Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

8 de abr. de 2012

* Cardeal e bispos brasileiros se manifestam em defesa da vida dos bebês com anencefalia.

Fonte: Wagner Moura

Contra permissão para aborto de bebês com anencefalia, tanto o cardeal Dom Odilo Scherer quantos alguns bispos do Brasil estão se manifestando publicamente pro meio dos veículos católicos, especialmente, como ACI Digital.

Cardeal Dom Odilo Scherer: É preconceituoso e fora de propósito afirmar que a dignidade da mãe é aviltada pela geração de um filho com anomalia; tal argumentação pode suscitar, ou aprofundar um preconceito cultural contra mulheres que geram um filho com alguma anomalia ou deficiência; isso sim, seria uma verdadeira agressão à dignidade da mulher

Dom Orani João Tempesta: Eu faço um apelo aos senhores Ministros do STF para que possam refletir sobre esta enorme responsabilidade que têm, primeiramente em defender a própria Constituição Brasileira, que valoriza a vida em todas as circunstâncias; depois, sua responsabilidade em relação à História, pois todos seremos julgados sobre as decisões que tomamos”

Dom Alberto Taveira: Nossa convicção é muito clara e muito forte de que não há qualquer argumento que justifique o aborto diretamente provocado. Nossa manifestação é diametralmente contrária porque nos baseamos no Mandamento da Lei de Deus e numa clareza do Magistério da Igreja em toda sua História”

Dom Fernando Arêas Rifan: Pela porta do povo não se consegue porque a esmagadora maioria do povo é contra a legalização do aborto; pelo executivo não haverá essa tentativa; pelo legislativo ainda não se conseguiu, então, tenta-se agora o Judiciário. É uma porta pela qual vão tentar entrar

Dom José Antonio Peruzzo: Pedimos aos senhores Juízes do Supremo Tribunal Federal que a vida não seja desrespeitada e que nessa Casa o primeiro direito de todos, que é o direito de viver, seja contemplado e apreciado. Que Deus os ilumine senhores Juízes do STF

Dom Dimas Lara Barbosa: No caso específico dos anencefálicos, primeiramente é preciso que se diga que a própria terminologia é inadequada. Não é verdade que a criança não tenha cérebro, pois se assim o fosse ela seria natimorta. O que acontece são graus diferenciados de má-formação em partes do cérebro que, sim, vão dificultar e muito uma vida normal dessas crianças mas que, de forma alguma, permitem que elas sejam qualificadas como “cadáveres”, como “seres inanimados

Dom Antônio Augusto Dias Duartes: Diante da questão ponderada pelos ministros do STF a respeito das crianças que estão se desenvolvendo no útero materno com mal-formação denominada anencefalia, eu, como bispo auxiliar do RJ e também como médico, compreendo perfeitamente todas as circunstâncias que envolvem esta gravidez. Porém, por cima de todas elas, existe uma realidade que é intocável: em primeiro lugar, a dignidade da maternidade feminina, que dá à nossa sociedade a certeza de que qualquer ser humano, independentemente de suas circunstâncias de saúde ou circunstâncias sociais é amado desde o útero materno

Dom Airton José dos Santos: Aos Ministros do STF e a todo o povo do Brasil, nós defendemos o direito à vida de todas as pessoas. Acreditamos naquilo que deve ser feito por aqueles que têm autoridade no País, neste caso, os juízes do STF: a vida humana não se restringe aos anos que vivemos nem ao tipo de vida que levamos. A vida humana é vida humana, independentemente de qualquer condição. Nós devemos protegê-la, favorecê-la e dar-lhe condições para que seja valorizada e respeitada. Não importa se ela há de durar um minuto ou cem anos

Dom Jacyr Francisco Braido: Este apelo eu quero dirigir aos Ministros do Supremo Tribunal Federal para que repensem este assunto. Dirijo-me também a todos os cidadãos brasileiros para que se manifestem em favor da vida, acima de tudo. Temos que tomar muito cuidado com certos passos que vamos dando de forma inconsequente e que levam, ao final, a comprometer a existência humana e a disponibilidade das mulheres em gerar novos filhos para a sociedade contemporânea

Dom Henrique Soares: É como filho da humanidade, como filho da pátria brasileira e como bispo da Igreja que eu peço a atenção dos senhores Ministros e peço ao povo brasileiro que não baixe jamais a guarda na discussão dessas questões. E que grite em defesa dos grandes valores humanos que forjaram e que norteiam nossa sociedade, nossa cultura

* Entenda os Princípios e Atitudes da Igreja CONTRA o aborto e a FAVOR da vida!

Via Wagner Moura
Dom Fernando Arêas Rifan*

Em meio a tantos pareceres equivocados e diante da possibilidade da reforma do Código Penal descriminalizar o aborto, começando pelos fetos portadores de anencefalia, e a eutanásia, recordamos os princípios da doutrina católica e do direito natural sobre o assunto:

A vida humana é sagrada, – não porque as leis e decisões judiciais humanas o determinam, – mas porque desde a sua origem ela encerra a ação criadora de Deus e permanece para sempre numa relação especial com o Criador. Só Deus é o dono da vida, do começo ao fim; ninguém, em nenhuma circunstância, pode reivindicar para si o direito de destruir diretamente um ser humano inocente (cf. CIC 2258 – Donum vitae, 5).

A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção até o seu fim natural. Desde o primeiro momento da sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida (cf. CIC 2270 – Donum vitae, I,1). Esses direitos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política, não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina (cf. CIC 2272 – Donum vitae, 3).

A criança anencélafa é uma pessoa viva. A sua reduzida expectativa de vida não limita seus direitos e sua dignidade. Por isso, o aborto direto provocado, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, em qualquer circunstância, é gravemente contrário à lei moral, pois se trata de tirar diretamente a vida de um ser humano inocente, o que nada pode justificar (cf. CIC 2271).

Desde o início, o nascituro é uma pessoa própria, cujo círculo de direitos ninguém deve violentar, nem o Estado, nem o médico, nem mesmo a mãe. Se uma pessoa já não está segura no seio de sua mãe, onde então estará ela ainda segura neste mundo? Proteger a vida inocente pertence às mais nobres tarefas do Estado; se ele se furtar a esta missão, destrói ele próprio os alicerces do Estado de direito (cf. Youcat, 384). Nem ele pode se sujeitar a pressões de quaisquer organismos internacionais. Isso seria contra a sua soberania e o seu dever.

Por isso também, a eutanásia direta, que consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes ou de moribundos, sejam quais forem os motivos e os meios, é moralmente inadmissível (cf. CIC 2277).

Tais princípios e atitudes deles decorrentes provêm não só da doutrina católica, mas do próprio direito natural, da lei natural que obriga a todos os homens, em razão da sua natureza. Assim sendo, exortamos aos católicos, aos nossos políticos e a todas as pessoas de boa vontade e de influência na sociedade que se manifestem aos ministros do Supremo Tribunal Federal em favor da vida e contra qualquer decisão que possa acarretar a liberação do aborto. Se acontecer o mal, não o será com a nossa colaboração ou por causa da nossa omissão.

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

Menina anencéfala de 2 anos surpreende ciência (video Extraordinário)

Na próxima quarta-feira, 11,  o Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a polêmica ação que permitirá ou não o aborto em caso de feto com má-formação no cérebro. De um lado, a ciência argumenta que bêbes com esse diagnóstico são incompatíveis com a vida. De outro, os pais que defendem o direito de seus filhos especiais à vida.

É o caso de Vitória de Cristo, que não só sobreviveu ao parto, mas hoje com 2 anos, continua supreendendo a ciência que nem sempre consegue explicar o milagre da vida.

Assista à reportagem 




Fonte: Canção Nova

Cristo Ressuscitou! Aleluia!

De hoje até o Pentecostes, vivemos dias alegres: é Páscoa!

Durante estes cinquenta dias de festividades, Cristo se faz presente em meio a nós vivo e ressurreto!
Estes dias são de comemoração, de louvor e agradecimento ao Senhor que cumpriu Sua promessa vindo ao mundo salvar-nos.

Façamos nossa parte, preparando-nos devidamente para a próxima salutar festa, o Pentecostes, em que Cristo nos enviará o Espírito Prometido que nos dará forças para seguirmos firmes até o último dia.

Aleluia!





DEUS NUNCA ABANDONA A HUMANIDADE





A Ressurreição comentada pelo fundador do Opus Dei

De São Josémaria Escrivá
ROMA, sábado, 07 de abril de 2012(ZENIT.org) – Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram aromas para ungir Jesus.
E no primeiro dia da semana, foram muito cedo ao sepulcro, mal o sol havia despontado. (Marcos 16, 1-2)
Mas o anjo disse às mulheres: Não temais, sei que procurais Jesus: non est hic, surrexit enim sicut dixit,não está aqui: ressuscitou como disse.(Mateus 28, 5)
A vida venceu a morte.
Ressuscitou! - Jesus ressuscitou. Não está no sepulcro. A Vida pôde mais do que a morte.
Apareceu a sua Mãe Santíssima. - Apareceu a Maria de Magdala, que está louca de amor. - E a Pedro e aos demais Apóstolos. - E a ti e a mim, que somos seus discípulos e mais loucos que Madalena. Que coisas Lhe dissemos!
Que nunca morramos pelo pecado; que seja eterna a nossa ressurreição espiritual. - E, antes de terminar a dezena, beijaste as chagas dos seus pés..., e eu, mais atrevido - por ser mais criança -, pus os meus lábios no seu lado aberto. Santo Rosário, 11.
Cristo vive. Esta é a grande verdade que enche de conteúdo a nossa fé. Jesus, que morreu na cruz, ressuscitou, triunfou da morte, do poder das trevas, da dor e da angústia. Não temais, foi a invocação com que um anjo saudou as mulheres que se dirigiam ao sepulcro. Não temais. Vindes buscar Jesus Nazareno, que foi crucificado. Já ressuscitou; não está aqui. Haec est dies quam fecit Dominus, exsultemus et laetemur in ea: este é o dia que o Senhor fez, alegremo-nos. É Cristo que passa 102.
 Jesus Cristo vence sempre.
O dia do triunfo do Senhor, da sua Ressurreição, é definitivo. Onde estão os soldados que a autoridade tinha destacado? Onde estão os selos que tinham colocado sobre a pedra do sepulcro? Onde estão os que condenaram o Mestre? Onde estão os que crucificaram Jesus?... Perante a sua vitória, produz-se a grande fuga dos pobres miseráveis. Enche-te de esperança: Jesus Cristo vence sempre. Forja, 660.
Deus não abandona os seus.
Jesus é o Emmanuel: Deus conosco. A sua Ressurreição revela-nos que Deus não abandona os seus. Pode a mulher esquecer-se do fruto do seu ventre, não se compadecer do filho de suas entranhas? Pois ainda que ela se esquecesse, eu não me esquecerei de ti , tinha Ele prometido. E cumpriu a sua promessa. Deus continua a achar suas delícias entre os filhos dos homens. É Cristo que passa, 102.
Somos amados por Deus.
A tarefa não é fácil. Mas contamos com um ponto de referência claro, com uma realidade de que não devemos nem podemos prescindir: somos amados por Deus, e deixaremos que o Espírito Santo atue em nós e nos purifique, para podermos assim abraçar o Filho de Deus na Cruz, ressuscitando depois com Ele, porque a alegria da Ressurreição tem as suas raízes na Cruz. É Cristo que passa, 66.

CNBB convoca Vigília Nacional de Oração pela Vida

Após seguidas manifestações de bispos brasileiros contra a aprovação do aborto de fetos portadores de meroencefalia (meros = parte), comumente denominados anencefálicos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convoca todas as dioceses e arquidioceses do país para se unirem em vigília de oração em defesa da vida, contra a legalização do aborto das crianças portadoras desta deficiência. A convocação foi feita no último sábado por meio de nota assinada pela presidência da CNBB e publicada durante no site oficial da Conferência.

No texto oficial a CNBB afirma que a entidade "jamais deixou de se manifestar como voz autorizada do episcopado brasileiro sobre temas em discussão na sociedade, especialmente para iluminá-la com a luz da fé em Jesus Cristo Ressuscitado, ´Caminho, Verdade e Vida´" e relembra o conteúdo da nota sobre aborto de feto anencefálico, publicada em 21 de agosto de 2008, na qual a Conferência explica que "os princípios da ´inviolabilidade do direito à vida´, da ´dignidade da pessoa humana´ e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação, (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, da Constituição Federal) referem-se também aos fetos anencefálicos". E prossegue lembrando o caso emblemático da menina Marcela de Jesus Galante Ferreira, diagnosticada com anencefalia, que viveu no Estado de São Paulo por um ano e oito meses”.

Defendendo o direito à vida, a presidência da CNBB solicita que todos os bispos do país "promovam em suas arquidioceses e dioceses, uma Vigília de Oração pela Vida, às vésperas do julgamento pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (dia 10 de abril, terça-feira) sobre a possibilidade legal do aborto de fetos com meroencefalia (meros = parte), comumente denominados anencefálicos", de acordo com a nota.

“Informa-se que a data do julgamento da ADPF Nº 54/2004 será DIA 11 DE ABRIL DE 2012, quarta feira da 1ª Semana da Páscoa, em sessão extraordinária, a partir das 09 horas”.

“Com renovada estima em Jesus Cristo, nosso Mestre Vencedor da morte, agradecemos aos irmãos de ministério em favor dos mais frágeis e indefesos”, conclui a nota assinada pelo Cardeal Raymundo Damasceno (Arcebispo de Aparecida), presidente da CNBB e pelo Vice-presidente e Secretário geral da Conferência, Dom José Belisário da Silva e Dom Leonardo Steiner.

Em Brasília, o movimento Legislação e Vida, cujo presidente é o bispo da diocese de Taubaté (SP), Dom Carmo João Rhodem está organizando uma grande vigília em frente ao Supremo Tribunal Federal e começará às 18h da terça-feira, 10.  O momento de oração em Brasília já está com sua programação definida e espera-se que uma grande quantidade de pessoas participe da vigília na Praça dos Três Poderes que contará com a participação da cantora Elba Ramalho, que apóia o movimento pró-vida no Brasil. A participação no evento é motivada por meio de blogs e das redes sociais como Facebook e Twitter. 

Antes da convocação oficial da CNBB, vários bispos brasileiros apelaram aos ministros do Supremo Tribunal Federal para que a dignidade da vida humana seja preservada e para que não se permita mais abortos de crianças com anencefalia. 

Além dos bispos, na semana passada, jovens do grupo promotores da vida de Brasília (DF) e jovens da arquidiocese de São Luís (MA) promoveram manifestações pacíficas com cartazes, faixas, balões vermelhos e distribuição de panfletos para informar a população sobre a anomalia que não se confunde com morte cerebral e que tem mais chances de ser evitada quando a mulher consome ácido fólico, vitamina importante para o desenvolvimento do bebê.



Fonte: ACIdigital

7 de abr. de 2012

Sábado Santo: contemple as dores de Maria Santíssima

Após ter entregue Seu espirito ao Pai, Jesus é descido da cruz e recebido por Sua Mãe, que aninha em seus braços o corpo do filho morto. Naquele momento entendia a Virgem o que lhe profetizaria Simeão: "Uma espada de dor transpassará a tua alma". (Lc, 2,35). Sabia Nossa Senhora que tudo aquilo era necessário; se Seu Filho não morresse, não haveria como homem algum salvar-se. Porém, que mãe não se afligiria, apesar da promessa divina, em ver seu único filho injustamente morto?


Neste sábado, costumamos rezar a Coroa das sete dores de Maria, pois ainda estamos enlutados. Ainda aguardamos a finalização da promessa: a Ressurreição! Mas enquanto ela não se realiza, choramos.  Unimo-nos a Nossa Senhora das Dores em sinal de piedade.




A quaresma, sobretudo na Semana Santa, é uma época oportuna para acompanharmos as dores de Nossa Senhora. Meditar as imensas dores que a Virgem passou é meditar a história da nossa salvação.

Aqui estão episódios tirados dos Santos Evangelhos. Eles formam o caminho de dores da Filha amorosa de Deus Pai sofrendo em sua alma padecimentos semelhantes aos da Paixão de seu Divino Filho.

Nada desse mundo serve de comparação para as dores que Ela sofreu junto a Jesus. Nenhuma criatura viveu com tanto amor essas dores. Também, só Ela pode ser chamada de corredentora! Só Ela pode ser chamada de Onipotência Suplicante!

Unamos nossas dores imperfeitas aos sofrimentos d'Ela. Considerando os padecimentos da Mãe Dolorosa, encontraremos âmimo para suportarmos as dificuldades de nosso dia a dia, teremos força para subirmos ao alto de nosso próprio Calvário.






Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora


A Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora relembra as principais dores que a Virgem Maria sofreu em sua vida terrena, culminando com a Paixão, Morte e Sepultamento de Seu Divino Filho. É junto à Cruz que a Mãe de Jesus torna-se Mãe de todos os homens e do corpo Místico de Cristo: a Igreja Católica.
Unir-se às dores de Maria é unir-se também às dores de Nosso Senhor Jesus Cristo.

As reflexões presentes no texto são de São Josermaria Escrivá, fundador da prelazia papal, o Opus Dei.
* No início reza-se o Creio, o Pai Nosso e 3 Ave-Marias. Para cada dor de Maria deve-se rezar 1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.


Primeira Dor de Nossa Senhora: A Apresentação de Jesus no Templo e a profecia de Simeão


Ao apresentar o Menino Jesus no Templo, Maria encontrou Simeão que proferiu a seguinte profecia: "Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma" (Lc 2, 34-35)

Nossa Senhora ouve com atenção o que Deus quer, pondera aquilo que não entende, pergunta o que não sabe. Imediatamente a seguir, entrega-se sem reservas ao cumprimento da vontade divina: eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a Vossa palavra. Vedes esta maravilha? Santa Maria, mestra de toda a nossa conduta, ensina-nos agora que a obediência a Deus não é servilismo, não subjuga a consciência, pois move-nos interiormente a descobrirmos a liberdade dos filhos de Deus.


Mestra de caridade! Recordai aquele episódio da apresentação de Jesus no templo. O velho Simeão assegurou a Maria, sua Mãe: este Menino está destinado para ruína e para ressurreição de muitos em Israel e para ser sinal de contradição; o que será para ti mesma uma espada que trespassará a tua alma, a fim de que sejam descobertos os pensamentos ocultos nos corações de muitos. A imensa caridade de Maria pela Humanidade faz com que se cumpra também n’Ela a afirmação de Cristo: ninguém tem mais amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos.

Com razão os Romanos Pontífices chamaram a Maria Corredentora: juntamente com o seu Filho paciente e agonizante, de tal modo padeceu e quase morreu e de tal modo abdicou, pela salvação dos homens, dos seus direitos maternos sobre o seu Filho e o imolou, na medida em que d’Ela dependia, para aplacar a justiça de Deus, que com razão se pode dizer que ela redimiu o género humano juntamente com Cristo. Assim entendemos melhor aquele momento da Paixão de Nosso Senhor, que nunca nos cansaremos de meditar: stabat autem iuxta crucem Jesu mater eius, junto da Cruz de Jesus estava a sua Mãe.

ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes ao ouvir a profecia de Simeão, de que uma espada de dor transpassaria o Vosso Coração, Mãe de Deus, ouvi a nossa prece!
Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.


Segunda Dor de Nossa Senhora: A fuga para o Egito

Após o nascimento de Jesus, o Rei Herodes quis matá-lo e, por causa disso, um anjo do Senhor apareceu a São José e disse: "Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise". Obediente, "José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito." (Mt 2, 13-14).

Maria cooperou com a sua caridade para que nascessem na Igreja os fiéis membros da Cabeça de que é efetivamente mãe segundo o corpo. Como Mãe, ensina; e, também como Mãe, as suas lições não são ruidosas. É preciso ter na alma uma base de finura, um toque de delicadeza, para compreender o que nos manifesta, mais do que com promessas, com obras.


Mestra de fé! Bem-aventurada és tu, porque acreditaste! Assim a saúda Isabel, sua prima, quando Nossa Senhora sobe à montanha para a visitar. Tinha sido maravilhoso aquele acto de fé de Santa Maria: eis aqui a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra. No nascimento de seu Filho contempla as grandezas de Deus na terra; há um coro de Anjos e tanto os pastores como os poderosos da terra vêm adorar o Menino. Mas depois a Sagrada Família tem de fugir para o Egipto, para escapar às intenções criminosas de Herodes. Depois, o silêncio; trinta longos anos de vida simples, vulgar, como a de qualquer lar, numa pequena povoação da Galileia.

O Santo Evangelho facilita-nos rapidamente o caminho para entender o exemplo da Nossa Mãe: Maria conservava todas estas coisas dentro de si, ponderando-as no seu coração. Procuremos nós imitá-la, tratando com o Senhor, num diálogo cheio de amor, de tudo o que nos acontece, mesmo dos acontecimentos mais insignificantes. Não nos esqueçamos de que devemos pesá-los, avaliá-los, vê-los com olhos de fé, para descobrir a Vontade de Deus.

Se a nossa fé é débil, recorramos a Maria. Conta S. João que, devido ao milagre das bodas de Caná que Cristo realizou a pedido de sua Mãe, acreditaram n’Ele os seus discípulos. A Nossa Mãe intercede sempre diante de seu Filho para que nos atenda e se nos mostre de tal modo que possamos confessar: – Tu és o Filho de Deus.

ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando fugistes para o Egito, apertando ao peito virginal o Menino Jesus, para o salvar das fúrias do ímpio Herodes, Virgem Imaculada, ouvi a nossa prece!
Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.


Terceira Dor de Nossa Senhora: A perda do Menino Jesus no Templo

Terminada a festa da Páscoa, o Menino Jesus ficou em Jerusalém sem que seus pais o percebessem. Três dias depois o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. (Lc 2, 43-50)

O Evangelho da Santa Missa recordou-nos aquela cena comovente de Jesus que fica em Jerusalém ensinando no templo. Maria e José perguntaram por ele a parentes e conhecidos. E, como não o encontrassem, voltaram a Jerusalém à sua procura. A Mãe de Deus, que procurou com afã o seu Filho, perdido sem sua culpa e que sentiu a maior alegria ao encontrá-lo, ajudar-nos-á a voltar atrás, a rectificar o que for preciso, quando, pelas nossas leviandades ou pecados, não consigamos descobrir Cristo. Teremos assim a alegria de o abraçar de novo, para lhe dizer que nunca mais o perderemos.


Maria é Mãe da ciência, porque com Ela se aprende a lição que mais importa: que nada vale a pena se não estamos junto do Senhor, que de nada servem todas as maravilhas da terra, todas as ambições satisfeitas, se no nosso peito não arde a chama de amor vivo, a luz da santa esperança, que é uma antecipação do amor interminável, na nossa Pátria definitiva.

Onde está Jesus? – Senhora: o Menino!… Onde está?

Maria chora. – Bem corremos, tu e eu, de grupo em grupo, de caravana em caravana; não O viram. – José, depois de fazer esforços inúteis para não chorar, chora também… E tu… E eu.

Eu, como sou um criadito rústico, choro até mais não poder e clamo ao céu e à terra…, por todas as vezes que O perdi por minha culpa e não clamei.

Jesus! Que eu nunca mais Te perca… E então, a desgraça e a dor unem-nos, como nos uniu o pecado, e saem de todo o nosso ser gemidos de profunda contrição e frases ardentes, que a pena não pode, não deve registar.

E, ao consolar-nos com a alegria de encontrar Jesus – três dias de ausência! – disputando com os Mestres de Israel (Lc II, 46), ficará bem gravada, na tua alma e na minha, a obrigação de deixarmos os de nossa casa, para servir o Pai Celestial.

Santo Rosário, Quinto mistério gozoso


ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando da perda do Menino Jesus por três dias, Santíssima Senhora, ouvi a nossa prece!
Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai


Quarta Dor de Nossa Senhora: O encontro com Jesus no Caminho do Calvário


Um dos momentos mais pungentes da Paixão é o encontro de Jesus com Sua Mãe no caminho do Calvário. As lágrimas que Maria deramou na ocasião, a troca de olhar com o Filho, a constatação das crueldades que Ele estava sofrendo, tudo causava imensa dor no Seu Coração de Mãe.

Mal Jesus se levantou da Sua primeira queda, encontra Sua Mãe Santíssima, junto do caminho por onde Ele passa.


Com imenso amor Maria olha para Jesus, e Jesus olha para a Sua Mãe; os Seus olhares encontram-se, e cada coração verte no outro a Sua própria dor. A alma de Maria fica mergulhada em amargura, na amargura de Jesus Cristo.

- Ó vós, que passais pelo caminho: olhai e vede se há dor semelhante à minha dor (Lam I, 12)!

Mas ninguém repara, ninguém presta atenção; apenas Jesus.

Cumpriu-se a profecia de Simeão: uma espada trespassará a tua alma (Lc II, 35).

Na escura solidão da Paixão, Nossa Senhora oferece ao seu Filho um bálsamo de ternura, de união, de fidelidade; um sim à Vontade divina.

Pela mão de Maria, tu e eu queremos também consolar Jesus, aceitando sempre e em tudo a Vontade do Seu Pai, do nosso Pai.

Só assim saborearemos a doçura da Cruz de Cristo e abraçá-la-emos com a força do Amor, levando-a em triunfo por todos os caminhos da terra.

Via Sacra, IV Estação


ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando viste O querido Jesus com a Cruz ao ombro, a caminho do Calvário, Virgem Mãe das Dores, ouvi a nossa prece!
Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai

Quinta dor de Nossa Senhora: Maria fica de pé junto à Cruz de Jesus


Maria acompanhou de perto todo o sofrimento de Jesus na Cruz e assistiu de pé à sua morte: "junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cleofás, e Maria Madalena" (Jo 19, 25)

Mal Jesus se levantou da Sua primeira queda, encontra Sua Mãe Santíssima, junto do caminho por onde Ele passa.


Com imenso amor Maria olha para Jesus, e Jesus olha para a Sua Mãe; os Seus olhares encontram-se, e cada coração verte no outro a Sua própria dor. A alma de Maria fica mergulhada em amargura, na amargura de Jesus Cristo.

- Ó vós, que passais pelo caminho: olhai e vede se há dor semelhante à minha dor (Lam I, 12)!

Mas ninguém repara, ninguém presta atenção; apenas Jesus.


Cumpriu-se a profecia de Simeão: uma espada trespassará a tua alma (Lc II, 35).

Na escura solidão da Paixão, Nossa Senhora oferece ao seu Filho um bálsamo de ternura, de união, de fidelidade; um sim à Vontade divina.

Pela mão de Maria, tu e eu queremos também consolar Jesus, aceitando sempre e em tudo a Vontade do Seu Pai, do nosso Pai.

Só assim saborearemos a doçura da Cruz de Cristo e abraçá-la-emos com a força do Amor, levando-a em triunfo por todos os caminhos da terra.

Via Sacra, IV Estação

ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando viste O querido Jesus com a Cruz ao ombro, a caminho do Calvário, Virgem Mãe das Dores, ouvi a nossa prece!

Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.


Sexta Dor de Nossa Senhora: Maria recebe o corpo de Jesus morto em seus braços



Nossa Senhora da Piedade, é assim que o povo católico invoca Maria nesse momento da Paixão. Depois "tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em panos com os aromas, como os judeus costumam sepultar." (Jo 19, 40)

Situados agora no Calvário, quando Jesus já morreu e não se manifestou ainda a glória do seu triunfo, temos uma boa ocasião para examinar os nossos desejos de vida cristã, de santidade para reagir com um ato de fé perante as nossas debilidades e, confiando no poder de Deus, fazer o propósito de pôr amor nas coisas do nosso dia-a-dia. A experiência do pecado tem de nos conduzir à dor, a uma decisão mais madura e mais profunda de sermos fiéis, de nos identificarmos deveras com Cristo, de perseverarmos, custe o que custar, nessa missão sacerdotal que Ele encomendou a todos os seus discípulos sem excepção, que nos impele a sermos sal e luz do mundo.


É a hora de recorreres à tua Mãe bendita do Céu, para que te acolha nos seus braços e te consiga do seu Filho um olhar de misericórdia. E procura depois fazer propósitos concretos: corta de uma vez, ainda que custe, esse pormenor que estorva e que é bem conhecido de Deus e de ti. A soberba, a sensualidade, a falta de sentido sobrenatural aliar-se-ão para te sussurrarem: isso? Mas se se trata de uma circunstância tonta, insignificante! Tu responde, sem dialogar mais com a tentação: entregar-me-ei também nessa exigência divina! E não te faltará razão: o amor demonstra-se especialmente em coisas pequenas. Normalmente, os sacrifícios que o Senhor nos pede, os mais árduos, são minúsculos, mas tão contínuos e valiosos como o bater do coração.

ORAÇÃO


Pela dor que sofrestes quando recebestes em vossos braços o corpo inanimado de Jesus, descido da Cruz, Mãe dos Pecadores, ouvi a nossa prece!

Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos matermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai


Sétima Dor de Nossa Senhora: Maria deposita Jesus no Sepulcro



O sepultamento de Seu Divino Filho foi a última dor que Maria sentiu durante a Paixão. "No lugar em que ele foi crucificado havia um jardim, e no jardim um sepulcro novo, em que ninguém ainda fora depositado. Foi ali que depositaram Jesus." (Jo 19, 41-42)

Vamos pedir agora ao Senhor, para terminar este tempo de conversa com Ele, que nos conceda poder repetir com S. Paulo que triunfamos por virtude daquele que nos amou. Pelo qual estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as virtudes, nem o presente, nem o futuro, nem a força, nem o que há de mais alto, nem de mais profundo, nem qualquer outra criatura poderá jamais separar-nos do amor de Deus que está em Jesus Cristo Nosso Senhor .


Este amor também a Escritura o canta com palavras inflamadas: as águas copiosas não puderam extinguir a caridade, nem os rios afogá-la. Este amor encheu sempre o Coração de Santa Maria, ao ponto de enriquecê-la com entranhas de Mãe para toda a humanidade. Em Nossa Senhora o amor a Deus confunde-se com a solicitude por todos os seus filhos. O seu Coração dulcíssimo teve de sofrer muito, atento aos mínimos pormenores – não têm vinho – ao presenciar aquela crueldade colectiva, aquele encarniçamento dos verdugos, que foi a Paixão e Morte de Jesus. Mas Maria não fala. Como o seu Filho, ama, cala e perdoa. Essa é a força do amor.

ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando o corpo de Jesus foi depositado no sepulcro, ficando Vós na mais triste solidão, Senhora de Todos os Povos, ouvi a nossa prece.

Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.



ORAÇÃO FINAL:

Dai-nos, Senhora, a graça de compreender o oceano de angústias que fizeram de Vós a “Mãe das Dores”, para que possamos participar de Vossos sofrimentos e Vos consolemos pelo nosso amor e nossa fidelidade. Choramos convosco, ó Rainha dos Mártires, na esperança de ter a felicidade de um dia nos alegrarmos convosco no céu. Amém.

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Privilégios para quem pratica essa devoção:

Em revelação particular a Santa Brígida, devidamente aprovada pela Igreja, Nossa Senhora promete conceder sete graças para quem, cada dia, rezar sete Ave-Marias em honra das suas dores e lágrimas:

Eis as promessas:

Porei a paz em suas famílias;

Serão iluminados sobre os Divinos Mistérios;

Serão consolados em suas penas e os acompanharei nas suas aflições;

Tudo o que pedirem lhes será concedido, contanto que nada se oponha à vontade adorável do Meu Divino Filho e à santificação das suas almas;

Irei defendê-los nos combates espirituais contra o inimigo infernal e serão protegidos em todos os instantes da vida;

Irei assistí-los visivelmente no momento da morte e verão o rosto da Sua Mãe Santíssima;

Obtive do Meu Filho que, os que propaguem esta devoção (às Minhas Lágrimas e Dores), sejam transladados desta vida terrena à felicidade eterna, diretamente, pois terão todos os seus pecados apagados e o Meu Filho e Eu seremos a sua eterna consolação e alegria.

Fonte: Canção Nova

VOTAÇÃO PARA LEGALIZAR O ABORTO NO DIA 11 DE ABRIL DE 2012

bebês anencéfalos no formol

Infelizmente no próximo dia 11 de abril de 2012, o Supremo Tribunal Federal  julgará a  ADPF (Ação de descumprimento de preceito fundamental) nº 54 legislará para a liberação do Aborto nos casos dos bebês anencéfalos (bebês que possuem a ausência parcial do encéfalo e da calota craniana). Sabemos que Aborto em qualquer caso é Crime, e Viola a Lei de Deus "Não Matarás!". É facil julgar quem deve ou não viver, quando se está vivo. 

Este projeto encabeçado pelo demônio que se personifica, e entra na sociedade por meio de partidos (PT), e leis iniquas demoníacas, pretende inicar uma nova era de 'Morte no Brasil', uma nova era 'Hitliniana', propagando a 'Eugenia'. Sabemos que eles querem inicar com a liberação do Aborto nos casos de anencefalia, para depois liberar o aborto nos casos de sindrome de Down e etc...

Estamos agora em ritimo de Semana Santa, meditando a Paixão do Senhor, e iremos entrar na Páscoa, onde comemoraremos o Senhor Ressuscitado, mas se não nos mexermos, se nos omitirmos, entraremos na oitava da Páscoa, vendo o Senhor sendo morto novamente na pele de milhares de bebês anencéfalos que como Ele (Jesus) foram condenados a morte diante de Pilatos que hoje na figura do STF (Supremo Tribunal Federal) formado por 11 ministros, poderão lavar as mãos e dizer 'sim a morte', sim a este genocídio, que será muito maior que o holocausto.

Sabemos que os Ministros do STF são escolhidos pelo PT, isto significa que se o Aborto passar, o PT novamente mostrou a sua Cara Abortista... Mas nós podemos responder a isto; lembremo-nos que as eleições estão chegando, e como resposta Não Votemos em nenhum candidato do PT.

 O demônio corre e nós o que estamos fazendo? Olhando para o alto e dizendo apenas: "Senhor tem piedade!". Irmãos não podemos ficar sem fazer nada, sabemos que 82% da população é contrária ao Aborto; não podemos deixar que uma minoria de 11 Ministros esquerdistas, aliados ao PT, legislem a favor do Aborto de modo indevido (pois o STF não pode legislar), usando o falso argumento que o Aborto é a solução para todos os problemas e que a mulher pode decidir pela morte de seu Filho. Usemos o nosso direito de falar e de nos expressar, enquanto ainda podemos...

No dia 10 de Abril, as 18hs, haverá uma vigília em Brasilia para que a vida vença! Assim irmãos, unamo-nos em nossas paróquias, em nossos grupos de oração, em nossas pastorais, para orarmos em favor da vida.  Não podemos nos calar. Devemos nos mexer! Escrevendo cartas ao STF, e sobre tudo, vamos nos unir em oração, por isto conclamo que cada um de nós reze um terço, e faça o Jejum, pedindo que o Senhor tenha misericórdia e intervenha com o Braço forte, suscitando homens para erguer a voz dentro e fora da Igreja contra este holocausto que clamará a ira de Deus.

Pedimos que você envie uma mensagem a algum dos Ministros do STF, para tentarmos impedir que o aborto dos anencéfalos seja aprovado. O modelo da carta segue abaixo dos e-mails.


Modelo de uma posível carta a ser enviada a cada um dos Ministros:

"Senhor Ministro: Não concordo com a a possibilidade do aborto de bebês deficientes anencefálicos e cujo julgamento está marcado para o dia 11 de abril. A liberação do aborto de anencéfalos fere a dignidade humana, pois o bebê apresenta de fato uma má-formação, porém ele não está em morte cerebral. Seguindo o protocolo de definição de morte cerebral para recém nascidos (que, aliás, apresenta particularidades diferentes do protocolo de adultos) não se chega à conclusão de morte encefálica, pois nenhuma técnica pode preencher as exigências legais para comprovar a morte cerebral de um feto vivo, dentro do útero.  Inclusive, é de conhecimento público que a Associação Médica dos E.U.A. suspendeu a autorização de doação de órgãos nestes casos, exatamente por não ser possível diagnosticar a morte cerebral das crianças portadoras de anencefalia durante a gravidez ou depois do nascimento, pelo fato de estarem vivas. Também o argumento de que a gestação de fetos com anencefalia é um risco de morte para a mãe não procede com a literatura da Obstetrícia clássica. Os riscos físicos e para o futuro obstétrico da mãe são menores se houver a espera do desenlace natural da gestação, com acompanhamento médico. O aborto provocado em qualquer época da gestação é que traz sérios riscos à mãe. Não há base sólida em argumentos médicos e psicológicos para ser solicitada a liberação do aborto no caso de bebês anencefálicos. E, sobretudo, é evidente o uso político do sofrimento destas mães para ampliar a liberação do aborto como um direito da mulher, em qualquer circunstância e sem restrição alguma. Por isso, solicitamos ao Sr. Ministro que vote não à interrupção da gravidez de bebês com anencefalia, e sim ao acompanhamento médico e psicológico destas mães, as grandes vítimas deste sistema utilitarista e não acolhedor ao diferente, ao incapaz. Aguardo o retorno! Atenciosamente ......."

MAIS UM MODELO DE CARTA:

 _____/_____/2012.
“...Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte...”
Excelentíssimos Senhores Ministros do Supremo Tribunal Federal, antes de julgarem a ADPF 54 sobre o aborto dos bebês anencéfalos, peço leiam o que tenho a dizer:
Eu, ________________________________________________, venho por meio desta carta manifestar que sou contrário(a) ao aborto em todas as circunstancias, inclusive nos casos em que o feto é portador de anencefalia.
A vida é o maior dom de que dispomos e não compete a ninguém o poder de tirá-la.
Em um Estado Democrático de Direito, é preciso que seja resguardado o primeiro e mais importante Direito Fundamental, o Direito de Viver, sem o qual não se pode obter os demais direitos à saúde, educação, moradia, alimentação e lazer.
Não pode haver justiça numa decisão que opta por retirar a vida de seres inocentes, que se encontram numa situação de tamanha fragilidade como a dos bebes anencéfalos.
É pela vida do bebê e pelo bem-estar da mãe que lutamos.
O Estado deve zelar pelos cuidados para com a gestante e o bebê providenciando o conforto possível e todos os cuidados paliativos cabíveis, de maneira a aliviar o sofrimento. Além disso, devem ser implementadas medidas preventivas (vide art. 198, inc.II da CRFB/88) no sentido de propiciar a ingestão diária de ácido fólico por parte das mulheres em idade fértil, por ser este um meio comprovadamente eficaz de prevenção às malformações do tubo neural, dentre as quais se encontra a anencefalia ou, como mais corretamente denominada meroanencefalia (ausência parcial do encéfalo).
Defendemos que a mãe possa descobrir a importância do seu papel materno no chamado a amar seu filho, mesmo que ele esteja doente ou tenha pouca expectativa de vida.
A vida, mesmo que breve, merece ser vivida com intensidade e amor.
Esta é uma carta de quem ama a vida e luta para que todos tenham vida e a tenham em abundância.
Atenciosamente,
_____________________________________
(Assinatura)



Saiba mais sobre o tema da Anencefalia: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com.br/2012/04/aborto-de-anencefalos-adpf-54-stf.html

Ou se quiser escrever, segue os endreços:

 Relação dos Ministros do STF:

Destinatário: Gabinete do Ministro Cezar Peluso - Presidente
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900
 

Destinatário: Gabinete do Ministro Ayres Britto - Vice-Presidente SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900
 

Destinatário: Gabinete do Ministro Celso de Mello
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900 


Destinatário: Gabinete do Ministro Marco Aurélio SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900
 

Destinatário: Gabinete do Ministro Gilmar Mendes
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900
 

Destinatário: Gabinete do Ministro Joaquim Barbosa
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900
 

Destinatário: Gabinete do Ministro Ricardo Lewandowski
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900
 

Destinatário: Gabinete da Ministra Cármen Lúcia
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900
 

Destinatário: Gabinete do Ministro Dias Toffoli
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900
 

Destinatário: Gabinete do Ministro Luiz Fux
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900
 

Destinatário: Gabinete da Ministra Rosa Weber
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF – CEP 70175-900


Envei a sua Mensagem clicando no link:  http://www.curatorventris.org.br/avozdobrasil.php

Pe. Mateus Maria



6 de abr. de 2012

6ª feira Santa


Hoje é 6ª feira Santa. Quando eu era pequeno lembro bem como era esse dia, rezava de manhã, não escutava nenhum tipo de música, no almoço comia algum tipo de peixe, de tarde assistia um filme na sessão da tarde, lógico que era sempre um filme cristão, de noite ia a uma procissão. Isso não era exclusividade apenas de minha familia, quase todos eram assim, ninguem trabalhava, os bares ficavam fechados não havia jogos de futebol, era um dia de respeito, penitencia, jejum e oração. E hoje? As pessoa comem uma bela bacalhoada, se fartam de guloseimas, enchem a cara até ficarem bebadas, jogos de futebol, cheiro de churrasco, brigas crimes, Tudo isso praticado principalmente por quem se diz "católico" , são catolicos mesmo? Amados, que vontade de chorar, de ver cada vez mais as pessoas tão mundanas, funks pagodes no ultimo volume, cadê o respeito? Neste dia celebramos a morte de Cristo na Cruz, um minimo de respeito poderia haver, fui a uma procissão, totalmente contaminada pela campanha da fraternidade, essa campanha promovida por Bispos e padres hereges marxistas que possuem a clara intenção de deturpar totalmente o sentido da quaresma, que façam a campanha, tudo bem, mas não na quaresma. Hoje amados, eu creio, Cristo sente mais dor do que quando foi crucificado, Ele sente a dor da indiferença, pouco caso, desrespeito, a dor do pecado da promiscuidade, da luxuria e do aborto. Hoje o homem moderno se torna um voraz algoz de Cristo, Vão a Igrejas catolicas e protestantes, carregam uma cruz no peito, camisetas escritas Y love Jesus, Biblia debaixo do braço, terço nas mãos, e aí? Cadê a fidelidade? Estão querendo sempre algo em troca, escrevem nos carros "DEUS É FIÉL " porém eles não são nada fiéis, quase ninguém tem a coragem de carregar a Cruz com Cristo, abandonam a Cristo sozinho, comemoram a 6ªfeira Santa com uma boa bacalhoada e muita cerveja. Depois meus queridos não reclamem, o céu é para os valentes, os fortes os corajosos, os perseverantes. A quem ler esta mensagem, quando fores dormir, reflitam, vejam no que podem mudar, não custa nada tentar, façamos no próximo ano uma boa quaresma, com penitencia, jejum oração e caridade, tentemos ao menos ser solidários com Cristo na Cruz. Deus nos abençoe.
Marco Antonio

Sexta-feira Santa: dia de meditarmos a Paixão do Senhor e recorrermos à Divina Misericórdia

Sabemos que faltam algumas horas para rememorarmos a morte do Senhor.
Ele, que por amor e por vontade própria, morreu para nos dar a vida.
Mas a morte não foi páreo para Ele.
No domingo, irá ressuscitar.

Meditando as misericórdias do Senhor, Santa Faustina, a Santa da Divina Misericórdia,
rogou ao Senhor que lhe dissesse como honrar a Sua Misericórdia.
Foi então que o Senhor Jesus lhe deu esta novena, e pediu que sua festa da Divina Misericórdia fosse comemorada no primeiro domingo pós-páscoa.

O Beato Santo Padre, o Papa João Paulo II, o Papa da Misericórdia, foi quem deu início a este pedido honroso do Senhor.

A novena deve ser rezada todos os dias às 15h, a partir da Sexta-feira Santa.
Caso não possa rezar este horário, reze no horário mais oportuno.

Deus nos ouvirá e terá misericórdia de nós. Ano passado Ele teve para comigo.
Eu já a rezo há anos. E no ano passado Ele levou o meu pai no domingo da Divina Misericórdia.

Reze!

Neste link está a Novena da Divina Misericórdia.



Se desejar, inicie também as orações de Santa Brígida.
Esta santa desejou ardentemente saber quanto o Senhor havia sofrido em Sua Paixão por nossos pecados. Jesus lhe revelou que sofrera mais de 5 mil golpes, além dos insultos e assaltos do inimigo. 

Ele prometeu aos que rezassem estas orações por um ano, que salvaria 15 almas da linhagem familiar do purgatório, converteria 15 pecadores desta mesma linhagem, manteria em santidade mais 15 outros, e 15 dias antes de morrer, daria ao que rezou conhecimento sobre sua morte a tempo de uma confissão geral e recebimento do Seu Precioso Corpo e Sangue a fim de que não padeça a fome eterna. No dia da morte, viria juntamente de Sua Mãe, Maria Santíssima, buscar a alma do fiel.

Como é salutar meditar a Morte do Senhor.
Eis o link:
http://www.paroquias.org/oracoes/?o=144

Vídeo Comentário da Páscoa Ressurreição do Senhor 08/04/12

FELÍZ PÁSCOA!!!!

SEXTA-FEIRA SANTA


Nosso Senhor Jesus Cristo na Cruz

1.° Ignomínia do patíbulo em que Jesus expira

A cruz era o suplício dos escravos, isto é, daqueles a quem a antiguidade negava a dignidade e os direitos do homem, e que eram nivelados de certo modo aos irracionais. Nunca se ouviu dizer que um homem livre passasse por essa desonra, considerada como um opróbrio pelo mundo inteiro. Entre os judeus, a própria Escritura parecia ter esse mesmo sentimento, lançando a maldição sobre o infeliz levantado na cruz. Maldito o que pende no madeiro (Dt 21, 23). Na Judéia afastavam-se todos com horror do homem suspenso no madeiro da cruz; pois nele só se pregavam os maiores criminosos, os seres mais vis e degradados. Jesus, santidade incriada e grandeza infinita, por que quereis que assim vos tratem tão indignamente? Ides ainda além dessa humilhação predita pelos profetas e pareceis gloriar-vos disso, oferecendo-vos aos inimigos e deixando-vos pregar e levantar nesse patíbulo infamante, onde vos tornais espetáculo de ignomínia para o céu e a terra! A vossa humilhação dá o golpe decisivo no nosso orgulho. Como? Um Deus, o Rei imortal, o Criador do universo é saturado de opróbrios e vilanias, e nós nos queixamos quando ignorados, esquecidos e ofendidos? E queremos ainda ocupar o primeiro lugar na estima e afeição das criaturas!
Ah! Deixemos de ser tão pretensiosos e presumidos ao vermos o nosso Redentor descer ao último degrau da abjeção para curar o nosso orgulho. Esse vício, que nasceu ao pé da árvore da ciência do bem e do mal, Jesus o destruiu na árvore da cruz. Ele nos declara, com seu exemplo, que a humildade é a base do seu reino; que ele quer reinar, não sobre os soberbos, partidários de Lúcifer, mas sobre os pequenos e os humildes que obedecem à Igreja e se tornam assim verdadeiros discípulos.
Sois do número desses corações dóceis, sempre prontos a submeter-se aos ensinamentos da fé e a crer nas promessas divinas?

2.° Jesus morre entre dois ladrões

Tendo o Redentor tomado sobre si os crimes do gênero humano, tornou-se de certo modo o pecador universal, levando o opróbrio de todos os pecados do mundo. Assumiu, pois, todas as conseqüências. Não só foi crucificado como o último dos escravos, mas morreu entre dois criminosos e dois criminosos crucificados, isto é, suspensos no patíbulo, entre a maldição do céu e da terra. Eis o Deus que São Paulo chama inocente, impoluto, segregado do pecado e mais elevado do que os céus (Hb 7, 26), ei-Lo entre dois facínoras detestados, como se lhes fora igual e considerando-os como irmãos, dando assim a entender que não viera para os justos, mas para os pecadores (Lc 5, 32).
Ó humildade de um Deus! Ó caridade do Redentor! Para facilitar-nos a confissão dos nossos pecados, Ele se fez de certo modo pecador conosco e parece declarar-se de fato o último e o mais criminoso de todos. Bem-aventurados os que, como o bom ladrão, confessam humildemente as suas iniqüidades e pedem perdão ao Salvador! Ai, porém, dos orgulhosos, que, semelhantes ao ladrão impenitente, recusam confessar as faltas e se irritam contra Deus a quem ofenderam, porque os aflige para curar e salvar.
Já no Calvário começa o julgamento a que Jesus submeterá todos os filhos de Adão. Colocado entre dois sentenciados, parece fazer a separação dos justos e dos pecadores. Dirige-se ao bom ladrão como aos eleitos no fim dos séculos: “Vem, bendito do meu Pai, possui o reino que te está preparado desde o princípio do mundo, pois que hoje mesmo estarás comigo no paraíso”. Ao outro, colocado à sua esquerda, dá a sentença reservada aos réprobos: “Retira-te, maldito, para o fogo eterno”. A humildade arrependida é, pois, o caráter dos eleitos, e o orgulho obstinado é o dos escravos de Satanás. Se queres pertencer ao Salvador e partilhar a sorte do ladrão penitente, humilha-te como ele. Jesus prefere a humildade dum pecador ao orgulho dum inocente.

3.° Jesus venceu a morte e o pecado

Como Davi pediu espontaneamente para combater a Golias e o provocou indo ao seu encontro, assim Jesus passou sua vida inteira num vivo desejo de forçar a morte para a grande luta que a Sexta-feira Santa comemora. “Devo ser batizado, dizia ele, por um batismo de sangue; e quanto desejo que ele se realize” (Lc 12, 50). Fez ainda mais: provocou de certo modo a morte para o combate, adiantando-se àqueles que o deveriam matar. Davi depôs as armas de que Saul o revestira, e avançou contra o adversário com a sua funda e cajado de pastor; Jesus, para vencer a morte, terrível inimiga do gênero humano, depôs por assim dizer a sua glória e poder, e não quis outra arma senão a cruz.
A morte, porém, não se atreveu aproximar-se dele, para cortar-lhe o fio da vida. Que fez Jesus? Exclamou: “Meu Pai, em vossas mãos encomendo o meu espírito”, depois inclinou a cabeça como para dar à morte o sinal que esta esperava com hesitação. Ela fez então o seu ofício, mas quebrou-lhe o aguilhão. O aguilhão da morte, diz o apóstolo, é o pecado, por cuja causa ele podia levar-nos desta vida miserável para a morte eterna. Ora, o triunfo de Jesus liberta-nos desta morte. Morremos quanto ao corpo, mas as nossas almas estão ao abrigo da morte do pecado e da morte eterna, que é a sua conseqüência. Essa é a grande vitória conquistada por Jesus crucificado!
Passemos o dia de hoje a saborear esses mistérios; agradeçamos a bondade infinita de Deus que nos resgatou por tão alto preço; choremos as dores de Jesus; regozijemo-nos com sua vitória e com as graças que nos mereceu. Antes de expirar, Ele nos dissera haver consumado a obra da nossa Redenção ou de nossa salvação. Resta-nos apenas o trabalho de aplicar-nos os seus méritos, rezando com freqüência e seguindo as suas pegadas. É assim que fazemos?

4.° Frutos da vitória de Jesus

Jesus, que nada tinha a ver com a morte, dela triunfou em proveito nosso; tornou-a doce, transformando-a em passagem para uma vida melhor. Antes da vinda do Redentor, era duro deixar a terra, até para os justos, pois que o céu lhes estava fechado. Por sua morte, diz o apóstolo, o Cristo libertou os que a morte conservara presos durante toda a sua vida. A confissão, a eucaristia, a extrema-unção, as indulgências, frutos preciosos da morte do Salvador, desfazem todo o amargor de nossa última hora.
De fato, Jesus foi o primeiro a beber o cálice que nos amedrontava; e no-lo apresenta para que o bebamos também. Mas a nossa parte é bem mais doce do que a Sua. Sobre a cruz em que agonizava, não tinha Ele repouso. Todas as ondas da cólera divina pareciam descarregar sobre Ele: expirou de dores, saturado de opróbrios por suas criaturas. Um tal espetáculo não é porventura capaz de adoçar a amargura da nossa última agonia e de tornar-nos consoladora a morte? Habituemo-nos a meditar em Jesus crucificado, para que no momento supremo a vista do crucifixo nos anime e nos dê a paz com a esperança da salvação.
Recordemos que a morte nos tornou doce pela vitória de Jesus sobre o pecado.
Participaremos dos frutos dessa vitória se triunfarmos do pecado e das inclinações que a eles conduzem. Reprimamos o orgulho, que resiste à autoridade legítima e recusa obedecer-lhe; a sensualidade, que só pensa no prazer dos sentidos e se quer satisfazer apesar dos gritos e remorsos da consciência; a avareza insaciável, que se apega aos bens passageiros sem cuidar das riquezas eternas.

“Salve, cabeça ensangüentada, coroada de espinhos, ferida, rasgada, batida pela cana, coberta de escarros! Salve! Em vossa face tão suave vemos os sinais da morte; perdeu a cor, mas sob aquela espantosa palidez adora-vos a corte celeste.
Ó Jesus, tão ferido, tão esmagado e condenado pelos nossos pecados! Ó Santa Face, fazei que aos olhos deste indigno pecador resplandeça um sinal de vosso amor! Pequei, perdoai-me! Não me rejeiteis para longe de vós. Enquanto a morte se aproxima de vós, inclinai um pouco para mim vossa cabeça e deixai que repouse entre meus braços...
E quando também eu tiver de morrer, vinde logo, ó Jesus, sede meu socorro. Protegei-me e libertai-me! Partirei quando quiserdes, meu querido Jesus, mas ficai então junto de mim! Apertar-vos-ei ao peito, porque me amais, mas então, mostrai-vos a mim naquela cruz que me salvou!” (São Bernardo de Claraval, PL 184).

Fonte:http://www.filhosdapaixao.org.br/anual/semana_santa_sexta_003.htm