Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

25 de out. de 2010

Quanto tempo a mais viveremos mendigando?

Brasileiros e Brasileiras,

Nunca na história deste país vivemos tempos tão absurdos de corrupção. Nem na época do Império houve tantas barbaridades como temos vivido. Dólar na cueca, na meia, na bolsa. Políticos usurpando do nosso dinheiro para seus fetiches. Jamais nosso querido país alcançou tamanho nível de corrupção em 121 anos de história republicana e mesmo nos 67 anos de período monárquico. Isto é, 188 anos de Brasil independente jamais se viveu tão alto grau de imoralidade, depravação, perversão com a "res publica"!!! Termos como pudor, vergonha, recato, pejo, simplesmente desapareceram nas hostes da administração pública nas três esferas!! E boa parte da população brasileira respaldou esse comportamento reconduzindo seguidamente figuras que enojaram, enodoaram, conspurcaram a memória e a história de nossa terra.

 E nós? Onde ficamos? Porque o dinheiro que eles nos roubam jamais voltará para nós. Caso você não saiba, os impostos que você paga devem voltar a você em forma de saúde, educação, segurança, saneamento básico... E lembre-se que você trabalha quatro meses por ano apenas para pagar impostos!!! Mas ele volta? Não. E por que? Porque aqueles que colocamos lá para nos assegurar estes direitos apenas asseguram os seus "direitos."

A lógica para colocar Dilma é ilógica. Todos sabemos que o PT sempre foi contra o crescimento do país. Foi contra o Plano Real, contra as Bolsas assistencialistas e as Privatizações que ajudaram o país a crescer. Temos boa memória e sabemos que o Governo Lulista apenas deu continuidade ao Governo FHC. E pra piorar eles contam com a honra de que foram eles quem criaram tudo. Tamanha falta de honra política.

A súcia que hoje domina amplamente os alicerçais poderes do país se esforçam à larga para desfazer o que ocorreu, atribuindo conceitos que são fruto de mentes doentias e que viram frustrados seus sinistros planos de domínio do país. E não são poucos os que piamente creem no que eles declaram e anunciam. E por que? Porque a maioria fica contente em ter dois celulares no bolso. Mas isso é o preço da sua honra? Da sua honestidade? São só dois celulares o que você vale? E onde ficam a moral e a ética nesta história toda? Pior ainda é ver cristãos que conhecem o quinto mandamento (Não roubarás) e colocam candidatos que sabidamente são bandidos, ladrões, corruptos sob o pretexto que "rouba, mas faz". Saiba você que pensa assim que é tão bandido quanto eles, pois age de cumplicidade, além de omitir-se mediante a verdade.

É verdade que no período de prevalência dos militares - conhecido também como Ditadura Militar -  extrapolou o que se esperava. Excessos foram cometidos, sim. Por outro lado, o que perpetrou e executou a facção marxista-leninista que se prepara para dar continuidade ao comando do Poder Executivo Federal, como outros cargos assemelhados nas demais esferas do Legislativo Federal e Estaduais são circunstancialmente diminuídos e desprezados. Somente não se esquecem disso os milhares que perderam um ente querido ou mutilados ficaram ante a sanha assassina dessa inominável malta. E ainda assim pouco ou mesmo nada receberam de indenização diante da perda que sofreram. Muito ao contrário dessa escória que usufruiu porção financeira nada desprezível e que saiu diretamente de nossos minguados orçamentos,

Em suma: se não houvesse a dura intervenção militar hoje, agora em 2010, não poderia estar redigindo esta mensagem e nem neste dia 3 de outubro estaríamos indo às urnas para sufragar nomes de representantes de nossa democracia. Como em tantas outras nações em que a liberdade de pensamento, de manifestação, de ir e vir, foram manietadas e surripiadas.

Patriotismo, meus irmãos e irmãs, não é a esfera que o Socialismo nos "honrou" com "Pátria ou Morte", não. Patriotismo é requerer os direitos de toda uma nação. O que o Governo Lulista e Petista quer é o fim da Democracia, é a espada, é o "Estar comigo ou Contra mim". Não há meio termo.

A imprensa, enquanto há tempo, tem se esforçado em nos mostrar a verdade. Crer que tudo o que ela diz é apenas boato, como bem disse o Padre Paulo Ricardo, é descrer do que os olhos veem e os ouvidos ouvem. Mais: beira à incompetência intelectual ou ignorância invencível.

As eleições estão aí. Quatro anos custa muito a passar. Não se vendam a um partido que destroça a Constituição, vilipendiando os seus direitos de cidadão brasileiro. Não se entreguem às custas de míseras oportunidades. Dignifique sua honra, cidadão! O voto é a sua possibilidade de mudança. Lembre-se que Hitler, Stalin, Mao Tse Tung, Fidel Castro, Chávez entraram pelo voto e vetaram a Constituição, impondo a Ditadura Comunista. Não preciso comentar o que ocorreu e ocorre nestes países, não é? É esse o destino que você dará ao Brasil no dia 31 de Outubro em troca de dois celulares?



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Este artigo foi escrito por mim, Evelyn Mayer de Almeida e com a colaboração de Clênio Falcão Lins Caldas

24 de out. de 2010

Amigas da Dilma e a CNBB

E quem pensa que as únicas amigas da Dilma são aquelas do aborto, engana-se. Basta ver a despedida escandalosa dela dentro da CNBB dizendo que foi muito bem recebida lá quando em muitos lares, ela nem passa da porta. Afirmando ter grandes amigos lá. 


Dilma Rousseff declarou publicamente: "Falando com "ocê"... e "ocê" sabe disso..." Para quem quiser saber quem é o "ocê" é a jornalista Gisele Vitória da Revista "Isto É". Ela aparece fazendo as perguntas que "ocês" podem conferir com mais detalhes no YouTube (Tag: Dilma aborto. Vídeo do dia 06 de outubro de 2010); Dilma: "Todas as minhas amigas que eu vi passar por experiências assim (abortos) entraram chorando e saíram chorando."... "Além de ser uma agressão, dói." Uma vez que aborto é crime no Brasil, isso não está parecendo nada com "questão de saúde pública", mas de segurança pública. A questão pode até tomar rumo de caráter mais investigativo já que foram feitas declarações públicas afirmando que suas amigas (não especificadas) fizeram aborto num espaço físico (não especificado), com a ajuda de quem (também não especificado) e a Senhora Dilma Rousseff viu as amigas entrando e saindo para abortar (cúmplice?). Essas amigas choravam porque foram agredidas? Ou porque doeu? Quem agrediu quem? E os bebês? Quantos foram? Choraram? (Porque muitos são arrancados vivos! Como a sobrevivente de aborto com sal - Gianna Jessen.) Doeu neles? Ou só doeu nas amigas da candidata? E já sabendo que a história se repetia, ou seja, todas as vezes, todas choravam, sentiam dor e saiam baqueadas...Dilma não tentava impedi-las? Com uma amiga assim, ninguém precisaria ter inimigos.
Para piorar o que não poderia ser pior, Dilma Rousseff estava se condoendo das coitadinhas das mães que abortam usando... (é até difícil de escrever)... agulhas de tricô. Afinal o SUS poderá vir a matar os bebês com instrumentos melhores para a segurança das mães e piores para desgraça dos bebês. E Dilma acha que agulha de tricô para abortar está entre "métodos absolutamente medievais". Mas a Idade Média não foi justamente aquela que inovou começando a proteger os oprimidos doentes? Porque antes da Idade Média os doentes eram considerados fracos e, não poucas vezes, os fracos eram jogados fora pelos próprios pais, até para os lobos ou montanha abaixo. Idade Média, a que valorizou os doentes (antes desprezados) nos primeiros grandes hospitais gratuitos junto às catedrais? Acho que a História está se repetindo: Dilma, o PT, o aborto dos fracos... E, na contramão, os Bispos, as catedrais, a Igreja defendendo os fracos, os bebês...

Ora, aborto com ou sem agulha de tricô deve ser coisa do tempo dos bárbaros, provavelmente dos hunos. Dentre os bárbaros, os hunos foram aqueles que se destacaram pela sua alta crueldade, falta de cultura, não civilizados e violentos. Aliás, é só verificar quando foi o primeiro assassinato na história da humanidade. Com certeza é coisa do tempo de Caim quando matou Abel. O crime é bem mais antigo que a Idade Média.

Conta-se que um estrangeiro que nunca tinha visto uma banana chega ao Brasil e no restaurante do hotel ele fica curioso para "entender" aquela fruta. Afinal, nunca tinha se deparado com uma. Pensou... Pensou... E com seus parcos conhecimentos terminou descascando a banana, comendo a casca e jogando fora o "caroço" enooorme. Se dessem a banana a um macaco ele saberia perfeitamente o que fazer com ela. Da mesma forma acontece quando você resolve dar uma agulha de tricô compriiida na mão de alguém que não consegue desenvolver habilidades que exigem movimentos delicados como é o caso dos que sabem fazer tricô, bordar ponto cruz, fazer crochê... Nunca viu! Não sabe nem para o que serve! Dá no que dá: mau uso da agulha.

Mas com todas estas afirmações Dilma Rousseff não foi parar na delegacia. Sabe quem quase foi parar na delegacia em cena que parecia mais do filme "A Vida é Bela"? O senhor Paulo Ogawa, dono da gráfica que imprimia os panfletos do arqui-inimigo do PT, Dom Luiz Bergonzini, da Arquidiocese de Guarulhos. Enquanto da arquibancada a CNBB assistia o aborto de um dos arqui-planos de um Bispo Católico Apostólico Romano. Afinal a CNBB pode ficar tranquila porque se o PT ou a polícia der uma batida lá não vai achar a carta em defesa da vida nem no seu site.

Tiraram a carta rapidinho. Antes que Rousseff e seu Partido chegassem para a visita. E quando chegaram... a conversa mudou: água potável, casa própria, e lá pelas tantas uma leve perguntinha sobre o aborto. E de troco a discreta, disfarçada e evasiva respostinha de sempre: "Eu, particularmente, sou contra o aborto, mas..." . Por que será que não soa verdadeiro? (Porque não é!)

O Brasil inteiro, católicos, cristãos e não cristãos se posicionando principalmente, mas não somente, contra ou a favor do aborto e a CNBB prioriza perguntas à Dilma sobre temas do fim da pauta como água potável, moradia... É brincadeira!? Antes de tomar água potável ou não, morar numa casa própria ou não, é preciso ter a oportunidade de nascer; questão de prioridade, ou não? Porque senão, do jeito que o desprezo à Vida Humana vai, toda água do planeta ficará só para os peixinhos. "Ai se eu fosse um peixinho e soubesse nadar..."
E quem pensa que as únicas amigas da Dilma são aquelas do aborto, engana-se. Basta ver a despedida escandalosa dela dentro da CNBB dizendo que foi muito bem recebida lá quando em muitos lares, ela nem passa da porta. Afirmando ter grandes amigos lá. E que deve muitos favores à CNBB. Tudo registrado no YouTube. Quem seriam os grandes amigos? Quais os favores? Não dá para dizer todos os nomes ou desenhar o rosto?

Só quem perdeu o crédito foi a CNBB, porque a carta de Dom Bergonzini está ficando mais famosa que a de Pero Vaz de Caminha. Tem gente na internet trabalhando duro para que a carta se transforme na maior corrente que a Dilma, o PT e a CNBB já viram. A cópia da carta-mãe está à disposição na internet para quem quiser reproduzir. Fora as gráficas que com o download da carta querem imprimir de graça os panfletos proibidos. Estes não são os amigos da "Amiga do Rei", mas os verdadeiros amigos do quase procurado e algemado Dom Bergonzini.

Esta carta histórica já foi parar nos arquivos do Vaticano e com certeza terá lugar de destaque para que, amanhã, ninguém distorça os fatos ensinando aos alunos que a Igreja Católica se calou na questão dos bebezinhos do Brasil. Embora muitos tenham se calado, tenham mandado calar, e até ameaçado quebrar acordos feitos com a Igreja.

Impossível no atual momento querer que o povo separe religião de política, que não tome partido, ou não se torne pelo menos um fervoroso anti-Partido do PT. Principalmente, porque quando partidos vermelhos sobem ao poder é de praxe a perseguição a todos aqueles que acreditam em Deus, o que resulta em perseguir mais de 90% dos brasileiros. É muita ousadia e atrevimento!

Mas estas eleições estão prestando um ótimo serviço à população. Separando o joio do trigo. No PT, quem não concorda com todas as suas propostas de quem concorda com "todas", inclusive o aborto. Dilma e Lula estão dentro! Na CNBB, os que estão a favor da retirada da carta de Dom Bergonzini que pede claramente para não votarem nos contra a vida, contra a família, contra a liberdade de imprensa, contra o direito à propriedade privada e os que tem medo de falar que discordam. Entre os batistas, o corajoso Pastor Piragine está separado dos que discordam do seu fantástico pronunciamento no vídeo que também foi censurado. Nas gráficas, as que imprimem e as que não imprimem panfletos que o partido de Rousseff pode descobrir. Na mídia, jornalistas que se calam dos que levam notícias mesmo que elas não sejam as abençoadas pela CNBB, pelo PT, ou permitidas pelo PNDH3 - que nem está vigorando e já tem uma turma tremendo de medo. Quem quiser que fale agora ou calam-te para sempre.
Enfim, no 2º turno restou o "ou pela Dilma ou contra a Dilma" , "ou pela Igreja Católica Apostólica Romana ou pelos amigos da Dilma na CNBB" e "ou por Deus ou contra Deus". O caso de Dilma e seus suspeitos amigos cai como uma luva no ditado: "Diga-me com quem andas e te direi quem és". Com alteração de palavras, não de conteúdo, uns conhecem assim: Diga-me com quem andas e te direi se vou contigo. Já em época de eleição pode ser dito: Fale quem são seus grandes amigos da CNBB, diga à polícia o nome de todas aquelas suas amigas e ainda assim não irei contigo, não votarei em ninguém do PT e muito menos ainda em você, Dilma!



Márcia Vaz é escritora e palestrante.


Liberdade de Expressão VS Liberdade Religiosa

É intolerante quem defende e afirma publicamente as suas convicções políticas, ideológicas ou religiosas? Deve o Estado se imiscuir nestas questões?


Por Belcorígenes de Souza Sampaio Júnior, Advogado.



INTRODUÇÃO

A busca da liberdade (em sentido amplo) tem sido o âmago da questão dos movimentos históricos em prol da elevação do Ser Humano, sendo a autodeterminação o vértice dos movimentos sociais em prol dos chamados Direitos Humanos Fundamentais. A ânsia por se libertar da tirania e da opressão vicejou profundamente e com tal intensidade, que revoluções foram engendradas, países fundados, continentes conquistados e, infelizmente, milhões de vidas ceifadas. O estatuto das liberdades públicas, tal como hoje é concebido no âmbito das declarações de direitos humanos, foi solidificado com o sangue de milhões de mártires, vítimas da luta contra a dominação do corpo da alma e do espírito.

O termo LIBERDADE sendo um vocábulo análogo, pode significar a manifestação apenas de uma forma de liberdade, como a liberdade de locomoção, por exemplo, ou pode significar o conjunto das liberdades tuteladas pelos diversos estatutos de direitos humanos. De ordinário, esta última significação se faz presente quando o vocábulo é utilizado no plural: LIBERDADES. Podemos estabelecer então que em um sentido estrito a palavra LIBERDADE significa a expressão jurídica de alguma das formas de liberdade, e em sentido lato LIBERDADE significa um complexo instituto jurídico que possui como fundamentação a própria natureza humana.

Quanto à questão cognitivo-sociológica do ser humano, concordamos que as influências externas sobre o indivíduo modelam o seu material sensório e, com isto, podem ditar-lhe a conduta. Ser livre, neste contexto, significa apenas manobrar dentro do curto espaço das escolhas (e das possibilidades) limitadas. Mais isto não é pouco. É exatamente sobre o mundo das "escolhas", das idéias e dos valores que nos restam que projetamos a nossa identidade cultural. É este o espaço que precisa estar a salvo da ação do Estado e da sua interferência.

É certo que não cabe ao Estado laico promover os valores da religião. Tal idéia libertária, oriunda da revolução francesa, procurou definir os espaços próprios da ação de cada poder: o poder político e o poder religioso. Tal contribuição propiciou o fortalecimento da liberdade religiosa, com a proliferação de religiões e seitas em um ambiente livre da perseguição e da prevalência de uma religião oficial.
Paralelamente, livre das guias da igreja e com o advento da evolução cientifica, industrial e tecnológica, um novo homo-saber anti-religioso forjou-se no seio da sociedade. Também a revolução dos costumes, na década de 60, e bem assim, os humores da globalização, informam este ser humano do novo milênio, desprovido dos valores religiosos que por séculos espelharam o mundo ocidental.

Não obstante, e talvez seja adequado dizer que agora no papel de "contracorrente", os movimentos e grupos religiosos continuam a crescer. Os choques entre as duas cosmovisões são inevitáveis. São embates ideológicos, cabendo a cada grupo exercitar as suas liberdades de crença, convicção e expressão. A falta de uma visão equilibrada desta pluralidade ideológica, notadamente nos Estados com governos intitulados "progressistas", tem sido fonte de problemas.

Alguns destes Estados constitucionais, inclusive a Espanha e o Brasil, têm incorporado em suas políticas públicas determinados valores ideológicos visceralmente contrários aos valores religiosos Nestes casos é comum a alegação de que se está implantando o "laicismo" na sociedade". Ora, isto é uma mera falácia. Nunca a idéia de um Estado laico significou o combate à religião alguma. Estado laico é apenas o Estado separado da Igreja no plano político.

Estes são tópicos que precisamos detalhar, pois para muitos operadores do direito as respostas ainda não estão claras, e o exame envolve responder a algumas perguntas, por exemplo: pode ser classificado como intolerante quem defende e afirma publicamente as suas convicções políticas, ideológicas ou religiosas? Ou intolerante é quem não aceita que as suas convicções sejam publicamente contrariadas? Deve o Estado se imiscuir nestas questões? Existe um limite constitucional para estas ações?

Clique aqui e veja mais sobre a dimensão de liberdade laica e religiosa.

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* Mestre em Direito pela UFPE; Mestre em Direitos Fundamentais pela Universidade Pública de Burgos - Espanha; Doutorando (em fase final) em Direitos Fundamentais: Liberdade Religiosa, pela Universidade Pública de Burgos - Espanha; Professor de Direito Constitucional, Teoria do Direito e Hermenêutica Jurídica; Ex membro da Comisssão de Direitos Humanos da OAB/Ba; Palestrante Internacional.

Eles estão desesperados. Sabem que a derrota esta batendo na porta.


Acredito piamente que Dilma Roussef será derrotada nas urnas no dia 31 de Outubro, desde que os cristãos e todas as pessoas de bem continue o bom combate anti-comunismo.

O grande sinal de que a derrota petista se aproxima esta no vísivel desequilibrio dos militantes petistas, à começar pelo presidente Lula, passando por Dilma e chegando até no mais simples panfleteiro.


Estes dias minha noiva estava comprando em uma loja, quando saiu das compras, foi abordada por um militante vermelho, ele ofereceu um panfleto e começou a dar ordens para que ela votasse no PT, imagina o que ele fez quando ela disse que jamais votaria na Dilma? Ficou louco, enfurecido, indiguinado e para não bater nela saiu chingando palavrões que não merecem espaço nesta postagem.


Este "militantizinho" é um reflexo da Dilma e o PT que vendo-se despencar nas pesquisas populares resolveram apelar para uma campanha pautada em agressões morais. O pior não são as agressões morais, o horivel são as agressões fisícas que refletem nítidamente o comunismo de Lenin e Fidel Castro, cenas como a do objeto jogado em José Serra e o recolhimento dos panfletos de Guarulhos prefiguram o que será do país se o PT contínuar no comando, possivelmente teremos mártirios de sangue, ameaças de mortes não faltam, Don Luís Bergonzini que o diga.


Por que o desespero? Por que as agressões? Por que até ameaças de mortes?Eu respondo: Por que eles descobriram que os brasileiros já não seguem os institutos de pesquisas tão claramente comprados, isto ficou evidente no primeiro turno. Por que eles sabem que os brasileiros pautam suas opniões em fatos, não em mentiras, os brasileiro morreram de rir vendo Dilma se dizendo contra o aborto e dando uma de católica em Aparecida.Por que descobriram que Lula não é tão popular assim, pois foi terrívelmente vaiado no Pan do Rio e agora na minha Minas Gerais em uma carreata na grande BH. Também por que eles sabem que os brasileiros por de trás desta paixão pelo carnaval e futebol têm um coração conservador, tem uma aspiração pelo bem, pela ordem, pela vida, pela liberdade, em fim, pela democracia.


O que precisamos fazer para tudo dar certo dia 31 é continuar militando, até domingo que vem muita agua vai passar debaixo da ponte, agora é a hora de cada leitor deste site fazer sua parte, é o momento de chamar a família para conversar, de marcar uma reunião com amigos de serviços, de panfletar os documentos da Igreja que combatem esta eleição comunista e de encher as caixas de e-mails de seus amigos de videos que denunciam o PT.


Vamos em frente irmãos, temos muitos materiais em mãos, além das cartas e videos dos clérigos, temos também disponiveis na internet documentos que mostram claramente a relação do PT com as FARCS e com o MST. O PNDH3 sem sobra de dúvida é a grande carta que temos na manga.


A eleição será decidida nas urnas, lá o Brasil vai gritar por democracia, vai gritar pela vida das crianças abortadas, pela ética anti-mensalões, pela liberdade de imprensa, pela simbologia religiosa em repartimentos públicos, pela família, contra a homofobia, ou seja, para que o Brasil continue sendo aquilo que ainda é : LIVRE.


Se cada cristão e pessoa de bem se colocar em prontidão para denunciar as tragédias que estão no plano de governo petista, no domingo que vêm o Brasil vai dizer: Dilma não!
Bruno Cruz

23 de out. de 2010

PUC/SP – COMUNISTA – Virou palco de encontro de camaradas esquerdistas – Frei Beto e Pe. Julio Lancelotti – Da Teologia da Libertação!


Caros leitores,
Antes de adentrar ao mérito, vejamos os vídeos que embasam este artigo:



Expresso minha indignação, pois referido evento ocorreu na PUC/SP! Isso mesmo, na PUC/SP, que, nesta oportunidade, pode ser traduzida como PONTIFICIA DA UNIVERSIDADE COMUNISTA DE SÃO PAULO!

Deplorável, uma UNIVERSIDADE CATÓLICA (PUC/SP), permitir um encontro de camaradas, que em última instância sempre demonstram seu intento de SOLAPAR a Igreja Católica Apostólica Romana, pois divergem em tudo de sua doutrina. Esses “católicos” como bem explanado por Evelyn Mayer em seu artigo, não passam de “CATOLICOS APOSTÓLICOS PETISTAS”.

Em que pese meu pouco saber, DEMOCRACIA E COMUNISMO são dois sistemas completamente antagônicos. Ou será que o vernáculo e a história ensinam diferente?!!!

Deste modo, não consigo compreender o que se passa na cabeça do “companheiro” Frei Beto ao declarar que a democracia tem sido cada vez mais exercida na América Latina com a presença de comunistas governando alguns países, como o camarada Hugo Chaves (Venezuela), Evo Morales (Bolívia), Luis Inácio Lula da Silva (Brasil)!!!

De fato, esses ditos “padres” camaradas, DATA VENIA, são oportunistas, pois aproveitam o bonde da imoralidade (do PT) para trazer das cinzas a TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, tão condenada e combatida por nosso venerável Papa Bento XVI.
Não acredito que Frei Beto seja ignorante a ponto de pensar que os Presidentes das Repúblicas por ele citado, defendem a democracia, pois pelo que sabemos são comunistas declarados, senão vejamos:

Em abril de 2009 o presidente da Bolívia, Evo Morales, disse que se considera marxista, leninista e comunista! oglobo.globo.com/.../em-provocacao-evo-morales-se-declara-comunista-pede-que-bolivia-seja-expulsa-da-oea-755315771.asp

E ninguém melhor do que o próprio Hugo Chávez para nos explicar tudo sobre a Quinta Internacional Comunista, como membro de honra do Partido Vanguarda Popular Chávez nos concedeu uma entrevista exclusiva, veja aqui: http://www.vanguardapopular.com.br/portal/noticias/88-entrevista-exclusiva--hugo-chavez-fala-sobre-a-v-internacional-comunista

O COMUNISMO ESTÁ LONGE DE UM DIA VIR A SER DEMOCRACIA? O maior sonho desses ‘camaradas’ ‘libertadores’ ‘revolucionários’ é ver implantado no mundo o modelo CUBANO, e como bem definido por Reinaldo de Azevedo estes padres camaradas: “como democratas, defendem a ditadura; como religiosos, são blasfemos. Na sua total falta de limites, levam a blasfêmia para a política e tentam emprestar alcance político a suas blasfêmias”.

Luiza Lura

Exclusivo - Petistas intimidaram e xingaram Dom Luiz, bispo de Guarulhos, que recebeu ameaças. Mas ele não se cala: “Recomendo voto contra Dilma por causa de suas idéias favoráveis ao aborto”

Vocês sabem o que penso. Entendo absurda a liminar concedida pelo ministro Henrique Neves, do TSE, que permitiu à polícia federal apreender o “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB, exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a descriminação do aborto.



Ou seja, criando um padrão para que você utilize sempre que precisar Por Reinaldo Azevedo
A impressão do texto foi encomendada por Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos. O PT tentou acusar uma espécie de conspiração, afirmando que se tratava de uma iniciativa do PSDB, já que uma das sócias da gráfica Pana é filiada ao partido. Os petistas só se esqueceram de informar, como noticiou este blog, a empresa imprimiu material de campanha para outros partidos - inclusive para o PT. Num deles, uma central sindical exortava seus filiados a votar em Dilma, o que é ilegal.

Pois bem. Dom Luiz concedeu uma entrevista ao repórter Kalleo Coura, da VEJA, em que desmoraliza mais uma farsa petista. Foi ele quem realmente encomendou a impressão do texto, não o PSDB. Sem receio de defender os princípios da Igreja de que é bispo, reafirma a sua posição contrária ao aborto, diz que se sentiu censurado e reitera que os fiéis não devem votar na petista Dilma Rousseff por causa de suas idéias, favoráveis à descriminação: “Agora, depois do primeiro turno, ela se manifestou muito religiosa, dizendo-se contra o aborto e contra a união de pessoas do mesmo sexo. Quer dizer: tudo aquilo que atrapalhou a sua eleição no primeiro turno, ela tirou da campanha. Você pode confiar numa pessoa que assume posições contraditórias? Ninguém muda de idéia deste jeito. O lobo perde o pêlo, mas não perde o vício. Ela não é confiável”.

Dom Luiz revela também que os petistas tentaram intimidá-lo: “Fui agredido por militantes do PT, que, há dez dias, fizeram um escarcéu debaixo da minha janela, às duas da manhã, com palavrões e rojões. Cheguei até a ser ameaçado”. Sem receio, Dom Luiz avisa: “Ninguém pode botar um cadeado, uma mordaça, na minha boca. Podem apreender um papel, mas nada altera minhas convicções”. Leia os principais trechos da entrevista..

VEJA - Foi o senhor quem decidiu imprimir dois milhões de cópias do “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”?
Dom Luiz -
Sim. Fiz isso para tornar conhecida a minha posição política em defesa da Igreja e da vida. Essa publicação visava justamente defender a vida de seres humanos que não pediram para nascer e não têm condições de se defender. Trata-se de um documento oficial, assinado por três bispos. Não era um panfleto. É um documento autêntico da igreja.

O senhor se sentiu censurado com a apreensão dos folhetos?
Dom Luiz -
laro que sim! Foi um ato totalmente antidemocrático, uma agressão à minha pessoa. Afinal de contas, eu tinha autorizado a publicação. Essa cassação impediu não só a impressão do documento como sua distribuição. Sinto que fui perseguido. O governo fala tanto em liberdade de expressão, mas esta apreensão foi um atentado a um princípio constitucional. A minha opinião foi censurada.

O senhor defende explicitamente que os fiéis não votem em Dilma Rousseff?
Dom Luiz -
Minha recomendação é essa por causa das idéias favoráveis ao aborto que ela tem. Em 2007, numa entrevista, ela chegou a dizer que era um absurdo a não-descriminalização do aborto no Brasil. Então ela é favorável a isso. Agora, depois do primeiro turno, ela se manifestou muito religiosa, se dizendo contra o aborto e contra a união de pessoas do mesmo sexo. Quer dizer: tudo aquilo que atrapalhou a sua eleição no primeiro turno, ela tirou da campanha. Você pode confiar numa pessoa que assume posições contraditórias? Ninguém muda de idéia deste jeito. O lobo perde o pêlo, mas não perde o vício. Ela não é confiável.

O PT chegou a dizer que havia “indícios veementes” de participação do PSDB nas encomendas dos folhetos. Isso ocorreu?
Dom Luiz -
Em circunstância nenhuma eu agi de acordo com orientações partidárias. Eu falei, repito, assino e afirmo: “Não tenho partido político”. Eu sou um ser político, sim, mas não partidário. Se tomei partido nesta eleição, não foi a favor do PSDB, foi contra o PT e a Dilma. As razões são claras: sou contra o aborto e a favor da vida. Não fui procurado por partido político nenhum! Fui apenas agredido por militantes do PT, que, há dez dias, fizeram um escarcéu debaixo da minha janela, às duas da manhã, com palavrões e rojões. Cheguei até a ser ameaçado.

Como foi isso?
Dom Luiz -
Recebi cartas anônimas. Uma delas dizia: “O Celso Daniel foi assassinado, tome cuidado”. Fiz um boletim de ocorrência por causa disso, mas não tenho medo. Se fizerem qualquer coisa contra mim, será um tiro no pé. Será pior para eles.

É papel de um bispo se posicionar politicamente?
Dom Luiz -
O papel do bispo é orientar os seus fiéis sobre a verdade, sobre a justiça e sobre a moral. Ele deve apresentar a verdade e denunciar o erro. Foi o que fiz. Tenho todo o direito - e o dever - de agir do modo que agi. Não me arrependo de ter falado o que falei. Faria tudo de novo! Se surgir um candidato que seja contra os princípios morais, contra a dignidade humana e contra a liberdade de expressão, irei me levantar de novo.

O senhor irá continuar distribuindo documentos similares aos apreendidos?
Dom Luiz -
Se a Justiça liberar, vou. De qualquer forma, vou continuar manifestando minha opinião. Ninguém pode botar um cadeado, uma mordaça, na minha boca. Podem apreender um papel, mas nada altera minhas convicções.

22 de out. de 2010

Padre Paulo Ricardo desmascara o PT e seu plano para o segundo turno (VIDEO).

Padre Paulo Ricardo mais uma vez esclarece o plano de mentiras do PT.

Bispos da Regional Leste 1 críticam PNDH 3 de Lula e Dilma.


Veja a nota:
Os Bispos do Regional Leste 1 da CNBB, diante da realização do 2º turno das eleições para a Presidência da Republica, em sintonia com a "Nota da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB - em relação ao Momento Eleitoral", confirmam sua posição expressa em junho passado no início do processo eleitoral.

Por sua universalidade a Igreja católica não tem partido ou candidato próprios, mas incentiva, agora mais do que nunca, a dar o voto a quem respeita os princípios éticos e os critérios da Moral Católica, indicados na Doutrina Social da Igreja.

Em particular, deve ser votado quem defendeu e defende o valor da vida desde a sua concepção até o seu término natural com a morte e, ao mesmo tempo, a família com a sua própria constituição natural.

A nossa nota de junho assim especificava: "Rejeitamos, veementemente, toda forma de violência, bem como qualquer tipo de aborto, de exploração e mercado de menores, de eutanásia e qualquer forma de manipulação genética". Defendemos a vida para todos, em particular para os mais pobres, em todos os aspectos: educação, moradia, trabalho, segurança desde a infância até a velhice.

Além disso, renovamos a nossa crítica ao PNDH-3, mesmo depois de ter sido retirada a proposta da legalização do aborto, porque foi falaciosamente indicada como "questão de saúde pública". Não é aceitável a visão da pessoa fechada ao transcendente, sem referência a critérios objetivos e determinada substancialmente pelo poder dominante e pelo Estado. No PNDH-3, a maneira como são tratados vida, família, educação, liberdade de consciência, de religião e de culto, de propriedade em sua função social e de imprensa, revela uma antropologia reduzida.

A "Nota da CNBB em relação ao Momento Eleitoral" de 8 de outubro de 2010 também afirma o "direito - e mesmo, dever - de cada Bispo, em sua Diocese, orientar seus próprios diocesanos, sobretudo em assuntos que dizem respeito à fé e à moral cristã". E nós, no Estado do Rio de Janeiro, compartilhamos plenamente também esta orientação.

Fazemos votos que esta última fase do processo eleitoral se desenvolva em paz, no respeito da democracia e do soberano direito da consciência moral do nosso povo.

Invocamos para todos a proteção de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

Dom Rafael Llano Cifuentes
Presidente do Regional Leste1 da CNBB
Bispo Emérito de Nova Friburgo

Dom José Ubiratan Lopes, OFMCap
Vice Presidente do Regional Leste1 da CNBB
Bispo de Itaguaí

Dom Filippo Santoro
Secretário do Regional Leste 1 da CNBB
Bispo de Petrópolis


Rio de Janeiro, 18 de outubro de 2010

Fonte: Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro - www.arquidiocese.org.br

Devolvam os panfletos!

Por Wagner Moura*

_____________________________

Procurei deveras o pedido que a Mitra Diocesana de Guarulhos enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela revogação da liminar que determinou a apreensão de 1,1 milhão de “panfletos” da CNBB Sul 1 (os quais denunciavam o compromisso do PT com a legalização do aborto). E que grata surpresa: o jornalista Reinaldo Azevedo teve acesso ao pedido e publicou, às 20h47 de quinta-feira, partes do texto dos advogados da Mitra Diocesana. Conseguirá a Igreja derrubar a liminar? Entendo nada do assunto, mas veja se a defesa da Mitra não foi espetacular!



Copio e colo os excertos da defesa direto do blog do Reinaldo Azevedo.

***

O documento é verdadeiro e foi aprovado pelo CONSER -CONSELHO REGIONAL EPISCOPAL SUL-1, que compreende todo Estado de São Paulo, designado por CNBB-Regional Sul-1, distribuído em 41 Dioceses, na Assembléia Geral, registrada como “II ENCONTRO REGIONAL SUL-1 DAS CDDVs” (Comissões Diocesanas de Defesa da Vida).

A Assembléia aconteceu no dia 03.07.2010 e aprovou o “APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS”, conforme a ATA E A LISTA DE PRESENÇA de todos os Bispos Participantes (does. 22/25).

A convocação da Assembléia foi dirigida para todas as Dioceses. Cada diocese poderia comparecer por seu Bispo ou indicar um representante. Compareceram à Assembléia 57 pessoas. Foram expositores o Padre Berardo Graz (n.7), o Bispo Dom Nelson Westrupp, de Santo André-SP (n.14) e o Bispo Dom José Benedito Simão, de Assis-SP (n.15).

Os Bispos do Regional Sul-1, representados por sua diretoria executiva, composta por 11 Bispos, ratificaram o documento e emitiram a “NOTA DA COMISSÃO EPISCOPAL REPRESENTATIVA DO CONSELHO EPISCOPAL REGIONAL SUL l – CNBB, assinada pelo Presidente do CONSER-SUL-1, Dom Nelson Weistrupp, pelo Více-Presidente. do CONSER-SUL-1, Dom Benedito Beni dos Santos e pelo Secretário Geral do CONSER-SUL-1, Dom Aírton José dos Santos, que “acolhem e recomendam a ampla difusão do ‘APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS” elaborado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul l”, em 26.08.2010 (does. 26/27).

Depois de todas as etapas deliberativas e administrativas, documento “APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS” foi aprovado e determinada a publicação, por emails, no site do Regional Sul-1, em 31.07.2010 (does. 28/29).

Ao contrário do que afirma a representante Dilma e a Coligação Para o Brasil seguir Mudando, não se trata de um “panfleto”, mas de um documento da Igreja Católica. E o documento é verdadeiro.

Tanto é verdadeiro que a própria CNBB-Regionai Sul-1, contratou a impressão dos primeiros 100 milheiros, no formato A-4, frente e verso, na empresa Artes Gráficas Prática Ltda-ME, através da nota fiscal n. 2955 (does. 30/31).

Depois disso, a CNBB-Regional Sul-1 franqueou o documento, para ampla divulgação, como escrito na NOTA, para todas as outras Dioceses e Movimentos de Defesa da Vida que quisessem distribuir para seus fiéis, interessados e defensores da vida, evidentemente no formato e na quantidade que achassem melhor e mediante o custeio das despesas pelas mesmas interessadas.

Dessa forma, foi elaborado o formato que foi apreendido por ordem dessa E. Corte.

O serviço de impressão, inclusive, foi solicitado na MESMA GRÁFICA UTILIZADA PELO PARTIDO DOS TRABALHADORES, PORQUE TINHA O MELHOR PREÇO E CAPACIDADE PARA EXECUÇÃO DO SERVIÇO (Does. 32/33 ).

Destarte, É UM DOCUMENTO OFICIAL DA IGREJA CATÓLICA E DA CNBB-REGIONAL SUL-1, que compreende todo o Estado de São Paulo e tem autoridade para deliberar e expedir documentos em seu nome, orientando os fiéis.

Portanto, a CNBB-REGIONAL SUL-1, ELABOROU E APROVOU O “APELO” E EXPEDIU A “NOTA” recomendando sua ampla e irrestrita divulgação, que a requerente estava seguindo fielmente.

(…)


A Mitra Diocesana e o Bispo Dom Luiz Gonzaga Bergonzini não apoiaram nenhum candidato a deputado estadual ou federal, senador, governador ou presidente. Estão defendendo o Evangelho e a Doutrina Cristã e acompanhando a pregação e orientação do Papa Bento XVI, que desde o início de seu Papado, está alertando os católicos sobre o relativismo.

Relativismo é, por exemplo, votar em algum político que “rouba mas faz”. Se ele rouba, não poderia ser candidato. É mandamento cristão: “NÃO ROUBAR”. Em obediência ao mandamento, os católicos não devem votar em quem rouba.

Relativismo é, por exemplo, aceitar e votar num partido ou político que está empenhado na liberação do aborto. Cristo defende a vida. A Igreja Católica defende a vida. Os católicos defendem a vida. Os cristãos defendem a vida. A vida é o bem maior de todos os seres humanos. “NÃO MATAR” é um mandamento.

O aborto, para os cristãos, consiste na retirada de um ser humano em formação – que será depois uma criança, um jovem, um adulto, um idoso, até chegar à morte -, do útero de uma mulher e jogá-lo na privada, no lixo ou no esgoto.

A Igreja Católica Apostólica Romana segue o Evangelho de Jesus Cristo. Ela e seus sacerdotes – padres e bispos – fazem profissão de fé e estão obrigados a defender esses princípios, em todos os momentos de suas vidas.

Além da questão do aborto, o Código de Direito Canônico obriga o bispo a propor e explicar aos fiéis as verdades.

A CNBB-REGIONAL SUL-1, Mitra Diocesana de Guarulhos e Dom Luiz Gonzaga deram cumprimento aos cânones 386, §1 e §2, assim escritos:


“§1. O Bispo diocesano é obrigado a propor e explicar aos fiéis as verdades que se devem crer e aplicar aos costumes…” §2. Defenda com firmeza a integridade e unidade da fé, empregando os meios que parecerem mais adequados…”.

Temos, então, que o Direito Canônico obriga os Bispos a explicar as verdades e defender a integridade e unidade da fé. Inclusive a verdade sobre o aborto. Dom Luiz cumpriu sua obrigação canônica.

Dom Luiz poderia, inclusive, indicar candidatos, se quisesse. Isso não é proibido. Mas não o fez. Está apenas defendendo princípios. Se os princípios conflitam com os princípios de outras pessoas, partidos ou candidatos, as conseqüências cada um deve assumir para si. Se alguém tem posições contrárias aos princípios cristãos, deve expor e defender essas teses, assumindo a responsabilidade decorrente.

No caso presente, os bispos das 41 dioceses do Estado de São Paulo resolveram emitir um documento que explicasse em quem não votar, tendo como base principal o aborto, ponto que Sua Santidade o Papa Bento XVI vem, exaustivamente, chamando a atenção de todo o povo do mundo.

A vida é dom de Deus, bem indisponível, em qualquer tempo, tanto que auxiliar alguém a suicidar-se é crime capitulado no art 122, do Código Penal. Ninguém pode atentar contra nenhuma vida.

A apreensão dos documentos pertencentes à Mitra Diocesana de Guarulhos, autorizado pela CNBB-REGIONAL-SUl-1, é uma ação discriminatória da candidata Dilma Rousseff e da Coligação para o Brasil Seguir Mudando, que está perseguindo e tentando impedir a Igreja Católica e seus membros de expressar suas convicções religiosas.

Assim, requer se digne V. Exa de revogar a liminar e determinar a devolução de todo o material apreendido, por respeito à Constituição Federal e aos direitos constitucionais pétreos da requerente e de seus membros.

 

Rejeitada restrição a objeção de consciência vitória pró-vida em Estraburgo

Sobre objeção de consciência, vitória pró-vida em Estrasburgo

Entrevista com o presidente do “PPE-Cristão Democratici”, Luca Volontè

Por Antonio Gaspari


ESTRASBURGO, segunda-feira, 18 de outubro de 2010 (fonte: ZENIT.org) – A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa rejeitou no dia 7 de outubro o relatório da deputada britânica Christine McCafferty, no qual requisitava limitar os direitos fundamentais dos cidadãos à objeção de consciência, sobretudo dos que trabalham nos setores da saúde e não querem participar de práticas como o aborto e a eutanásia.

A Assembleia Parlamentar não apenas rejeitou o relatório McCafferty, como o substituiu por um novo texto no qual o direito pessoal do médico em relação à objeção de consciência seja consagrado de forma explícita.

Trata-se de uma vitória importante para o direito à vida, um acontecimento que ninguém tinha previsto. Todos os temores diante a eventual aprovação do relatório MacCafferty foram substituídos por manifestações de júbilo.

Para compreender como foi possível transformar uma resolução anti-vida numa favorável ao direito de nascer, ZENIT entrevistou o presidente do Grupo “PPE-Cristão Democratici” na Assembleia do Conselho da Europa.

ZENIT: Qual é a boa notícia? O que aconteceu na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa?

Luca Volontè: A boa notícia é que, após 60 anos de serem firmados, os solenes compromissos da Convenção dos Direitos Humanos do Conselho da Europa, estão bem e vivos.

A ação guiada por nosso grupo parlamentar, que recebeu o apoio de muitíssimas ONGs europeias, diversas igrejas cristãs e muitos expoentes leigos, não apenas ajudou a rejeitar o relatório McCaferty, que queria restringir e abolir a objeção de consciência em todos os países do Conselho, mas também reafirmou a inalienabilidade dos direitos humanos e da liberdade de consciência na Europa.


ZENIT: Como se desenvolveu o debate e como alcançou um êxito tão favorável à cultura da vida?

Luca Volontè: Um debate intenso e polêmico, em que por um lado, do PPE, queríamos explicar rapidamente que seríamos firmemente contra a destruição dos direitos humanos, e por outro, uma repetição de slogans falsos e desgastados.

Falsos porque partem da negação da realidade; de fato, todos os países do Conselho possuem previsões de saúde diretas ou indiretas que valorizam a objeção de consciência e oferecem serviços de saúde para todos.

Desgastados porque sempre apareceu a forte afirmação central da liberdade de consciência no âmbito médico, para todos os indivíduos e instituições.

Nós apresentamos razões e defendemos os direitos humanos, enquanto os socialistas repetiam constantemente apenas slogans do período da “revolução sexual”.

Assim, voto após voto, com uma tática prevista até o último detalhe, desmontamos o relatório McCafferty e o substituímos com afirmações firmes e emblemáticas sobre a liberdade e o direito à objeção de consciência.


ZENIT: Quais eram as ameaças? O que o relatório McCafferty propunha?

Luca Volontè: As ameaças eram claras, e existiam desde o início do debate em 2009: reduzir o direito à objeção de consciência para os médicos e ajustá-lo para os paramédicos e estruturas hospitalares públicas e privadas.

Ao mesmo tempo, o relatório tinha propostas perigosas de introdução do “direito humano ao aborto” e afirmações insanas, juridicamente nulas.

A aprovação do relatório era muito esperada pelos Governos socialistas (Zapatero em primeiro lugar) e, segundo pela senhora McCafferty, também pelo Tribunal de Estrasburgo, para interpretar e promover sentenças e legislações para abolir a objeção de consciência para os médicos, paramédicos e hospitais.

ZENIT: Como os resultados desse debate podem refletir na prática médica?


Luca Volontè: Agora, apesar de que a resolução não tenha mais um caráter “obrigatório” para Parlamentares e Governos, será muito mais fácil nos tribunais internos e internacionais a defesa do direito à objeção de consciência em todos os países do Conselho da Europa.

Partidos e movimentos pró-vida poderão desafiar leis injustas e intervir com mais força nos tribunais. Os espanhóis já estão se movendo nesta direção.

A partir do nosso trabalho pode nascer uma verdadeira revolução positiva para a Europa. Foi uma vitória tão concreta como simbólica.

ZENIT: Muitos consideram o êxito deste debate um sinal dos tempos, a ponta do iceberg de um modelo cultural favorável à vida que está emergindo, depois de tantos anos de cultura da morte. O que o senhor opina a respeito?



Luca Volontè: Não sei se é um sinal dos tempos, muitos movimentos pró-vida europeus devem trabalham de forma diferente, alguns já estão fazendo e os resultados estão aparecendo.

Contudo, a cultura da vida é a única esperança razoável de vida futura do continente europeu, que vive uma crise demográfica suicida.

Há portanto boas razões de esperança e muito trabalho por fazer, estamos apenas no início, mas como os peregrinos nos ensinam, o caminho começa com um passo. Sursum Corda!

A onipotência da tagarelice



Amados (as) leitores(as), recomendo a leitura deste artigo do professor Olavo de Carvalho. O filósofo mostra claramente que o PT já é mestre em estratégias socialistas.

Os comunistas brasileiros fazem o que querem com o poder da linguagem, como é de praxi no mundo dos "sofistas", só não conseguem falar de fatos reais.

É "muuuuitaaa" hipocrisia da dona Dilma dizer que somos difamadores e boateiros depois de tantas vezes se pronunciar à favor da descriminalização do aborto.

Estes petistas não passsam de mentirosos alienadores do povo simples.

O negrito no texto foi eu que destaquei.
Segue o artigo que se chama: A ONIPOTÊNCIA DA TAGARELICE.


Os signatários do recente manifesto de acadêmicos em favor da candidatura Dilma Rousseff apresentam-se, com modéstia exemplar, como "professores e pesquisadores de filosofia". Não ousam denominar-se filósofos porque no fundo sabem que não o são nem o serão jamais, mas também porque esperam que a mídia, por automatismo, lhes dê essa qualificação imerecida ao publicar a porcaria com o nome de "Manifesto dos Filósofos", conferindo-lhes o título honroso no mesmo ato em que os dispensa do vexame de atribuí-lo a si mesmos.

A filosofia surgiu na Grécia como um esforço de apreender e dizer o "ser" das coisas. A palavra "ser" implica o reconhecimento de uma realidade objetiva estruturada, inteligível, comunicável de homem a homem. O empreendimento filosófico voltava-se diretamente contra uma tradição de ensino para a qual o ser e a realidade objetiva não contavam, podendo ser livremente inventados pela força da palavra e da persuasão. Essa tradição denominava-se "sofística".

Decorridos vinte e cinco séculos, a denominação inverteu-se. O que se chama de filosofia em muitas universidades, especialmente no Brasil, é a convicção de que não existe realidade nenhuma e tudo é construído pela linguagem. Quem ouse praticar a filosofia no sentido que tinha em Sócrates, Platão e Aristóteles, é marginalizado como reacionário indigno de atenção. A sofística, com o nome de "desconstrucionismo", é o que hoje ostenta nos documentos oficiais o nome da sua velha inimiga, a filosofia.

Atribuindo psicoticamente à fala humana o poder criador do Logos divino, Martin Heidegger, militante nazista aposentado e um dos ídolos do establishment acadêmico, declara: "A linguagem é a morada do ser" - como se o ato de falar existisse fora e acima da realidade, e não dentro dela.

No mesmo espírito, Ernesto Laclau, no livro "Hegemonia e Estratégia Socialista" - talvez a proposta política mais influente nos meios esquerdistas das três últimas décadas - ensina que o partido revolucionário não precisa representar nenhum interesse social objetivo e nenhuma classe existente: pode criar esse interesse e essa classe retroativamente, pela força do discurso e da propaganda. O PT, que surgiu como partido de estudantes e socialites, gabando-se por isso de ser a voz das pessoas mais inteligentes (v. o estudo feito em 2000 pelo cientista político André Singer: http://epoca.globo.com/edic/20000717/brasil3a.htm), criou com dinheiro do governo a classe pobre que o apóia, e passou desde então a ser o partido dos desamparados e analfabetos, condenando os outros partidos como representantes da elite letrada. Na mesma lógica, a "democracia", segundo Laclau, é um "significante vazio", ao qual o partido revolucionário pode atribuir o sentido que bem lhe convenha. O PT designa com esse nome a aliança entre o governo e as massas alimentadas com dinheiro dos impostos, aliança montada em cima da destruição de todos os poderes intermediários, a começar pela mídia. Que essa aliança e essa destruição, historicamente, tenham sido a estratégia essencial de todos os regimes tirânicos do mundo (leiam Bertrand de Jouvenel, "Do Poder: História Natural do seu Crescimento"), é um detalhe irrisório: o "significante vazio" admite todos os conteúdos -- com a vantagem adicional de que o eleitorado, ao ouvir a palavra "democracia" nas bocas dos próceres petistas, imagina que se trata de democracia no sentido tradicional do termo, porque não leu Ernesto Laclau e não sabe que eles a usam como palavra-código de duas caras, com um significado esotérico para os iniciados e outro, exotérico, para enganar os trouxas.


Não espanta que os servidores das duas maiores mentiras do século XX - o comunismo e o nazismo - tenham acabado por aderir maciçamente à teoria da onipotência criadora das palavras. Essas ideologias juravam basear-se numa descrição completa e objetiva da realidade, capaz de fundamentar a previsão acertada e científica do curso da História. Quando a História as desmentiu da maneira mais acachapante, os adeptos de ambas as correntes, em vez de penitenciar-se de seus erros e crimes, preferiram redobrar o blefe: apelaram ao desconstrucionismo e proclamaram que a realidade não existia mesmo, que tudo era uma questão do jeito de falar.

Também não espanta que, nessas condições, os inimigos de ontem se tornassem amigos, unidos no mesmo projeto sublime de trocar os fatos por uma ficção verbal eficiente. É por isso que tantos comunistas e socialistas amam de paixão os nazistas Martin Heidegger e Paul de Man. Nada une as pessoas mais apaixonadamente do que um projeto solidário de ludibriar todas as outras.

O Manifesto, por exemplo, declara que "Dilma Rousseff tem sido alvo de campanha difamatória baseada em ilações sobre suas convicções espirituais e na deliberada distorção das posições do atual governo sobre o aborto."

Em que consiste a "campanha difamatória"? Em dizer que a candidata petista defende a liberação do aborto. E a "deliberada distorção das posições do atual governo sobre o aborto"? Consiste em dizer que o governo quer liberar o aborto.

Desde quando publicar verdades bem documentadas é "campanha difamatória"? A lógica dessa rotulação é a mesma que o conhecido "professor e pesquisador de filosofia", João Carlos Quartim de Moraes, seguiu quando se gabou de ter cumprido pena de prisão pelo assassinato do capitão americano Charles Chandler e em seguida saiu posando de difamado ao ver que, iludido por essa declaração, da qual não tinha motivos para duvidar, eu o qualificava de assassino político condenado pela Justiça. Segundo Quartim de Moraes, acreditar em Quartim de Moraes é crime. Mudar de significado no dia seguinte é um dos mais deliciosos privilégios da mentira.

Do mesmo modo, quem assista ao vídeo http://www.youtube.com/watch?v=TdjN9Lk67Io, e ali veja e ouça Dilma Rousseff expressando seu apoio irrestrito à liberação do aborto, se tornará automaticamente um difamador se acreditar que ela disse o que disse.

No mesmo espírito do manifesto, a Secretaria Nacional de Direitos Humanos jura: "O PNDH-3 não trata da legalização do aborto. Sua redação sobre o tema é: 'Considerar o aborto como tema de saúde pública, com garantia do acesso aos serviços de saúde'."

Todo leitor no pleno uso de suas faculdades mentais compreende imediatamente que "garantir o acesso ao serviço de saúde" é até mais do que legalizar o aborto: é sustentá-lo com dinheiro público. Mas compreender o sentido originário do texto é crime, porque, segundo a escola de pensamento dominante, nenhum texto tem sentido originário nenhum: o que vale é o sentido retroativo que a parte interessada lhe atribui quando vê nisso alguma vantagem. Os signatários do Manifesto foram educados na mentalidade "desconstrucionista" que apaga a realidade e o sentido para lhes substituir a "vontade de poder" (além de Heidegger, eles adoram Nietzsche) e a estratégia da tagarelice onipotente. É compreensível que, nessas condições, desejem ardentemente passar por filósofos, mas, no íntimo, se sintam um pouco inibidos de declarar que o são.


Olavo de Carvalho 21/10/2010

CNBB CONTRA O ABORTO E EM DEFESA DE DOM LUIZ GONZAGA - BISPO DE GUARULHOS

Brasília, 21.10.2010

“Todos estamos sendo chamados neste momento ao bom senso: candidatos, eleitores, partidos, lideranças, setores da Igreja; todos devemos ser chamados para as discussões nos níveis que elas devem ser levadas e não baixar o nível da discussão porque isso não vai ser construtivo. Uma discussão colocada assim de maneira séria, serena e profunda, só vai contribuir para fortalecer a democracia em nosso país. Outra coisa não vai fortalecer”.

A afirmação é do presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha, ao falar sobre os rumos que a campanha eleitoral deve tomar na reta final do segundo turno das eleições. Dom Geraldo atendeu à imprensa na tarde desta quinta-feira, 21, juntamente com o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, por ocasião da reunião do Conselho Permanente da entidade.

Sobre o tema “aborto” ter se destacado no debate da campanha eleitoral, dom Geraldo disse que fez bem à democracia por se tratar de um tema relevante para a nação.

“A questão dos valores deve ser amplamente discutida porque uma sociedade não se constrói solidamente sem valores. Não devemos nos perder nos desvios, devemos nos manter no foco central. E a questão do aborto é um tema relevante para a sociedade brasileira”, sublinhou o presidente da CNBB.
Dom Geraldo disse, ainda, que a posição da Igreja sobre o aborto “é inegociável”. Ele reafirmou a posição da Igreja sobre a defesa da vida. “A Igreja é a favor da vida. Ela tem o respeito à vida desde o momento da fecundação até o seu término natural. A Igreja é veemente na questão do aborto como também o é sobre a eutanásia. Seja no início como em suas várias etapas e no seu término natural, a vida é o maior dom de Deus.”, acentuou.

O presidente da CNBB destacou que a Igreja defende a vida em todas as suas dimensões. “No mês passado nós nos manifestamos com a necessária veemência sobre o extermínio dos índios Guarani kaiowá. Com a mesma veemência que se defende a vida em relação ao aborto, se defende a vida em todas as suas fases nas suas várias dimensões, seja a vida ameaçada, seja a dos povos indígenas ou a vida de idosos. Sobre isso não há discordância no episcopado. Os bispos estão unânimes nessa posição de defesa e respeito à vida”.

Estado Laico
Dom Geraldo ressaltou que a laicidade do Estado deve garantir à Igreja o direito de se pronunciar sobre quaisquer questões. “O argumento de que o Estado é laico, às vezes, é mal usado. Por que a Igreja não pode expressar o seu ponto de vista a respeito dessas questões? A Igreja está propondo à sociedade aquilo que é da sua convicção. Um Estado laico deve garantir que a Igreja Católica expresse sua posição, como também as outras religiões, porque se Estado Laico for confundido com o Estado que não permite posições discordantes, não vamos ter um Estado Laico, mas uma ditadura laica. O Estado é laico, mas a sociedade brasileira é profundamente religiosa: católica, evangélica, dos cultos afros, indígenas. É por esse motivo que todas as religiões podem e devem expressar o seu ponto de vista sobre determinado assunto”.

Eleições não dividiram a Igreja
Dom Geraldo frisou ainda que o clima da reunião do Conselho Permanente da CNBB, que terminou hoje, responde sobre as interpretações de que a Igreja sai dividida das eleições. “O clima da reunião é muito sereno. Não há um ‘racha’ na Igreja por causa do momento político. As decisões mais importantes do Conselho Permanente não estão tendo divisões e distanciamentos. Isso prova que não há racha nenhum”, disse dom Geraldo.

O presidente da CNBB vê de maneira natural as acentuações de alguns bispos em determinados assuntos. “Em um país como o nosso que tem uma Conferência com quase 450 bispos e, sobretudo, em um clima de liberdade que a Igreja procura cultivar, é perfeitamente compreensível que aqui ou ali alguém dê acentuação maior num aspecto e noutro. Não é porque eu discordei de você que eu devo interpretar que está havendo um racha. Mesmo que tenha havido uma acentuação maior ali e outra aqui, esses temas (aborto) foram postos na pauta das eleições 2010. O estranho seria se nós chegássemos ao final do segundo turno sem que assuntos dessa gravidade tivessem entrado em pauta”, concluiu.

Sobre a manifestação do bispo de Guarulhos em relação às eleições, dom Geraldo reafirmou que cada bispo, na sua diocese tem o direito de se manifestar conforme sua competência de pastor.

“Tenho uma admiração muito grande por dom Luiz Gonzaga Bergonzini e os seus procedimentos estão dentro daquilo que a Igreja espera. Ele, dentro da sua competência de pastor, tem o direito e até o dever de, segundo sua consciência, orientar seus fiéis do modo que julga mais eficaz e mais conveniente. Ele está no exercício de seus direitos como bispo diocesano de Guarulhos e cada instância fala só para o âmbito de sua competência, tanto que ele não se dirigiu à nação brasileira. Este procedimento está absolutamente dentro da normalidade no modo como as coisas da Igreja se encaminham”, afirmou dom Geraldo.

O presidente recordou também que não cabe à CNBB repreender nenhum bispo. “Acima do bispo no governo da Igreja só existe uma autoridade: o PAPA. A CNBB não é um organismo para interferir nas dioceses, dar normas aos bispos ou repreendê-los. O papel da Conferência é articular os bispos para facilitar o diálogo, a convivência e o exercício da nossa co-responsabilidade diante dos grandes desafios vividos pela Igreja e pela sociedade da qual a Igreja também deve se ocupar”.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

21 de out. de 2010

A verdadeira face de Dilma e Lula !! (VIDEO)

Querem implantar o comunismo no Brasil a qualquer custo, temos que nos levantar para que isso não seja feito.


Igreja Católica Apostólica Petista

Caríssimos,


Ando muito entristecida com o rumo em que as coisas estão tomando. Ainda ontem recebi emails e comentários do tipo: "Você mente! Dilma é a favor da vida e o PT também". Fico tentando, de alguma forma, compreender porquê a maioria das pessoas não abrem os olhos para a verdade e a realidade que tanto tenho denunciado. Os petistas tratam o tema aborto como algo de "submundo político",já que para eles, tanto faz se há vida ou não. Infanticídio já! Eles até estão tentando mostrar serviço, mas a gente não caia nessa arapuca! Devo dizer que eu creio nas palavras de Jesus quando disse que a Verdade seria revelada tão somente aos humildes, aos pequenos, e velada para os sábios. Pena que, ao ler a palavra "sábios", entenderíamos - a priore - os inteligentes, os intelectuais. Porém, hoje, eu compreendo que neste "sábios" estão também os que "se acham sábios": os hipócritas!

As hipocrisias são muitas. O PT usou de dinheiro público para fazer campanha eleitoral na Revista CUT. OS petistas encomendaram na Gráfica Pana materias eleitoreiros com dinheiro ilegal, e dias depois tentaram barrar a mesma gráfica por imprimir os folhetos da CNBB Regional Sul 1. No ápcie da censura, alegaram que os católicos infringiram leis eleitorais. Mas e o PT? Não infringiu nenhuma? Então quer dizer que usar dinheiro público para fins eleitoreiros não é infringir uma lei? Por acaso alguém do PT perguntou a você, cidadão brasileiro, que paga os impostos mensalmente, se ele poderia usar o dinheiro que você pagou para a melhoria do país em campanhas pró-Dilma? A mim ninguém perguntou. E não o faria. Eles se impõe acima da constituição.

Mesmo com o veto do TSE, há ainda muitos cristãos que estão exercendo seu direito em alertar a situação. Continuam entregando. E a Igreja já encaminhou ao TSE um pedido para que seja retirado a ordem de não entregar os folhetos. Aliás, há pessoas, inclusive, sendo presas por entregá-los. Porém, a Dilma de Lula pode se candidatar à eleição e tornar-se, conforme bem rotulou a imprensa internacional, uma "Dama de Ferro"? A Dilma de Lula pode ter cabo eleitoral?.

Contudo, o que mais têm me irritado é ver a CNBB dizer quenão apoia candidato algum , mas não dá um cala-a-boca em padres que estão, descaradamente, apoiando o PT. Na PUC, por exemplo, Frei Beto  e  Padre Júlio Lancelotti apoiaram a Dilma, citando, inclusive, que a Igreja é favorável aos pobres tal qual o PT. Falaram em nome da Igreja, pois como sacerdotes que são, representam a Igreja onde quer que estejam. Triste, ainda, era vê-los dizendo o aborto é um tema "menos importante". Que vergonha! E tudo isto sendo feito na PUC. Será que o Cardeal Dom Odilo Scherer não sabia de nada??? Eu creio que não, pois o Código de Direito Canônico é EXPLÍCITO ao afirmar que:

"Cânon 810, §1 - Cabe à autoridade competente, de acordo com os estatutos, o DEVER de providenciar que nas Universidades Católicas sejam nomeados professores que sobressaiam, NÃO SÓ pela idoneidade científica e pedagógica COMO TAMBÉM pela INTEGRIDADE DE DOUTRINA e probidade de vida, de modo que, faltando-lhes esses requisitos, SEJAM afastados do cargo, observando-se o modo de proceder determinado nos estatutos.

§2 - As Conferências dos Bispos e os Bispos Diocesanos interessados TÊM O DEVER e o direito de supervisionar para nessas Universidades se OBSERVEM FIELMENTE os princípios da doutrina católica".


Já na nota da CNBB:

(Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), do Estado de São Paulo, em sintonia com a DECLARAÇÃO SOBRE O MOMENTO POLITICO NACIONAL, da 48ª Assembleia Geral da Conferência (Brasília, maio de 2010), esclarecem que não indicam nem vetam candidatos ou partidos e respeitam a decisão livre e autônoma de cada eleitor


Há algumas perguntas que não querem calar:

1) Se a Igreja Católica não tem partido político, por que os Padres podem apoiar ABERTAMENTE, numa Universidade CATÓLICA, seu apoio à Dilma, enquanto Dom Luiz Gonzaga sofre ameaças de morte porque pensa diferente de Frei Betto e Padre Júlio Lancellotti?

2) Teria a PUC se transformado em reduto petista?

3) Quando é que a CNBB vai assumir DE VEZ que está na luta pelo PT, e que isso não é
de hoje?

4) Por que a CNBB PROIBIU a marcha pela vida em SP, mas não vetou os padrecos em apoiarem a Dilma numa Universidade Católica?

São perguntas que não posso responder, mas que Deus já sabe a resposta, e dará, a cada um, a sua devida recompensa. A única coisa que posso afirmar é que nestas eleições ficou CLARÍSSIMO que parte da Igreja Católica no Brasil apoia o Comunismo, abona o Petismo e tem Lula como Cristo. E isto é mais que lamentável.

Virgem Santíssima, Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós e livrai o Brasil dos males do Comunismo e dos padres e bispos aliados à esta ideologia também. Amém.

20 de out. de 2010

A verdade e a união exigem a bispos e fiéis falar com clareza contra o aborto, diz chefe do Tribunal Supremo do Vaticano

Ao discursar no Congresso Mundial de Oração de Vida Humana Internacional, em Roma, o arcebispo Raymond L. Burke recebeu aplausos quando ele mostrou que os políticos católicos que apóiam o aborto devem arrepender-se publicamente, informou a agência canadense LifeSiteNews. 

Falando aos líderes pró-vida de 45 nações, o Prefeito da Assinatura Apostólica (o mais alto tribunal do Vaticano, equivalente ao Supremo Tribunal Federal ‒ STF) também observou que esses católicos dissidentes que reconhecem o escândalo causado de público devem reparar o grave mal feito à Igreja, porém, nunca devem ser ridicularizados por isso. 


O arcebispo Burke sublinhou que “tanto os bispos quanto os fiéis” devem ser obedientes ao Magistério ‒ que ele descreveu como o ensinamento de Cristo transmitido para o povo através do sucessor de Pedro e pelos Bispos em união com ele. 

“Quando os pastores do rebanho são obedientes ao Magistério, a eles confiado, então, certamente, os membros do rebanho crescem na obediência e avançam junto com Cristo pelo caminho da salvação", disse ele. “Se o pastor não é obediente, facilmente se introduz a confusão e o erro no rebanho”. 

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(em inglês)
O presidente do Supremo Tribunal da Igreja, que também é membro da Congregação para os Bispos, acrescentou: 

“O mais trágico exemplo de falta de obediência na fé, inclusive por parte de certos Bispos, foi a resposta de muitos à Carta Encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, publicada em 25 de julho de 1968. A confusão que resultante induziu muitos católicos em costumes pecaminosos em matérias relativas à procriação e à educação da vida humana”. 

Malefícios dos bispos que não condenam claramente os atentados contra a vida e contra a família 


“A Humanae Vitae reafirmou o imemorial ensino cristão sobre a imoralidade do uso de contracepção artificial. 

“No entanto, após sua publicação a encíclica foi repudiada por muitas pessoas dentro da Igreja Católica, incluindo padres e bispos, que tinham acreditado que a Igreja mudaria sua posição sobre a contracepção." 

Voltando à questão do escândalo dentro da Igreja, o arcebispo disse: 

“Nós encontramos auto-proclamados católicos, por exemplo, que sustentam e apóiam o direito da mulher a provocar a morte do bebê em seu ventre, ou o direito de duas pessoas do mesmo sexo a serem reconhecidas pelo Estado em pé de igualdade com o homem e a mulher que contraíram casamento. Não é possível ser católico praticante e agir publicamente desta forma”. 


Arrependimento dos abortistas deve ser público

Em meio a estrondosos aplausos o arcebispo Burke explicou: 

Arcebispo Raymond L. Burke, falando em 15 de outubro
“Quando uma pessoa defendeu publicamente e colaborou com graves atos pecaminosos, levando muitos à confusão e ao erro em questões fundamentais que dizem respeito à vida humana e à integridade do matrimônio e da família, o seu arrependimento também deve ser público”. 

O Prefeito da Signatura Apostólica, em seguida, expressou uma preocupação que tocou a fundo muitos dos ativistas católicos pró-vida presentes na conferência:


“Uma das ironias da atual situação ‒ disse ‒ é que as pessoas que denunciam o escândalo provocado por ações públicas gravemente pecaminosas praticadas por colegas católicos passam a ser acusadas de falta de caridade e de causar divisão no seio da unidade da Igreja”, disse ele.

“A gente vê a mão do pai da mentira agindo por trás deste menosprezo da gravidade do escândalo ou no ridículo em que são postos aqueles que denunciam o escândalo”. 

A unidade da Igreja, feita na verdade e no amor, exige denunciar os promotores de escândalos como aborto e "casamento" homossexual

O prelado do Vaticano concluiu a demonstração da tese defendida, dizendo: 

Mentir ou não dizer a verdade jamais é sinal de caridade. A unidade que não se fundamenta na verdade da lei moral não é unidade da Igreja. A unidade da Igreja está fundada na profissão da verdade com amor. 

A pessoa que denuncia o escândalo provocado por católicos com ações públicas gravemente contrárias à lei moral, não só não destrói a unidade da Igreja, mas convida a reparar o que é claramente uma violação grave da vida eclesial. 

“Se não denunciasse o escândalo que consiste no apoio público aos atentados contra a vida humana e a família, a consciência do católico estaria sendo deformada ou entorpecida a respeito das mais sagradas realidades”.