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8 de nov de 2010

Pastores ou Cães guiando as ovelhas?

Dom Manoel Pestana Filho escreveu recentemente um curto e ardente apelo onde cada palavra cai muito bem sobre o "berço esplêndido". Após, advertir sobre o terrorismo vermelho que se espalha pela América Latina, lembrar as palavras ditas em Fátima prevenindo que o comunismo se espalharia pelo mundo com perseguições à Igreja, alertar para a maçonaria dentro de Cúrias e Movimentos, Dom Manoel ainda pergunta com ousadia: "Nós somos pastores ou cães voltados contra as ovelhas?" (http://www.youtube.com/watch?v=5sKCSjJ-OC4).

Padres, pastores, bispos e outros líderes espirituais foram pegos de surpresa ao tomar conhecimento da multidão de fiéis que ainda creem em Deus, conhecem seus mandamentos e ainda O temem na Terra de Santa Cruz. Talvez tenham tomado um susto: "Ué? Mas o que é isso? Essa gente toda ainda crê apesar de nós, cães voltados contra as ovelhas?"

O Brasil assistiu a vários padres, muitos leigos e poucos bispos profetizando que viria uma avalanche de leis contra a família caso o PT continuasse no governo. E a CNBB? Interpretando muito bem o papel de tentar calar os "profetas".

Numa resposta explícita à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e a todos que silenciaram, o Papa Bento XVI se pronunciou (http://www.youtube.com/watch?v=rxdYxPDYP8I&feature=related). Bem podem ser aplicadas aqui as palavras de Nosso Senhor quando se dirigiu aos fariseus que queriam que os discípulos fossem repreendidos: "Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!" (Lucas 19, 40). E falou a Pedra, o Papa Bento XVI, sucessor de Pedro que significa "Pedra", sobre a qual Jesus disse que fundaria a sua Igreja.

Mas Pedro é uma só pedra e Jesus disse que se os discípulos se calassem falariam "as pedras" (plural). O natural seria que os pastores obedecessem a Cristo que lhes pediu para apascentar suas ovelhas e pregar o Evangelho. Como muitos já não creem e nem falam de Deus ao povo sedento da sua Palavra, as ovelhas já lhes pareciam pedras, transformadas e reduzidas a pedras por eles mesmos. Pedras não creem em Deus, não temem a Deus, não falam de Deus.

Ora! Que surpresa!? Qual não foi o susto dos pastores quando viram suas pedras falando de Deus, defendendo a vida, lembrando seus mandamentos e valores cristãos tal qual profetizou Jesus. A CNBB tão cheia de pastores revelou-se cheia de cães voltados contra seu próprio rebanho. Outros taaantos padres se calaram. E foi então que as pedras falaram... ...

Com relação àqueles padres que entraram na Igreja para destruí-La carcomendo-A por dentro faz lembrar a história de um ladrão que planeja roubar os cálices, cruzes e outros objetos ricamente ornamentados com ouro, prata e pedras preciosas do altar de Nosso Senhor Jesus Cristo. Embora por mais que o homem tente e deva ornamentá-lo com o que tem de melhor e mais nobre nunca chegue à altura.

Para que o plano desse certo ele foi ordenado e começou a encenar cada detalhe como se fosse um sacerdote leal e digno de servir no altar de Deus. Angariando a confiança dos demais esperaria a hora certa para dar o golpe e lesar levando quanto tesouro pudesse. Só que foi traído por ele mesmo. De tanto brincar de celebrar, fingir rezar, ler a sagrada escritura ele acaba se convertendo e prostra-se diante de Deus iniciando seu mais autêntico sacerdócio.

Será que pastores de ovelhas depois de representar e trair vão acordar e começar a pregar Deus e o que é espiritual e, quando necessário, falar da clara Doutrina Social da Igreja? Ou vão continuar pregando a furada Teologia da Libertação, o "tudo pelo social" e se metendo em dívida externa como faz a CNBB? Muitos vão continuar com o papel de cães voltados contra as ovelhas porque foi para isso que se infiltraram na Igreja.

Outros, coitados... Foram tapeados no seu tempo de seminário e por falta de orientação pregam o mal. Só que hoje, com a internet, qualquer padre - até da CNBB - que seja honesto e queira descobrir como, onde, porque foi e está sendo enganado, pode fazê-lo. Sigam os passos do Padre Paulo Ricardo, por exemplo, que antes, como reitor de seminário achava ruim dar a comunhão na boca dos fiéis, e depois de começar a pesquisar na internet, em livros, documentos... procurar... checar... foi redescobrindo seu sacerdócio, a liturgia mais digna, entendendo ideias de doutrinação comunista que foram incutidas em sua mente. Vale conferir seus depoimentos. Um deles:http://padrepauloricardo.org/audio/marxismo-cultural/

Leigos estão encontrando o Caminho, a Verdade e a Vida apesar das infiltrações na Igreja. Padres e bispos também podem (se forem sinceros) procurar até, não apenas, na internet e descobrir o Tesouro que é a Igreja Católica Apostólica Romana. A essa altura já nem importa se entraram por acidente, se com sinceridade ou foi para destruí-La de forma premeditada. Se quiserem ganhar tempo poderão assistir aos mais de 260 vídeos curtíssimos do canal do You Tube fimdostemposnet [http://www.youtube.com/user/fimdostemposnet]. Vão se assustar! É apenas uma sugestão para um começo com fontes diferentes dos atrasadinhos e comprometidos jornais de TV. São esclarecimentos de cientistas, jornalistas, médicos, autoridades de diversas partes do planeta.

O Brasil tido como país mais católico do mundo está com o rebanho implorando por quem os guie. Parecendo ovelhas tontas, rodando em falso e clamando aos céus: Mande-nos quem nos fale de Deus, doutrina da Igreja, família, filhos, fidelidade, moral, liturgia, castidade, vida dos santos, inocência, sagrada escritura, virtudes heróicas, arrependimento, mandamentos, paternidade responsável, amor, pureza, temor...

Que chance após as eleições para tantos padres dentro e fora da CNBB. Chance de prostrar-se diante de Deus e começar de novo vosso sacerdócio. Ou mesmo retornar àquele sacerdócio que abandonastes. Afinal, traidores ou não, artistas encenadores ou não, cães ou pastores, uma vez sacerdote, sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque.



Márcia Vaz, escritora e palestrante

Fonte: www.midiasemmascara.org

Erros litúrgicos e o Concílio Vaticano II.



A liturgia da Santa Missa, mistério supremo do amor de Cristo por nós, tem sofrido inúmeras agressões. Infelizmente muitos cometem erros litúrgicos e colocam a culpa na reforma do Concilio Vaticano II. É necessario olhar o concílio na hermenêutica da continuidade. Observemos algumas partes da Sacrosanctun Conciliun para entendermos que a culpa dos problemas litúrgicos não esta no concílio, mas sim nas malvadas intenções dos progressistas:

7. Para realizar tão grande obra, Cristo está sempre presente na sua igreja, especialmente nas acções litúrgicas. Está presente no sacrifício da Missa, - «O que se oferece agora pelo ministério sacerdotal é o mesmo que se ofereceu na Cruz».
8. Pela Liturgia da terra participamos, saboreando-a já, na Liturgia celeste celebrada na cidade santa de Jerusalém, para a qual, como peregrinos nos dirigimos e onde Cristo está sentado à direita de Deus, ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo.


Comentários: A Santa Missa não é uma refeição como qualquer uma, estão completamente errados quem celebra a Santa Missa considerando-a apenas como uma partilha entre irmãos, este pensamento circula nos textos dos teólogos da libertação. A Missa é o divino manjar, o Sacrifício do Senhor, ela é um Mistério escatológico, lugar da mais plena revelação da presença de Deus e por tanto deve ser lugar da mais profunda adoração.

11. Para assegurar esta eficácia plena, é necessário, porém, que os fiéis celebrem a Liturgia com rectidão de espírito, unam a sua mente às palavras que pronunciam, cooperem com a graça de Deus, não aconteça de a receberem em vão (28). Por conseguinte, devem os pastores de almas vigiar por que não só se observem, na acção litúrgica, as leis que regulam a celebração válida e lícita, mas também que os fiéis participem nela consciente, activa e frutuosamente.


Comentário: A Missa é lugar de oração, muito se fala em participação externa com palmas e danças e pouco se lembra que toda esta agitação não promove a participação interna. Este problema é perceptível em celebrações de alguns padres da renovação carismática e também da teologia da libertação. É necessário se preocupar com a interação interior dos fieis com o espírito litúrgico.

21. A santa mãe Igreja, para permitir ao povo cristão um acesso mais seguro à abundância de graça que a Liturgia contém, deseja fazer uma acurada reforma geral da mesma Liturgia. Na verdade, a Liturgia compõe-se duma parte imutável, porque de instituição divina, e de partes susceptíveis de modificação, as quais podem e devem variar no decorrer do tempo, se porventura se tiverem introduzido nelas elementos que não correspondam tão bem à natureza íntima da Liturgia ou se tenham tornado menos apropriados.


Comentário: Alguns tradicionalistas, nada conservadores, consideram as alterações litúrgicas promovidas pela Sacrosanctun Conciliun uma aberração, um sacrilégio e até uma apostasia. Estes católicos devem entender que a liturgia é um organismo vivo, que recebe da Igreja alterações sem perder sua divina natureza. O Rito de Pio V existe por que existiram outros ritos anteriores, o rito “de sempre” que eles falam não é de sempre, pois antes de Trento ele era um e depois da reforma litúrgica de Pio X ele é outro. É bonito o respeito que estes irmãos têm pelos antigos ritos, inclusive o Santo Padre deu a Igreja à graça de poder celebrar a Missa tridentina em público, porém dizer que o Rito de Paulo VI é um câncer da Igreja é um tremendo pecado contra a Igreja que peregrina proféticamente na historia rumo a pátria celeste.


§ 22-3. Por isso, ninguém mais, mesmo que seja sacerdote, ouse, por sua iniciativa, acrescentar, suprimir ou mudar seja o que for em matéria litúrgica.
23. Para conservar a sã tradição e abrir ao mesmo tempo o caminho a um progresso legítimo, faça-se uma acurada investigação teológica, histórica e pastoral acerca de cada uma das partes da Liturgia que devem ser revistas. Tenham-se ainda em consideração às leis gerais da estrutura e do espírito da Liturgia, a experiência adquirida nas recentes reformas litúrgicas e nos indultos aqui e além concedidos. Finalmente, não se introduzam inovações, a não ser que uma utilidade autêntica e certa da Igreja o exija, e com a preocupação de que as novas formas como que surjam a partir das já existentes.


Comentário: É um desastre a tal criatividade que os documentos da CNBB pedem para os padres e os leigos promoverem na liturgia. Quanta desobediência ao Concílio! Só os bispos podem mudar alguma coisa, porém, com autorizações provenientes de Roma. Por que tanta rebeldia? Por que tanta incoerência? Por que tantas inovações?

30. Não deve deixar de observar-se, a seu tempo, um silêncio sagrado.
Comentário : Em muitas paróquias não temos ação de graça, não temos tempo para fazer exame de consciência no ato penitencial e não temos silencio antes da Missa para preparar o coração para o ato litúrgico. Muitos preferem orar em línguas na ação de graças ou cantar três, quatro e até cinco hinos. É preciso dar espaço para Deus na liturgia e a melhor forma é dar espaço para o silencio.
36. § 1. Deve conservar-se o uso do latim nos ritos latinos, salvo o direito particular.
§ 2. Dado, porém, que não raramente o uso da língua vulgar pode revestir-se de grande utilidade para o povo, quer na administração dos sacramentos, quer em outras partes da Liturgia, poderá conceder-se à língua vernácula lugar mais amplo, especialmente nas leituras e admonições, em algumas orações e cantos, segundo as normas estabelecidas para cada caso nos capítulos seguintes.


Comentário: Mataram o Latim sem a permissão da Igreja. O Concílio não tirou o latim da liturgia, pelo contrario, pediu a sua conservação.

112.O sagrado Concílio, fiel às normas e determinações da tradição e disciplina da Igreja, e não perdendo de vista o fim da música sacra, que é a glória de Deus e a santificação dos fiéis.
114. Guarde-se e desenvolva-se com diligência o património da música sacra. Promovam-se com empenho, sobretudo nas igrejas catedrais, as «Scholae cantorum».
116. A Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano; terá este, por isso, na acção litúrgica, em igualdade de circunstâncias, o primeiro lugar.
116-2.Não se excluem todos os outros géneros de música sacra, mormente a polifonia, na celebração dos Ofícios divinos, desde que estejam em harmonia com o espírito da acção litúrgica,
Comentário: O gregoriano também não foi eliminado, como alegam muitos “liturgistas” por ai. Infelizmente o que se vê é em algumas paróquias axé, pagode e até rock. Ritmos que nada tem haver com a harmonia litúrgica que deve nos levar ao calvário.
120. Tenha-se em grande apreço na Igreja latina o órgão de tubos, instrumento musical tradicional e cujo som é capaz de dar às cerimónias do culto um esplendor extraordinário e elevar poderosamente o espírito para Deus.



Comentário: Os órgãos deram lugares para a guitarra, baixo e bateria. Errado!

A Constituição Sacrosanctun Conciliun esta a disposição neste link: http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19631204_sacrosanctum-concilium_po.html


O Papa esta promovendo uma reforma litúrgica na Igreja, não por documentos, pois se percebe que, ou os bispos e padres não lêem, ou não querem obedecer. Por tanto o papa deixou de lado um pouco o papel e a caneta e decidiu promover a reforma com seus atos. Façamos o mesmo, sejamos litúrgicos, para vagarosamente levar a Igreja para o entendimento do que é a verdade.


A Missa sangrenta.



Por Luiz S. Solimeo

Imagine uma tarde de sexta-feira em Detroit, com uma mesquita cheia de seguidores de Maomé, reunidos para rezar. De repente, vários terroristas “cristãos” armados invadem o local, matam o imã e fazem reféns os presentes. Quando começam a perder o tiroteio que se seguiu com a polícia e militares que acorreram ao local, eles explodem seus cinturões-bomba. O resultado é de 58 mortos e 75 gravemente feridos ou mutilados.

Qual seria a reação da assim chamada opinião pública mundial, ou melhor, da mídia liberal, “celebridades” e líderes políticos? Haveria um coro ensurdecedor contra esse grande ato de crueldade e infâmia: Como alguém pode atacar pessoas pacíficas, no próprio ato de orar?

Então, por que o espetáculo do sangrento ataque de Al-Qaeda à catedral siríaca católica de Nossa Senhora da Salvação, em Bagdá (que deixou mais de cinquenta mortos e quase uma centena mutilados) não provoca o mesmo alvoroço e indignação? As notícias, análises e comentários de jornalistas, “celebridades” e funcionários governamentais foram discretos e comedidos.

Nos dias em que o comunismo dominava metade do mundo e influenciava os intelectuais na outra metade, o “politicamente correto” estabelecia que a indignação devia manifestar-se somente quandoera a esquerda que sofria um ataque. Os massacres comunistas foram ignorados ou relatados em linguagem “neutra” e soporífera. A mesma “correção política” parece estar sendo agora aplicada ao terrorismo islâmico.

Mas voltemos ao massacre na catedral católica siríaca de Bagdá.

“Em todo lugar há sangue. A atmosfera está muito tensa. Eles entraram no confessionário e atiraram no padre “, disse um jovem de 18 anos que não quis ser identificado e sobreviveu ao pesadelo. [1]

“Foi um massacre lá …. Nós cristãos não temos proteção suficiente. O que devo fazer agora? Deixar o país e pedir asilo?” − comentou Raed Hadi, membro da família de uma das vítimas. [2]

De acordo com um jovem que estava presente e sobreviveu, os terroristas “entraram na igreja com as suas armas, vestindo uniformes militares. Invadiram o local de orações e imediatamente mataram o padre. “

Monsenhor Pio Kasha, da Igreja Católica Siríaca, comentou: “Foi uma carnificina”.

O mesmo Monsenhor descreveu o ataque: “Os homens que realizaram os ataques eram muito bem organizados, [como fica patente] pela maneira como entraram … bem preparados e armados com metralhadoras, cintos de explosivos, e tudo o mais que poderiam precisar …. Como eles rapidamente fecharam as portas e encerraram os fiéis. Então, as forças de segurança vieram e …. foi uma verdadeira tragédia, tantas vidas perdidas …” [ 3]

O Pe. Douglas Yousef Al-Bazy, que fora seqüestrado em 2006 e trabalhara com os dois padres executados, fez a seguinte declaração: “Aqueles que dizem que estamos seguros, que podemos viver em paz no Iraque, são mentirosos. Mas nós vamos ficar neste país, porque ainda há pessoas cristãs aqui e ainda temos uma missão aqui”. [4]

O Pe. Wassim Sabih, um dos dois sacerdotes assassinados na igreja, empunhou um crucifixo e pediu aos terroristas que matassem a ele e poupassem os fiéis: a resposta deles foi jogá-lo no chão e crivar o seu corpo de balas.

Marie Freij, uma paroquiana, foi ferida na perna e ficou por três horas no chão, encharcada no próprio sangue e no dos padres. Sua declaração no hospital mostra a sublimidade da fé: “Eu pensei que talvez escapasse com vida, mas mesmo que não conseguisse, eu estava na igreja, e estaria bem”.

“Vários sobreviventes”, relata The New York Times, “disseram que muitas das mortes ocorreram quando os homens armados entraram e começaram a disparar a esmo nas pessoas, nos ícones da igreja e até mesmo nos vitrais das janelas. Eles descreveram a ferocidade dos atacantes, alguns dos quais falavam em dialetos de outros países árabes, como se a própria visão do interior da igreja os tivesse enraivecido. ‘Eles pareciam loucos’, disse Ban Abdullah, um sobrevivente de 50 anos de idade “. [5]

O bárbaro ato de terrorismo foi reivindicado por um grupo terrorista ligado a Al-Qaeda, o “Estado Islâmico do Iraque”. De acordo com o site na Internet Intelligence Group, esse grupo divulgou o seguinte comunicado:

“Os Mujahidins invadiram um imundo ninho do politeísmo, que tem sido há muito considerado pelos cristãos do Iraque como quartel-general de uma guerra contra a religião do Islã, e foram capazes, pela graça de Deus e Sua glória, de capturar aqueles que estavam ali reunidos e assumir pleno controle de todas as entradas do local”. [6]

A Missa é a renovação sacramental incruenta do Santo Sacrifício do Calvário, em que nosso Redentor derramou seu sangue por nós na mais terrível das mortes, aceita voluntariamente para nossa salvação. Nesta Missa em Bagdá, no domingo 31 de outubro, o sangue dos fiéis se misturou com o do Salvador, fazendo com que o Santo Sacrifício, que é sem derramamento de sangue em sua essência, se tornasse sangrento em seus acidentes.

“O sangue dos mártires é semente de cristãos” (sanguis martyrum semen Christianorum), segundo a expressão consagrada de Tertuliano. Possa o sangue derramado pelos nossos irmãos na Fé, oprimidos pelo islamismo no Iraque e alhures, obter do Deus Todo-Poderoso a graça de despertar no Ocidente, a coragem necessária para enfrentar os inimigos do Cristianismo bem como a vontade de lutar pela verdadeira Fé de Nossa Senhor Jesus Cristo.

________________
[1] The death tolls of violence in Baghdad Church increase to 58 people.
http://www.allvoices.com/contributed-news/7202274-the-death-tolls-of-violence-in-baghdad-church-increase-to-58-people.

[2] Massacre at Baghdad Church; 52 Dead
http://www.allvoices.com/contributed-news/7198536-massacre-at-baghdad-church-52-dead

[3] 2 Priests among 46 Christians killed in Hostage Drama in Iraq, http://www.allvoices.com/contributed-news/7201735-2-priests-among-46-christians-killed-in-hostage-drama-in-iraq.

[4] Jane Arraf and Sahar Issa, After Baghdad church attack, Christians shocked but say ‘we still have a mission here’ Tue, Nov 2 2010 8:59 am,
http://www.minnpost.com/worldcsm/2010/11/02/22937/after_baghdad_church_attack_christians_shocked_but_say_we_still_have_a_mission_here.

[5] Anthony Shadid, Church Attack Seen as Strike at Iraq’s Core, November 1, 2010, http://www.nytimes.com/2010/11/02/world/middleeast/02iraq.html?_r=1&pagewanted=print.

[6] Jonathan Adams, Correspondent / November 1, 2010, Deadly Baghdad church siege highlights threat to Iraqi Christians, http://www.csmonitor.com/World/terrorism-security/2010/1101/Deadly-Baghdad-church-siege-highlights-threat-to-Iraqi-Christians.

Texto original:
The Bloody Holy Mass by Luiz S. Solimeo
Disponível em
http://www.tfp.org/tfp-home/news-commentary/the-bloody-holy-mass/print.html

Fonte: http://www.ipco.org.br/home/igrejamundo/a-missa-sangrenta#more-5750