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1 de out de 2011

Exercícios piedosos aos cristãos - por São Pio X


Um bom cristão, pela manhã, assim que desperta, deve fazer o sinal da Cruz, e oferecer o coração a Deus, dizendo estas ou outras palavras semelhantes: "Meu Deus, eu vos dou o meu coração e a minha alma".

Ao levantar da cama e enquanto nos vestimos, deveríamos pensar que Deus está presente, que este dia pode ser o último da nossa vida; ademais, devemos levantar-nos e vestir-nos com toda a modéstia possível.

A um bom cristão, apenas se tenha levantado e vestido, convém pôr-se na presença de Deus e ajoelhar-se, se pode, diante de alguma devota imagem, dizendo com devoção: "Eu Vos adoro, meu Deus, e Vos amo de todo o coração; dou-Vos graças por me terdes criado, feito cristão e conservado nesta noite; ofereço-Vos todas as minhas ações, e peço-Vos que neste dia me preserveis do pecado, e me livreis de todo o mal. Assim seja". E rezar depois o Pai-Nosso, a Ave-Maria, o Credo, e os Atos de Fé, de Esperança e de Caridade, acompanhando-os com um vivo afeto do coração.

O cristão, podendo, deveria todos os dias:

1º. Assistir com devoção à Santa Missa;

2º. Fazer uma visita, por breve que fosse, ao Santíssimo Sacramento;

3º. Rezar o terço do Santo Rosário.

Antes do trabalho, convém oferecê-lo a Deus, dizendo do coração: "Senhor, eu Vos ofereço este trabalho, dai-me a vossa bênção". Deve-se trabalhar para glória de Deus e para fazer a sua vontade.

Antes da refeição, convém fazer o sinal da Cruz, estando de pé, e depois dizer com devoção: "Senhor, abençoai-nos a nós e ao alimento que vamos tomar, para nos conservarmos no vosso santo serviço".

Depois da refeição, convém fazer o sinal da Cruz, e dizer: "Senhor, eu Vos dou graças pelo alimento que me destes; fazei-me digno de participar da mesa celeste".

Quando nos vemos atormentados por alguma tentação, devemos invocar com fé o Santíssimo Nome de Jesus ou de Maria, ou recitar fervorosamente alguma oração jaculatória, como, por exemplo: "Dai-me a graça, Senhor, de que eu nunca Vos ofenda"; ou então fazer o sinal da Cruz, evitando porém que as outras pessoas, pelos sinais externos, suspeitem da tentação.

Quando uma pessoa reconhece ou receia ter cometido algum pecado, convém fazer imediatamente um ato de contrição, e procurar confessar-se quanto antes.

[Quando fora da igreja se ouve o sinal de elevação da Hóstia na Missa solene, ou da bênção do Santíssimo Sacramento] é bom fazer, ao menos com o coração, um ato de adoração, dizendo, por exemplo: "Graças e louvores se dêem a todo o momento ao Santíssimo e diviníssimo Sacramento".

Ao toque das Ave-Marias [pela manhã, ao meio-dia e à noite], o bom cristão recita o Anjo do Senhor ["Angelus"] com três Ave-Marias.

À noite, antes de se deitar, convém pôr-se, como de manhã, na presença de Deus, recitar devotamente as mesmas orações, fazer um breve exame de consciência, e pedir perdão a Deus dos pecados cometidos durante o dia.

Antes de adormecer, farei o sinal da Cruz, pensarei que posso morrer esta noite, e oferecerei o coração a Deus, dizendo: "Meu Senhor e meu Deus, eu Vos dou todo o meu coração. Trindade Santíssima, concedei-me a graça de bem viver e de bem morrer. Jesus, Maria e José, eu Vos encomendo a minha alma’.

No decurso do dia pode-se invocar a Deus freqüentemente com as orações breves que se chamam "jaculatórias". [Eis algumas:]

"Senhor, valei-me";

"Senhor, seja feita a vossa santíssima vontade";

"Meu Jesus, eu quero ser todo vosso";

"Meu Jesus, misericórdia";

"Doce Coração de Jesus, que tanto nos amou, fazer que eu Vos ame cada vez mais";

"Doce Coração de Maria, sede minha salvação";

É muito útil recitar, durante o dia, muitas jaculatórias, e podem recitar-se também com o coração, ser preferir palavras, caminhando, trabalhando, etc.

Além das orações jaculatórias, o cristão deveria exercitar-se na "mortificação cristã". Mortificar-se quer dizer privar-se, por amor a Deus, daquilo que agrada, e aceitar o que desagrada aos sentidos ou ao amor-próprio.

Quando é o Santíssimo Sacramento levado a um enfermo, devemos, sendo possível, acompanhá-Lo com modéstia e recolhimento; e, se não é possível acompanhá-Lo, fazer um ato de adoração em qualquer lugar que nos encontremos, e dizer: "Consolai, Senhor, este enfermo, e concedei-lhe a graça de se conformar com a vossa sAntíssima vontade e de conseguir a sua salvação".

Ouvindo tocar o sino pela agonia de algum moribundo, irei, se puder, à igreja orar por ele; e, não podendo, encomendarei a Nosso Senhor a sua alma, pensando que dentro em breve hei de encontrar-me também eu nesse estado.

Ao ouvir sinais pela morte de alguém, procurarei rezar um "De profundis" ou um "Réquiem", ou um Pai-Nosso e uma Ave-Maria, pela alma desse defunto, e renovarei o pensamento da morte.

Catecismo Maior de S. Pio X

Créditos blog catolicosribeirao.blogspot.com

Batina, sim ou não?


"Entretanto, padre sem batina, vestido como um leigo qualquer, tende a se nivelar, a levar uma vida de modo puramente natural, como todo o mundo, e a fazer esquecer o seu caráter sagrado. Pior, tende a passar a agir de modo igualitário, ele que tem a marca indelével de sacerdote em sua alma.
Um padre não é um homem como todo o mundo. É um ministro de Deus Altíssimo.
A batina não faz o padre, mas ajuda imensamente o padre a portar-se como padre, diferentemente de todo o mundo"

A batina é uma veste que pode ser usada por seminaristas, padres e bispos. Tem 33 botões na frente, que representam a idade de Cristo e 5 botões na manga, que representam as 5 chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Pode ser encontrada nas cores branca, cinza, roxa, preta e vermelha.
A batina é uma veste litúrgica obrigatoria para padres e significa a morte do padre para o mundo, o seu luto, com um colarinho branco representando a pureza. Era também uma forma de identificação, após o Concílio Vaticano II, os sacerdotes não são mais obrigados a usar essa veste para identificá-los. É bom lembrar que não foi abolido o uso da batina e que a exceção dada pelo Concílio Vaticano II não é de forma alguma um decreto de que não se deve, não se pode, mas pelo contrário, a batina continua sendo um veste própria do padre e que na medida do possível não deve ser dispensada.


O código de direito canônico define o seguinte, quanto à vestimenta dos padres:

Can. 284 – Os clérigos devem vestir um traje eclesiástico digno, de acordo com as regras estabelecidas pelas conferências episcopais e os costumes legítimos do lugar.

Este poder dado às conferências episcopais também foi causa da decadência na vestimenta, já que muitas vezes elas dão liberdade aos padres, sem puni-los, à revelia do que ordena o Papa.

Há um livro baseado em uma tese de Michele de Santi chamado “O hábito eclesiástico, seu valor e sua história”. Os trechos a seguir são extraídos deste livro. O que nos interessa é apenas este histórico e não as idéias do autor, com as quais muitas vezes não concordamos. Segue o resumo:

Nosso Senhor não deu instruções precisas sobre este assunto, porém recomendou aos apóstolos simplicidade e humildade.

Os hábitos usados no Império Romano, adotados rapidamente por conveniência à fé, à dignidade e à modéstia do estado clerical, constituem as primeiras formas de hábito eclesiástico: túnica branca ou clara, com mangas, longa até o calcanhar (túnica talaris), acompanhada de uma veste de lã. Este hábito era similar ao usado pelos monges.

As perseguições não favoreceram o desenvolvimento de um hábito que desse distinção: os padres precisavam freqüentemente se esconder.

Em 422, o Papa Celestino I lança um primeiro documento sobre este assunto em uma carta endereçada aos bispos da Gália. Os padres não deveriam se vestir do mesmo modo que os monges, pois esta vestimenta grosseira era freqüentemente motivo de zombaria nas cidades. A cor clara usada até então é substituída, pouco a pouco, pela cor escura, inicialmente em Constantinopla para que se distinguissem dos Novacianos, que usavam o branco. Depois sob a inflência dos Beneditinos, cujo hábito era negro. O vermelho foi proibido pois era mais adequado aos magistrados leigos do que aos religiosos.

No fim do século VI há uma mudança, devido ao fim das perseguições e ao fim do hábito longo nos países europeus. Com efeito, as invasões bárbaras, francas e lombardas trazem o hábito curto, mais prático. São Gregório Magno (590-604) fala pela primeira vez em “hábito do clero”.

No século XI São Bernardo (1090-1153) lembra que a vestimenta dos padres deve ser o sinal exterior de suas virtudes interiores, pois na época os padres estavam transformando o hábito em objeto de luxo e vaidade.

O decreto de Gratien (1140) insiste em que o hábito deve ser usado em toda parte, na rua, em viagem ... Gratien comenta esta posição citando Santo Agostinho, que afirmava que freqüentemente as desordens do corpo manifestam as desordens do espírito.

O Concílio de Trento traz a famosa expressão (muitas vezes deturpada em seu sentido original): “Mesmo considerando que o hábito não faz o monge, é necessário que os religiosos vistam sempre um hábito adequado a seu estado (...)”

O primeiro Concílio de Milão (1565) impôs a cor negra e o quarto (1576) lembra a obrigação de usar a batina na Igreja mesmo quando não se use a capa.

Sixto V (1585-1590) trará, por assim dizer, a pedra final ao edifício com a Constituição “Cum Sacrosancta”, obrigando os padres a usar a batina. Impôs punições severas a quem desobedecesse. Quatro anos mais tarde esta lei será abrandada, voltando à interpretação mais genérica que prevalecera no Concílio de Trento; os padres devem usar um hábito conveniente a seu estado e de acordo com as disposições de seu bispo.

O Código de 1917 (can. 136) pede aos padres que usem um hábito eclesiástico conveniente (decentem) segundo os legítimos costumes do lugar e do Bispo. Sem outras definições mas com penalidades que podem ir até à perda do cargo ou estado clerical.

Pouco antes do Concílio Vaticano II, o Sínodo de Roma de 1960 lembra que os padres residentes em Roma devem usar a batina.

Nos documentos posteriores ao Concílio encontramos sobretudo argumentação para convencer os padres a usar a batina nesta época de tantas contestações.

Em 1966, a Conferência Episcopal Italiana aconselha que para “vantagem pessoal do padre” e “edificação da comunidade, a batina deve ser a vestimenta normal dos padres”; o clergyman sendo reservado para as viagens ou quando for necessário por comodidade...

Neste mesmo ano, a Cúria alerta que os padres que trabalham no Vaticano devem usar a batina. E Paulo VI se lamentou em 17 de Setembro de 1969: “fomos longe demais na intenção, em si louvável, de inserir o padre no contexto social, até o ponto de secularizar sua forma de viver, de pensar, e mesmo seu hábito, com o grave risco de enfraquecer sua vocação e de ridicularizar seus compromissos sagrados assumidos diante de Deus e da Igreja”.

João Paulo II, em uma carta endereçada ao Cardeal Vigário exprime seu pensamento sublinhando mais uma vez a importância do uso do hábito, “testemunho da identidade do padre e de que pertence a Deus” ... “em um mundo tão sensível à linguagem das imagens”.

O Código de 1983 não traz modificações substanciais, de acordo com o autor do livro. Entretanto duas medidas foram tomadas que não favorecem o uso da batina: não cabe mais ao Bispo definir o hábito a ser usado em sua diocese (batina, clergyman, etc...) mas à conferência episcopal.

O Código não menciona mais penalidades para os contraventores: não usar o hábito, de acordo com o novo código, não é mais considerado um delito contra as obrigações particulares do estado religioso. Não se mudou a lei, mas é como se ela não tivesse mais que ser considerada.

Em 1999, o Papa ainda tenta convencer: “é um dever de se mostrar sempre tais como sois a todos, com uma humilde confiança, com este sinal externo: é o sinal de um serviço sem descanso, sem idade, porque ele está gravado em sua própria alma”.


Padre Mateus comenta o evangelho deste domingo

Carissimos filhos de Nossa Senhora Rainha da Paz:

Que a Paz de estejam convosco!!!


Neste Domingo vamos meditar a parábola da Vinha arrendada aos vinhateiros.... uma parábola que é na verdade a alegoria da história da salvação, sintese da infedilidade do homem diante da fidelidade e do amor de Deus... mas, Deus não se deixa vencer, Deus se torna o perdedor e o ultrajado para ganhar no amor, Deus perde-se a sí mesmo, para poder gerar a nova vida, mesmo pagando o preço da maldição da cruz.... para assistir clique:
Segue o comentário da Mensagem do dia 25/09/11 proferida pelo Pe. Eugenio, fundador do nosso Mosteiro:

Veja a apresentação do Grupo de Jovens Don Bosco, ao Regional Sul 1 da CNBB, em relação ao trabalho Pró-vida, colocação feita por Pe. Mateus Maria no dia 24/09/11 no Mosteiro São Bento – SP, clique:

Assista também a Bela palestra do Prof. Hermes Nery, um grande guerreiro Pró vida, muito bem fundamentado na doutrina da Igreja, um grande apóstoo de Deus nesta cultura de morte....clique:

Por meio desta mensagem, receba a bênção Especial e Materna da Gospa Maria Rainha da Paz, a bênção da saúde espiritual e física, a benção da cura e da libertação: “Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo!”. Amém!!!

Permaneçamos Unidos em Oração com Maria!
Um fraterno abraço em Cristo Jesus!

Pe. Mateus Maria, FMDJ
Prior do Mosteiro Menino Jesus

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Panie Jezu Ufam Tobie!

01 de outubro: dia de Santa Terezinha do Menino Jesus.

"Quero passar o meu céu fazendo o bem na terra"
Santa Terezinha do Menino Jesus



Hoje é um dia mais que especial para mim. É o dia de uma santa a quem eu muito amo, e ouso, na minha miséria, chamar-lhe de "madrinha". Hoje, louvamos a Deus pela vida desta gigante que entendeu que ser grande era fazer-se pequena e percorrer a pequena via: a via do Amor.

A citação foi feita por Santa Terezinha próxima à sua morte. Ela prometeu que queria viver o céu fazendo o bem na terra. Que quando a rogasse, faria chover rosas do céu como sinal de bênção. No dia de sua morte, choveu rosas do céu, sinal este de que o Senhor a acolheu, bem como aos seus pedidos. É por este motivo que Santa Terezinha é conhecida, também, como Santa Terezinha das Rosas.

Quando lemos sua autobiografia "História de uma alma", conhecemos a caçula de cinco irmãs que resolveram doar-se inteiramente a Jesus numa vida religiosa. Seus pais, hoje veneráveis Luís e Célia Martin, ensinaram as filhas a amar Jesus tão intensamente, que desposaram suas vidas ao Mestre. 

Lembro-me de uma passagem em sua autobiografia, quando citava seu pai rezando em uma Igreja. Seu pai já era viúvo. Terezinha foi ao convento. Enquanto louvava a Deus, vertia lágrimas de alegria. Dizia: "Meu Deus! Sinto que vou morrer de júbilo! Levaste minhas cinco filhas para Ti. Quanta alegria. Não me cabe no peito!". É tão constrangedor ver que um pai se alegra que suas cinco filhas se doaram inteiramente ao Senhor nos dias de hoje, pois não vemos mais pais ardorosos que estimulem seus filhos ao caminho do Reino, em uma vida celibatária, doada inteiramente à Igreja por amor a Jesus.

A vida desta Santa e desta Santa Família tem muito a nos ensinar.
Segue alguns vídeos sobre a vida de Santa Terezinha.




Para saber mais, clique aqui:http://fabianapaula.wordpress.com/category/santa-teresinha-do-menino-jesus-e-da-sagrada-face/ 

Ativistas homossexuais se gabam de vitória sobre grupos pró-família em campanha do PayPal.


Clique aqui para assinar a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família
29 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Sites gayzistas estão se gabando de vitória numa campanha em andamento para induzir o PayPal, uma das maiores empresas de processamento de pagamentos do mundo, a eliminar cristãos pró-família de seu serviço.
A revista homossexual “On Top” relata que o PayPal eliminou de seu serviço [a entidade evangélica] Coral Ridge Ministries assim como Julio Severo, tradutor de LifeSiteNews e famoso blogueiro pró-família do Brasil.
A conta de Severo também foi congelada pelo PayPal, que diz que não lhe dará acesso aos recursos restantes na conta por metade de um ano.
A organização gayzista “All Out”, que está encabeçando a campanha com uma iniciativa de petição, se gaba de que “Nossa pressão está funcionando — o PayPal já suspendeu vários sites extremistas! Vamos continuar pressionando, de modo que o PayPal saiba que não desistiremos até que suspendam todos os sites extremistas!”
A petição do AllOut pede que o PayPal elimine seu serviço para organizações cristãs que se opõem ao estilo de vida e agenda política homossexual, afirmando que esses grupos pregam “ódio” e são “extremistas”.
A lista de grupos denunciados por AllOut mistura importantes organizações pró-família, como Tradição, Família e Propriedade (TFP) e Americanos a favor da Verdade acerca da Homossexualidade (Americans for Truth About Homosexuality [AFTAH]) com o extremista Dove World Outreach Center, que provocou violência em países muçulmanos depois de ameaçar queimar publicamente o Corão.
Depois do início da campanha do AllOut, LifeSiteNews começou sua própria campanha para pedir ao PayPal que não discrimine cristãos pró-família por expressarem seus princípios religiosos e morais.
Embora a petição tenha coletado mais de 7.400 assinaturas, o PayPal continua a se mostrar evasivo a todas as tentativas de entregar assinaturas e fazer perguntas sobre suas políticas, que parecem favorecer ativistas homossexuais acima dos cristãos.
Informações de contato:
Assine a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família.
Telefone para a sede do PayPal nos EUA: 1-402-935-2050
Envie um e-mail ao PayPal clicando aqui e selecionando “Email Us”. Pessoas que não têm conta no PayPal podem selecionar a opção à direita e receberão um formulário para preencher.

Estado laico deve promover e dar espaço às manifestações religiosas também na televisão




RIO DE JANEIRO, 30 Set. 11 / 07:41 pm (ACI)

Na última quinta-feira, dia 29 de setembro, realizou-se uma audiência pública para debater a exclusão de programas religiosos na TV Brasil, emissora pública pertencente à Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Também participaram da audiência pública o Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Paulo Cezar Costa quem afirmou que “o Estado deve promover e não coibir as diversidades religiosas”.

O documento aprovado pelo Conselho Curador da EBC também afirma que a empresa tem “caráter republicano laico” e reconhece “a importância fundamental e histórica e o caráter plural do fenômeno religioso” no Brasil. O documento esclarece ainda que “o fenômeno religioso deve continuar merecendo atenção” das TVs e rádios da EBC, porém “respeitando o critério da pluralidade máxima das vivências religiosas existentes no país”.

Com a decisão da EBC, a Secretaria Executiva do Conselho Curador retirou do ar dois programas católicos, "Santa Missa" e "Palavras de Vida" (no ar desde 1975), e o programa evangélico "Reencontro" (exibido desde 1972).

Alguns senadores brasileiros criticaram a decisão do Conselho Curador da EBC. Eles refutaram o argumento apresentado pelos conselheiros de que os programas católicos “Santa Missa” e “Palavras de Vida” e o programa evangélico “Reencontro” privilegiam as duas religiões em detrimento das demais, e que, na grade das emissoras públicas, deve haver a “pluralidade máxima das vivências religiosas existentes no país”.

“O Estado não deve ter uma posição restritiva, mas que alargue a participação das religiões na TV brasileira”, afirmou Dom Paulo Cezar. O bispo também afirmou que “a audiência salientou o que já pensávamos, ou seja, a EBC confundiu a laicidade do Estado. Um Estado laico deve promover e ampliar o espaço dado a todo tipo de manifestação religiosa, ao contrário do que a EBC está fazendo, que é simplesmente retirar do ar”, ressaltou.

Após entrar com uma ação junto à Justiça Federal de Brasília, a Arquidiocese do Rio de Janeiro conseguiu que o juiz da 15ª Vara Federal do Distrito Federal, João Luiz de Souza, concedesse, na última terça-feira, 20 de setembro, liminar garantindo a transmissão dos programas “A Santa Missa” e “Palavras de Vida” pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O conselho curador da EBC — estatal que opera a TV Brasil e oito rádios oficiais — havia aprovado em março a resolução que determinava a suspensão, dentro do prazo de seis meses, de todos os programas religiosos constantes na programação da emissora.

A medida judicial tomada pelo departamento jurídico da Arquidiocese conseguiu a suspensão desse ato do conselho curador da EBC e com tutela antecipada.

“O programa não vai sair do ar. Ele vai acontecer no próximo final de semana e até que o mérito dessa ação seja julgado”, explicou a advogada Claudine Milone em declarações reunidas pelo portal da arquidiocese carioca.

“A TV Brasil, como uma TV pública, deve prestar serviço à sociedade. E os programas religiosos fazem exatamente isso: prestam uma assistência religiosa. Não só os católicos, mas também os de outras religiões. Então, a ideia não é suprimir os programas e sim trazer novas religiões, se for o caso. (...) O serviço religioso deve ser prestado à sociedade”, recordou a advogada.

Por sua parte, a Arquidiocese do Rio afirma em nota de imprensa que “defende que uma empresa pública de telecomunicações deve abrir suas portas a todas as religiões, especialmente as de grande representatividade na sociedade”.

“O conselho curador da EBC havia alegado ainda o caráter republicano laico da Empresa. No entanto, a um estado laico não cabe o repúdio às diversas religiões que são seguidas pelo povo brasileiro”, afirma a nota de imprensa deste 30 de setembro da diocese.