Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

3 de jul. de 2011

Loucura de amor de um Sacerdote Católico:Adoração publica a Jesus sacramentado


Esta eu vi no Contra o Aborto: um nada convencional ato litúrgico de adoração eucarística, quando um frade capuchinho – do nada – chegou no meio de uma praça em Preston (UK), pôs uma estola branca e elevou o Santíssimo que trouxera consigo, expondo-O ao povo que passava. Enquanto isso, uma outra pessoa recita um poema – Jesus Christ in every book of the Bible – e ao final de cada estrofe convida as pessoas a se ajoelharem diante d’Ele: come and kneel before Him now!

O texto (que pode ser encontrado no link acima, em inglês) é bonito: “o mundo não O pode entender, os exércitos não O podem derrotar. Os acadêmicos não O podem explicar e os líderes não O podem ignorar”. Aplausos do povo: “Ele é meu Redentor, Ele é meu Salvador, Ele é meu Deus, Ele é meu Sacerdote, Ele é minha alegria, Ele é meu conforto, Ele é meu Senhor e Ele guia minha vida”!




Às vezes eu penso que gestos assim fazem falta. Gestos públicos de adoração a Nosso Senhor. De catequese. De apologética. De convite à conversão e ao reconhecimento de que Deus é Deus, neste mundo secularizado onde vivemos. Gestos como os das primeiras ordens religiosas de frades pregadores, ou como os das santas missões que praticamente até ontem eram realizadas nas nossas cidades do interior. E, hoje em dia, estas coisas não são nem um pouco menos necessárias. É necessário ter a coragem de mostrar Cristo ao mundo!

Fonte: http://www.deuslovult.org/

Exemplo: Estudantes de Curitiba reagem contra pornografia em telefones públicos.


Em Curitiba, 20 universitários se reuniram para retirar cartões e adesivos de pornografia que infestam os orelhões do centro da cidade, noticiou o site de notícias G1 PR (27/6/11).

O estudante Jessé Victor da Rocha, organizador da reação, disse que a ideia surgiu depois de um trabalho realizado em sala de aula sobre lições humanas, onde o foco principal era o de rever o mal social. “Um mal que todo mundo vê, mas não faz nada”, declarou Jessé.

Em reportagem da RPC TV são apresentados diversos exemplos da indignação da população referente a essas propagandas. Inclusive pelo motivo de que é freqüente que crianças recolham tais materiais e até mesmo efetuem ligações aos telefones indicados.

Os voluntários percorreram dois quilômetros para “limpar” os aparelhos telefônicos, tendo recolhido quilos de material pornográfico. O problema infelizmente não se encerrou, pouco depois de retirados, outros cartões foram postos nos mesmos locais.

O delegado do 1° distrito de Curitiba, Vinicius Martins, disse que ainda faltam leis mais severas contra os infratores, pois a legislação atual não é o suficiente para desestimular esse crime.

A população da cidade ficou muito grata aos voluntários que tiveram coragem de não se acomodar com a situação.

Fonte: http://www.ipco.org.br

Artigo profético de Dom Hilário Moser: " Será que o Espírito Santo se contradiz ou é mentiroso, dizendo “sim” a um e “não” a outro?"


Dom Hilário Moser , SDB. Bispo emérito de Tubarão

Com todo respeito pela consciência de cada um em termos de seguimento desta ou daquela religião, é preciso também concordar que há uma grande confusão. Há religiões para todos os gostos, que vão desde Deus até ao diabo; sim, porque existem também adoradores do diabo.

Veja o que diz São João sobre as primeiras confusões dentro do cristianismo. Havia os que afirmavam que Jesus não era um ser humano verdadeiro, só tinha aparência de ser humano. As palavras de São João valem também para hoje: “Acontece que se espalharam pelo mundo muitos sedutores, que não professam Jesus Cristo vindo na carne. Está aí o Sedutor, o Anticristo. Tomai cuidado, se não quereis perder o fruto do vosso trabalho, mas sim, receber a plena recompensa. Todo aquele que se adianta e não permanece na doutrina de Cristo, não possui a Deus. Aquele que permanece na doutrina, esse possui o Pai e o Filho. Se alguém chega até vós trazendo outra doutrina que não esta, não o recebais em casa, nem o cumprimenteis. Pois quem o cumprimenta participa de suas obras más.” (2 João 7-10).

O que dizer? Que o mundo está cheio de falsos mestres que afirmam Cristo ser isto e aquilo, uns contradizendo aos outros. É o que dá quando cada um interpreta a Bíblia por própria conta, julgando-se inspirado diretamente pelo Espírito Santo. Será que o Espírito Santo se contradiz ou é mentiroso, dizendo “sim” a um e “não” a outro?

Nós, católicos, sabemos que o ofício de interpretar as Escrituras foi confiado ao Magistério vivo da Igreja, não a pessoas particulares. Por isso, cuide de sua fé. Defenda-se de falsos profetas porque existem muitos.

Entre as Cartas do Novo Testamento, há uma, brevíssima, atribuída a São Judas. Ela é particularmente uma chamada de atenção sobre os falsos mestres. Eram, naquele tempo, abundantes, como hoje…

Diz Judas: “Senti necessidade de mandar-vos uma exortação a fim de lutardes pela fé, que, uma vez para sempre, foi transmitida aos santos. É que se insinuaram certas pessoas, das quais desde há muito estava escrito o seguinte juízo: ímpios que abusam da graça do nosso Deus para a devassidão e negam o nosso único soberano e Senhor, Jesus Cristo. [...] São murmuradores descontentes, que vivem ao sabor de suas paixões. A sua boca fala insolência, mas ao mesmo tempo adulam os outros por interesse. Vós, porém, caríssimos, lembrai-vos das palavras preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos diziam: “Nos últimos tempos aparecerão zombadores, vivendo ao sabor de suas ímpias paixões”. São eles que provocam divisões. São vulgares e não têm o Espírito.” (Judas 3-4.16-17).

Palavras duras, mas verdadeiras! Fiquemos atentos para não sermos enganados em nossa fé pelos falsos mestres do nosso tempo.

Você pergunta: quem é falso profeta? Quem responde é São João: “Muitos falsos profetas vieram ao mundo. Este é o critério para ver se uma inspiração vem de Deus: de Deus é todo espírito que professa Jesus Cristo que veio na carne. E todo espírito que se recusa a professar Jesus não é de Deus: é do Anticristo. Ouvistes dizer que o Anticristo virá; pois bem, ele já está no mundo. Filhinhos, vós sois de Deus e vencestes aos que são do Anticristo… Eles são do mundo; por isso, agem conforme o mundo, e o mundo lhes presta ouvido. Nós somos de Deus. Quem conhece a Deus escuta-nos; quem não é de Deus não nos escuta. Nisto distinguimos o espírito da verdade e o espírito do erro.” (1 João 4, 1-6).

São João se referia aos que, em seu tempo, como eu disse acima, negavam que o Filho de Deus se tinha feito homem. Essa gente contrária a Cristo, para João, são Anticristos. Anticristo é todo inimigo de Cristo: pode ser uma pessoa, um grupo, uma instituição, um sistema…

O que diz São João vale também para hoje. O mundo está cheio de Anticristos, de gente contrária a Cristo: estes são os falsos profetas de hoje. Quem rejeita Cristo não pode vir de Deus. Quem é do mundo escuta e segue o mundo. Quem é de Deus escuta a Deus e escuta a Igreja, que fala em nome de Deus. Quem recusa escutar a Igreja não é de Deus.

Aí está o critério para discernir quem é da Verdade e quem é da mentira e do erro.


O remédio para as feridas da humanidade é o Amor, afirma Papa


Da redação, com Rádio Vaticano
“Devemos abandonar o caminho da arrogância, da violência usado para obter posições de maior poder, para garantir o sucesso a qualquer custo”. Foi o convite do Papa Bento XVI na mensagem que antecedeu o Angelus deste domingo, 3, na Praça São Pedro.

Retomando as palavras do Evangelho deste domingo (cf Mt 11, 25-30 - no Brasil se comemora a Festa de São Pedro e São Paulo), o Santo Padre explicou que o “jugo” de Cristo é a lei do amor.

“Quando Jesus percorria as estradas da Galiléia, proclamando o Reino de Deus e curando muitos doentes, - disse o Papa - sentia compaixão pelas multidões porque estavam cansadas e oprimidas, como ovelhas sem pastor”. Aquele olhar de Jesus parece estender-se até hoje, até o nosso mundo.

O olhar de Cristo

“Ainda hoje [o olhar de Jesus] pousa sobre tantas pessoas oprimidas por condições de vida difíceis, mas também privadas de válidos pontos de referência para encontrar um significado e uma meta para sua existência. Multidões estão oprimidas nos países mais pobres, provadas pela indigência; e até mesmo nos países mais ricos são tantos os homens e mulheres insatisfeitos, até mesmo pessoas com depressão. Pensamos então nos numerosos deslocados e refugiados, naqueles que imigram arriscando suas vidas”.

O olhar de Cristo – continuou o Santo Padre - pousa sobre todas essas pessoas, ou melhor, sobre cada um desses filhos do Pai que está no céu, e repete: “Vinde a mim, vós todos ...”.

Jesus promete dar a todos "descanso", mas estabelece uma condição: “Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração". O que é este "jugo", pergunta-se o Papa, que em vez de pesar torna-se mais leve, e ao invés de esmagar levanta? O "jugo" de Cristo é a lei do amor, é o seu mandamento, que deixou aos seus discípulos”.

O remédio para a humanidade

"O verdadeiro remédio para as feridas da humanidade, sejam aquelas materiais, como a fome e as injustiças, sejam aquelas psicológicas e morais causadas por um falso bem-estar, é uma regra de vida baseada no amor fraterno, e que tem a sua fonte no amor de Deus. Por isso devemos abandonar o caminho da arrogância, da violência usada para obter posições de maior poder, para garantir o sucesso a qualquer custo".

Também em relação ao meio ambiente - disse ainda Bento XVI - devemos renunciar ao estilo agressivo que dominou nos últimos séculos e adotar uma razoável “mansidão”. Mas acima de tudo nas relações humanas, interpessoais, sociais, a regra do respeito e da não-violência, ou seja, a força da verdade contra qualquer injustiça é aquela que pode garantir um futuro digno do homem.

O Papa recordou por fim que ontem, nós comemoramos uma particular memória litúrgica a de Maria Santíssimalouvando a Deus por seu Coração Imaculado. Nossa Senhora nos ajude a “aprender” de Jesus a verdadeira humildade, a tomar com decisão o seu jugo suave, para experimentar a paz interior e sermos capazes de consolar outros nossos irmãos e irmãs que trilham com fadiga o caminho da vida.

Em seguida concedeu a todos a sua Benção Apostólica.

Não esquecer de rezar durante as férias

Antes de se despedir dos fiéis reunidos na Praça São Pedro o Papa saudou os grupos presentes em várias línguas. Durante as férias não se esqueçam da oração, inclusive colocando “o Evangelho na sua bagagem”, recomendou o Papa.

Com palavras diferentes, unidas, porém pela mesma intenção, Bento XVI fez um convite aos fiéis: “neste momento do ano no qual muitos de vocês farão férias, - disse em inglês - rezo para que vocês possam verdadeiramente repousar o espírito e o corpo e possam encontrar em Deus uma ocasião de repouso”.

Em francês, o Papa disse ainda: “Dêem espaço à leitura da Palavra de Deus, em particular do Evangelho que espero vocês não deixarão de colocar na sua bagagem para as férias”.

O Santo Padre irá iniciar um período de repouso, portanto, nos próximo dias deverá se transferir para a cidade de Castel Gandolfo, na região do Lácio, província de Roma. “Dali, se Deus quiser, guiarei o Angelus do próximo domingo”, afirmou Bento XVI.


Fonte: CN

Sermão de São Bernardo sobre São Pedro e São Paulo

«Sou o menor dos apóstolos, nem sou digno de ser chamado Apóstolo» (1 Cor 15,9)
"É com razão, irmãos, que a Igreja aplica aos santos apóstolos Pedro e Paulo estas palavras do Sábio: «Aqueles foram homens de misericórdia, cujas obras de piedade não foram esquecidas. Na sua descendência permanecem os seus bens, e a sua herança passa à sua posteridade» (Sir 44, 10-11). Sim, podemos, com propriedade, chamar-lhes homens de misericórdia; porque eles obtiveram misericórdia para eles próprios, porque estão cheios de misericórdia, e porque foi na Sua misericórdia que Deus no-los deu.

Vede, com efeito, que misericórdia eles obtiveram. Se interrogardes o apóstolo São Paulo sobre este assunto [...], ele dir-vos-á estas palavras acerca de si mesmo: «Antes fora blasfemo, perseguidor e violento. Mas alcancei misericórdia, porque agi por ignorância, sem ter fé ainda» (1 Tm 1,13). De facto, não sabemos nós o mal que ele fez aos cristãos de Jerusalém [...] e até aos de toda a Judeia? [...] Quanto ao bem-aventurado Pedro, tenho outra coisa a dizer-vos, e coisa sublime quanto única. Com efeito, se Paulo pecou, fê-lo sem o saber, porque não tinha fé; Pedro, pelo contrário, tinha os olhos bem abertos no momento da queda (Mt 26,69ss). Mas «onde aumentou o pecado, superabundou a graça» (Rm 5,20). [...] Se São Pedro pôde elevar-se a um tal grau de santidade depois de uma queda tão pesada, quem poderá desesperar a partir de então, por pouco que persevere em sair de seus pecados? Atentai no que diz o Evangelho: «E Pedro [...], saindo para fora, chorou amargamente» (v. 75) [...].

Ouvistes que misericórdia obtiveram os apóstolos, e de então em diante ninguém de entre vós será esmagado pelas faltas passadas mais do que for preciso [...]. Se pecaste, não pecou Paulo ainda mais? Se caíste, não caiu Pedro de maneira bem mais grave do que tu? Ora, um e outro, pela penitência, não só obtiveram a salvação como se tornaram grandes santos, e tornaram-se mesmo ministros da salvação, mestres da santidade. Faz portanto o mesmo, irmão, pois é por ti que a Escritura lhes chama «homens de misericórdia»."

São Bernardo (1091-1153), monge cisterciense e doutor da Igreja

3º sermão para a festa dos santos apóstolos Pedro e Paulo.
Extraído de: evangelhoquotidiano.org 

Fonte: www.salvemaliturgia.com

Mulher com gravidez ectópica arrisca a vida e desafia as poucas esperanças que tinha, dando a luz um bebê saudável.


GLOUCESTER, Inglaterra, 29 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Semanas depois que uma mulher do Arizona deu a luz um bebê saudável que passou a gestação fora do útero, foi revelado que outra gravidez ectópica — geralmente considerada um caso sem nenhuma esperança — teve um final feliz depois que uma mulher britânica deu a luz sua filha, que agora celebra seu primeiro ano de vida.
O jornal Daily Mail da Inglaterra publicou o caso de Paula Cawte e Paul Lounds, que residem em Gloucester e que foram informados pelos médicos que o prosseguimento da gestação de sua filha Eva representaria um risco considerável para a saúde de Paula, à medida que a menina estava se desenvolvendo fora do útero de sua mãe.
“Vínhamos tentando durante um ano ter um bebê e de forma alguma eu iria fazer um aborto médico quando eu estava consciente de que minha filha era saudável”, Cawte disse para o Mail. “Sabíamos que era perigoso. Os médicos disseram que eu poderia sangrar até a morte se ela rompesse um órgão ou uma artéria. Mas Paul e eu concordamos que enquanto eu não estivesse em perigo imediato, continuaríamos até onde fosse possível dando ao bebê uma chance de lutar”.
A vasta maioria das gravidezes ectópicas se implanta nas trompas, forçando os médicos a remover o bebê em gestação num procedimento que indiretamente causa a morte da criança, e isso não é considerado aborto pelos especialistas em ética que são pró-vida. No caso de Cawte, Eva tinha uma chance muito pequena de sobrevivência porque ela havia se implantado fora das trompas, e a membrana do abdome de sua mãe havia criado um bolsa ao redor dela.
Os pais recordaram que apesar de sua determinação de prosseguir com a gravidez, a notícia foi um grande golpe — “ambos rompemos em lágrimas”, disse Lounds. A gravidez também causava às vezes “intensas dores” em Cawte.
Ao dar a luz, Paula quase morreu de sangramento; ela recebeu quatro litros de sangue quando os cirurgiões realizaram uma operação cesariana para resgatar Eva, que tinha apenas 30 semanas de gestação. Mas a heroica decisão da mãe compensou, e o milagre aconteceu: de uma gravidez ectópica emergiram duas vidas saudáveis.
“Ela é bela, o bebê de aparência mais fantástica, sem nenhum problema”, disse Cawte. “Ela é tão saudável que nem parece que nasceu prematura. Ela sorri muito e é muito contente”.
No mês passado, uma reportagem do jornal Arizona Republic disse que Nicollete Soto, de 27 anos, deu a luz seu filho ectópico, Azelan Cruz, também depois de recusar uma intervenção que o teria matado. Como blastócito, Azelan havia se unido à área onde as trompas encontram o útero, uma condição conhecida como gravidez cornual.
“Assumimos o risco”, disse o namorado de Nicollete. “Deixamos para os médicos a decisão de quando fazer o parto do bebe e deixamos para Deus decidir tudo o mais”.
www.juliosevero.com

2 de jul. de 2011

Casal gay ganha na justiça direito de adotar 5 irmãos.


Um casal gay de Itapetininga, a 158 km de São Paulo, ganhou na Justiça a guarda definitiva de cinco irmãos de Sumidouro, no Rio de Janeiro. Leandro e Miguel cuidam das crianças – três meninos e duas meninas – há dois anos. Os dois adotaram os irmãos depois de esperar por 3 anos na fila.

A maior das crianças tem 10 anos e a menor, 4. Os irmãos estavam em um abrigo porque os pais não tinham condições de criá-los e desde que chegaram na nova casa recebem atendimento psicológico.

Os pais biológicos das crianças participaram da audiência, mas não quiseram reivindicar a guarda. A partir de agora, os irmãos passam, inclusive, a assinar o sobrenome dos pais adotivos.

Fonte: oglobo.globo.com

Mãe senti nojo de oito crianças concebidas por inseminação artificial.


Mais notícias do fim do mundo: uma americana deu à luz oito filhos no ano passado e disse sentir nojo das crianças. A notícia passa a ser ainda mais revoltante pelo fato de que os óctuplos – como era de se esperar – foram concebidos em um procedimento de inseminação artificial.

Se chega a ser impressionante que uma mãe tenha a capacidade de ter nojo dos próprios filhos, o fato de ter sido ela mesma a pagar por um procedimento caro para engravidar faz com que a história toda chegue às raias do surreal. A pergunta pode e deve ser feita novamente: a que ponto chega o egoísmo de alguns? E, como naquela notícia do casal paranaense, é de novo aqui a fertilização in vitro que está envolvida nesta rejeição dos filhos. Pessoas que julgam poder tudo e, por isso, não dão valor ao que possuem.

Uma vez que a inseminação artificial transformou os filhos em uma mercadoria ou em um serviço – pelo qual se paga (caro) e, depois, recebe-se o produto -, como se surpreender que agora os filhos sejam tratados como objetos? Como um produto de luxo que se pode comprar e do qual, depois, é perfeitamente natural se desfazer?

Enquanto as pessoas continuarem tratando seres humanos como se fossem itens de luxo fabricados com tecnologia de ponta, coisas assim irão continuar acontecendo. Uma vez que os filhos deixam de ser o fruto do amor de uma família e passam a ser algo que se encomenda e pelo qual se paga… é porventura de se espantar que o egoísmo fale mais alto e a “coisificação” do ser humano atinja estes níveis que estamos vendo por aí?

Que Deus tenha misericórdia de nós, e que tenha piedade dessas crianças que vêm ao mundo por fruto de um hedonismo doentio dos seus pais – que, depois, comportam-se como crianças mimadas que abandonam num canto da casa o brinquedo do qual enjoaram. Tristes tempos em que vivemos! Que a Virgem Santíssima nos ajude a todos.


Fonte: http://www.deuslovult.org/

Lamentável: Juiz brasileiro aprova o primeiro “casamento” de mesmo sexo.


SÃO PAULO, 28 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um juiz brasileiro aprovou a conversão da união civil de uma dupla de mesmo sexo num “casamento” legalmente reconhecido em 27 de junho, tornando-o o primeiro “casamento” homossexual do Brasil.
Fernando Henrique Pinto, juiz no estado de São Paulo, disse que baseou sua decisão numa decisão do Supremo Tribunal Federal em maio que aprovou as uniões civis, bem como na Constituição do Brasil — a qual descreve como uma união civil pode ser convertida em casamento — e numa resolução da ONU contra a discriminação com base na orientação sexual.
A dupla homossexual, identificada na Rede Globo como Sergio Kauffman Sousa e Luiz André Moresi, registrou sua união civil em 17 de maio, e fez a solicitação da conversão num tribunal estadual na cidade de Jacareí, a 85 km de São Paulo.
Não está claro quais implicações mais amplas a decisão do juiz Pinto terá. Embora a decisão dele possa ser derrubada por um tribunal mais elevado, a dupla homossexual disse para a TV Globo que se necessário irá ao Supremo Tribunal Federal.

Pe. Paulo denuncia Dilma, STF e Senado e indica verdadeira devoção a Virgem Maria como caminho de perseverança.


No mundo inteiro, nuvens escuras e tenebrosas se acumulam no horizonte. Nuvens de um futuro em que, certamente, se desencadeará uma perseguição acirrada contra a Igreja Católica, perseguição que já se iniciou veladamente.

É necessário que o coração de cada fiel esteja preparado para o martírio. O caminho: a verdadeira devoção à Santíssima Virgem Maria.



“A partir do dia 01 de Setembro de 2011, estaremos divulgando no site as informações para a participação da nossa Campanha Nacional para as Consagrações a Santíssima Virgem, que serão feitas no dia 08 de Dezembro”.

China comunista prende mais um Sacerdote fiel a Roma. Padre Joseph Sun estava preste a ser sagrado Bispo.


HONG KONG – A detenção de um sacerdote fiel a Roma, neste domingo, 26 de junho, impediu sua ordenação episcopal, acordada pelo Vaticano e por Pequim para o dia 29 de junho – dia em que precisamente foi ordenado um bispo fiel à Associação Católica Patriótica Chinesa, sem a aprovação da Santa Sé.

O sacerdote detido, que ainda se encontra em paradeiro desconhecido, Joseph Sun Jigen, se tornaria, nesta quarta-feira, bispo coadjutor de Handan (Hebei), no norte da China.

Mas este bispo eleito, de 43 anos, foi detido pela polícia três dias antes da sua consagração episcopal, justamente quando havia finalizado um retiro espiritual de cinco dias, segundo informou a agência AsiaNews.

Sua ordenação episcopal havia sido aprovada pela Santa Sé e reconhecida pelo governo chinês.

Nos últimos dias, representantes diocesanos haviam estado negociando com oficiais das autoridades locais e provinciais sobre a organização da ordenação episcopal, mas não conseguiram chegar a um acordo.

Neste difícil contexto, o bispo de Handan, que ordenaria o sacerdote detido e que já tem 89 anos, sofreu um ataque ao coração e teve de ser hospitalizado em Weixian, em Hebei.

Enquanto isso, no mesmo dia em que se celebraria esta cerimônia, foi realizada, na igreja de Nossa Senhora do Rosário, da cidade de Emeishan (província de Sichuan), a ordenação do bispo de Leshan, Paul Lei Shiyin.

A consagração episcopal foi celebrada por decisão da Associação Católica Patriótica Chinesa e sem a aprovação da Santa Sé.

Segundo o Vatican Insider, o bispo Lei é vice-presidente da associação chinesa de católicos patriotas e deputado da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, um importante órgão assessor do governo. Tem um filho, fruto da relação com uma mulher.

Na mesma quarta-feira, 29 de junho, à noite, cerca de 100 católicos, encabeçados pelo bispo emérito de Hong Kong, cardeal Joseph Zen, levaram a cabo um protesto no exterior do escritório do governo central da China na cidade.

Condenavam o trato inumano do regime comunista ao clero e pediam a libertação dos membros da Igreja que foram detidos.

Os manifestantes carregavam cartazes, faixas, uma grande cruz e cantavam hinos. Também colocaram faixas amarelas – cada uma delas com o nome de um clérigo desaparecido ou detido – e depositaram uma carta na porta do escritório.

Instaram o governo a investigar os casos de sacerdotes torturados e exigiram desculpas e compensações.

Um porta-voz deste grupo, Patrick Poon, declarou que os católicos de Hong Kong se viram “forçados a sair às ruas” porque “os direitos humanos, em concreto a liberdade religiosa dos católicos chineses, foram gravemente violados, chegando-se a uma situação intolerável”.

Poon se referiu à “triste e lamentável ordenação ilícita” realizada em Leshan e mencionou a ordenação legítima cuja celebração estava prevista em Handan, mas que teve de ser cancelada.

“A obstinação do governo chinês de continuar as ordenações ilícitas é uma grave mostra de falta de respeito à Igreja e cria divisão e dor”, acrescentou.

Os manifestantes católicos celebraram depois uma Missa presidida pelo cardeal Zen, em uma capela próxima, com a liturgia da solenidade dos santos Pedro e Paulo e orações pelos que sofrem e são perseguidos na China.

Fonte: www.zenit.org

Fonte: http://www.rainhamaria.com.br/

1 de jul. de 2011

Nem aplausos, nem bandeiras, nem cartazes!


Ouçam o comentário inicial da Santa Missa celebrada pelo Papa Bento XVI em sua Visita Pastoral a Aquileia e Veneza, em maio deste ano:


"Em respeito destes Divinos Mistérios que estamos celebrando em comunhão com Sua Santidade o Papa Bento XVI, recolhamo-nos em silêncio orante. Portanto, não se aplauda mais, nem sequer durante a homilia, e não se usem bandeiras, nem cartazes."

Pense nisto.

Fonte: www.padredemetrio.com.b

Bíblia gay produzida nos EUA: Deus ordena o homossexualismo como o melhor estilo de vida


Bíblia gay produzida nos EUA: Deus ordena o homossexualismo como o melhor estilo de vida


Um produtor de filmes recentemente divulgou um projeto independente acerca de uma fórmula que transforma todos os heterossexuais em “gays”. Agora ele anunciou que está trabalhando para fazer a “Bíblia da Princesa Diana”, na qual “Deus” ordena o homossexualismo como o melhor estilo de vida.
“Há muitas diferentes versões da Bíblia. Não vejo motivo por que não possamos ter uma Bíblia gay”, disse Max Mitchell numa declaração num site para o seu novo projeto.
A “Bíblia gay”, produzida pelos Estúdios Revisão, com sede no Novo México, EUA, declara que Deus instrui que “é melhor ser gay do que heterossexual”.
Mitchell disse que ele desenvolveu a idéia da “Bíblia” a partir de seu novo projeto cinematográfico, chamado “Horror in the Wind” [Horror ao vento], em que uma substância levada pelo ar “muda a orientação sexual do mundo”.
Ele disse que se chama “A Bíblia da Princesa Diana” por causa das “muitas boas obras” de Diana.
Na versão de Mitchell, o livro de Gênesis fala sobre Aida e Eva:
“E o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Aida, e ela dormiu; e ele tomou uma das costelas dela, e fechou a carne em seu lugar; e da costela, que o Senhor Deus tomou da mulher, ele formou outra mulher, e trouxe-a à primeira mulher. E disse Aida: ‘Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada mulher, porque ela foi tomada de mim. Portanto deixará a mulher a sua mãe, e apegar-se-á à sua esposa, e elas serão uma só carne. E ambas estavam nuas, a mulher e a sua esposa; e não se envergonhavam”.
A nova versão continua:
“E Eva concebeu, e deu a luz Caim, e disse, ‘criamos um filho à imagem de Deus’. E Deus disse que o macho era diferente da mulher porque ele foi gerado pela serpente… E Eva de novo concebeu da serpente e deu a luz Abel, irmão de Caim. E Abel cuidava das ovelhas, mas Caim cuidava da terra”.
De acordo com o site homossexual Queerty.com, Mitchell descreveu sua obra como divinamente inspirada.
“Jesus era gay. Nos tempos bíblicos, os relacionamentos homossexuais eram tão comuns que ninguém pensava duas vezes. O que era considerado pecado era a heterossexualidade”, ele disse no site.
Na página de comentários do site, um participante disse: “Aida e Eva são um sopro de ar fresco na face da reprimida homossexualidade da sociedade. Finalmente, uma versão da Bíblia com a qual todos podem se identificar”.
No site Belieftnet.com, alguém postou um comentário expressando oposição ao projeto:
“De vez em quando, a arte mais distorce a verdade do que a transcende, e é aí que tenho de decidir o que é aceitável ou não. Daí minha oposição à ‘Bíblia da Princesa Diana’ que está para vir”.
“Esse livro é inspirado por uma agenda política e o desejo de uma pessoa de torcer não somente o texto, mas o próprio contexto, para satisfazer sua própria perspectiva. Isso, você poderá dizer, é o que os comentaristas fazem — e talvez até mesmo os tradutores —, mas esse cara está se fazendo de ‘autor’, que faz de sua obra um livro, não uma Bíblia”, comentou esse participante.
Fonte: www.juliosevero.com

Meditação de Francisco Fernández Carvajal: SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS


Por Francisco Fernández Carvajal

A devoção ao Coração de Jesus já existia na Idade Média. Como festa litúrgica, aparece em 1675, após as aparições do Senhor a Santa Margarida Maria Alacoque. Nestas revelações, a Santa ganhou uma consciência extremamente viva da necessidade de reparar pelos pecados pessoais e de todo o mundo, e de corresponder ao amor de Cristo. A festa celebrou-se pela primeira vez em 21 de junho de 1686. Pio IX estendeu-a a toda a Igreja. Pio XI, em 1928, deu-lhe o esplendor atual.

Sob o símbolo do Coração humano de Jesus, considera-se sobretudo o Amor infinito de Cristo por cada homem; por isso, o culto ao Sagrado Coração “nasce das próprias fontes do dogma católico”, como o Papa João Paulo II expôs na sua abundante catequese sobre este mistério tão consolador.

I. OS PROJETOS DO CORAÇÃO do Senhor permanecem ao longo das gerações, para libertar da morte todos os homens e conservar-lhes a vida em tempo de penúria1, lemos no começo da Missa.

O caráter desta Solenidade que hoje celebramos é duplo: de ação de graças pelas maravilhas do amor de Deus e de reparação, porque freqüentemente este amor é pouco ou mal correspondido2, mesmo por aqueles que têm tantos motivos para amar e agradecer. A consideração do amor de Jesus por todos os homens sempre foi o fundamento da piedade cristã; por isso, o culto ao Sagrado Coração de Jesus “nasce das próprias fontes do dogma católico”3. Por outro lado, recebeu um forte impulso da devoção e piedade de numerosos santos a quem o Senhor mostrou os segredos do seu Coração amabilíssimo, movendo-os a difundir esse culto e a fomentar o espírito de reparação.

Numa sexta-feira da oitava da festa do Corpus Christi, o Senhor pediu a Santa Margarida Maria de Alacoque que promovesse o amor à comunhão freqüente, sobretudo nas primeiras sextas-feiras de cada mês. Devia ser uma prática reparadora, e o Senhor prometeu-lhe fazê-la participar – nas noites dessa primeira quinta para sexta-feira de cada mês – do seu sofrimento no Horto das Oliveiras. Tornou a aparecer-lhe um ano mais tarde e, mostrando-lhe o seu Coração Sacratíssimo, dirigiu-lhe estas palavras, que têm alimentado a piedade de tantas almas: Olha este Coração que tanto amou os homens e que a nada se poupou até esgotar-se e consumir-se para lhes manifestar o seu amor; e em reconhecimento, Eu não recebo da maioria dos homens senão ingratidões pelas suas irreverências e sacrilégios e pela frieza e desprezo com que me tratam neste sacramento de amor. Mas o que mais me dói é ver-me tratado assim por almas que me estão consagradas. Por isso te peço que se dedique a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento a uma festa particular destinada a honrar o meu Coração, comungando nesse dia e desagravando-me com algum ato de reparação...

Em muitos lugares, existe o costume privado de desagravar o Sagrado Coração de Jesus com algum ato eucarístico ou com a recitação das ladainhas do Sagrado Coração, na primeira sexta-feira de cada mês. Além disso, “o mês de junho é especialmente dedicado à veneração do Coração divino.

Não apenas um dia – a festa litúrgica cai normalmente dentro do mês de junho –, mas todos os dias do mês”4.

O Coração de Jesus é fonte e expressão do seu infinito amor por cada homem, seja qual for a sua situação: Eu mesmo – diz um belíssimo texto do profeta Ezequiel – cuidarei das minhas ovelhas e velarei por elas. Assim como o pastor se preocupa com o seu rebanho, quando vê as ovelhas dispersarem-se, assim eu me preocuparei com o meu; eu o reconduzirei de todos os lugares por onde se tenha dispersado num dia de nuvens e de trevas5. Cada um de nós é uma criatura que o Pai confiou ao Filho para que não pereça, ainda que tenha ido para longe.

Jesus, Deus e Homem verdadeiro, ama o mundo com “coração de homem”6, um Coração que serve de vazão ao amor infinito de Deus. Ninguém nos amou mais do que Jesus, ninguém nos amará mais. Ele me amou e se entregou por mim7, diz São Paulo, e cada um de nós pode repeti-lo. O seu Coração está repleto do amor do Pai: repleto à maneira divina e ao mesmo tempo humana.

II. O CORAÇÃO DE JESUS amou como nenhum outro; experimentou alegria e tristeza, compaixão e pena. Os Evangelistas anotam com muita freqüência: Tinha compaixão da multidão8,tinha compaixão deles, porque eram como ovelhas sem pastor9. O pequeno êxito dos Apóstolos na sua primeira missão evangelizadora fez com que Jesus se sentisse como nós quando recebemos uma boa notícia: Encheu-se de alegria, diz São Lucas10; e chora quando a morte lhe arrebata um amigo11.

Também não ocultou as suas desilusões: Jerusalém, que matas os profetas! [...] Quantas vezes eu quis reunir os teus filhos...12Jesus vê a história do Antigo Testamento e de toda a humanidade: uma parte do povo judeu e dos gentios de todos os tempos rejeitará o amor e a misericórdia divina. De alguma maneira podemos dizer que Deus chora com os seus olhos humanos por causa do sofrimento que aflige o seu coração de homem. E este é o significado real da devoção ao Sagrado Coração: traduzir-nos a natureza divina em termos humanos. Não foi indiferente para Jesus – não lhe é agora no nosso trato diário com Ele – ver que uns leprosos não voltavam para agradecer-lhe a cura, ou que um anfitrião omitia as mostras de delicadeza ou hospitalidade que se têm com um convidado, como dirá a Simão o fariseu. Em contrapartida, experimentou em muitas ocasiões a imensa alegria de ver que alguém se arrependia dos seus pecados e o seguia, ou a generosidade dos que deixavam tudo para segui-lo, e contagiou-se com a alegria dos cegos que começavam a enxergar, talvez pela primeira vez.

Antes de celebrar a Última Ceia, ao pensar que ficaria para sempre conosco mediante a instituição da Eucaristia, manifestou aos seus mais íntimos: Desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco, antes de padecer13; emoção que deve ter sido muito mais profunda quando tomou o pão, deu graças, partiu-o e deu-o aos seus discípulos, dizendo: Isto é o meu Corpo...14 E quem poderá explicar os sentimentos do seu Coração amabilíssimo quando nos deu no Calvário a sua Mãe como Mãe nossa?

Mal expirou, um dos soldados atravessou-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água15. Essa ferida recorda-nos hoje o imenso amor que Jesus tem por nós, pois derramou voluntariamente até a última gota do seu precioso Sangue por cada um de nós, por mim, como se não houvesse mais ninguém no mundo. Como não havemos de aproximar-nos dEle com confiança? Que misérias humildemente reconhecidas podem impedir o nosso amor?

III. DEPOIS DA ASCENSÃO AOS CÉUS com o seu Corpo glorioso, Jesus não cessa de amar-nos, de chamar-nos para que vivamos sempre muito perto do seu Coração amabilíssimo. “Mesmo na glória do Céu, ostenta nas feridas das suas mãos, dos seus pés e do seu lado os resplandecentes troféus da sua tríplice vitória: sobre o demônio, sobre o pecado e sobre a morte; traz, além disso, no seu Coração, como numa arca preciosíssima, os imensos tesouros dos seus méritos, fruto da sua tríplice vitória, que agora distribui generosamente pelo gênero humano já redimido”16.

Hoje, nesta Solenidade, adoramos o Coração Sacratíssimo de Jesus “como participação e símbolo natural – o mais expressivo – daquele amor inexaurível que o nosso Divino Redentor sente ainda hoje pelo gênero humano. Já não está submetido às perturbações desta vida mortal; no entanto, vive e palpita e está unido de modo indissolúvel à Pessoa do Verbo divino, e nela e por ela, à sua divina vontade. E porque o Coração de Cristo transborda de amor divino e humano, e porque está cheio dos tesouros de todas as graças que o nosso Redentor adquiriu pelos méritos da sua vida, padecimentos e morte, é, sem dúvida, a fonte perene daquele amor que o seu Espírito comunica a todos os membros do seu Corpo Místico”17.

Ao meditarmos hoje sobre o amor que Cristo tem por nós, sentir-nos-emos movidos a agradecer profundamente tanto dom, tanta misericórdia imerecida. E ao vermos como muitos vivem de costas para Deus, como nós mesmos não somos muitas vezes plenamente fiéis, que são muitas as nossas fraquezas, iremos ao seu Coração amabilíssimo e ali encontraremos a paz. Teremos que recorrer muitas vezes ao seu amor misericordioso em busca dessa paz, que é fruto do Espírito Santo: Cor Iesu sacratissimum et misericors, dona nobis pacem, Coração sacratíssimo e misericordioso de Jesus, dai-nos a paz.

E a certeza de que Jesus está tão perto das nossas preocupações e dos nossos problemas e ideais levar-nos-á a dizer-lhe: “Obrigado, meu Jesus!, porque quiseste fazer-te perfeito Homem, com um Coração amante e amabilíssimo, que ama até à morte e sofre; que se enche de gozo e de dor; que se entusiasma com os caminhos dos homens e nos mostra aquele que conduz ao Céu; que se submete heroicamente ao dever e se guia pela misericórdia; que vela pelos pobres e pelos ricos; que cuida dos pecadores e dos justos... – Obrigado, meu Jesus, e dá-nos um coração à medida do Teu!”18

Muito perto de Jesus, encontramos sempre a sua Mãe. Recorremos a Ela ao terminarmos a nossa oração e pedimos-lhe que torne firme e seguro o caminho que nos conduz ao seu Filho.

(1) Sl 32, 11.19; Antífona de entrada da Missa da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus; (2) cfr. A. G. Martimort, La Iglesia en oración, pág. 97; (3) Pio XII, Enc. Haurietis aquas, 15-V-1956, 27; (4) João Paulo II,Angelus, 27-VI-1982; (5) Ez 34, 11-16; Primeira leitura, ib., ciclo C; (6) Conc. Vat. II, Const. Gaudium et spes, 22; (7) Gal 2, 20; (8) Mc 8, 2; (9) Mc 6, 34; (10) Lc 10, 21; (11) cfr. Jo 11, 35; (12) Mt 23, 17; (13) Lc 22, 15; (14) cfr. Lc 22, 19-20; (15) Jo 19, 34; (16) Pio XII, op. cit., 22; (17) ib.; (18) Josemaría Escrivá, Sulco, n. 813.

O consolo da Fé


Nada nos consola mais que o esclarecimento intelectual, ou seja, o esclarecimento espiritual. Pois, do contrário, o efeito seria mais excelente que a causa, a obra mais estupenda que o autor, a música mais genial que o artista; enfim, nada é mais ofegante que o consolo sensível quando nega sua transcendentalidade, por enganador que é, visto que este só pode chegar às aparências, àquilo que é acidental, sem lhe ser possível possuir o essencial e substancial por si mesmo.

Uma vida sem um apaixonar-se, de nada vale. E as paixões aprisionam as potências sensitivas, sejam para o bem ou para o mal, já que a moralidade das paixões se dá pela submissão e império da razão. Assim, e faz mister, reconhecermos que sem este império da razão é impossível fazermos bom uso das paixões.

Entretanto, a razão natural impõe-nos limites insuperáveis, ou mesmo intransponíveis, que só sob a luz da fé poderemos encontrar repouso. Desse modo, a fé é a fonte que imana no deserto, no vale de lágrimas de nossas vidas.

E, dentre tantas angústias e sofrimentos que nos assolam, a que hoje lhes trago como Água Viva, pois o ensinamento do Magistério é o ensinamento de CRISTO, Único Magister do qual o magistério eclesiástico participa: como reagir à bonança dos maus e ao flagelo dos bons? Ou em outras palavras, como conceber um DEUS Providente, Bom em Si mesmo, Justo, Misericordioso, quando vemos crianças indefesas serem assoladas e ínfimos homens, ou mesmo nojentos, homens que lançam nossos vômitos à sua própria face estarem com boa fama, impunes etc?

A resposta dada pelo Magistério da Igreja acerca desta incógnita (ao menos para a razão natural) nos é dada, entre muitas explicações de Santos e do mesmo magistério, é a presente no Credo, no artigo referente ao Juízo Final. Este artigo ensina o seguinte: Há de vir para julgar os vivos e os mortos.
Como também a fortuna e a desgraça não fazem escolha entre bons e maus, era necessário provar que tudo é dirigido e governado pela infinita sabedoria e justiça de DEUS. Convinha, pois, não só reservar prêmios aos bons e castigos aos maus, na vida futura, mas também decretá-los num juízo público e universal, que os tornasse mais claros e evidentes a todos os homens.
Este artigo ensina-nos, entre tantos tesouros, que o juízo final será um grande consolo para os bons, vistos que estes, inclusive entre os Santos, por fraqueza humana, se lastimam em ver os maus na posse de grandes cabedais e dignidades. Tudo para a maior glória de DEUS. Pois, neste dia todos renderão louvores a DEUS.
Os meus pés por pouco não vacilaram, por pouco se não transtornaram os meus passos. Porque tive zelo sobre os iníquos, vendo a paz dos pecadores.
Devemos fortalecer nossos pés vacilantes, acautelando nossa ira com duas verdades sumamente luminosas. Primeira, que todos os maus serão punidos e conhecidos. Segunda, que nenhum homem pode, por si só e sem o auxílio da graça reconhecer-se pertencente ao mistério da piedade sem a possibilidade de perder tal graça, se é que a tem.

Ora, por esta razão a fé nos consola infinitamente. Se não estamos na graça, podemos pedir ao Senhor que nos coloque nela. Se nela estamos, mas nossos pés vacilam diante da impunidade dos ímpios ante a punição dos bons por permissão divina, podemos confiar e apaziguar nossos ânimos tendo esta verdade lenitiva doada por DEUS.

Tende coragem, EU venci o mundo! Que estas divinas palavras do Salvador dobrem até o chão tanto o nosso orgulho, escondido sob as aparências de pseudo-piedades, a qual é a presunção, como o nosso desânimo ante tantas injustiças.