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6 de out de 2011

Casamento gay,por que a Igreja Não aceita?

* “Matrimônio” Gay: Porque a Igreja não aceita como uma “evolução” do conceito?

Padre Inácio José Schuster

Oferecemos a tradução ao português do documento Frequently asked questions about granting same-sex partners the legal right to marry difundido pela Conferência Episcopal do Canadá.

Muitas das respostas que se baseiam num informe sobre o matrimônio apresentado pela conferência episcopal ante a Comissão permanente sobre Justiça e Direitos Humanos da Câmara dos Comuns.

O texto completo em inglês e francês desta exposição adaptada está disponível na página web da Catholic Organization for Life and Family e na página web da Conferência Episcopal Católica do Canadá.

P: Como se pode dizer que o principal fim do matrimônio é a procriação, se nem todos os casamentos têm filhos, nem todos os filhos nascem dentro do matrimônio e, com as novas tecnologias e a ajuda de uma terceira pessoa de sexo oposto, as uniões do mesmo sexo podem ter filhos?

R: O fato de que algumas uniões casadas não gerem filhos seja por causa de infertilidade ou decisão pessoal não determina o fim do matrimônio. As exceções provam, não invalidam, a regra; as formas de atuar individuais não invalidam os objetivos de uma instituição; as variações não anulam uma norma.

O fato biológico inerente que permanece é que, pelo geral, o matrimônio entre um homem e uma mulher dará como resultado crianças. Fato que não podem alterar nem mudanças no reino das idéias, nem tendências sociais ou novas tecnologias.

P: Por acaso não evoluíram durante anos os fins do matrimônio? Por exemplo, já não se tolera o estupro sob a cobertura do matrimônio, e as leis familiares desenvolveram-se até ao reconhecimento da igualdade dos esposos? A finalidade do matrimônio não evoluiu da procriação para o reconhecimento de um compromisso expresso?

R: O fim central do matrimônio, que serviu à sociedade desde tempos imemoriais, não mudou. As evoluções mencionados acima não têm que ver realmente com a natureza do matrimônio senão com mudanças dentro da estrutura atual do matrimônio. Simplesmente foram desenvolvimentos para reforçar, não para redefinir a instituição. Inclusive, ainda que o matrimônio tenha estado evoluindo durante anos, sempre foi em continuidade com sua natureza.

P: A ênfase sobre a reprodução, significa que os matrimônios de uniões inférteis são inválidos?

R: Existem uniões que não têm filhos por escolha pessoal ou por infertilidade: o aumento dos segundos matrimônios significa que se convertem numa circunstância mais comum que no passado. Mas as exceções não invalidam, senão que mais bem provam a regra, especialmente quando têm lugar numa instituição que joga um papel tão vital como o matrimônio. Como se viva atualmente um matrimonio não determina os objetivos de uma instituição importante, que tem objetivos críticos para o futuro da sociedade.

P: De que maneira afeta aos matrimônios heterossexuais que se dê a possibilidade legal das uniões do mesmo sexo?

R: O matrimônio é um consentimento pessoal e também social. O que se reconhece legal e socialmente não é só o consentimento pessoal senão também um consentimento social que contribui ao futuro da sociedade ao ter e criar filhos. Ainda que não todas as uniões casadas tenham filhos, a relação entre um homem e uma mulher tem o potencial inerente de criar filhos. Permitir as uniões do mesmo sexo casar-se mudaria a definição de matrimônio até tal ponto que deixaria de ser matrimônio. A procriação não é só o fim do matrimônio senão que é essencial a instituição. Além do mais, a complementariedade e riqueza da diferença sexual é essencial para a expressão do amor conjugal.

Se devem analisar as leis não só segundo seu impacto nos indivíduos senão também por seu impacto no tecido social. É importante para a estabilidade da família e, em última instância, da sociedade, consolidar a instituição do matrimônio. O senhor juiz Pitfield em um ditame do Tribunal Supremo da Columbia Britânica de outubro de 2001 expressava a dimensão social do matrimônio desta forma: “O estado tem uma justificação demonstravelmente genuína ao conceder reconhecimento, preferência e precedência a natureza e caráter dos acordos centrais e sociais nos que uma sociedade se apoia“.

P: Que resposta se pode dar as uniões do mesmo sexo que dizem que, se se lhes permitisse casar-se, suas uniões se consolidariam e seus filhos se veriam melhor protegidos, posto que o reconhecimento lhes tiraria o estigma social?

R: O fato é que as crianças estão vivendo hoje em dia numa variedade de lares: famílias misturadas, famílias estendidas, famílias de um só progenitor, famílias nas que morreu um progenitor, famílias pobres, famílias ricas. Durante séculos, o matrimônio se baseou na promoção da relação de união e a continuidade da sociedade. Não se baseou em primeiro lugar sobre a afirmação da escolha de vida de um dos componentes da união. Enquanto ao estigma social, é importante reforçar o ensinamento da Igreja de que todos os seres humanos tem igual dignidade humana e são dignos do mesmo respeito, porque foram criados a imagem de Deus; isto é verdade ainda que certo comportamento sexual seja ou não aceito pela Igreja.

P: Permitir as uniões do mesmo sexo rebaixaria o matrimônio?

R: Conceder às uniões do mesmo sexo o direito legal ao matrimônio poderia mudar a definição do matrimônio a tal ponto que deixaria de ser matrimônio. Borrar as distinções entre o matrimônio e outras formas de relação poderia dar como resultado menor diversidade na sociedade, não maior. Isto não é fazer juízos sobre a riqueza e o valor dos indivíduos nos diferentes tipos de relação. Todos os seres humanos têm uma dignidade humana inerente porque vem de Deus e são amados por Deus.

Resulta apropriado distinguir entre matrimônio e outros tipos de relações porque assim foi durante séculos e continua sendo o marco através do qual se perpetua a sociedade mesma. As estatísticas provam de maneira esmagadora que o matrimônio é o melhor ambiente no que criar os filhos.

Como afirmava o senhor juiz Pitfield numa decisão da Corte Suprema de Columbia Britânica, em outubro de 2001,a única questão é se o matrimônio pode converter-se em algo que não é, para englobar outras relações“.

P: As uniões do mesmo sexo têm agora quase todos os mesmos benefícios sociais que as uniões casadas; não se estará na realidade lutando só por uma palavra? O que existe de tão importante na palavra matrimônio“?

R: As palavras são importantes. Por exemplo, nossos nomes pessoais, nossos sobrenomes são “só palavras”. As palavras significam quem e que somos e o significado das instituições. O matrimônio tem um enorme significado porque existiu através de todas as culturas, credos e sistemas políticos que recorda a história. O matrimônio é uma palavra que está cheia de história, significado e simbolismo, e que deveríamos conservar para esta realidade única.

P: Se alguns aspectos do matrimônio se assemelham aos de outras relações, isto significa que não é distinto de outras relações?

R: É certo que as relações de uniões de fato produzem filhos, alguns matrimônios não, e algumas uniões do mesmo sexo têm filhos seja de relações anteriores ou com a ajuda das novas tecnologias. O que é importante é não dividir o matrimônio em seus componentes senão olhar o seu fim mais importante que está profundamente arraigado em nossa história, cultura e tradições religiosas.

P: Recusar às uniões do mesmo sexo o direito a casar-se seria fazer o mesmo que as leis de alguns países que se usam para prevenir o matrimônio entre raças diferentes?

R: A analogia é inválida porque as leis raciais não têm justificação à hora de manter separadas as raças, não à hora de falar da natureza do matrimônio. Os matrimônios do mesmo sexo poderiam, como ocorre com a poligamia, mudar a verdadeira natureza do matrimônio ao convertê-lo em algo que não é.

P: Existem três casos judiciais em Ontário, Quebec, e Columbia Britânica sobre a definição do matrimônio. Em todos os tribunais se afirmou que a definição de oposição de sexos do matrimônio é discriminatória, e só em um (o caso de Columbia Britânica) se declarou que a discriminação era justificável. A mudança na definição do matrimônio, não será só uma questão de tempo? Não deveria a Igreja promover a igualdade?

R: Primeiro, estes são juízos de tribunais de primeira instância e existe um longo processo de apelação. As distinções legais e sociais se fazem entre matrimônio e outros tipos de relação como uniões de fato, uniões do mesmo sexo e outras relações adultas não sexuais, não sobre a base de características pessoais irrelevantes.

A natureza destas relações é substancialmente diferente do matrimônio, inclusive tendo aspectos similares. A instituição do matrimônio transcende as exceções. Nem se está sugerindo que as distinções se façam sobre a base de que os indivíduos em um tipo de relação sejam mais dignos de respeito como seres humanos que outros.

O ensinamento católico deixa claro que se deve respeitar a dignidade de todos os seres humanos porque foram criados à imagem de Deus. O que se está questionando aqui é se redundará em benefício da sociedade mudar a definição do matrimônio até o ponto de que já não corresponda à sua realidade, não só como foi conhecido e vivido durante séculos, senão também como é conhecido e vivido pela vasta maioria dos canadenses de hoje, assim como pelo resto do mundo.

P: O que se pode dizer sobre as uniões de fato do mesmo sexo?

R: Existem outras relações entre adultos que implicam compromisso, carinho e interdependência emocional e financeira, impliquem ou não um componente sexual. Se o governo vê conveniente tratar suas preocupações através de uniões civis ou uniões registradas, se deveria fazer de maneira que não redefina radicalmente o matrimônio. O matrimônio deve manter-se como uma instituição de sexos opostos.

P: As pessoas que formam uniões do mesmo sexo formarão parte do registro de uniões civis que se criará para elas, não serão tratados como cidadãos de segunda classe?

R: Tratar o matrimônio de maneira diferente não é um juízo sobre o valor ou dignidade humana dos indivíduos nos diferentes tipos de relações. A distinção se faz devido ao papel diferente que o matrimônio desempenhou na perpetuação e estabilidade da sociedade.

* “STF” da Colômbia não aprova o mal chamado “matrimônio” gay.

A Corte Constitucional da Colômbia negou-se no dia 26 de julho a equiparar as uniões homossexuais ao matrimônio, ratificando a definição vigente desde 1887 que estabelece que esta instituição é a união entre um homem e uma mulher, mas deixou aberta a possibilidade de que o Congresso legisle sobre o tema em um prazo de dois anos.

Entretanto a decisão unânime da Corte também estabelece que os casais homossexuais têm “direito” a formar uma família.

Há poucos dias a Igreja Católica na Colômbia junto de 300 denominações cristãs solicitaram à Corte Constitucional que não equiparasse as uniões de pessoas do mesmo sexo ao matrimônio nem lhes desse a potestade de adotar menores, pois isso “afetaria as famílias colombianas e os valores éticos da pátria”.

Conforme assinala o jornal colombiano El Tiempo, o Tribunal pediu ao Congresso que legisle sobre o reconhecimento ou não das uniões homossexuais em um prazo de dois anos, após o qual “os casais homossexuais poderão ir a um escrivão para legalizar sua união”, disse o juiz Juan Carlos Henao, presidente do tribunal.

“Se em 20 de junho de 2013 o Congresso não tiver legislado, os casais homossexuais podem ir a um cartório e com a mesma solenidade do matrimônio heterossexual estabelecer um vínculo, com conseqüências similares ao de um casal heterossexual”, acrescentou.

Desta forma as uniões de pessoas do mesmo sexo teriam em 2013 a possibilidade de unir-se em uma figura similar à do matrimônio civil, com os mesmos deveres e direitos.

Atualmente os homossexuais declaram suas uniões livres perante escrivães para ter acesso à segurança social, a aposentadoria e a herança, faculdades que a Corte Constitucional reconhece desde ano 2007.

Na opinião do presidente do Partido Conservador, José Darío Salazar, “enviar ao Congresso uma mensagem para que legisle sobre o tema é uma maneira muito fácil de lavar as mãos. A impressão que eu tenho é que lá há magistrados que, como não podem modificar a Constituição, pressionam o Congresso para que se modifique o que eles devem guardar”.

Conforme informa a agência Efe, sobre a sentença da Corte Constitucional, o Secretário Geral da Conferência Episcopal da Colômbia, Dom Juan Vicente Córdoba, assinalou que existe uma “uma discreta satisfação”.

Do mesmo modo, recalcou que a Igreja Católica sempre defendeu que os homossexuais devem gozar de todos os direitos e jamais serem discriminados. “Nós não estamos contra eles, séria contraditório com o Evangelho”, precisou.

O Prelado também explicou que é falso o rumor que circulou sobre uma suposta ameaça da Igreja de excomungar os magistrados que se manifestassem a favor do mal chamado “matrimônio” homossexual. “Isso não é verdade. Nunca dissemos essa frase”, assinalou.

A doutrina católica não aprova o mal chamado “matrimônio” gay porque atenta contra a natureza, sentido e significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

O Vaticano e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar “modelos alternativos” de vida familiar e conjugal atentam contra a célula básica da sociedade.

10 razões contra o casamento homossexual!

* 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual não é aceito pela fé cristã.


1. O “casamento” homossexual não é casamento

Chamar algo de casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança entre um homem e uma mulher, ordenada por sua natureza à procriação e educação dos filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.

Os promotores do “casamento” homossexual propõem algo completamente diferente. Eles propõem a união entre dois homens ou duas mulheres. Isso nega as evidentes diferenças biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.

Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.

2. O “casamento” homossexual viola a Lei Natural

Casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.

O preceito mais elementar da lei natural é que “o bem deve ser feito e buscado e o mal deve ser evitado”. Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau. Assim, ele pode conhecer o objetivo ou finalidade de cada um de seus atos e como é moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um ato em finalidade do ato.

Qualquer situação que institucionalize a defraudação da finalidade do ato sexual viola a lei natural e a norma objetiva da moralidade.

Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela se aplica da mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os lugares e sempre. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina que a lei natural está inscrita no coração de todo homem (Rom 2,14-15).

3. O “casamento” homossexual sempre nega à criança ou um pai ou uma mãe

O melhor para a criança é crescer sob a influência de seu pai natural e sua mãe natural. Esta regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou criadas por só um dos genitores, um parente, ou pais adotivos.

A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os “filhos” de “casais” homossexuais. Esses “filhos” serão sempre privados ou de sua mãe natural ou de seu pai natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.

O chamado “casamento” homossexual ignora os interesses da criança.

4. O “casamento” homossexual valida e promove o estilo de vida homossexual

Em nome da “família”, o “casamento” homossexual serve para validar não só as referidas uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e transgêneros.

As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de comportamento.

O reconhecimento legal do “casamento” homossexual necessariamente obscurece certos valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade pública.

5. O “casamento” homossexual transforma um erro moral num Direito Civil

Os ativistas homossexuais afirmam que o “casamento” homossexual é uma questão de direitos civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos 1960 nos Estados Unidos, por exemplo.

Isso é falso.

Primeiro de tudo, comportamento sexual e raça são realidades essencialmente diferentes. Um homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes em suas características: um pode ser preto, o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas.

O “casamento” homossexual se opõe à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo, independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.

Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o casamento inter-racial de um homem e uma mulher e o “casamento” entre duas pessoas do mesmo sexo.

6. O “casamento” homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente estéril

O casamento tradicional é geralmente tão fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim tem de fazer violência à natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.

Pelo contrário, o “casamento” homossexual é intrinsecamente estéril. Se os “cônjuges” querem ter um “filho”, eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar maternidade de substituição [“mães de aluguel”]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.

Portanto, não podemos chamar de casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os benefícios do casamento verdadeiro.

7. O “casamento” homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o casamento

Uma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento é que, por sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de uma atmosfera estável, afetuosa, e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do mútuo afeto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um evidente interesse do Estado.

O “casamento” homossexual não fornece essas condições. Seu desígnio principal, objetivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por natureza. Não tem direito, portanto, à proteção que o Estado concede ao casamento verdadeiro.

8. O “casamento” homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade

Ao legalizar o “casamento” homossexual, o Estado se torna o seu promotor oficial e ativo. O Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimônia civil, ordena as escolas públicas a ensinarem sua aceitação pelas crianças, e pune qualquer funcionário que manifeste sua desaprovação.

Na esfera privada, pais contrariados vão ver seus filhos expostos mais do que nunca a esta nova “moralidade”; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar em aceitar “casais” homossexuais como inquilinos.

Em todas as situações em que o casamento afete a sociedade, o Estado vai esperar que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam suas consciências, coonestando, por silêncio ou ação, um ataque à ordem natural e à moral cristã.

9. O “casamento” homossexual é a vanguarda da revolução sexual

Na década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o “casamento” homossexual.

Se o “casamento” homossexual for universalmente aceito como a etapa presente da “liberdade” sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto, pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.

A insistência na imposição do “casamento” homossexual ao povo norte-americano torna cada vez mais claro que o ativista homossexual Paul Varnell escreveu no “Chicago Free Press”:

“O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”

10. O “casamento” homossexual ofende a Deus

Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por Deus, comete-se um pecado e se ofende a Deus. O “casamento” homossexual faz exatamente isso. Assim, quem professa amar a Deus deve opor-se a ele.

O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Gênesis: “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os abençoou: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1, 27-28).

O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Mc 10, 6-7).

Uma posição de princípios, não pessoal

Ao escrever esta declaração, não temos qualquer intenção de difamar ou menosprezar ninguém. Não somos movidos pelo ódio pessoal contra nenhum indivíduo. Ao nos opormos intelectualmente a indivíduos ou organizações que promovem a agenda homossexual, nosso único objetivo é defender o casamento tradicional, a família, e os preciosos restos da civilização cristã.

Como católicos praticantes, estamos cheios de compaixão e rezamos por aqueles que lutam contra a tentação implacável e violenta do pecado do comportamento homossexual. Rezamos por aqueles que caem no pecado homossexual por causa da fraqueza humana: que Deus os ajude com Sua graça.

Estamos conscientes da enorme diferença entre essas pessoas que lutam com suas fraquezas e se esforçam por superá-las, e outros que transformam seus pecados em motivo de orgulho e tentam impor seu estilo de vida à sociedade como um todo, em flagrante oposição à moralidade cristã tradicional e à lei natural. No entanto, rezamos por eles também.

Rezamos também pelos juízes, legisladores e funcionários do governo que, de uma forma ou de outra, tomam medidas que favorecem a homossexualidade e o “casamento” homossexual. Não julgamos suas intenções, disposições interiores, ou motivações pessoais.

Rejeitamos e condenamos qualquer forma de violência. Simplesmente exercitamos a nossa liberdade de filhos de Deus (Rom 8:21) e nossos direitos constitucionais à liberdade de expressão e à manifestação pública, de forma aberta, sem desculpas ou vergonha da nossa fé católica. Nos opomos a argumentos com argumentos. Aos argumentos a favor da homossexualidade e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, respondemos com argumentos baseados na reta razão, na lei natural e na Divina Revelação.

Em uma declaração polêmica como esta, é possível que uma ou outra formulação possa parecer excessiva ou irônica. Essa não é a nossa intenção.

Original inglês:

10 Reasons Why Homosexual “Marriage” is Harmful and Must be Opposed

Disponível em

http://www.tfpstudentaction.org/politically-incorrect/homosexuality/10-reasons-why-homosexual-marriage-is-harmful-and-must-be-opposed.html


Você é cristão e curte Lady Gaga?


Estou apaixonada por Judas”

Como diz São Paulo,Chegarão Dias em que os homens já não suportarão a SÃ DOUTRINA DA SALVAÇÃO,e infelizmente essa Filha de Deus que se comporta como Filha de Satanás tem enganados a Muitos,pense um pouco irmão,Deus nos chama a Santidade,ou Santos Ou Nada.

Lady Gaga resolveu antecipar o lançamento de seu segundo single “Judas”, que, como anunciamos aqui seria algo blasfemo e irreverente. Nada, é claro que distoe do estilo “Lady Gaga” de levar seu sucesso- ou seja – pisando nas crenças dos outros. Pelo que entendi, na música ela se põe no papel de Maria Madalena e se apaixona pelo apóstolo traidor. Em alguns trechos ela diz “Judas é o demônio a quem me apego”. Tem um trecho que diz “wear an ear condom next time”. Literalmente significa “use uma camisinha nos ouvidos da próxima vez”. A letra que postarei abaixo traduziu como “Ou proteja seus ouvidos na próxima vez”. Sem dúvida ela utilizou a expressão “ear condom” para polemizar. Procurei no Google e não encontrei nada. Por que será, né?

Judas

Oh oh oh oh oh oh estou apaixonada por Judas, Judas
Oh oh oh oh oh oh estou apaixonada por Judas, JudasJudas, Judas (4x)
GagaJudas, Judas (4x)
Gaga

Quando ele vier para mim, estarei pronta
Lavarei seus pés com meu cabelo, se precisar
Eu o perdoarei quando sua língua mentir por causa de seu cérebro
Mesmo depois que ele me trair três vezes

Eu vou derrubá-lo
Eu vou derrubá-lo, derrubá-lo
Um rei sem coroa
Um rei sem coroa

Eu sou apenas uma Santa Idiota, oh baby, ele é tão cruel
Mas eu ainda estou apaixonada por Judas, baby
Eu sou apenas uma Santa Idiota, oh baby, ele é tão cruel
Mas eu ainda estou apaixonada por Judas, baby

Oh oh oh oh oh oh estou apaixonada por Judas, Judas
Oh oh oh oh oh oh estou apaixonada por Judas, Judas

Judas, Judas (4x)
Gaga

Eu jamais poderia amar um homem tão puramente
Até mesmo a escuridão perdoou seus modos perversos
Aprendi que o amor é como um tijolo
Você pode usar para construir uma casa ou afundar um cadáver

Eu vou derrubá-lo
Eu vou derrubá-lo, derrubá-lo
Um rei sem coroa
Um rei sem coroa

Eu sou apenas uma Santa Idiota, oh baby, ele é tão cruel
Mas eu ainda estou apaixonada por Judas, baby
Eu sou apenas uma Santa Idiota, oh baby, ele é tão cruel
Mas eu ainda estou apaixonada por Judas, baby

Oh oh oh oh oh oh estou apaixonada por Judas, Judas
Oh oh oh oh oh oh estou apaixonada por Judas, Judas

Eca!

Com um sentido bíblico, vou além do arrependimento
Prostitua da fama, puta, meretriz, vomita seus pensamentos
Mas de um modo cultura, eu só falo sobre o futuro
Judas, beije-me se ficar ofendido ou proteja seus ouvidos da próxima vez

Eu quero amá-lo, mas algo me afasta de você
Jesus é a minha virtude e Judas é o demônio a quem recorro
A quem recorro

Eu sou apenas uma Santa Idiota, oh baby, ele é tão cruel
Mas eu ainda estou apaixonada por Judas, baby
Eu sou apenas uma Santa Idiota, oh baby, ele é tão cruel
Mas eu ainda estou apaixonada por Judas, baby

Oh oh oh oh oh oh estou apaixonada por Judas, Judas
Oh oh oh oh oh oh estou apaixonada por Judas, Judas

Judas, Judas (4x)
Gaga

Quem quiser conferir a letra original: Clique aqui
Sobre o Clipe que vem por aí, Lady Gaga já adianta:
Eu acho que as pessoas ficarão muito chocadas ao descobrir quão poderosa e realmente impactante a mensagem [do clipe] é… Realmente vai chocar o mundo
Preparem-se para mais ofensas…

* Lady Gaga faz curso pela internet para realizar casamentos gays .

Seu objetivo é participar do casamento de seus fãs e ser parte de sua felicidade, e para isso está fazendo curso pela internet para ser ordenada ministra religiosa.

-Lady Gaga sempre manifestou o seu apoio a gays e agora pretende se tornar ministra para celebrar casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O polêmico New Yorker tem afirmado repetidamente sua defesa pela igualdade de direitos, mas tem agora mais um passo.


Gaga, depois de mostrar o seu entusiasmo para aceitar o casamento gay na Califórnia, decidiu se tornar ministra religiosa ou pastora evangélica para poder realizar casamentos gay. Ela está fazendo um curso on-line, e já está preparando a documentação necessária.

Segundo a própria cantora declarou seu objetivo de ser parte da felicidade de todos os seus fãs, entre os quais inclui grande parte da comunidade gay e acredita que uma boa maneira de fazer isso é participar de suas ligações.

Fonte: Noticias Cristianas.org


É preciso sacerdotes santos nos quais nada escureça o brilho de Deus, afirma Cardeal Piacenza


LOS ANGELES, 06 Out. 11 / 01:14 pm (ACI/EWTN Noticias)

Na homilia da Missa que presidiu no dia 4 de outubro pelo dia de São Francisco de Assis na arquidiocese de Los Angeles, a maior dos Estados Unidos, o Prefeito da Congregação para o Clero no Vaticano, Cardeal Mauro Piacenza, assinalou que o mundo de hoje necessita urgentemente sacerdotes santos nos quais nada do humano possa um dia obscurecer a beleza e a fascinação do Senhor.

ACI Digital publica nesta nota alguns extratos desta homilia e de outros três discursos que pronunciou o Cardeal Piacenza durante sua estadia na cidade de Los Angeles, nos quais meditou sobre a identidade do sacerdote, a centralidade das Escrituras, a importância vital da Eucaristia, e a urgência da santidade.

Em sua homilia da Missa que celebrou no Seminário Arquidiocesano, o Cardeal meditou sobre o exemplo de São Francisco de Assis, quem "acendeu o mundo de ardor missionário e reorientou o olhar e o coração dos fiéis para o essencial: Jesus de Nazaré, o Verbo eterno feito Homem, morto e Ressuscitado!"

O Cardeal disse que "a experiência da vocação é sempre a de uma grande predileção, imerecida, nunca fruto de esforços humanos, mas dom gratuito da misericórdia de Deus. Na vocação todos nós fomos ‘tomados por Cristo’, envolvidos em seu intuito de amor, abraçados em uma história que será eterna!"

"Esta inserção na vida divina, iniciada no santo batismo, e para nós extraordinariamente renovada pela vocação sacerdotal, tem o sabor da totalidade. Cristo dá tudo e pede tudo!"

Esta entrega total do sacerdote, explicou, dá-se na Cruz como mostra o exemplo da vida de São Francisco, cujo memorial se celebra cotidianamente na Eucaristia que deve ser "o verdadeiro centro da vida de um seminário e de um seminarista".

"Sem esta centralidade eucarística orante, que supera qualquer outro meio formativo, não há autêntica formação sacerdotal. Por isso é tão importante uma autêntica e correta vida litúrgica! O homem da Eucaristia se forma na escola da Eucaristia".

Por isso, alentou, "devemos implorar com insistência aquela radicalidade e aquele ardor que teve São Francisco para quantos se preparam hoje para o Ministério Sacerdotal".

O Cardeal animou logo os seminaristas a viverem intensamente o tempo de formação no seminário, com muito trabalho "freqüentemente fatigante, sobre nós mesmos, para que nada de nossa humanidade possa um dia obscurecer a beleza e a fascinação do Senhor!"

O seminário, continuou, é o tempo da preparação da Verdade, "não das opiniões de um teólogo ou outro, mas sim da Verdade que Deus nos revelou sobre Si mesmo e que, nas diferentes épocas da história, permanece sempre imutável, como Cristo, que é o mesmo ontem, e hoje e sempre!"

A Palavra de Deus na vida do sacerdote

No dia 3 de outubro, o Cardeal Piacenza dedicou uma conferência aos seminaristas chamada "A Palavra de Deus na vida do sacerdote" na qual meditou sobre a exortação apostólica pós-sinodal Verbum Domini.

Em espanhol, o Cardeal explicou a importância do Concílio Vaticano II para a vida daIgreja Católica, que deve ser compreendido como um fato vital que não gera ruptura. "Sempre é bom recordar que a única autêntica hermenêutica do grande acontecimento conciliar é a da continuidade e da reforma", indicou.

"Não existem duas Igrejas católicas, uma pré-conciliar e uma pós-conciliar; se assim fosse, a segunda seria ilegítima!", precisou logo.

O Cardeal vaticano disse logo que esta perspectiva é importante para entender a função das Sagradas Escrituras na vida de todo presbítero. A Palavra de Deus, disse, "é uma pessoa, não um livro. É necessário reconhecer que o Cristianismo mantém, em relação aos escritos nos quais se inspira, uma relação única, que nenhuma outra tradição religiosa pode ter".

Estas Escrituras, explicou também o Cardeal, não pode separar-se da Tradição: "Nunca é lícito separar a Escritura da Tradição; como tampouco é lícito separá-las da interpretação que delas deu e dá o Magistério da Igreja. Separações deste tipo suportam sempre muito graves conseqüências espirituais e pastorais".

"Uma Escritura sem Tradição seria um livro histórico e a história nos fala do pensamento de outros, enquanto que a Teologia quer falar de Deus", precisou.

O Cardeal indicou além que "o trítico Escritura-Tradição-Magistério, em realidade, desde o ponto de vista estritamente histórico, deveria configurar-se como: Tradição, entendida como lugar no qual a Escritura nasce, Escritura e Tradição vinculada à Escritura; tudo, autorizadamente interpretado pelo Magistério, quer dizer, pelos legítimos Sucessores dos Apóstolos".

Tudo isto, afirmou, evita "prudentemente algumas unilateralidades ilegítimas".

Para ler, conhecer e aderir-se às Sagradas Escrituras, o sacerdote deve lê-las tendo sempre em conta o aspecto pneumático, quer dizer, da participação essencial do Espírito Santo.

"Se Cristo for a plenitude da Revelação e toda a existência de Cristo está no Espírito, então a mesma Revelação é um evento pneumático: a Tradição é animada pelo Espírito, a Escritura é inspirada pelo Espírito e o Magistério, na tarefa de interpretar autorizadamente Escritura e Tradição, é guiada pelo Espírito", disse o Cardeal.

O Prefeito assegurou logo que com a leitura das Escrituras no Espírito, "deve-se evitar todo enfoque meramente positivista ou limitado ao historicismo, que não permita a compreensão do significado real do texto".

"As Escrituras, se nos aproximarmos delas prescindindo de sua dimensão pneumática, ficam como mudas e, em lugar de falar de Deus e fazer que escutemos Sua Voz, narram simplesmente uma história".

Depois de ressaltar a importância da Liturgia das horas na vida do sacerdote, o Cardeal Piacenza explicou que os presbíteros "pelo ministério que nos encomendou, não somos somente, com todos nossos irmãos, ouvintes da Palavra, mas também autorizados anunciadores e intérpretes desta".

Por isso, disse, "não podemos anunciar o que não conhecemos e não tornamos nosso; portanto, a possibilidade do anúncio está estruturalmente vinculada ao conhecimento das Escrituras e à familiaridade e identificação com o pensamento de Cristo".

Neste processo, explicou, não há "mecanicismos" mas uma vida profunda interior profunda que permita fazer vida a Cristo, sua mensagem, que também servem para transformar a cultura cotidiana.

"Nada, como o anúncio da Palavra, gera cultura. Quer dizer, gera um modo novo de conceber a vida, as relações, a sociedade e inclusive a política. Um modo que, quanto mais evangélico é, mais descobre como profunda e surpreendentemente correspondente ao coração humano", explicou o Cardeal Mauro Piacenza.

Homens da Eucaristia

Na mesma segunda-feira 3 de outubro, o Prefeito da Congregação para o Clero presidiu uma Missa na que participaram os sacerdotes de Los Angeles de língua espanhola, aos quais recordou que o presbítero deve ter a Eucaristia como centro de sua vida.

O Cardeal explicou que "qualquer compreensão diferente do ministério, embora tenda a ilustrar aspectos relativos a este, corre o risco de resultar uma redução substancial. O sacerdote é e deve ser principalmente o homem da Eucaristia, segundo o sentido amplo que tem este grande Sacramento e, portanto, certamente, não deve reduzir o ministério a uma função cultual".

A identidade sacerdotal, disse logo, nasce também e principalmente do Batismo. Por seu ser presbítero, se exige mais que ao leigo "porque ao sacerdote é dado muito mais! E não se trata de voltar para formas de clericalismo, que no passado feriram a comunhão eclesiástica, mas de ficar à escuta de modo singelo, honrado e fiel do que Cristo mesmo estabeleceu para Sua Igreja: o modo concreto que Ele escolheu para permanecer ao longo dos séculos como Presença salvífica ao lado dos homens".

O sacerdote, como administrador de sacramentos como a Reconciliação, deve brilhar sempre por seu exemplo, já que "Não pode haver nada, no Sacerdote, que não faça referência à Redenção!

Assim, cada sacerdote deve chegar a ser "de modo cada vez mais perfeito ‘imagensvivas’ de Cristo Bom Pastor. Isto é o que espera o povo Santo de Deus de nós, isto é o que espera o Senhor de nós: que o façamos presente no mundo, a Ele e sua salvação".

Sacerdotes Santos

No dia 4 de outubro o Cardeal Piacenza dirigiu também um discurso em italiano aos seminaristas de Los Angeles, no qual explicou que o mais urgente no mundo de hoje, é a santidade de cada fiel.

Em seu discurso breve o Cardeal explicou a primazia de Deus na vida das pessoas deve plasmar-se na vida de oração, da intimidade divina, "primado da vida espiritual e sacramental. A Igreja não necessita administradores e sim homens de Deus! (...) A Igreja necessita homens crentes e acreditáveis, de homens que, acolhida a chamada do Senhor, sejam Suas motivadas testemunhas no mundo!"

"A Igreja –prosseguiu– necessita sacerdotes que, nas tempestades da cultura dominante, quando a ‘barca de não poucos irmãos é golpeada pelas ondas do relativismo’ saibam em efetiva comunhão com Pedro, ter firme o leme da própria existência, das comunidades confiadas a eles e dos irmãos que pedem luz e ajuda para seu caminho de fé".

O Cardeal se referiu logo à importância essencial da formação intelectual, que deve estar orientada a "transmitir os conteúdos certos da fé, argumentando-os racionalmente" que deve ir acompanhado do exemplo de sacerdotes Santos.

Nesta formação resulta vital o conhecimento do Catecismo da Igreja Católica, um dos grandes frutos do pontificado do João Paulo II, assim como o Concílio Vaticano II, interpretando-o corretamente e não com "o chamado ‘espírito’ do Concílio, que tanta desorientação gerou na Igreja, e sim com o que realmente o evento conciliar disse, em seus textos à Igreja e ao mundo".

Depois de explicar novamente que não existe uma "Igreja pré-conciliar ou pós-conciliar", o Cardeal exclamou que "a verdadeira prioridade e a verdadeira modernidade, queridos, é a santidade! O único possível recurso para uma autêntica e profunda reforma é a santidade e nós necessitamos reforma!"

"Para a santidade não há um seminário, mas aquele da graça de Nosso Senhor e da liberdade que se abre humildemente a sua ação plasmadora e renovadora!", concluiu.

O “comércio de óvulos” já é uma triste e preocupante realidade no mundo.


Zenit:

Entrevista com Jennifer Lahl, presidente do Centro de Bioética e Cultura.

O comércio de óvulos é uma atividade de bilhões de dólares. Nos Estados Unidos, uma verdadeira indústria. Mas começam a aparecer histórias de mulheres exploradas que arriscaram a vida com a estimulação excessiva para extração de óvulos.

No mundo inteiro existem anúncios em busca de mulheres jovens que queiram vender seus óvulos por dezenas de milhares de dólares. A venda é apresentada com finalidade humanitária: os óvulos serviriam “para realizar o sonho de quem sofre a infertilidade”.

Mas quem são as doadoras de óvulos? São tratadas com justiça? Ou são vítimas do cínico utilitarismo do mercado? Quais os riscos no curto e no longo prazo para a sua saúde?

O Centro de Bioética e Cultura (Center for Bioethics and Culture Network, http://www.cbc-network.org/) nos fala da sua pesquisa a este respeito no documentário Eggsploitation: The infertility has a dirty little secret [A óvulo-exploração: segredinhos sujos da infertilidade] (www.eggsploitation.com).

Depois de ver o documentário, Kelly Vincent-Brunacini, presidente da associação Feministas pela Vida, de Nova Iorque, disse que Eggsploitation é um trabalho convincente e revelador, que mostra ao espectador a outra face da indústria da infertilidade.

As três mulheres que dão seus depoimentos no documentário arriscaram a vida por causa das complicações associadas à doação de óvulos. Uma sofreu uma embolia que lhe danificou o cérebro, outra desenvolveu câncer e a última tem vários problemas de saúde provocados pela superestimulação dos ovários.

Para aprofundar o tema, cujas implicações médicas e sociais serão cada vez mais notáveis, ZENIT entrevistou Jennifer Lahl, Presidente do Center for Bioethics and Culture Network.

Você poderia nos contextualizar sobre o filme?

J. Lahl: Eu sou a autora, produtora e diretora de Eggsploitation, que ganhou o prêmio de melhor documentário no California Independent Film Festival 2011. O filme já foi vendido para mais de 30 países.

Você fala de segredinhos sujos da indústria da infertilidade. Quais?

J. Lahl: Os “segredinhos sujos” são muitos. Por exemplo, as mulheres não são informadas dos riscos e das complicações no curto e no longo prazo. E não têm acompanhamento quando começam a sofrer problemas de saúde. É evidente que as mulheres não podem ser informadas adequadamente sobre os eventuais riscos para a saúde. Existe muita hipocrisia, eles falam de doação de óvulos, mas é uma “venda” condicionada pelo utilitarismo de mercado. O consentimento é comprado, porque as mulheres precisam de dinheiro. É evidente que os médicos deveriam exigir um correto consentimento informado, deveriam ter os dados científicos para fazer estudos amplos e impedir a oferta de dinheiro.

Nós descobrimos que alguns remédios para a fertilidade nunca receberam aprovação das autoridades para este uso particular. O Lupron, por exemplo, foi aprovado pela U.S Food and Drug Administration (FDA) para o câncer de próstata em estado terminal, mas não para a ovulação excessiva. Então as ilegalidades da indústria da infertilidade são graves e numerosas: não existe nenhum estudo de longo prazo sobre os riscos para a saúde, as violações do consentimento informado, a corrupção induzida por dinheiro, a pouca ou nenhuma proteção à doadora, ainda mais quando os óvulos são danificados.

Quais são os números do comércio de óvulos?

J. Lahl: É muito difícil quantificar o número de doações de óvulos. A maior parte é feita sem registro nenhum. É um setor em expansão e fora de controle.

Quem são as doadoras de óvulos?

J. Lahl: Normalmente são mulheres de 21 a 30 anos, que estão na etapa de maior atividade reprodutiva. Na maior parte dos casos são mulheres que precisam de dinheiro. Nos Estados Unidos, a maioria são estudantes universitárias de 19 a 25 anos, que têm que pagar a universidade, o aluguel… Nos países mais pobres, são mulheres que têm que pagar o aluguel da casa, a comida…

Quais são os riscos para a saúde no curto e no longo prazo?

J. Lahl: No curto prazo são todos os vinculados com a superestimulação dos ovários (OHSS), além de embolias, aumento de peso, desequilíbrios hormonais e psicológicos… Os riscos no longo prazo são os tumores, em particular os do aparelho reprodutivo, e problemas de redução da fertilidade.

Não é paradoxal que sejam feitos 50 milhões de abortos por ano quando existem pessoas dispostas a tudo parater óvulos que possam ser fecundados?

J. Lahl: Sim, é um paradoxo cínico. Crianças concebidas são jogadas no lixo e são gastos recursos enormes para explorar o corpo de outras pessoas e fazer vidas em laboratório!

Não seria melhor deixar para adoção os bebês que não são desejados?

J. Lahl: Num mundo de amor, o melhor seria que as mães e os pais acolhessem todos os bebês concebidos. Temos muito trabalho para incentivar as mães e pais a terem seus filhos em vez de abortar. Se eles não se sentem capazes de cuidar dos próprios filhos, não é fácil convencê-los a favorecer a adoção.


Fonte: http://www.comshalom.org

Parresía: “Rock in Rio e o orgulho dos porcos”