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9 de mai de 2011

Como ir à Missa e não perder a fé




Por Mariaelena Finessi

ROMA, terça-feira, 8 de março de 2011 (ZENIT.org) - Um enfraquecimento da fé e a diminuição do número de fiéis poderiam ser atribuídos aos abusos litúrgicos e às Missas ruins, quer dizer, às que traem seu sentido original e onde, no centro, já não está Deus, mas o homem, com a bagagem de suas perguntas existenciais.

Essa é uma ideia sustentada por Nicola Bux, teólogo e consultor da Congregação para a Doutrina da Fé e do Ofício de Celebrações Litúrgicas do
Sumo Pontífice.

Apresentado em Roma no dia 2 de março, em seu livro "Come andare a Messa e non perdere la fede" [Como ir à Missa e não perder a fé, N. do T.], Bux
lança-se contra a virada antropológica da liturgia. Bux replica a quantos criticaram Bento XVI, acusando-o de ter traído o espírito conciliar. Ao contrário - argumenta o teólogo - os documentos oficiais do Concílio Vaticano II foram traídos precisamente por essas pessoas, bispos e sacerdotes à frente, que alteraram a liturgia com "deformações ao limite do suportável".

Participar de uma celebração eucarística pode significar, de fato, também se encontrar perante as formas litúrgicas mais estranhas, com sacerdotes que discutem economia, política e sociologia, tecendo homilias em que Deus desaparece. Proliferam os ensaios de antropologia litúrgica até reduzir a esta dimensão os próprios sinais sacramentais, "agora chamados - denuncia Bux - preferivelmente de símbolos". A questão não é pequena: enfrentá-la implica ser tachado de anticonciliar.

Todos se sentem com o direito de ensinar e praticar uma liturgia "ao seu modo", tanto que hoje é possível assistir, por exemplo, "à afirmação de políticos católicos que, considerando-se 'adultos', propõem ideias de Igreja e de moral em contraste com a doutrina".

Entre aqueles que iniciaram esta mudança, Bux recorda Karl Rahner, quem, à
raiz do Concílio, denunciava a reflexão teológica então imperante que, em sua opinião, mostrava-se pouco atenta ou esquecida da realidade do homem.

O jesuíta alemão sustentava em contrapartida que todo discurso sobre Deus brotaria da pergunta que o homem lança sobre si mesmo. Em consequência -
esta é a síntese - a tarefa da teologia deveria ser falar do homem e de sua salvação, lançando as perguntas sobre si e sobre o mundo. Um pensamento teológico que, com triste evidência, foi capaz de gerar erros, o mais clamoroso dos quais é o modo de entender o sacramento, hoje já não sentido como procedente do Alto, de Deus, mas como participação em algo que o cristão já possui.

"A conclusão que Häu?ling tira disso - recuerda Bux - é que o homem, nos sacramentos, acabaria por participar de uma ação que não corresponde realmente a sua exigência de ser salvo", já que abre mão da intervenção divina. A semelhante tese "sacramental" e à derivação anexa da liturgia, responde Joseph Ratzinger, que já no dorso do volume XI, "Teologia da Liturgia", de sua Opera omnia, escreve: "Na relação com a liturgia se decide
o destino da fé e da Igreja".

A liturgia é sagrada, de fato, se tiver suas regras. Apesar disso, se por um lado o ethos, ou seja, a vida moral, é um elemento claro para todos, por outro lado, ignora-se quase totalmente que existe também um "jus divinum", um direito de Deus a ser adorado. "O Senhor é zeloso de suas competências - sustenta Bux -, e o culto é o que lhe é mais próprio. Em contrapartida, precisamente no campo litúrgico, estamos frente a uma desregulação".

Sublinhando, em contrapartida, que sem "jus" o culto torna-se necessariamente idolátrico, em seu livro o teólogo cita uma passagem da "Introdução ao espírito da liturgia", de Ratzinger, que escreve: "Na aparência, tudo está em ordem e presumivelmente também o ritual procede segundo as prescrições. E no entanto é uma queda na idolatria (...), faz-se Deus descer ao nível próprio, reduzindo-o a categorias de visibilidade e compreensibilidade".

E acrescenta: "trata-se de um culto feito à própria medida (...), converte-se em uma festa que a comunidade faz para si mesma; celebrando-a, a comunidade não faz mais que confirmar a si mesma". O resultado é irremediável: "Da adoração a Deus se passa a um círculo que gira em torno de si mesmo: comer, beber, divertir-se". Em sua autobiografia (Mi vida), Ratzinger declara: "Estou convencido de que a crise eclesial em que hoje nos encontramos depende em grande parte do colapso da liturgia".

Para encerrar, uma sugestão e uma advertência. A primeira é relançar a liturgia romana "olhando para o futuro da Igreja - escreve Bux -, em cujo centro está a cruz de Cristo, como está no centro do altar: Ele, Sumo Sacerdote a quem a Igreja dirige seu olhar hoje, como ontem e sempre". A segunda é inequívoca: "se acreditamos que o Papa herdou as chaves de Pedro - conclui -, quem não o obedece, antes de tudo em matéria litúrgica e sacramental, não entra no Paraíso".

Fonte: Cléofas

Um mês com Maria - 9° dia

A VIDA NA GRAÇA


Nossa Senhora foi chamada pelo Anjo Gabriel “plena de graça” (Lc 1,28). E nós sabemos que “plena de graça” quer dizer plena de Deus.
Também dizemos de nós mesmo: estou em graça de Deus ou estou sem a graça de Deus. Ou seja: tenho Deus na alma ou tenho Satanás: “Quem não está comigo, está contra mim” (Mt 12,30).
O que é a graça, então?
É a vida divina da alma. Quando uma alma está em graça de Deus “participa da natureza divina” (2 Pd 1,4). Não se torna Deus, mas é unida, é cheia, é imensa em Deus: como uma esponja imersa na água e fica cheia de água.
Já estes poucos pensamentos podem chegar a nos fazer entender a preciosidade sem fim que possui a alma do cristão em graças de Deus.
Tinha certamente razão o Papa São Leão Magno de exclamar: “Reconhece, ó cristão, a tua dignidade; e, participando da natureza divina, livre-te de destruir, com atos indignos, a tua grandeza”


A alma... e o cão


Um dia o Santo Cura d’Ars passava, como sempre, entre duas filas de gente, para ir à Igreja. Improvisadamente, parou perto de um caçador que tinha a espingarda pendurada no pescoço, e ao lado o seu lindo cão de caça.
O santo se inclinou a acariciar o cão, dizendo: “Que magnífica cão!”.
Depois fixou por alguns instantes o caçador dizendo: “Senhor, seria desejável que a sua alma fosse bela como o seu cão!”.
Mas como se perde a graça de Deus?
Se perde com o pecado mortal. A alma na graça de Deus é semelhante a uma lâmpada elétrica acesa. Com o pecado mortal a alma se torna semelhante a uma lâmpada queimada. Não dá mais luz, não serve para mais nada.
Mas a graça de Deus se pode recuperar, enquanto se é vivo, com o arrependimento e com a Confissão sacramental. E é nosso interesse não demorar a recuperá-la; porque cada momento vivido em pecado mortal é um momento de ser “filhos das trevas” (1 Ts 5,5) ao invés de ser “filhos da luz” (Ef 5,8)
Compreendem tudo isso os cristãos? Ou talvez muitos nem se preocupam quase nada de encontrar-se em desgraça de Deus, e continuam a viver entre um pecado mortal e outro?


Humanidade sem graça


Infelizmente, nos basta somente dar um olhar sobre a humanidade, para saber se a maior parte vive na graça de Deus, devemos realisticamente admitir que o “rei das trevas” (Lc 22,53) e o príncipe deste mundo (Jo 12,31) acaba com a vida de graça dos homens.


Hoje o pecado mortal não é somente um fato singular, mas é um fenômeno de massa, de costume dos povos.
Hoje é costume, em escala mundial, ler imprensa pornográfica, ver filmes bestiais, freqüentar praias e lugares escandalosos, seguir as modas indecentes, usar a pílula e os métodos anticoncepcionais, ter ralações extraconjugais, e pré-matrimoniais, divorciar, abortar, renegar a fé, professar o ateísmo, falara blasfêmias..., sem falar das subversões, violências e furtos sempre mais colossais.
Pobre mundo! Talvez nunca com tanta evidencia se tenha achado “tão sob o maligno” (1 Jo 5,19). E “Jesus Cristo sacrificou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos arrancar deste mundo perverso...” (Gl 1,2).


A Mãe da Graça


Nós cristãos devemos ficar santamente orgulhosos de ser filhos de Deus e de Maria, irmãos de Jesus Cristo, templos do Espírito Santo, herdeiros do Paraíso. É verdade que Jesus veio para que os homens “tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo 10, 10).
E todas estas divinas riquezas nos são dadas com o Santo Batismo (que por isso, é bom administrar o mais cedo possível ao recém nascido).
Santo Inácio Mártir, se chamava a si mesmo, com orgulho Teóforo, ou seja, portador de Deus. E todos os Santos “glorificaram e levaram Deus no próprio corpo” (1 Cor 6,20) cultivando a vida da graça com imenso cuidado.
Mas quem é a Mãe da Divina Graça?
O sabemos: é Nossa Senhora. É Ela que nos gera à vida divina. São Leão afirma que casa fonte batismal é o seio virginal de Maria! Dela vem até nós a graça da regeneração, que é indispensável a quem pecou mortamente e que transformou tantos pecadores em Santos.
Lembremos, por exemplo, São João de Deus, jovem solteiro, que passava de um trabalho a outro, se nunca tomar juízo. Nossa Senhora o livrou milagrosamente de um grave perigo, aparecendo-lhe e chamando-o a conversão: “um dia tu me amavas – lhe disse – torna a me amar e a me ter devoção. Converte-te a Deus”. O jovem fez isso seriamente e se santificou. Vamos nós também fazer isso seriamente? Para fazê-lo seriamente, rompamos energicamente com os nossos pecados. Como é possível que nos deixemos seduzir por um mundo em que tudo é concupiscência? (1 Jo 2, 15-17).
A experiência de todos os convertidos confirma plenamente esta triste realidade do mundo sem a graça, todo engano e pecado. Sobretudo, os grandes convertidos nos asseguram que a vida não tem sentido, se não é vivida para Deus e para a eternidade.
Lembremos a experiência de uma grande artista, Maria Fenoglio (cujo nome artístico era Eva Lavalliere), que decidiu se suicidar justamente quando tinha chegado ao ápice da glória e da fama mundana.
Foi salva a tempo, por misericórdia de Deus, e foi iluminada pela graça. Então, compreendeu, finalmente, quais são os verdadeiros valores da vida. Renegou a sua vida mundana, abandonou o teatro, e iniciou uma vida de sacrifício sempre mais rica de graças e de virtudes. Escrevia no seu diário: “O meu ideal?” ... Jesus. A minha ocupação preferida? ... A oração. O meu esporte preferido?... estar ajoelhada. O meu perfume mais caro?... o incenso. A minha jóia mais preciosa? ... O Rosário.


Votos:


- Fazer um ato de grande arrependimento por todas as vezes que perdemos a graça de Deus;
- repetir amiúde a invocação: “Mãe da Divina graça, rogai por nós”;
- empenhar-se em evitar toda ocasião perigosa que possa fazer-lhe perder a Graça de Deus.

Fonte: livro "Um mês com Maria", de Pe. Stefano Manelli

Professor Felipe Aquino explica quem é a Santíssima Virgem

São sete vídeos maravilhosos a respeito da Santíssima Virgem Mãe de Deus.

Assista!







Dom Henrique Soares explica sobre a Liturgia.

"A Liturgia não existe para ela, mas para a glória de Deus".
Dom Henrique Soares.

Dom Henrique Soares explica sobre a crise litúrgica na Igreja brasileira e as grandes atitudes deturpadoras da sacralidade dentro da mesma. Fala, também, a respeito do desejo do homem dentro da Santa Missa e não a vontade de Deus. Explica, ainda, sobre o Concílio Vaticano II, seu beneplácito para a Igreja e  sua não-culpa com o resultado da Liturgia atual.


Vale muito a pena assistir.