Netherlands"-, que concluiu que em 40.2 por cento dos homens homossexuais entrevistados tinha contemplado o suicídio, enquanto que entre os heterossexuais a porcentagem caia para a 7.8%.

No caso das mulheres lésbicas, 23.3 por cento tinha contemplado o suicídio, enquanto entre as heterossexuais apenas 12.3 por cento.

Por isso, o Instituto Mexicano de Orientação Sexual expressou que sobre a possibilidade de que os casais do mesmo sexo possam adotar, "deve prevalecer o mandato da Constituição Mexicana que em seu artigo 4° exige o amparo do bem-estar superior das crianças e portanto, deve tomar em conta ‘o fator de risco’ na conduta homossexual amplamente estudada em nações onde o tema foi debatido extensivamente".

16 de jul. de 2010

Maravilhosa pregação profética , Padre Mateus Maria, FMDJ (Video)



Caros jovens e amigos, envio-lhes o comentário do Evangelho de Domingo, dia 17/07/2010, onde abordamos a figura de Marta e Maria, a contemplação e a ação. há distinção entre elas? O que é verdadeiramente o homem contemplativo? Qual é o perigo do ativismo? O verdadeiro contemplativo é aquele que coloca em prática a sua oração, é aquele que se coloca aos pés de Jesus como Maria, para escutá-lo, Ele que é a Palavra do Pai. Infelizmente a Igreja no Brasil ainda está nesta maldita Teologia da Libertação, que é uma heresia, que destroi a Unidade da Igreja, a comunhão com o Papa e a oração....







Pe. Mateus Maria, FMDJ
Prior do Mosteiro Menino Jesus http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com/

Diretor Espiritual da Missão Regina Apostolorum

Artigo de Everth Queiroz Oliveira: Não é permitido ao católico votar no PT




“No caso de uma lei intrinsecamente injusta, como aquela que admite o aborto ou a eutanásia, nunca é lícito conformar-se com ela, nem participar numa campanha de opinião a favor de uma lei de tal natureza, nem dar-lhe a aprovação com o próprio voto”. A observação foi feita há 15 anos atrás, pelo Papa João Paulo II, na encíclica Evangelium Vitae, e não perdeu a sua validade. Não é permitido ao católico dar aprovação à campanha de opinião a favor da lei do aborto ou da eutanásia sem que contrarie os preceitos e os ensinamentos da Santa Igreja.
É necessário reafirmar todas essas verdades porque estamos em tempo de eleições. Entre os candidatos à Presidência da República, ao Senado e ao Congresso Federal, muitas vezes se apresentam alguns com propostas totalmente antagônicas às palavras de Jesus Cristo e do Magistério da Igreja Católica.
O exemplo dado pelo Papa João Paulo II faz referência ao aborto e à eutanásia. Quem quer que defenda a descriminalização dessas práticas não pode ser levado a sériopor nenhum católico. O cristão que coopera, de alguma forma, com campanhas contrárias à promoção da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural, incorre em pecado mortal, quando consciente do seu deve de zelar por esses importantes valores morais.
No Brasil, infelizmente, há poucos partidos comprometidos com a causa cristã. Pouquíssimos. Os que mais se destacam no cenário político brasileiro – o Partido dos Trabalhadores é um exemplo a ser citado – possuem uma agenda abortista, cujas propostas não se coadunam de modo algum com os verdadeiros direitos humanos. Então, a um católico não é permitido votar em candidatos que, coerentes com a agenda pró-aborto de seus respectivos partidos, lutam pela legalização desse assassinato. A coerência deles com as propostas da comunidade política na qual estão inseridos e a nossa aderência à sua causa seria uma incoerência, uma traição.
De uma maneira específica, penso ser importante destacar a impossibilidade de um católico votar em candidatos do Partido dos Trabalhadores sem cometer falta grave. Para a Presidência da República, a candidata da vez é a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Coerente com a ideologia do seu partido, o PT, Dilma é a favor da descriminalização do aborto, conforme podemos observar, assistindo a trecho de uma entrevista por ela concedida à revista Istoé:



E, na verdade, é essa a visão do Partido dos Trabalhadores, como um todo. NasResoluções do 3° Congresso do partido, constava a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público evitando assim a gravidez não desejada” (pg. 82).
Assim sendo, observando primeiramente o ensinamento da Igreja sobre o aborto – a Igreja pune com excomunhão latae sententiae (i. é, automática) quem pratica esse atentado contra a vida humana -, a proposta petista de legalizar esse homicídio, chegamos à certeza de uma real incompatibilidade entre os princípios da doutrina católica e os princípios desse partido. Embora a Igreja admita que haja “legítimas opiniões, divergentes entre si, acerca da organização da ordem temporal” (Gaudium et Spes, n. 75), há também aspectos da vida humana simplesmente irrenunciáveis, e a integridade da vida do embrião humano é um desses aspectos com os quais o PT infelizmente não têm compromisso nenhum.
Portanto, um católico que deseja de fato honrar a Deus com suas atitudes (é de se lamentar que haja católicos “de segundo momento”, que dão mais atenção às suas convicções pessoais que aos mandamentos da lei do Altíssimo) não pode votar em candidatos petistas, porquanto suas propostas estão em direta contradição com a doutrina moral da Santa Igreja Católica.
Que os católicos do Brasil sejam conscientes de que devem permanecer fiéis a Cristo também em seu voto. Rejeitem os programas que, com medidas totalitárias, se apresentam como barreiras ao desenvolvimento de uma correta compreensão da dignidade humana.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!

Fonte: Rainha Maria

15 de jul. de 2010

A luta contra o pecado

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Esse mal nos escraviza e nos separa de Deus

Fazer a vontade de Deus é, antes de tudo, lutar contra os nossos pecados; pois eles nos escravizam e nos separam de Deus. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos mostra toda a gravidade do pecado:
"Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado, e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro" (CIC § 1488).
São palavras fortíssimas que mostram que não há nada pior do que o pecado. Por outro lado, o Catecismo afirma que ele é uma realidade.
O pecado está presente na história dos homens. Tudo o que há de mau na história do mundo é consequência do pecado, que começou com Adão e que continua hoje com seus filhos.
Toda a razão de ser da Encarnação do Verbo foi para destruir, na Sua carne, a escravidão do pecado.
O demônio escraviza a humanidade com a corrente do pecado. Jesus veio exatamente para quebrar essa corrente. Com a Sua Morte e Ressurreição triunfante, Cristo nos libertou das cadeias do pecado e, pela Sua graça, podemos agora viver uma nova vida. São João deixa bem claro na sua carta:
“Sabeis que Ele se manifestou para tirar os pecados” (1Jo 3,5). “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou, para destruir as obras do diabo” (1 Jo 3,8).
Essa “obra do diabo” é exatamente o pecado, que nos separa da intimidade e da comunhão com Deus, e nos rouba a vida bem aventurada.
Com a sua morte e ressurreição triunfante, Jesus nos libertou das cadeias do pecado e, pela sua graça podemos agora viver uma nova vida. É o que São Paulo ensina na carta aos colossences:
“Se, pois, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus” (Col 3,1).
Aos romanos ele garante: “Já não pesa mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. A Lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te libertou da lei do pecado e da morte” (Rm 8,1).
Aos gálatas o Apóstolo diz: “É para a liberdade que Cristo nos libertou. Permanecei firmes, portanto, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão” (Gl 5,1).
Assim como a missão de Cristo foi libertar o homem do pecado, a missão da Igreja, que é o Corpo místico do Senhor, a Sua continuação na história, é também a de libertar a humanidade do pecado e levá-la à santificação. Fora disso a Igreja se esvazia e não cumpre a missão dada pelo Senhor.
A salvação se dá pelo perdão dos pecados; e já que “só Deus pode perdoar os pecados” (cf. Mc 2, 7), Ele enviou o Seu Filho para salvar o povo d'Ele dos seus pecados. Por tudo isso, o mais importante para o cristão é a luta contra o pecado; se preciso for “chegar até o sangue na luta contra o pecado” (cf. Hb12,4).
Foto
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor FelipeSite do autor:www.cleofas.com.br 

Dom Bosco


Dom Bosco

João Bosco nasceu em Becchi, na Itália, em 16 de agosto de 1815. Ele era o filho mais novo de um camponês que faleceu quando João tinha apenas dois anos. Ele foi criado pela mãe com muitas dificuldades financeiras. Desde cedo trabalhava como pastor e foi educado pelo padre da paróquia. Ele se desenvolvia nos estudos mas os abandonou para trabalhar.
Em 1835 ele entrou para o seminário de Chieri e foi ordenado seis anos depois pelo Arcebispo Franzoni de Turim. Ele saiu do seminário e foi para Turim, onde se dedicou a educação e apostolado de meninos e jovens. Foi persuadido por São José Cafasso, reitor de um seminário em Turim, a desistir da vida missionária e João Bosco começou a acompanhá-lo em visitas a prosões. Dom Bosco resolveu então se dedicar a ajudar as crianças que ele encontrava nas prisões. Sua personalidade carismática atraía muitos jovens para o Oratório e para aulas.
Pouco depois, ele abandonou seu posto na capela e foi viver na pobreza junto de sua mãe e uns quarenta meninos. Ele abriu cursos para treinar os meninos como sapateiros e alfaiates. Em 1856 já havia 150 meninos em quatro cursos e 500 crianças no Oratório com dez padres os auxiliando.
Com o crescimento do número de meninos, apareceu a questão do lugar adequado para os encontros. Quando o tempo estava bom, faziam caminhadas nos domingos e feriados para lugares no campo perto de Turim, com missas, almoços e aulas de catecismo. No outono de 1844 ele foi indicado como assistente no Rifugiom onde Dom Borel era entusiasta por seu trabalho. Com a aprovação do Arcebispo Franzoni, dois cômodos foram incluidos no Rifugio e convertidos em capela, dedicada a São Francisco de Sales. Os membros do Oratório agora poderiam se reunir no Rifugio e cresceu o número de meninos querendo admissão.
O sucesso do Rifugio não foi longo. Dom Bosco foi obrigado a abandonar os cômodos e foi perseguido e teve de enfrentar muitos obstáculos que por vezes pareciam destruir sua missão. Sua perseverança fez com que fosse considerado louco e tentaram confiná-lo em um asilo. O Oratório foi transferido do Rifugio para vários lugares até permanecer em um pequeno armazém, onde contava com setecentos membros e Dom Bosco se mudou com sua mãe para próximo dele. A mãe de Dom Bosco era como uma mãe para os meninos e dedicou os últimos dez anos de sua vida a cuidar deles. As aulas aumentavam e gradualmente foram criados dormitórios para os que desejassem morar no Oratório. Desta maneira foi fundada a primeira Casa Salesiana, que atualmente abriga mais de mil garotos.
As autoridades municipais tiveram que reconhecer a importância do trabalho de Dom Bosco e ele começou um bem-sucedido fundo para construção de escolas técnicas, que foram feitas sem grandes dificuldades. Em 1868 Dom Bosco resolveu construir uma igreja. Ele teve muita dificuldade em levantar todo o dinheiro necessário para a construção, que se completou com a ajuda de caridade de alguns amigos. A igreja foi consagrada em 9 de junho de 1868 a Nossa Senhora Auxiliadora. No mesmo ano, cinqüenta padres e professores que auxiliavam Dom Bosco formaram uma socidade com uma regra comum que Pio IX aprovou finalmente em 1874. Quando Dom Bosco faleceu, quatorze anos depois, a Ordem já tinha mais de setecentos membros espalhados pro sessenta e quatro casas.
Outra missão de Dom Bosco foi a criação, em 1872, de uma Ordem para freiras, com trabalho similar ao que ele realizava com os meninos. Esta Ordem foi chamada Filhas de Nossa Senhora Auxiliadora dos Cristãos e se espalhou para a maioria dos países em que os Padres Salesianos trabalhavam. Sua fundadora foi Santa Maria Mazarello.
Dom Bosco faleceu em 31 de Janeiro de 1888 e 40.000 pessoas visitaram seu túmulo. Ele foi declarado Venerável pelo Papa Pio X em 1907 e foi canonizado pelo Papa Pio XI em 1934. Ele é padroeiro dos aprendizes, meninos, editores, juventude mexicana, trabalhadores e estudantes.

14 de jul. de 2010

A Alegria que Nasce da Confissão




Muitas pessoas, que chegavam à cidade de Ars para conhecer o fenômeno de santidade do Pe. João Maria Vianey, terminavam a sua visita dentro do confessionário.
Conta uma das testemunhas que, um dia, o Cura d’Ars foi pregar um retiro na paróquia vizinha. Durante a noite, o demônio veio discutir com o santo e interromper-lhe o sono. Era algo comum que Satanás viesse incomodar o santo, pois muitas pessoas se convertiam a uma vida melhor com o exemplo dele.
Numa noite, Satanás fez muito ruído no seu quarto. Os outros padres, que se encontravam na casa paroquial, acordaram assustados, pensando que estavam matando o Pe. Vianney. Ao abrir a porta do quarto viram que a sua cama estava na metade do quarto e que ele continuava embaixo das cobertas.
O que mais lhes impressionou foi a resposta do santo: “Não se preocupem, é Satanás que está furioso comigo. Amanhã virá um peixe gordo” .
De fato, sempre que o demônio o incomodava, vinha uma multidão de gente para se confessar com ele. Entre os peregrinos, se encontravam pessoas que não se confessavam há anos. Estes eram os chamados Peixes gordos.
 No dia seguinte, os outros sacerdotes estiveram atentos durante toda a manhã e tarde, mas ninguém de extraordinário tinha vindo para a confissão. Até que, no final do dia, viram um senhor, que era da nobreza e bem conhecido na cidade,  se dirigindo ao Pe. Vianey para pedir confissão. Já fazia muitos anos que aquele varão não pedia perdão pelos seus pecados. A partir daquele dia, ele foi um dos mais ferventes paroquianos. Sua vida tinha mudado e era uma pessoa feliz.
 Isso acontece quando uma pessoa se abre à Misericórdia de Deus. O Pe. Tadeusz Dajczer nos diz no seu livro Meditações sobre a Fé que “no sacramento da reconciliação encontramos a Cristo que nos quer perdoar e curar as feridas produzidas pelos nossos pecados. Mas se eu não mostro as minhas feridas a Deus, Ele não poderá curá-las”.
As pessoas, depois de terem saído da confissão com o Cura d’Ars, já não eram as mesmas. A alegria tomava conta deles.
Este fenômeno ocorre diariamente nas igrejas. Onde haja um sacerdote confessando, aí estará a Misericórdia de Deus perdoando e a alegria invadindo os corações das pessoas.
Na Quaresma, existe esta tradição muito bonita de procurar a Misericórdia de Deus na confissão pedindo perdão pelos nossos pecados. Como diz o Catecismo da Igreja Católica no número 1468: “Os que recebem o sacramento da Penitência com coração contrito e disposição religiosa podem desfrutar a paz e a tranquilidade de consciência, que vem acompanhada de uma intensa consolação espiritual” .
É na confissão que encontramos este amor misericordioso do coração de Cristo, e também é aí onde nascerá a verdadeira alegria no nosso coração.

Adoradores do demônio (video)


A Bíblia diz em Mateus 22:37 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento." O que você ira ver nesse video e a realidade que estamos vivendo nos dias de hoje onde nossos jovens estão se perdendo e indo para o inferno por causa do pecado. Através desse video podemos ter a conciencia de quanto e importante sermos pessoas de oração, e o quanto precisamos anunciar o evangelho com nossas palavras e nossos testemunhos para que possamos levar as pessoas para o céu.




















12 de jul. de 2010

OS SANTOS E OS DIABOS









PADRE GABRIELE AMORTH
Famoso Exorcista da diocese de Roma.

Já por várias vezes me foi perguntado, durante entrevistas televisas ou jornalísticas, que meios especiais tem de ter um exorcista, que meios são utilizados para libertar endemoninhados. E talvez tenha desiludido os entrevistados ao responder que o exorcista não tem nenhuma qualidade particular, nenhum meio extraordinário; a sua força está no nome de Jesus.
É tão bela a declaração que Pedro faz em frente ao Sinédrio, quando é preso – repare-se no enorme delito! – por ter curado um coxo. Que força usou Pedro? Qual era o seu misterioso poder? Pedro proclama em voz alta: “É pelo nome de Jesus Cristo que este homem está curado diante de vós. Não existe salvação em nenhum outro, pois debaixo do céu não existe outro nome dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos” (At 4,10-12).

“Em meu nome expulsareis os demônios”

Todos nós, exorcistas, presenciamos a força da invocação daqueles aspectos da Paixão de Cristo, sobre cujo valor salvífico a Bíblia tanto insiste. Por isso, experimentamos a eficácia de invocar a força do Sangue de Jesus, das Suas chagas, das Sua cruz, da Sua morte e ressurreição, do Seu lado aberto.
Invocamos de mais o Espírito Santo, porque nada acontece que não seja por obra do Espírito Santo. E invocamos a Virgem Santíssima, aquela que esmaga a cabeça de Satanás e que intercede todas as graças.
Se ainda existem alguns teólogos que não acreditam na meditação universal de Maria, ou seja, que ela é a mediadora de todas as graças, que se meta a fazer exorcismos e verificará pessoalmente esta verdade. Temos o auxílio dos anjos e dos arcanjos, em particular de São Miguel, príncipe das legiões celestes. E temos o auxílio dos santos, muitas vezes de surpresa.
Já por várias vezes tive casos de possessão diabólica que se resolveram também as graças à intercessão de um santo que nunca tinha sido invocado, e de quem os presentes não eram especialmente devotos, mas que, bem no meio de um exorcismo, fazia sentir a sua presença; e a partir desse momento passava a ser invocado para resolver o caso.

Mas há outro aspecto, a respeito dos santos, que quero destacar. Posso iludir-me, mas gostaria muito de estimular os estudos históricos que ainda estão por se realizar.
Gostaria também que se escrevesse uma outra história, a da luta entre os santos e os diabos, ou seja, a luta contínua que houve entre eles e que diz respeito a dois aspectos muito interessantes. Por um lado, os tormentos que os demônios infligiram aos santos, as perseguições e, freqüentemente, as torturas cruentas.
Por outro lado, as vitórias dos santos; e dentre estas vitórias é lógico que, como exorcista, eu tenha, sobretudo ficado impressionado pela freqüência e pela facilidade com que os santos libertam pessoas endemoninhadas. São episódios freqüentíssimos, historicamente comprovados, que lemos na vida dos santos de todos os tempos.

Também durante os três séculos em que a Igreja católica quase pôs de lado os exorcismos – motivo pelo qual, atualmente, nos encontramos com escassez de exorcistas e carências na sua formação -, sempre houve santos libertando pessoas endemoninhadas. Olhando para trás gosto de recordar São Bento, que não era exorcista, e provavelmente não era sequer sacerdote; no entanto, a sua eficácia contra o demônio era tão forte que o Papa Honório III o proclamou patrono dos exorcistas; ainda hoje é muito conhecida e usada a sua medalha de proteção contra o Maligno.
Se olho para tempos mais recentes, gosto de recordar São João Bosco, quer por causa dos tremendos assaltos demoníacos de que foi vítima, quer pela sua eficácia em libertar as pessoas, por vezes só com a sua presença. Cito um caso, ocorrido em finais de sua vida, no dia 4 de junho de 1885: o superior de uma comunidade religiosa de Caem mandou ao Padre Bosco uma jovem atingida por uma gravíssima possessão demoníaca. Nesse período, não havia a certeza se o Padre Bosco iria celebrar missa devido ao seu estado de saúde. Mas nessa manhã celebrou. No fim dos rituais introdutórios, ou seja, ainda no começo da missa, aquela pessoa sentiu-se inteiramente liberada.

No que respeita às minhas experiências não posso deixar de fazer referências ao Padre Pio.
Padre Pio, um grande lutador
O Padre Pio me ajuda, continuamente, no duro mistério de exorcista, fiel a uma velha promessa, que tem mais de quarenta anos.
Quem conhece a vida do Padre Pio sabe bem o quanto o ele teve de lutar, incessantemente, contra o demônio; e quantos sofrimentos e vinganças diabólicas sofreu devido ao seu ministério em favor das almas, resgatando-as do seu poder para as entregar ao Senhor. Foi uma luta incessante, em que se podem identificar algumas etapas fundamentais.

Num escrito precioso enviado as seu diretor espiritual (Padre Agostinho de São Marcos in Lamis), o Padre Pio afirmava que “as aparições diabólicas começaram por volta dos cinco anos de idade e durante quase vinte anos assumiram sempre formas obscenas, humanas, mas sobretudo bestiais”.
A primeira grande luta é narrada numa visão que se pode situar, mais precisamente, quando Padre Pio tinha cerca de cinco anos. A data é incerta, mas a época é essa. Nesse episódio, ele sentiu-se convidado a lutar contra um homem horrível e de “alma tão desmedida que tocava com a cabeça nas nuvens”.
A personagem resplandecente que estava a seu lado (talvez São Miguel) exortou-o a lutar com aquele gigante monstruoso, assegurando-lhe a sua assistência. O embate foi terrível, mas o pequeno Francesco (que era o nome do Padre Pio) levou a melhor, graças ao auxílio daquele personagem misterioso que o tinha encorajado; um personagem misterioso e luminoso.

O horrível gigante foi obrigado a fugir, arrastando atrás de si “aquela grande multidão de homens de aspectos horríveis, no meio de urros, blasfêmias e gritos de atordoar”. Este foi apenas o início, uma visão profética daquilo que viria a ser a sua vida. As frases entre aspas são todas do Padre Pio.
Tal episódio, que Padre Pio sempre considerou muito significativo, terminou com as palavras do personagem luminoso: “Aquele contra quem combateste há de voltar a atacar. Combate como um valente; eu ajudar-te-ei sempre, de maneira a que consigas prostrá-lo todas às vezes”.
Embora os tormentos diabólicos nunca tenham cessado, mesmo nas formas visíveis e extraordinárias, parece-me possível fixar uma segunda etapa significativa, quando Padre Pio foi enviado para Venafro, em outubro de 1911. Era então um jovem sacerdote, pois foi ordenado no dia 19 de agosto de 1910; tinha de se preparar, ele e mais alguns confrades, para o ministério da pregação.
Mas obedecia com tanta freqüência que, por vezes, nem sequer podia celebrar missa. O maligno aparecia-lhe “sob a forma de um gato negro e feio, ou de jovens nuas que dançavam lascivamente, ou ainda de um carrasco que o flagelava”.

Outras vezes aparecia-lhe com o aspecto do seu superior, ou de São Pio X, ou de outras figuras de santos; até com o aspecto do anjo da guarda, ou de Maria Santíssima ou de São Francisco. Quem tem experiência destes truques diabólicos sabe bem quão pode ser perigoso para a alma quando o demônio procura mascarar-se de santidade. O Padre Pio oferecia de tudo para a salvação das almas: deste modo, compreendeu em Venafro, e no meio de tanta luta e sofrimento, qual era a missão sacerdotal para a qual Deus o tinha reservado.
Podemos identificar uma terceira etapa da vida de Padre Pio em São Giovanni Rotondo. Foi aqui que, durante cinqüenta anos de derramamento de sangue por causas de estigmas, o Padre Pio arrancou inúmeras almas de Satanás. Aqui surgiu e cresceu desmedidamente o número dos seus filhos espirituais, que depois passaram a fazer parte dos grupos de oração. Aqui nasceu a Casa Sollievo della Sofferenza (Alívio do Sofrimento).

E, para além das lutas contínuas combatidas no silêncio, várias vezes lhe foram levados endemoninhados por quem rezou, sofreu e suportou pancadas e flagelos. É muito difundida e já foi publicada várias vezes a fotografia do rosto Padre Pio repleto de manchas negras; nesse dia tinha recebido uma pessoa endemoninhada, e de noite o demônio bateu-lhe por várias vezes com a cabeça no chão. Ajudado pelos confrades, que acorreram ao ouvirem o barulho, teve de ser medicado em todo o rosto e, no supercílio, foram necessários cinco pontos de sutura.
Quando fui me encontrar com o Padre Pio pela primeira vez em 1942, nunca pensei que iria visitá-lo durante vinte e seis anos. Era estudante de Liceu, formei-me em Direito e, depois, entrei na Pia Sociedade São Paulo (os “paulinos”, como são conhecidos pelo mundo). Assim que fui ordenado sacerdote, já não me bastava ser filho espiritual do Padre Pio. Começava também eu a ter meus filhos espirituais, gostaria de os ter levado todos a ele mas, entretanto, eu os recomendava.

Foi assim que obtive uma promessa. Certo dia disse-lhe: “Meu querido padre, tenho um grande pedido a fazer-lhe”. Ele encorajou-me a falar, inclinando-se na minha direção e mostrando-me um sorriso largo. E foi então que me abri: “Gostaria que todos os meus filhos espirituais fossem cuidados pelo senhor; se o Padre Pio se encarregar deles, fico tranqüilo”. Sorriu mais uma vez e fechou os olhos para uma breve reflexão. Depois me disse: “Sim, meu filho, está bem”. E eu: “Mas, então, todos eles nunca mais o tratarão por Padre Pio, mas por avô Pio”. Perante esta expressão riu de bom gosto; estava realmente achando graça. No fundo, ele será sempre e para todos o Padre Pio.
Já passaram muitos anos. Lembro-me da última vez que o vi, no verão de 1968 (morreu no dia 23 de setembro desse ano). Dava muita dó assistir à sua Missa celebrada numa cadeira de rodas, esforçando-se muito. Já não era apenas o esforço místico de quem revivia a paixão; mas o esforço físico de quem já não tinha forças.

Os seus filhos espirituais, espalhados pelo mundo inteiro, foram crescendo e continuaram a crescer depois da sua morte. Quem hoje vai a São Giovanni Rotondo fica espantado ao ver tanta afluência de peregrinos, muito mais numerosa do que quando o Padre Pio estava vivo.
Pessoalmente continuei a contar com a sua ajuda e a senti-lo próximo de mim, nos vários cargos que desempenhei. Agora, então, desde que comecei o ministério de exorcista, não tenho a menor dúvida de que todos os que recorrem às minhas orações ficam logo sob a proteção do Padre Pio, sem o saber.
Em algumas ocasiões, a presença do Padre Pio chegou mesmo a ser sensível. Por vezes, os meus pacientes sonharam com ele, ou viram-no a seu lado a assisti-los nos seus sofrimentos. Em várias ocasiões, durante o exorcismo, foi o demônio quem gritou assustado: “Rua daqui com o frade! Não quero este frade!“. E, depois, pressionado pelas minhas perguntas, era obrigado a revelar que, quem ali estava presente era o Padre Pio.
Também tenho que acrescentar que desde que o meu mestre, o padre Cândido, foi chamado pelo Pai para receber o prêmio da glória, no dia 22 de setembro de 1992 (dia de São Cândido e véspera da morte de Padre Pio), também me tem sido de auxílio e a sua presença já por várias vezes me foi acusada pelos demônios. O Padre Cândido considera o Padre Pio um grande santo; e o Padre Pio definiu o padre Cândido como “um sacerdote segundo o coração de Deus”.