Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

28 de jun. de 2011

Maravilhoso video do papa usando um ipad e twitando



* Histórico: Bento XVI acaba de assinar a primeira mensagem de um Papa na rede social ‘Twitter’.http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/gd_imager.pl?img=Tweet_bentoxvi_pt2.JPG&conf=noticia





Bento XVI acaba de assinar a primeira mensagem de um Papa na rede social ‘Twitter’, para anunciar o lançamento do novo portal multimédia do Vaticano, online a partir desta terça-feira.

“Caros Amigos, acabo de lançar o http://www.news.va/. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Com minhas orações e bênçãos, Benedictus XVI” é o teor do ‘tweet’, disponível em http://twitter.com/#!/news_va_pt.

Segundo a mais recente edição do jornal do Vaticano, ‘L’Osservatore Romano’, “Bento XVI acolheu a proposta de enviar a sua bênção ao povo da rede”, uma ideia do arcebispo Claudio Maria Celli, presidente do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais.

“Devo dizer que o Papa aceitou de imediato e de bom grado. De resto, estima muitíssimo a comunicação e, sobretudo, deseja que a Igreja esteja presente onde o homem vive e se encontra”, acrescenta este responsável.

O novo portal referido por Bento XVI, www.news.va, apresenta as principais notícias publicadas ou emitidas tanto pela Rádio como pelo Centro Televisivo do Vaticano, bem como do VIS (Servço de Informação do Vaticano), do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais e da Misna, agência de notícias do mundo missionário ligada à Santa Sé.

No site, pode ler-se que se quer oferecer ao leitor “uma apresentação multimédia, exclusiva, de todas as outras páginas de comunicação da Santa Sé na Internet”.

Disponível inicialmente em inglês e italiano, o portal utiliza as mais recentes tecnologias digitais para oferecer áudio e vídeo, para além de imagens em alta definição e um feed do twitter com mensagens instantâneas sobre as notícias mais importantes para dispositivos móveis.

A denominação Twitter deriva da palavra inglesa com a mesma grafia, que em português pode ser traduzida por “gorjear” ou “piar”, razão pela qual o logótipo daquela rede social representa um pássaro.

http://www.news.va/en
fonte:http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Nota oficial do Cardeal Scherer sobre a parada gay de São Paulo


Parada Gay: respeitar e ser respeitado

Eu não queria escrever sobre esse assunto; mas diante das provocações e ofensas ostensivas à comunidade católica e cristã, durante a Parada Gay deste último domingo, não posso deixar de me manifestar em defesa das pessoas que tiveram seus sentimentos e convicções religiosas, seus símbolos e convicções de fé ultrajados.

Ficamos entristecidos quando vemos usados com deboche imagens de santos, deliberadamente associados a práticas que a moral cristã desaprova e que os próprios santos desaprovariam também. Histórias romanceadas ou fantasias criadas para fazer filmes sobre santos e personalidades que honraram a fé cristã não podem servir de base para associá-los a práticas alheias ao seu testemunho de vida. São Sebastião foi um mártir dos inícios do Cristianismo; a tela produzida por um artista cerca de 15 séculos após a vida do santo, não pode ser usada para passar uma suposta identidade homossexual do corajoso mártir. Por que não falar, antes, que ele preferiu heroicamente sofrer as torturas e a morte a ultrajar o bom nome e a dignidade de cristão e filho de Deus?!

“Nem santo salva do vírus da AIDS”. Pois é verdade. O que pode salvar mesmo é uma vida sexual regrada e digna. É o que a Igreja defende e convida todos a fazer. O uso desrespeitoso da imagem dos santos populares é uma ofensa aos próprios santos, que viveram dignamente; e ofende também os sentimentos religiosos do povo. Ninguém gosta de ver vilipendiados os símbolos e imagens de sua fé e seus sentimentos e convicções religiosas. Da mesma forma, também é lamentável o uso desrespeitoso da Sagrada Escritura e das palavras de Jesus – “amai-vos uns aos outros” – como se ele justificasse, aprovasse e incentivasse qualquer forma de “amor”; o “mandamento novo” foi instrumentalizado para justificar práticas contrárias ao ensinamento do próprio Jesus.

A Igreja católica refuta a acusação de “homofóbica”. Investiguem-se os fatos de violência contra homossexuais, para ver se estão relacionados com grupos religiosos católicos. A Igreja Católica desaprova a violência contra quem quer que seja; não apoia, não incentiva e não justifica a violência contra homossexuais. E na história da luta contra o vírus HIV, a Igreja foi pioneira no acolhimento e tratamento de soro-positivos, sem questionar suas opções sexuais; muitos deles são homossexuais e todos são acolhidos com profundo respeito. Grande parte das estruturas de tratamento de aidéticos está ligada à Igreja. Mas ela ensina e defende que a melhor forma de prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis é uma vida sexual regrada e digna.

Quem apela para a Constituição Nacional para afirmar e defender seus direitos, não deve esquecer que a mesma Constituição garante o respeito aos direitos dos outros, aos seus símbolos e organizações religiosas. Quem luta por reconhecimento e respeito, deve aprender a respeitar. Como cristãos, respeitamos a livre manifestação de quem pensa diversamente de nós. Mas o respeito às nossas convicções de fé e moral, às organizações religiosas, símbolos e textos sagrados, é a contrapartida que se requer.

A Igreja Católica tem suas convicções e fala delas abertamente, usando do direito de liberdade de pensamento e de expressão. Embora respeitando as pessoas homossexuais e procurando acolhê-las e tratá-las com respeito, compreensão e caridade, ela afirma que as práticas homossexuais vão contra a natureza; essa não errou ao moldar o ser humano como homem e mulher. Afirma ainda que a sexualidade não depende de “opção”, mas é um fato de natureza e dom de Deus, com um significado próprio, que precisa ser reconhecido, acolhido e vivido coerentemente pelo homem e pela mulher.

Causa preocupação a crescente ambiguidade e confusão em relação à identidade sexual, que vai tomando conta da cultura. Antes de ser um problema moral, é um problema antropológico, que merece uma séria reflexão, em vez de um tratamento superficial e debochado, sob a pressão de organizações interessadas em impor a todos um determinado pensamento sobre a identidade do ser humano. Mais do que nunca, hoje todos concordam que o desrespeito às leis da natureza biológica dos seres introduz neles a desordem e o descontrole nos ecossistemas; produz doenças e desastres ambientais e compromete o futuro e a sustentabilidade da vida. Ora, não seria o caso de fazer semelhante raciocínio, quando se trata das leis inerentes à natureza e à identidade do ser humano? Ignorar e desrespeitar o significado profundo da condição humana não terá consequências? Será sustentável para o futuro da civilização e da humanidade?

As ofensas dirigidas não só à Igreja Católica, mas a tantos outros grupos cristãos e tradições religiosas não são construtivas e não fazem bem aos próprios homossexuais, criando condições para aumentar o fosso da incompreensão e do preconceito contra eles. E não é isso que a Igreja Católica deseja para eles, pois também os ama e tem uma boa nova para eles; e são filhos muito amados pelo Pai do céu, que os chama a viver com dignidade e em paz consigo mesmos e com os outros.


Publicado em O SÃO PAULO, ed. de 28.06.2011

Card. Odilo P. Scherer

Arcebispo de São Paulo



Pré-escola da Suécia proíbe que crianças sejam tratadas como meninos e meninas


Pré-escola da Suécia proíbe que crianças sejam tratadas como meninos e meninas
THADDEUS BAKLINSKI | 28 JUNHO 2011
INTERNACIONAL - EUROPA

Não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre "maneiras modernas de brincar".

ESTOCOLMO, Suécia, 27 junho de 2011 (Notícias Pró-Família) - Em conformidade com um currículo escolar nacional que busca combater a "estereotipação" dos papéis sexuais, uma pré-escola do distrito de Sodermalm da cidade de Estocolmo incorporou uma pedagogia sexualmente neutra que elimina completamente todas as referências ao sexo masculino e feminino.

Os professores e funcionários da pré-escola "Egalia" evitam usar palavras como "ele" ou "ela" e em vez disso se dirigem aos mais de 30 meninos e meninas, de idades variando entre 1 e 6 anos, como "amigos".

"A sociedade espera que as meninas sejam garotinhas gentis e elegantes, e que os meninos sejam viris, duros e expansivos", Jenny Johnsson, uma professora de 31 anos na escola que é sustentada por impostos dos trabalhadores suecos, disse para o jornal Daily Mail. "Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica de ser quem quer que eles queiram ser". A diretora Lotta Rajalin disse para a Associated Press que a escola contratou um "pedagogo de diversidade sexual" para ajudar os professores e funcionários a remover as referências masculinas e femininas na linguagem e conduta, indo ao ponto de garantir que os jogos infantis de blocos Lego e outros brinquedos de montagem sejam mantidos próximos aos brinquedos de utensílios de cozinha a fim de evitar que algum papel sexual tenha preferência.
Os pronomes suecos "han" e "hon" (ele e ela), por exemplo, foram substituídos na escola pela palavra sexualmente neutra "hen", um termo inventado que não existe em sueco, mas é amplamente usado pelas feministas e homossexuais.

"Nós usamos a palavra 'Hen' por exemplo, quando um médico, policial, eletricista ou encanador, etc., está vindo à pré-escola", disse Rajalin. "Nós não sabemos se é ele ou ela. Por isso, dizemos: 'Hen está vindo aqui lá pelas 14h'.

Então as crianças poderão imaginar tanto um homem quanto uma mulher. Isso amplia a perspectiva delas".

Além disso, não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre "maneiras modernas de brincar".

"Um exemplo concreto poderia ser quando as meninas estão brincando de casinha e o papel de mãe já foi pego por uma e elas começam a disputar", disse Rajalin. "Então sugerimos duas ou três mães e assim por diante".

Contudo, nem todos os pais suecos estão apoiando a agenda de seu país que está eliminando os papéis sexuais.

"Diferentes papéis sexuais não são problemáticos enquanto têm valor igual", Tanja Bergkvist disse para a Associated Press, denunciando o que ela chamou de "loucura da diversidade sexual" na Suécia.

Bergkvist comentou que aqueles que estão promovendo a igualdade entre os sexos com iniciativas que demolem os papéis sexuais "dizem que há uma hierarquia onde tudo o que os meninos fazem recebe importância mais elevada, mas fico pensando: quem é que decide o que é que tem valor mais elevado? Por que há um valor mais elevado em brincar com carros?"

Bergkvist, que é uma crítica eloquente da promoção que o Estado faz de uma estrutura sexualmente neutra nas escolas e de ambientes acadêmicos focados em estudos de diversidade sexual, comentou em seu blog como exemplo da "loucura da diversidade sexual" no país que o Conselho de Ciências da Suécia, que é sustentado pelo governo, deu uma verba de 80 mil dólares para bolsas de estudos de pós-doutorado para pesquisas no "trompete como símbolo de diversidade sexual".

FONTE: http://www.midiasemmascara.org/

Deputada Myrian Rios vitima da ditadura gay emite nota oficial


* Deputada Myrian Rios emite nota oficial.




Faz parte do lobby ideológico; qualquer pessoa que se manifeste publicamente contra o comportamento homossexual é “esquartejada” midiaticamente.

Procura-se nas entrelinhas “qualquer palavra” que possa, de alguma forma, indicar homofobia.

A autêntica homofobia deve ser combatida, sem dúvida, mas o regime de terror nos lembra outros momentos da história onde a liberdade individual foi oprimida. No caso aqui, não é pela maioria mas pela minoria.

Sem discernimento, corre-se o risco de uma certa “guerra” na cabeça de muitas pessoas.

Devemos permanecer firmes na verdade daquilo que cremos, respeitando as pessoas de opinião divergentes, discutindo idéias com liberdade e sendo solidários aos que são perseguidos…Dos dois lados!

Sim, cada vez fica mais claro que além da insana homofobia, existe agora a heterofobia que tentou vitimar mais uma vítima: Myrian Rios.

***

Nota Oficial
Rio de Janeiro, 27 de junho de 2011


Iniciei meu discurso de 21 de junho na tribuna da Alerj relatando a minha condição de católica, missionária consagrada da comunidade Canção Nova e, como tal, eu prego o respeito, o amor ao próximo, o perdão. Destaco que Deus ama a todas as pessoas, pois Ele não faz diferenciação. Em um dos trechos, afirmo: não sou preconceituosa e não descrimino.

Repudio veementemente o pedófilo e jamais tive a intenção de igualar esse criminoso com o homossexualismo. Se entenderam desta maneira, peço desculpas. Conto na minha família com parentes e amigos homossexuais e os amo, respeito como seres humanos e filhos de Deus. Da mesma forma repudio a agressão aos homossexuais, pois nada justifica tamanha violência.

Votei contra a PEC-23 por minhas convicções e não contra este ou aquele segmento de determinada orientação sexual.


MYRIAN RIOS
DEPUTADA ESTADUAL – PDT

FONTE:http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/
Fonte:

Dom Henrique Soares: A propaganda gay, a cultura ex-cristã e os cristãos


Vai crescendo a olhos vistos a propaganda pró-gay. Não é somente a questão contra um preconceito injusto e violento contra as pessoas homossexuais. Trata-se, ao invés, de uma verdadeira apologia do comportamento homossexual, dos atos homossexuais e da chamada cultura gay. Os meios de comunicação fazem pesada propaganda e divulgam eventos gays, desde a Parada de São Paulo, passando pela desastrada decisão do Supremo Tribunal Federal, até a caricatura de casamento numa “igreja” do Rio de Janeiro. Sem dúvida, hoje em dia é chique ser gay!

Todos estes fatos devem fazer os cristãos refletirem... Não sejamos desavisados: cada vez mais posturas, atitudes e comportamentos totalmente estranhos à cultura cristã serão propagados, louvados e impostos... E por quê? Porque nossa matriz cultural já não é o cristianismo: o Ocidente renegou Cristo, apostatou de sua fé. Esta é a verdade! Certamente há ainda muitíssimos cristãos, mas o cristianismo como inspirador da cultura ocidental foi ultrapassado e não tem forças para voltar a inspirar esta sociedade.

Sei que muitos me tacham de pessimista e alarmista quando me escutam dizer isto. No entanto, não posso negar minhas ideias e minhas convicções! Mais ainda: quando as digo – e as tenho dito muitas vezes neste Blog – não é para ser pessimista ou alarmista, mas para ser fiel ao verdadeiro realismo cristão, que não tem medo de encarar a realidade porque sabe que a história está nas mãos do Cordeiro imolado e ressuscitado.

Vejamos: o que estamos presenciando é o descolamento do verniz cristão que, desde Constantino Magno, Imperador romano, passando por Teodósio, Clóvis e Carlos Magno, fora aplicado à sociedade ocidental. É verdade que o cristianismo impregnou a Europa medieval de modo admirável e fecundo, gerando a Cristandade. Mas isto passou! É verdade também que a fé cristã nunca pode ser uma adesão de massa, adesão de uma multidão a Cristo, por moda ou força, sem passar pelo encontro pessoal e transformador com a sua adorável Pessoa. Ora, desde a segunda metade do século XIV, a sociedade ocidental foi se afastando da adesão ao Senhor e foi-se criando uma torta concepção de que o homem somente será ele mesmo quando livrar-se de Deus e do seu Cristo: não a um Deus que diga quem sou, como devo viver ou o que devo crer ou fazer! É esta a ideologia que se impôs e tem triunfado no Ocidente. E sobretudo nas últimas décadas este processo de descristianização da c. ultura ocidental assumiu uma profundidade e uma aceleração impressionantes. Como os cristãos devemos reagir, como devemos nos portar?

1. Fundamentalmente, aprofundando a nossa fé como encontro com Cristo e adesão amorosa à sua Pessoa. O cristianismo é uma questão de amor apaixonado por Jesus: não é questão de maioria, não é questào de todo mundo ter que ser cristão; é questão de amor, de um encontro transformante de amor! Esse amor é estritamente pessoal, mas não é individual: leva-nos à Comunidade dos amantes de Cristo, dos seus discípulos, que o têm como absoluto critério e verdade da existência: a Igreja. É no "nós" da Igreja que experimentamos o Senhor vivo na Palavra proclamada na Escritura e interpretada pela Comunidade de fé em plena sintonia com a doutrina dos Apóstolos, bem como é aí que recebemos e vivenciamos constantemente a graça salvífica do amado Jesus nos seus gestos perenes, que são os sacramentos.

2. Num mundo que oferece todas as porcarias e aberrações possíveis e imaginárias, todos os caminhos mais disparatados e antievangélicos, é imprescindível compreender e estarmos convictos de que nosso modo de viver não decorre de uma norma moralizante exterior, mas do nosso amor, da nossa adesão incondicional a Cristo Jesus, Verdade de toda a humanidade: o amor tem suas exigências e negá-las é não amar, é tornar vão o amor! Assim sendo, a vivência da moral cristã não deve ser vista e vivida como uma regra opressora, mas como expressão de um compromisso de amor exigente porque envolve toda a vida e a vida toda.

3. Vivemos no mundo – num mundo agora "multicultural" e, de modo geral, hostil ao cristianismo. É importante ter convicção de que somos diferentes, de que a escolha de Cristo nos separou do mundo; é essencial não negar a nossa fé, não esconder nosso modo de crer e de viver! Nunca caiamos na ilusão tola de que aplaudindo e mascarando os erros do mundo seremos aceitos e converteremos o mundo. Um dos grandes erros dos cristãos atuais é pensar que ainda somos iguais a todo mundo e que todo mundo nos compreende! daí um irenismo tolo, uma simpatia meio retardada diante dum mundo hostil! Isso sempre degenera somente em covardia e infidelidade ao Senhor e aos testemunho que devemos dar dele. É nosso dever respeitar o mundo, compreender que cada um tem o direito de seguir seu caminho e tomar o rumo que bem entender para a sua vida, mesmo que esse leve à morte e ao inferno. A nossa questão fundamental é que os cristãos vivam como cristãos e proclamem com toda a coragem a sua fé, sem medo nem complexos: cristãos que vivam como cristãos!

4. É necessária também a coragem serena e segura de dialogar com os que não são cristãos. Dialogar é dizer claramente quem somos, no que cremos, como vivemos, o que é certo e o que é errado para nós. Dialogar é escutar os outros, respeitá-los sinceramente, alegrar-se com suas virtudes e acertos, reconhecer seus valores, mas sem ceder um milímetro naquilo que é essencial do nosso modo de crer, de viver e de celebrar segundo Cristo. Somente uma atitude assim nos torna dignos do respeito dos outros. E se não nos respeitarem e se nos excluírem, nada mais estaremos vivenciando que aquilo que o nosso Jesus nos preveniu que aconteceria com seus discípulos e nos tornaria dignos dEle!

Voltemos ao tsunami da propaganda gay. Podem fazer paradas gays, podem fingir casamentos cristãos em pseudoigrejas pseudocristãs, podem dizer que é lindo e normal a vivência da homossexualidade nas relações sexuais, podem afirmar isto e muito mais... Os cristãos sempre terão os olhos e os ouvidos voltados para a Palavra de Deus e para a constante doutrina católica e apostólica: respeitaremos as pessoas homossexuais, refutaremos veementemente qualquer violência ou desrespeito para com elas, afirmaremos sua dignidade humana e de criaturas de Deus, sua capacidade de uma vida reta, de uma vida moral elevada e de real santidade como discípulos de Jesus Cristo. Ao lado disso, dizemos e diremos sempre que o caminho que Deus pensou para a vivência sexual é a heterossexualidade, que as relações sexuais homossexuais são contrárias ao plano de Deus e por ele não são abençoadas nem mesmo com o pretexto de amor – não se confunda amor com sexo nem se resuma amor a sexo ou expressão de amor a relação sexual. Diante de Deus não há nem pode haver casamento homossexual! Também não daremos nunca o nome da família a um par homossexual, não aceitaremos nunca como normal e como direito de quem quer que seja que um par homossexual adote crianças.

Quanto aos homossexuais cristãos, devem sempre ser acolhidos na comunidade cristã, amados, tratados como irmãos, com a maior naturalidade; devem ser ajudados por quem de direito na direção espiritual e na confissão a caminhar na vida fazendo o possível para seguir os preceitos do Senhor do melhor modo que puderem. Se alguma vez caírem, que procurem o sacramento da Penitência, que o Senhor nos deixou a todos como remédio para nossos males.

A questão da homossexualidade precisa ser desdramatizada pelo cristãos: somos todos feridos e redimidos por Cristo. Quem tiver suas feridas e crer em Jesus, que se aproxime dele para dele receber o perdão, a cura interior e a força para ir se superando até que cheguemos todos à estatura do Cristo Jesus. É assim que os cristãos, cada vez mais minoria, serão uma luz – luz de Cristo - num mundo em trevas, serão sal que dá sabor a esta sociedade sem graça e revelarão uma paz e uma alegria de viver que farão os de fora vez por outra perguntar de onde nos vem isto. E os que arriscarem a pergunta haverão de encontrar uma só resposta: vem de Jesus, chamado Cristo! Assim eu vejo esta questão toda... E por isso mantenho minha serenidade...


Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br


Hoje a Igreja celebra Santo Irineu de Lyon, bispo e mártir. Conheça um pouco de sua história nas palavras de Bento XVI.


Audiência geral de 28/03/2007

Queridos irmãos e irmãs:

Nas catequeses sobre as grandes figuras da Igreja dos primeiros séculos, chegamos hoje à personalidade eminente de Santo Irineu de Lyon. Suas notícias biográficas nos vêm de seu próprio testemunho, que chegou até nós graças a Eusébio, no quinto livro da «História eclesiástica».

Irineu nasceu com toda probabilidade em Esmirna (na Turquia) entre os anos 135 e 140, onde em sua juventude foi aluno do bispo Policarpo, que por sua vez era discípulo do apóstolo João. Não sabemos quando se transferiu da Ásia Menor para a Gália, mas a mudança deve ter coincidido com os primeiros desenvolvimentos da comunidade cristã de Lyon: lá, no ano 177, encontramos Irineu no colégio dos presbíteros.

Precisamente nesse ano foi enviado a Roma para levar uma carta da comunidade de Lyon ao Papa Eleutério. A missão romana evitou a Irineu a perseguição de Marco Aurélio, na qual caíram ao menos 48 mártires, entre os quais se encontrava o próprio bispo de Lyon, Potino, de noventa anos, falecido por causa dos maus tratos na prisão. Deste modo, a seu regresso, Irineu foi eleito bispo da cidade. O novo pastor se dedicou totalmente ao ministério episcopal, que concluiu entre os anos 202-203, talvez com o martírio.Irineu é antes de tudo um homem de fé e um pastor. Do bom pastor tem a prudência, a riqueza de doutrina, o ardor missionário. Como escritor, busca um duplo objetivo: defender a verdadeira doutrina dos assaltos dos hereges e expor com clareza a verdade da fé. A estes dois objetivos respondem exatamente as duas obras que nos restam dele: os cinco livros «Contra as heresias» e «a exposição da pregação apostólica», que pode ser considerada também como o «catecismo da doutrina cristã» mais antigo. Em definitivo, Irineu é o campeão da luta contra as heresias.

A Igreja do século II estava ameaçada pela «gnose», uma doutrina que afirmava que a fé ensinada pela Igreja não era mais que um simbolismo para os simples, pois não são capazes de compreender coisas difíceis; pelo contrário, os iniciados, os intelectuais — chamados «gnósticos» — poderiam compreender o que se escondia detrás destes símbolos e deste modo formariam um cristianismo de elite, intelectualista.

Obviamente, esse cristianismo intelectualista se fragmenta cada vez mais em diferentes correntes, com pensamentos com freqüência estranhos e extravagantes, mas atraentes para muitas pessoas. Um elemento comum destas diferentes correntes era o dualismo, ou seja, negava-se a fé no único Deus Pai de todos, criador e salvador do homem e do mundo. Para explicar o mal no mundo, afirmavam a existência, junto ao Deus bom, de um princípio negativo. Este princípio negativo teria produzido as coisas materiais, a matéria.

Arraigando-se firmemente na doutrina bíblica da criação, Irineu refuta o dualismo e o pensamento gnóstico, que desvalorizam as realidades corporais. Reivindica com decisão a originária santidade da matéria, do corpo, da carne, em igualdade com a do espírito. Mas sua obra vai muito mais além da refutação da heresia: pode-se dizer, de fato, que se apresenta como o primeiro grande teólogo da Igreja, que criou a teologia sistemática; ele mesmo fala do sistema da teologia, ou seja, da coerência interna de toda a fé. No centro de sua doutrina está a questão da «regra da fé» e de sua transmissão. Para Irineu, a «regra da fé» coincide na prática com o «Credo» dos apóstolos e nos dá a chave para interpretar o Evangelho, para interpretar o Credo à luz do Evangelho. O símbolo apostólico, que é uma espécie de síntese do Evangelho, nos ajuda a compreender o que quer dizer, a maneira em que temos que ler o próprio Evangelho.

De fato, o Evangelho pregado por Irineu é o que recebeu de Policarpo, bispo de Esmirna, e o Evangelho de Policarpo se remonta ao apóstolo João, de quem Policarpo era discípulo. Deste modo, o verdadeiro ensinamento não é o inventado pelos intelectuais, superando a fé simples da Igreja. O verdadeiro Evangelho é o ministrado pelos bispos que o receberam graças a uma corrente ininterrupta da revelação de Deus. Deste modo, diz Irineu, não há uma doutrina secreta detrás do Credo comum da Igreja. Não há um cristianismo superior para intelectuais. A fé confessada publicamente pela Igreja é a fé comum de todos. Só é apostólica esta fé, procede dos apóstolos, ou seja, de Jesus e de Deus.

Ao aderir a esta fé transmitida publicamente pelos apóstolos a seus sucessores, os cristãos têm de observar o que dizem os bispos, têm de considerar especificamente o ensinamento da Igreja de Roma, preeminente e antiqüíssimo. Esta Igreja, por causa de sua antigüidade, tem a maior apostolicidade: de fato, tem sua origem nas colunas do colégio apostólico, Pedro e Paulo. Todas as Igrejas têm de estar em harmonia com a igreja de Roma, reconhecendo nela a medida da verdadeira tradição apostólica, da única fé comum da Igreja. Com estes argumentos, resumidos aqui de maneira sumamente breve, Irineu refuta em seus fundamentos as pretensões desses gnósticos, desses intelectuais: antes de tudo, não possuem uma verdade que seria superior à da fé comum, pois o que dizem não é de origem apostólica, eles o inventaram; em segundo lugar, a verdade e a salvação não são privilégio e monopólio de poucos, mas todos as podem alcançar através da pregação dos sucessores dos apóstolos, e sobretudo do bispo de Roma. Em particular, ao polemizar com o caráter «secreto» da tradição gnóstica, e ao constatar suas múltiplas conclusões contraditórias entre si, Irineu se preocupa por ilustrar o conceito genuíno de Tradição apostólica, que podemos resumir em três pontos.

a) A Tradição apostólica é «pública», não privada ou secreta. Para Irineu, não há dúvida alguma de que o conteúdo da fé transmitida pela Igreja é o recebido dos apóstolos e de Jesus, o Filho de Deus. Não há outro ensinamento. Portanto, a quem quer conhecer a verdadeira doutrina lhe basta conhecer «a Tradição que procede dos apóstolos e a fé anunciada aos homens»: tradição e fé que «nos chegaram através da sucessão dos bispos» («Contra as heresias» 3, 3, 3-4). Deste modo, coincidem sucessão dos bispos, princípio pessoal, Tradição apostólica e princípio doutrinal.

b) A Tradição apostólica é «única». Enquanto o gnosticismo se divide em numerosas seitas, a Tradição da Igreja é única em seus conteúdos fundamentais que, como vimos, Irineu chama «regula fidei» ou «veritatis»: e dado que é única, cria unidade através dos povos, através das diferentes culturas, através de povos diferentes; é um conteúdo comum como a verdade, apesar das diferentes línguas e culturas. Há uma expressão belíssima de Santo Irineu no livro «Contra as heresias»: «A Igreja que recebe esta pregação e esta fé [dos apóstolos], apesar de estar disseminada no mundo inteiro, guarda-a com cuidado, como se habitasse em uma casa única; crê igualmente em tudo isso, como quem tem uma só alma e um mesmo coração; e prega tudo isso com uma só voz, e assim o ensina e transmite como se tivesse uma só boca. Pois ainda que as línguas no mundo sejam diversas, única e sempre a mesma é a força da tradição. As igrejas que estão nas Germanias não crêem diversamente, nem transmitem outra coisa as igrejas das Hibérias, nem as que existem entre os celtas, nem as do Oriente, nem as do Egito nem as da Líbia, nem as que estão no centro do mundo» (1, 10, 1-2). Já nesse momento — encontramo-nos no ano 200 — pode-se ver a universalidade da Igreja, sua catolicidade e a força unificadora da verdade, que une estas realidades tão diferentes, da Alemanha à Espanha, da Itália ao Egito e à Líbia, na comum verdade que Cristo nos revelou.

c) Por último, a Tradição apostólica é, como ele diz em grego, a língua na qual escreveu seu livro, «pneumática», ou seja, espiritual, guiada pelo Espírito Santo: em grego se diz «pneuma». Não se trata de uma transmissão confiada à capacidade dos homens mais ou menos instruídos, mas ao Espírito de Deus, que garante a fidelidade da transmissão da fé. Esta é a «vida» da Igreja, que a torna sempre jovem, ou seja, fecunda de muitos carismas. Igreja e Espírito para Irineu são inseparáveis: «Esta fé», lemos no terceiro livro de «Contra as heresias», «nós a recebemos da Igreja e a custodiamos: a fé, por obra do Espírito de Deus, como depósito precioso custodiado em uma vasilha de valor, rejuvenesce sempre e faz rejuvenescer também a vasilha que a contém… Onde está a Igreja, aí está o Espírito de Deus; e onde está o Espírito de Deus, aí está a Igreja e toda graça» (3, 24, 1).

Como se pode ver, Irineu não se limita a definir o conceito de Tradição. Sua tradição, a Tradição ininterrupta, não é tradicionalismo, pois essa Tradição sempre está internamente vivificada pelo Espírito Santo, que a faz viver de novo, faz que possa ser interpretada e compreendida na vitalidade da Igreja. Segundo seu ensinamento, a fé da Igreja deve ser transmitida de maneira que apareça como tem de ser, ou seja, «pública», «única», «pneumática», «espiritual». A partir de cada uma destas características, pode-se chegar a um fecundo discernimento sobre a autêntica transmissão da fé nohoje da Igreja. Mas em geral, segundo a doutrina de Irineu, a dignidade do homem, corpo e alma, está firmemente ancorada na criação divina, na imagem de Cristo e na obra permanente de santificação do Espírito. Esta doutrina é como uma «senda mestra» para esclarecer a todas as pessoas de boa vontade o objetivo e os confins do diálogo sobre os valores, e para dar um impulso sempre novo à ação missionária da Igreja, à força da verdade que é a fonte de todos os autênticos valores do mundo.


Tradução: ZENIT

27 de jun. de 2011

Ultrajes à Fé na Parada Gay, Luiz Mott, Myrian Rios, pedofilia


Sem muita surpresa, li neste site algumas pinceladas sobre como foi a mais recente Parada Gay na cidade de São Paulo. Antes mesmo de ela acontecer, eu já havia feito algumas críticas aqui com relação à temática escolhida para a Parada. A organização do evento utilizou “170 cartazes distribuídos em postes com 12 modelos masculinos seminus com a mensagem: ‘Nem Santo Te Protege’ e ‘Use Camisinha’”. A matéria diz, ainda:

O cardeal D. Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, classificou o uso das imagens como “ofensivo, debochado e desrespeitoso” e que “ofende profundamente o sentimento da Igreja Católica”.

“Isso ofende profundamente, fere os sentimentos religiosos do povo. O uso debochado da imagem dos santos é ofensivo e desrespeitoso que nós desaprovamos”, disse ele na entrevista da Globo.

Embora o Cardeal Scherer tenha se pronunciado, lamentavelmente não houve por parte da CNBB uma declaração de repúdio (ou coisa que o valha) a despeito dos ultrajes perpetrados pelos gayzistas. E talvez ela nem se pronuncie. Sobre o código florestal, porém, já há uma nota oficial no site da conferência… Sem comentários.

Enquanto isso, o Júlio Severo divulgou um vídeo produzido pelo Gay Mor do Brasil, Luiz Mott. Neste vídeo – que, em virtude das imagens profundamente indecentes eu não tive coragem de reproduzir aqui, mas que pode ser acessado clicando neste link do youtube -, Mott aparece ao lado da estátua de um menino completamente nu e começa a discorrer sobre as funções e a utilidade dos museus eróticos (!). Tenho que concordar com o Júlio: diante desse vídeo (e de outros textos escritos pela pena do decano do movimento gayzista) é difícil acreditar que esse sujeito não é, além de gay, pedófilo.

E, por falar em pedofilia, a mídia está tentando manipular as declarações legítimas e verdadeiras da deputada Myrian Rios. O Portal Terra enunciou:“Em vídeo, Myrian Rios diz que babá poderia ser pedófila”. A deputada discursou na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) sobre a PEC 23, dizendo:

“Digamos que eu tenha duas meninas em casa e contrate uma babá que mostra que sua orientação sexual é ser lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica, é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. Vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas. E eu não vou poder fazer nada”.

“Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir, sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra”.

“Não sou preconceituosa e não discrimino, mas preciso ter o direito de não querer um homossexual como meu empregado, eventualmente.”

Ora, do ponto de vista lógico, dizer que um homossexual **pode** ser também um pedófilo, não significa dizer que ele o **é** efetivamente. Portanto, da mesma forma que qualquer heterossexual é, **em potência**, um pedófilo (já que é teoricamente capaz de cometer um ato de pedofilia), assim também um homossexual tem a **possibilidade** de cometer tais ilícitos. Se considerarmos que o homossexualismo é um comportamento doentio – porque trai a natureza -, e que está profundamente enraizado em questões de ordem psicológica, com muito mais razão se poderia afirmar que alguém que já adquiriu um grave distúrbio (o do homossexualismo) poderia desenvolver uma outra patologia (a pedofilia). Está, portanto, certíssima a deputada. Não passa de alarde sem causa o que alguns meios de comunicação estão fazendo com as declarações dadas pela mesma.

Sátira do Papa e da eucaristia na Parada Gay, em SP


Sátira do Papa e da eucaristia na Parada Gay, em SP
junho 11, 2007 por Wagner Moura


É assim que os homossexuais militantes respeitam a “diversidade”: ridicularizando o Papa Bento XVI e a eucaristia.

O portal de notícias da Globo, G1, reportou:

Fantasiado de “Bento 24″, José Roberto Fernandes, de 56 anos, conta que fez da parada [gay] oportunidade para um alerta. Entretanto, o figurino adotado certamente chocaria a comunidade católica. Nas mãos, levou um cálice que, além de fichas brancas que simbolizam hóstias, também possui preservativos. Por onde passava, provocava a atenção do público que o cercava para fotografá-lo.

“Faço um alerta à hipocrisia da Igreja Católica que proíbe a camisinha. Não é um protesto, mas uma homenagem e um alerta à igreja”, afirmou ele, que se disse católico praticante. Apesar da orientação da Igreja que proíbe homossexuais de comungar, José Roberto afirmou que participa da Eucaristia.

Vilipêndio religioso ainda é crime?

De acordo com o art. 208, do Código Penal, é crime vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso.

Por muito menos, em abril deste ano, a Federação Brasileira de Umbanda entrou com um processo no Conar (Conselho Nacional de auto-Regulamentação Publicitária) contra a Renault.

Os umbandistas se ofenderam por causa do comercial de TV que mostrava mães de santo girando num salão de concessionária. A Federação também deu entrada no Ministério Público Federal com um pedido de inquérito por “uso indevido de símbolos religiosos”.
http://diasimdiatambem.com

''É um desrespeito, um deboche'', afirma o cardeal Dom Odilo sobre uso de imagens de santos na Parada Gay

O cardeal d. Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, classificou como "infeliz, debochada e desrespeitosa" a colocação de cartazes com imagens de santos católicos em postes da Avenida Paulista, durante a Parada Gay. Para o cardeal-arcebispo, o "uso instrumentalizado" das imagens por parte da organização do evento "ofende o sentimento da Igreja Católica"."A associação das imagens de santos para essas manifestações da Parada Gay, a meu ver, foi infeliz e desrespeitosa. É uma forma debochada de usar imagens de santos, que para nós merecem todo respeito", disse d. Odilo. "Vamos refletir sobre medidas cabíveis para proteger nossos símbolos e convicções religiosas. Quem deseja ser respeitado também tem de respeitar."Para o cardeal, a organização da Parada Gay pregou os cartazes "provavelmente" para atingir a Igreja Católica. "Porque a Igreja tem manifestado sua convicção sobre essa questão e a defende publicamente."


O cardeal também voltou a manifestar posição contrária ao slogan escolhido pela organização da Parada, "Amai-vos uns aos outros" (parte de versículo do Evangelho de São João). "Jesus recomenda "Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei". O uso de somente parte dessa recomendação, fora de contexto, em uma Parada Gay, é novamente um uso incorreto, instrumentalização da palavra de Jesus."

Fonte: estadão.com.br

Deputada Católica Myrian Rios posiciona-se contra a PEC 23

No Rio de Janeiro houve votação para a aprovação da PEC 23, que é uma lei estadual igual à lei nacional PL 122.  A deputada fez uso da sua liberdade de expressão manifestando contra o funesto PEC 23/2007 que visa mudar a Constituição do estado do Rio de Janeiro, colocando os homossexuais em patamar superior aos demais cidadãos fluminenses. O PEC foi votado dia 21/06/2011 e recebeu 39 votos contrários e 2 a favor. O autor do PEC - o deputado petista Gilberto Palmares - prevendo a grande derrota saiu do plenário e não votou.

Assista, divulgue e comemore. As vozes estão aumentando em favor da Verdade. Aleluia!

26 de jun. de 2011

Padre Reginaldo Manzotti contra a plc 122 no Faustão


Padre Reginaldo Manzotti no Faustão
junho 20, 2011 por Wagner Moura

Vídeo da entrevista do Pe. Reginaldo ao Faustão



Fato: a mídia inspira nossas conversas em família, entre amigos, nossas conversas em geral. Isso acontece mais com alguns, acontece menos com outros. Eu, por exemplo, não tinha assistido ao Faustão! Eu não assisto. Eventualmente, sem planejar, sem desejar, pode ser. Bom, embora eu não assista, soube que houve a apresentação de um novo padre cantor, o padre Reginaldo Manzotti. Ele, aliás, não é tão novo assim nessa área artística! Padre Manzotti já gravou DVDs, cds, fez shows aos montes… Mas só agora (por ser da Som Livre) foi visto, pela primeira vez, no Faustão.

O Brasil assiste Faustão, gostemos disso ou não. E o Brasil que lê este blog quer saber o que eu achei da resposta do padre Reginaldo Manzotti à pergunta do Faustão sobre “a questão da homossexualidade”. Tenho respeito por tamanho interesse, agradeço e comento, Brasil! Vamos então à pergunta e à resposta que rolou no programa. Seguem:

Faustão pergunta: “No caso do homossexualismo, como é que o padre tem que enfrentar essa situação e principalmente se posicionar? Um padre jovem, um padre renovador… Especialmente com essas marchas pregando o combate ao preconceito! Porque não tá na opção, na formação sexual, o caráter, não está competência… A pessoa não pode ser julgada e infelizmente na nossa sociedade a pessoa é julgada!”

O padre falou sobre garotos que não querem ser padres porque acham os padres todos gays e pedófilos. Depois o padre diz que não se pode generalizar, etc, etc… Ele explicou o que é ser padre e como ele é feliz. E aí entra na resposta que nos interessa. É longa, mas vale ir até o final:

Pe. Reginaldo Manzotti responde: “Sobre a questão da homossexualidade… Eu sou tido também como padre bocudo! Porque (…) não dá pra ficar em cima do muro porque a verdade é inegociável.

Existem valores que são inegociáveis! O Papa disse agora: ousadia, coerência e verdade. Sobre a homossexualidade… Deus fez o homem e fez a mulher! Esse é o plano da criação. Eu não estou dizendo nem A, nem B. Se algo aconteceu na história, seja genética… E aí nós temos que ter tolerância, nós temos que ter amor, nós temos que ter acolhimento, respeito!

Eu acredito o seguinte: você tem que ter um ideal porque se você não tem um ideal você se perde. E a educação tá complicada. Deus fez o homem, Deus fez a mulher. Deus é capaz de acolher, Deus é capaz de perdar, mas o referencial da pessoa humana é o homem e a mulher! Acredito que todos os direitos devem ser valorizados. A minoria ela tem os seus direitos, mas você não pode querer equiparar uma união homoafetiva com a mesma qualidade de família. Tem que ser respeitado, tem que ser levado a sério. Eu acho que os teólogos, juristas, psicólogos, devem se debruçar sobre isso… Não é fugir do problema! Mas você não pode equiparar essa união ao nível de família. Essa é a nota oficial da CNBB! E eu sou padre, eu não vou ficar inventando teoria. Eu amo a minha Igreja e prefiro acertar ou errar com ela. Eu sou sacerdote!“

Ufa! Que bom que saiu: “A Igreja não aceita, não pode aceitar, jamais aceitará que dois barbudos se unam e tenham o direito idêntico ao de um casal heterossexual origem da família, a base da sociedade”.

Ele não disse isso? Tanto melhor! Num discurso o mais importante, meus amigos, é o que não se diz. O que não se diz explicitamente! Mas que, ainda assim, está ali. E na fala do padre Reginaldo Manzotti, apesar das palavras bonitas de “paz, amor, carinho, respeito” (que hoje servem, comumente, ao relativismo), o que está sendo dito é que, a prática homossexual NÃO agrada a Deus, é condenável e se opõe à família.

É o contrário do que fez o padre Fábio de Melo. Este usou “paz, amor, carinho, respeito” para nos dizer que TANTO FAZ, que o importante é… É… Sabe-se lá! Nem ele deve saber. E por isso mesmo ficou em cima do muro. Aliás… No discurso do padre Fábio, naquele programa triste que foi reprisado, o não dito era assim: “Não seja um fanático assassino que sai por aí em marcha contra leis como o PL122 que pelo menos servem para civilizar nosso povo! Seu fanático, assassino!” Repito: ele não disse isso. E por isso mesmo foi trágico! Entende?

Bom, eu agradeci a Deus por essa entrevista do padre Reginaldo Manzotti ao Faustão – da qual eu gostei, vou salientar isso para não ser também alvo do emcimadomurismo. Tive a sensação de que Deus presenteava todos nós com sua justiça! Ei-la. Mostrou, a quem quisesse, que qualquer padre que tivesse postura diferente do padre Reginaldo Manzotti, coerente com o ensino da Igreja, estava, no mínimo, EM CIMA DO MURO. À semelhança de vocês sabem quem.

Padre Manzotti foi aplaudido pelo motivo certo: portou-se como padre, orientou, distinguiu o bem do mal, identificado com a Igreja e não com sua gravadora, com seu sucesso, com seu marketing pessoal. Reconheço que poderia ter sido melhor! Mas deu certo e com certeza incomodou muito relativista por aí. Parabéns, padre!

Fonte: http://diasimdiatambem.com/

Depois da Parada Gay: a sujeira gay


Depois da Parada Gay: a sujeira gay
Se você acha a situação dos estádios deplorável, imagine o que acontece numa parada a favor da sodomia…


Autor: Testemunha ocular


No domingo, dia 10 de junho de 2007, estive no estádio do Morumbi assistindo a uma partida de futebol. Uma das maiores críticas feitas aos estádios de futebol no Brasil é que seus banheiros são sujos — o que, de fato, é verdade. Mas o restante do estádio estava relativamente limpo e a partida transcorreu sem maiores incidentes. Havia um número significativo de famílias presentes, pais e crianças pequenas, contrariando também a idéia disseminada por boa parte da mídia de que jogos de futebol são autênticas “praças de guerra”. A violência e a desorganização existem, mas a repercussão que se promove em torno chega a ser, por vezes, desproporcional a realidade dos fatos.


Voltando para casa, os ônibus que seguiam pela rua Augusta, zona central de São Paulo, ficaram presos no trânsito, em decorrência ainda do deslocamento da Parada do Orgulho Gay. A maioria dos passageiros preferiu descer e prosseguir seu trajeto a pé. E foi o que fiz.


O que vi a partir daí tinha bem pouco de “orgulho”. A região entre a rua Augusta, a rua Caio Prado e a rua da Consolação estava tomada por algo entre o caos urbano e uma celebração de embriaguez. Poucos policiais e centenas de participantes da parada, a maioria deles em visível estado alterado por álcool ou alguma droga mais pesada, cambaleantes pelas ruas. Os carros presos no tráfego jogavam latas e garrafas nas calçadas.


A sujeira era visível, e o cheiro de urina superava em muito qualquer banheiro de estádio de futebol. Vi dezenas de pessoas urinando nos postes de iluminação, algumas em grupos, urinando juntas no meio-fio. Muitos pareciam nauseados e, sentados na calçada, vomitavam próximos a sarjeta, sendo consolados pelos colegas. Fogueiras acesas com restos e papéis sujos. Um espetáculo deprimente.


Ao chegar à rua Caio Prado, percebi que uma mulher sozinha caminhava a metros atrás de mim e vinha da direção dos ônibus. Trocamos um olhar rápido e vi que ela sentia o mesmo que eu: uma mistura de receio e desamparo em meio àquelas centenas de pessoas envolvidas numa espécie de transe, meio pagão, meio místico, estimulado pela música alta que vinha da Praça Roosevelt. Um estupro ou assalto naquele momento poderia tranqüilamente ser confundido pela multidão como parte da excitação da festa, e ignorado sem maiores arrependimentos.


Caminhamos então pelo meio da rua interditada, cercados pelos dois lados por duas fileiras de ônibus de excursão. Um casal de idosos, certamente morador da região (que é bastante residencial) fazia o possível para desviar de alguns jovens adultos e quase desnudos, cambaleantes, que se abraçavam e gritavam, sem se concluir ao certo se o sentimento que procuravam expressar era alegria ou dor reprimida.


Repito aqui o que já foi dito: alguém que fosse raptado naquele local, e carregado para dentro de um daqueles ônibus de excursão, poderia ser morto ou seviciado livremente: seu desespero não seria sequer percebido pela multidão em “estado alterado”.


Espantei-me ainda com uma grande quantidade de adolescentes, garotos e garotas muito jovens entre os participantes, gente de 12, 13 anos no máximo, andando em turmas, fumando e bebendo muito além da conta. E, pelo que pude perceber, a quantidade de “homossexuais reais” entre os milhões bradados pela imprensa é bem menor do que se poderia imaginar: vi muitos casais heterossexuais aproveitando essa espécie de carnaval fora de hora que virou a Parada do Orgulho Gay.


Recordei-me, ainda, de imagens de filmes antigos, do frenesi a que se entregavam, por exemplo, os militantes nazistas queimando livros ou erguendo símbolos de sua devoção obsessiva. Uma excitação cega, não entusiasmada. Os olhares vidrados. Não percebi exatamente onde estaria o “gosto pela diversidade” apregoado pelos militantes. Senti medo, antes de tudo. Não de violência, especificamente, mas daquela celebração em larga da escala do desprezo pelas conseqüências do que se faz e do que vive. Discernir o bem do mal, naquele momento, não parecia fazer sentido algum.


Mas o que mais me chamou a atenção e que será difícil de esquecer foi o cheiro quase insuportável de urina, a rua pública transformada num imenso banheiro, num lixão popular de ilusões e sentimentos perdidos.


Nota: A testemunha desses fatos sabe que os homossexuais se dizem vítimas de muitas injustiças, porém não subestima o poder dos opressores em pele de “vítimas”. Temendo que esse relato verdadeiro, mas desfavorável, a um evento gay atraia a retaliação de homossexuais em seu ambiente de trabalho, o autor desse texto prefere, para sua própria segurança e de sua família, permanecer anônimo. Os homossexuais alegam que são vítimas de todo tipo de preconceito e perseguição, mas tente mostrar ao mundo o que eles fazem… e eles lhe darão uma lição de preconceito e perseguição que você jamais vai esquecer!

ATENÇÃO! A imagem dos homossexuais que ilustra este texto, embora verdadeira, não é de São Paulo (pois a testemunha ocular não tirou fotos), mas retrata o que acontece geralmente durante ou logo depois das paradas gays.


Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Parada gay de São Paulo teve 3 milhões e meio de participantes?


Parada gay de São Paulo teve 3 milhões e meio de participantes?

Os pinóquios de narizes compridos continuam a solta, como sempre alardeando informações e dados fantásticos sobre os homossexuais e seus eventos. Depois de revelado o exagero dos números de homossexuais assassinados no Brasil, agora a pinoquice aparece na estatística envolvendo os supostos milhões que participaram da parada da sodomia.


Entre a realidade e a ficção, os ativistas homossexuais e seus aliados preferem a ficção, doa a quem doer.


O texto abaixo é do blog Dog Viralatas Reloaded, do Carlos Vendramini:




O blog de Jorge Serrão [1] recentemente trouxe um tópico onde é apresentada contestação ao número de participantes da “Parada do Orgulho GLBT” divulgado através da grande mídia:


“Se a Paulista, do Paraíso à Consolação, tem 2.500m de comprimento e 55m de largura, são 137.500m2, então. Com uma pessoa por metro quadrado, seriam 137.000. Mas, se eram 3,5 milhões, havia 25 pessoas por metro quadrado, o que é impossível”.


Analisando o número de pessoas supostamente presentes em cada uma das duas edições imediatamente anteriores da “Parada do Orgulho GLBT” (novamente fornecidos pelos organizadores) [2], temo que neste ano de 2007 os organizadores do evento resolveram optar por uma progressão gigante no suposto número de pessoas participantes. Em 2006, os organizadores do evento divulgaram número de 2.200.000 (dois milhões e duzentas mil) pessoas. Antes, no ano de 2005, o número divulgado foi de 2.500.000 (dois milhões e quinhentas mil) pessoas. Entre os anos de 2005 e 2006, segundo os totais fornecidos pelos organizadores, houve diminuição de 300.000 (trezentas mil) pessoas participantes do evento. No ano de 2007, quem sabe para compensar o decréscimo registrado na comparação entre os dois anos anteriores, o número de participantes foi aumentado em, vejam só, 1.300.000 (um milhão e trezentas mil) pessoas.


Manipular números parece ser uma mania dos organizadores da “Parada do Orgulho GLBT”. Aliás, relembro aqui, abortistas e o Movimento Gay podem se dar as mãos em matéria de manipulação de dados. Talvez esses senhores não sintam vergonha alguma em fabricar dados, no mínimo duvidosos, em favor de seus movimentos. Claro que uma grande mídia aparelhada e, portanto, amestrada, é elemento fundamental no propósito de divulgar a grande mentira e insitir nela, para que assim esta assuma ares de verdade. Nada de novo, sendo que trata-se de conhecida tática nazista [3].


Eu, particularmente, fiquei intrigado com a questão e procurei me aprofundar um pouco mais em como calcular a taxa de ocupação em eventos e encontrei uma matéria no site World Sports Magazine [4] que traz parâmetros de como calcular a capacidade de público em um evento. Nessa matéria me chamou particularmente a atenção o critério adotado para se calcular o espaço ocupada por uma pessoa:


Adotou-se na elaboração das normas que as dimensões de uma pessoa (a largura, ombro a ombro, etc.) é uma elipse corporal de aproximadamente 0,60 m por 0,46 m, que ocupa área de cerca de 0,276 m2.


Baseado na matéria do site citado, uma pessoa ocupa uma área aproximada de 0,276 m2. Em uma área de 1 m2 é possível abrigar até quatro pessoas bem próximas umas das outras. Por que somente quatro pessoas por m2? A resposta é simples. O produto da relação entre a área ocupada por uma única pessoa e a quantidade de 4 pessoas é aproximadamente de 1 m2. Sendo assim, o máximo de pessoas que podem estar lado a lado em uma área de 1 m2 é de 4 pessoas. Faça a multiplicação:


0,276 m2 x 4 ~ 1 m2


Como já foi citado anteriormente, a área da avenida Paulista é aproximadamente de 137.500 m2, certo? Isso é a área total, mas com certeza não se trata da área ocupável total, pois esta tende a ser menor do que a área total propriamente dita. Notem que na avenida Paulista existem canteiros de flores, bancas de jornais, postos policiais, estações do metrô, postes, e talvez mais tipos de obstáculos que diminuam a taxa de ocupação da avenida. Então, ao adotarmos a área ocupável como sendo a área total da avenida, estamos a dar uma colher de chá para os organizadores do evento. Que isto fique bem claro.


Para então obtermos a quantidade máxima de pessoas possível ao longo da avenida Paulista basta calcular o produto da relação entre a área ocupável total da avenida Paulista (aqui tomada como a área total propriamente dita) e o número máximo de pessoas que podem estar lado-a-lado em uma área de 1 m2:


137.500 x 4 ~ 550.000 pessoas


O número de 550.000 (quinhentas e cinqüenta mil) pessoas é um número respeitável, não? Porém muito abaixo do total de 3.500.000 (três milhões e quinhentas mil) pessoas divulgado pelos organizadores da “Parada do Orgulho GLBT” através da grande mídia.


Sabem como um serviço de buffet conta o número de pessoas em um evento (seja casamento, festa de 15 anos et coetera) para depois poder cobrar o serviço? Bem simples. Funcionários do buffet ficam na entrada (ou entradas) do recinto com contadores nas mãos. Cada pessoa que entra o funcionário marca no contador. Simples assim. Você acredita que é possível fazer o mesmo em um local aberto? É impossível. Então de onde vem o número total de participantes apresentado pelos organizadores da “Parada do Orgulho GLBT”? Boa pergunta, não?


Pelo total de participantes fornecido pelos organizadores da “Parada do Orgulho GLBT” para ser divulgado pela grande mídia, vejam o absurdo de 25 pessoas por m2. Como é possível isso? Em verdade, isso seria até possível, desde que as pessoas formassem pirâmides de gente em cada m2. Aliás, isso não é exclusividade dos organizadores do movimento homossexual. Manipular números em favor de causa própria é um hábito pelo que se pode notar em matéria do site da RTP portuguesa sobre manifestação das vítimas do terrorismo na Espanha. Notem a semelhança [5]:


Para ter havido 1,7 milhões de pessoas na manifestação de sábado, explica a polícia, teriam de estar, não três, mas 25 pessoas por metro quadrado, o que suscitou caricaturas em que um “organizador” aponta para uma pirâmide de pessoas que diz “provar” a estimativa mais “inflacionada”.


Preciso dizer algo mais?



[1] http://alertatotal.blogspot.com/2007/06/ttica-citylondrina-acio-neves-refora.html

[2] http://exclusivo.terra.com.br/paradagay2006/interna/0,,OI1045345-EI7090,00.html

[3] “Diga mentiras grandes. Diga-as de forma simples, repita-as constantemente, tantas vezes quantas você puder, até que as pessoas comecem a acreditar no que você está dizendo” (por Julio Severo: “Propaganda e mentira na defesa das leis anti-homofobia”, 11 de junho de 2007)

[4] http://www.sportsmagazine.com.br/melhor_prev.htm

[5] http://www.rtp.pt/index.php?article=226006&visual=5



Veja também:


Propaganda e mentira na defesa das leis anti-homofobia


Depois da Parada Gay: a sujeira gay

25 de jun. de 2011

MARIA, CORREDENTORA COM CRISTO




Por Francisco Fernández Carvajal
I. AO LONGO DA VIDA terrena de Jesus, sua Mãe Santa Maria cumpriu a vontade divina e atendeu-o com solicitude amorosa, em Belém, no Egito, em Nazaré. Teve para com Ele todos os cuidados normais de que precisou, iguais aos de qualquer outra criança, e também as atenções extraordinárias que foram necessárias para proteger a sua vida. O Menino cresceu, entre Maria e José, num ambiente cheio de amor sacrificado e alegre, de proteção firme e de trabalho.

Mais tarde, durante a sua vida pública, Maria poucas vezes seguiu o Senhor de perto, mas Ela sabia a cada momento onde o seu Filho se encontrava, e chegava-lhe o eco dos seus milagres e da sua pregação. Jesus foi algumas vezes a Nazaré, e então demorava-se um pouco mais com a sua Mãe; a maioria dos seus discípulos já a conhecia desde as bodas de Caná da Galiléia1. Salvo o milagre da conversão da água em vinho, em que teve uma participação tão importante, os Evangelistas não nos falam de que tivesse presenciado nenhum outro milagre. Como não esteve presente nos momentos em que as multidões vibravam de entusiasmo pelo seu Filho. “Não a vereis entre as palmas de Jerusalém, nem – afora as primícias de Caná – à hora dos grandes milagres. – Mas não foge ao desprezo do Gólgota; ali está, «iuxta crucem Iesu», junto à cruz de Jesus, sua Mãe”2.

Deus amou a Virgem de um modo singular. Não a dispensou, no entanto, do transe do Calvário, permitindo-lhe que sofresse como ninguém jamais sofreu, exceto o seu Filho. Nesses momentos angustiantes, poderia ter-se retirado talvez para a intimidade da sua casa, longe do Calvário, na companhia amável das mulheres da aldeia; “ao fim e ao cabo, nada podia fazer, e a sua presença não evitava nem aliviava as dores nem a humilhação do seu Filho. Mas não o fez. E não o fez pela mesma razão pela qual uma mãe permanece junto do leito do filho agonizante, apesar de nada poder fazer pela sua sobrevivência”3. Enquanto o drama caminhava para o seu desfecho, foi-se aproximando pouco a pouco da Cruz; os soldados permitiram-lhe que se aproximasse.

Jesus olha para Maria e Maria olha para Jesus. Numa estreitíssima união, Maria oferece o seu Filho a Deus Pai, corredimindo com Ele. Em comunhão com o Filho dolente e agonizante, suportou a dor e quase a morte; “abdicou dos direitos de mãe sobre o seu Filho, para conseguir a salvação dos homens; e para apaziguar a justiça divina, naquilo que dela dependia, imolou o seu Filho, de modo que se pode afirmar com razão que redimiu com Cristo a linhagem humana”4.

A Virgem não só “acompanhou” Jesus, mas esteve unida ativa e intimamente ao sacrifício que se oferecia naquele primeiro altar. Participou de modo voluntário na redenção da humanidade, consumando o fiat – faça-se – que havia pronunciado anos antes em Nazaré. Por isso podemos pensar que Maria está presente em cada Missa, nesse ato que é o centro e o coração da Igreja. Esta realidade ajudar-nos-á a viver melhor o sacrifício eucarístico – unindo à entrega de Cristo a nossa, que também deve ser holocausto –, e a sentir-nos muito perto de Nossa Senhora.

II. DO ALTO DA CRUZ, Jesus confia a Santa Maria o seu Corpo Místico, a Igreja, na pessoa de São João. Sabia que necessitaríamos constantemente de uma Mãe que nos protegesse, que nos levantasse e intercedesse por nós. A partir desse momento, “Ela cuida e cuidará da Igreja com a mesma fidelidade e a mesma força com que cuidou do seu Primogênito desde a gruta de Belém, passando pelo Calvário, até o Cenáculo de Pentecostes, onde teve lugar o nascimento da Igreja. Maria está presente em todas as vicissitudes da Igreja [...]. Está unida à Igreja de modo muito particular nos momentos mais difíceis da sua história [...]. Maria aparece-nos particularmente próxima da Igreja, porque a Igreja é sempre como o seu Cristo, primeiro ainda Menino e depois Crucificado e Ressuscitado”5.

A Virgem Santa Maria intercede para que Deus imprima na alma dos cristãos os mesmos anseios que pôs na dela, o desejo corredentor de que todos os homens voltem a ser amigos de Deus. “A fé, a esperança e a ardente caridade da Virgem no cume do Gólgota, que a tornam Corredentora com Cristo de modo eminente, são também um convite para que cresçamos, para que sejamos humana e sobrenaturalmente fortes diante das dificuldades externas; um convite para que perseveremos sem desanimar na ação apostólica, ainda que por vezes pareça não haver frutos ou o horizonte se apresente obscurecido pela potência do mal.

“Lutemos – lute cada um de nós! – contra esse acostumar-se, contra esse ir tocando monotonamente, contra esse conformismo que equivale à inação. Olhemos para Cristo na Cruz, olhemos para Santa Maria junto à Cruz: sob os seus olhos abrem caminho, com espantosa arrogância, a traição, a mofa, os insultos...; mas Cristo, e, secundando a sua ação redentora, Maria, continuam fortes, perseverantes, cheios de paz, com otimismo na dor, cumprindo a missão que a Trindade lhes confiou. É uma batida à porta de cada um de nós, a recordar-nos que à hora da dor, da fadiga e da contradição mais horrenda, Cristo – e tu e eu temos que ser outros Cristos – dá cumprimento à sua missão [...]. Decido-me a aconselhar-te que voltes os teus olhos para a Virgem e lhe peças para ti e para todos: Mãe, que tenhamos confiança absoluta na ação redentora de Jesus, e que – como tu, Mãe – queiramos ser corredentores...”6

Participar na Redenção, cooperar na santificação do mundo, salvar almas para a eternidade: existe ideal maior para preencher toda uma vida? A Virgem corredime junto do seu Filho no Calvário, mas também o fez quando pronunciou o seu fiat – faça-se – ao receber a embaixada do Anjo, e em Belém, e no tempo em que permaneceu no Egito, e na sua vida normal de Nazaré... Podemos ser corredentores, tal como Ela, durante todas as horas do dia, se as cumularmos de oração, se trabalharmos conscienciosamente, se vivermos uma caridade amável com aqueles que encontramos nas nossas tarefas, na família, se oferecermos com serenidade as contrariedades de cada dia.

III. VENDO JESUS A SUA MÃE e o discípulo a quem amava, o qual estava ali, disse à sua Mãe: Mulher, eis aí o teu filho7. Era o último ato de entrega de Jesus antes de expirar; deu-nos a sua Mãe por Mãe nossa.

Desde então, o discípulo de Cristo tem algo que lhe é próprio: tem Maria como sua Mãe. O posto de Mãe na Igreja será de Maria para sempre: E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa8. Aquela foi a hora de Jesus, que inaugurava com a sua morte redentora uma nova era até o fim dos tempos. Desde então, diz Paulo VI, “se queremos ser cristãos, devemos ser marianos”9. A obra de Jesus pode resumir-se em duas maravilhosas realidades: deu-nos a filiação divina, tornando-nos filhos de Deus, e fez-nos filhos de Santa Maria.

Um autor do século III, Orígenes, faz notar que Jesus não disse a Maria: “Esse também é teu filho”, mas: “Eis aí o teu filho”; e como Maria só teve Jesus por filho, as suas palavras equivaliam a dizer-lhe: “Esse, daqui por diante, será para ti Jesus”10. A Virgem vê em cada cristão o seu filho Jesus. Trata-nos como se em nosso lugar estivesse o próprio Cristo. Como se esquecerá de nós quando nos vir necessitados? Que deixará de conseguir do seu Filho em nosso favor? Jamais poderemos fazer uma pálida idéia do amor de Maria por cada um de nós.

Acostumemo-nos a encontrar Santa Maria enquanto celebramos ou participamos da Santa Missa. “No Sacrifício do altar, a participação de Nossa Senhora evoca-nos o silencioso recato com que acompanhou a vida de seu Filho, quando andava pelas terras da Palestina. A Santa Missa é uma ação da Trindade; por vontade do Pai, cooperando com o Espírito Santo, o Filho oferece-se em oblação redentora. Nesse insondável mistério, percebe-se, como por entre véus, o rosto puríssimo de Maria: Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho, Esposa de Deus Espírito Santo.

“O relacionamento com Jesus, no Sacrifício do altar, traz consigo necessariamente o relacionamento com Maria, sua Mãe. Quem encontra Jesus, encontra também a Virgem sem mancha, como aconteceu com aqueles santos personagens – os Reis Magos – que foram adorar Cristo: Entrando na casa, encontraram o Menino com Maria, sua Mãe (Mt 2, 11)”11.

Com Ela, podemos oferecer a Deus toda a nossa vida – todos os nossos pensamentos, anseios, trabalhos, afetos, ações, amores –, identificando-nos com os mesmos sentimentos que teve Cristo Jesus12: “Pai Santo!”, dizemos-lhe na intimidade do nosso coração, e podemos repeti-lo interiormente durante a Santa Missa, “pelo Coração Imaculado de Maria, eu Vos ofereço Jesus, vosso Filho muito amado, e me ofereço a mim mesmo nEle, com Ele e por Ele, por todas as suas intenções e em nome de todas as criaturas”13.

Celebrar ou assistir ao santo Sacrifício do altar tal como convém é o melhor serviço que podemos prestar a Jesus, ao seu Corpo Místico e a toda a humanidade. Junto de Maria, na Santa Missa, estamos particularmente unidos a toda a Igreja.

(1) Cfr. Jo 2, 1-10; (2) Josemaría Escrivá, Caminho, n. 507; (3) F. Suárez, A Virgem Nossa Senhora, pág. 256; (4) Bento XV, Epist. Inter sodalicia, 22-V-1918; (5) K. Wojtyla, Sinal de contradição, pág. 261; (6) A. del Portillo, Carta pastoral, 31-V-1987, n. 19; (7) Jo 19, 26; (8) Jo 19, 27; (9) Paulo VI, Homilia, 24-VI-1970; (10) Orígenes, Comentário sobre o Evangelho de São João, I, 4, 23; (11) Josemaría Escrivá, La Virgen, em Libro de Aragón, Caja de Ahorros, Saragoça, 1976; (12) cfr. Fil 2, 5; (13) P. M. Sulamitis, Oración de la ofrenda al Amor Misericordioso, Madrid, 1931.

Fonte: http://www.hablarcondios.org/

União homossexual: cardeal reafirma postura da Igreja




O cardeal-patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, reafirmou que a Igreja Católica é contrária ao 'casamento' de pessoas do mesmo sexo.

Em entrevista publicada na mais recente edição do boletim da Ordem dos Advogados, datada de maio - segundo informa Agência Ecclesia -, o cardeal afirma que "para a Igreja é absolutamente impensável aderir a uma coisa dessas".

Ao se referir ao tema da sexualidade, o cardeal-patriarca defende que a "ideia do amor paixão" é insuficiente para consolidar a relação interpessoal, que precisa de "diálogo", "ternura", "generosidade" e a atitude de "contribuir para o bem do outro".

"Passa-se com a sexualidade o que se passa com a economia: se eu estou na sociedade só a pensar em defender o meu interesse, não vou longe", disse Dom José Policarpo.

Fonte: ZENIT
Fonte: www.cleofas.com