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26 de jun de 2011

Padre Reginaldo Manzotti contra a plc 122 no Faustão


Padre Reginaldo Manzotti no Faustão
junho 20, 2011 por Wagner Moura

Vídeo da entrevista do Pe. Reginaldo ao Faustão



Fato: a mídia inspira nossas conversas em família, entre amigos, nossas conversas em geral. Isso acontece mais com alguns, acontece menos com outros. Eu, por exemplo, não tinha assistido ao Faustão! Eu não assisto. Eventualmente, sem planejar, sem desejar, pode ser. Bom, embora eu não assista, soube que houve a apresentação de um novo padre cantor, o padre Reginaldo Manzotti. Ele, aliás, não é tão novo assim nessa área artística! Padre Manzotti já gravou DVDs, cds, fez shows aos montes… Mas só agora (por ser da Som Livre) foi visto, pela primeira vez, no Faustão.

O Brasil assiste Faustão, gostemos disso ou não. E o Brasil que lê este blog quer saber o que eu achei da resposta do padre Reginaldo Manzotti à pergunta do Faustão sobre “a questão da homossexualidade”. Tenho respeito por tamanho interesse, agradeço e comento, Brasil! Vamos então à pergunta e à resposta que rolou no programa. Seguem:

Faustão pergunta: “No caso do homossexualismo, como é que o padre tem que enfrentar essa situação e principalmente se posicionar? Um padre jovem, um padre renovador… Especialmente com essas marchas pregando o combate ao preconceito! Porque não tá na opção, na formação sexual, o caráter, não está competência… A pessoa não pode ser julgada e infelizmente na nossa sociedade a pessoa é julgada!”

O padre falou sobre garotos que não querem ser padres porque acham os padres todos gays e pedófilos. Depois o padre diz que não se pode generalizar, etc, etc… Ele explicou o que é ser padre e como ele é feliz. E aí entra na resposta que nos interessa. É longa, mas vale ir até o final:

Pe. Reginaldo Manzotti responde: “Sobre a questão da homossexualidade… Eu sou tido também como padre bocudo! Porque (…) não dá pra ficar em cima do muro porque a verdade é inegociável.

Existem valores que são inegociáveis! O Papa disse agora: ousadia, coerência e verdade. Sobre a homossexualidade… Deus fez o homem e fez a mulher! Esse é o plano da criação. Eu não estou dizendo nem A, nem B. Se algo aconteceu na história, seja genética… E aí nós temos que ter tolerância, nós temos que ter amor, nós temos que ter acolhimento, respeito!

Eu acredito o seguinte: você tem que ter um ideal porque se você não tem um ideal você se perde. E a educação tá complicada. Deus fez o homem, Deus fez a mulher. Deus é capaz de acolher, Deus é capaz de perdar, mas o referencial da pessoa humana é o homem e a mulher! Acredito que todos os direitos devem ser valorizados. A minoria ela tem os seus direitos, mas você não pode querer equiparar uma união homoafetiva com a mesma qualidade de família. Tem que ser respeitado, tem que ser levado a sério. Eu acho que os teólogos, juristas, psicólogos, devem se debruçar sobre isso… Não é fugir do problema! Mas você não pode equiparar essa união ao nível de família. Essa é a nota oficial da CNBB! E eu sou padre, eu não vou ficar inventando teoria. Eu amo a minha Igreja e prefiro acertar ou errar com ela. Eu sou sacerdote!“

Ufa! Que bom que saiu: “A Igreja não aceita, não pode aceitar, jamais aceitará que dois barbudos se unam e tenham o direito idêntico ao de um casal heterossexual origem da família, a base da sociedade”.

Ele não disse isso? Tanto melhor! Num discurso o mais importante, meus amigos, é o que não se diz. O que não se diz explicitamente! Mas que, ainda assim, está ali. E na fala do padre Reginaldo Manzotti, apesar das palavras bonitas de “paz, amor, carinho, respeito” (que hoje servem, comumente, ao relativismo), o que está sendo dito é que, a prática homossexual NÃO agrada a Deus, é condenável e se opõe à família.

É o contrário do que fez o padre Fábio de Melo. Este usou “paz, amor, carinho, respeito” para nos dizer que TANTO FAZ, que o importante é… É… Sabe-se lá! Nem ele deve saber. E por isso mesmo ficou em cima do muro. Aliás… No discurso do padre Fábio, naquele programa triste que foi reprisado, o não dito era assim: “Não seja um fanático assassino que sai por aí em marcha contra leis como o PL122 que pelo menos servem para civilizar nosso povo! Seu fanático, assassino!” Repito: ele não disse isso. E por isso mesmo foi trágico! Entende?

Bom, eu agradeci a Deus por essa entrevista do padre Reginaldo Manzotti ao Faustão – da qual eu gostei, vou salientar isso para não ser também alvo do emcimadomurismo. Tive a sensação de que Deus presenteava todos nós com sua justiça! Ei-la. Mostrou, a quem quisesse, que qualquer padre que tivesse postura diferente do padre Reginaldo Manzotti, coerente com o ensino da Igreja, estava, no mínimo, EM CIMA DO MURO. À semelhança de vocês sabem quem.

Padre Manzotti foi aplaudido pelo motivo certo: portou-se como padre, orientou, distinguiu o bem do mal, identificado com a Igreja e não com sua gravadora, com seu sucesso, com seu marketing pessoal. Reconheço que poderia ter sido melhor! Mas deu certo e com certeza incomodou muito relativista por aí. Parabéns, padre!

Fonte: http://diasimdiatambem.com/

Depois da Parada Gay: a sujeira gay


Depois da Parada Gay: a sujeira gay
Se você acha a situação dos estádios deplorável, imagine o que acontece numa parada a favor da sodomia…


Autor: Testemunha ocular


No domingo, dia 10 de junho de 2007, estive no estádio do Morumbi assistindo a uma partida de futebol. Uma das maiores críticas feitas aos estádios de futebol no Brasil é que seus banheiros são sujos — o que, de fato, é verdade. Mas o restante do estádio estava relativamente limpo e a partida transcorreu sem maiores incidentes. Havia um número significativo de famílias presentes, pais e crianças pequenas, contrariando também a idéia disseminada por boa parte da mídia de que jogos de futebol são autênticas “praças de guerra”. A violência e a desorganização existem, mas a repercussão que se promove em torno chega a ser, por vezes, desproporcional a realidade dos fatos.


Voltando para casa, os ônibus que seguiam pela rua Augusta, zona central de São Paulo, ficaram presos no trânsito, em decorrência ainda do deslocamento da Parada do Orgulho Gay. A maioria dos passageiros preferiu descer e prosseguir seu trajeto a pé. E foi o que fiz.


O que vi a partir daí tinha bem pouco de “orgulho”. A região entre a rua Augusta, a rua Caio Prado e a rua da Consolação estava tomada por algo entre o caos urbano e uma celebração de embriaguez. Poucos policiais e centenas de participantes da parada, a maioria deles em visível estado alterado por álcool ou alguma droga mais pesada, cambaleantes pelas ruas. Os carros presos no tráfego jogavam latas e garrafas nas calçadas.


A sujeira era visível, e o cheiro de urina superava em muito qualquer banheiro de estádio de futebol. Vi dezenas de pessoas urinando nos postes de iluminação, algumas em grupos, urinando juntas no meio-fio. Muitos pareciam nauseados e, sentados na calçada, vomitavam próximos a sarjeta, sendo consolados pelos colegas. Fogueiras acesas com restos e papéis sujos. Um espetáculo deprimente.


Ao chegar à rua Caio Prado, percebi que uma mulher sozinha caminhava a metros atrás de mim e vinha da direção dos ônibus. Trocamos um olhar rápido e vi que ela sentia o mesmo que eu: uma mistura de receio e desamparo em meio àquelas centenas de pessoas envolvidas numa espécie de transe, meio pagão, meio místico, estimulado pela música alta que vinha da Praça Roosevelt. Um estupro ou assalto naquele momento poderia tranqüilamente ser confundido pela multidão como parte da excitação da festa, e ignorado sem maiores arrependimentos.


Caminhamos então pelo meio da rua interditada, cercados pelos dois lados por duas fileiras de ônibus de excursão. Um casal de idosos, certamente morador da região (que é bastante residencial) fazia o possível para desviar de alguns jovens adultos e quase desnudos, cambaleantes, que se abraçavam e gritavam, sem se concluir ao certo se o sentimento que procuravam expressar era alegria ou dor reprimida.


Repito aqui o que já foi dito: alguém que fosse raptado naquele local, e carregado para dentro de um daqueles ônibus de excursão, poderia ser morto ou seviciado livremente: seu desespero não seria sequer percebido pela multidão em “estado alterado”.


Espantei-me ainda com uma grande quantidade de adolescentes, garotos e garotas muito jovens entre os participantes, gente de 12, 13 anos no máximo, andando em turmas, fumando e bebendo muito além da conta. E, pelo que pude perceber, a quantidade de “homossexuais reais” entre os milhões bradados pela imprensa é bem menor do que se poderia imaginar: vi muitos casais heterossexuais aproveitando essa espécie de carnaval fora de hora que virou a Parada do Orgulho Gay.


Recordei-me, ainda, de imagens de filmes antigos, do frenesi a que se entregavam, por exemplo, os militantes nazistas queimando livros ou erguendo símbolos de sua devoção obsessiva. Uma excitação cega, não entusiasmada. Os olhares vidrados. Não percebi exatamente onde estaria o “gosto pela diversidade” apregoado pelos militantes. Senti medo, antes de tudo. Não de violência, especificamente, mas daquela celebração em larga da escala do desprezo pelas conseqüências do que se faz e do que vive. Discernir o bem do mal, naquele momento, não parecia fazer sentido algum.


Mas o que mais me chamou a atenção e que será difícil de esquecer foi o cheiro quase insuportável de urina, a rua pública transformada num imenso banheiro, num lixão popular de ilusões e sentimentos perdidos.


Nota: A testemunha desses fatos sabe que os homossexuais se dizem vítimas de muitas injustiças, porém não subestima o poder dos opressores em pele de “vítimas”. Temendo que esse relato verdadeiro, mas desfavorável, a um evento gay atraia a retaliação de homossexuais em seu ambiente de trabalho, o autor desse texto prefere, para sua própria segurança e de sua família, permanecer anônimo. Os homossexuais alegam que são vítimas de todo tipo de preconceito e perseguição, mas tente mostrar ao mundo o que eles fazem… e eles lhe darão uma lição de preconceito e perseguição que você jamais vai esquecer!

ATENÇÃO! A imagem dos homossexuais que ilustra este texto, embora verdadeira, não é de São Paulo (pois a testemunha ocular não tirou fotos), mas retrata o que acontece geralmente durante ou logo depois das paradas gays.


Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Parada gay de São Paulo teve 3 milhões e meio de participantes?


Parada gay de São Paulo teve 3 milhões e meio de participantes?

Os pinóquios de narizes compridos continuam a solta, como sempre alardeando informações e dados fantásticos sobre os homossexuais e seus eventos. Depois de revelado o exagero dos números de homossexuais assassinados no Brasil, agora a pinoquice aparece na estatística envolvendo os supostos milhões que participaram da parada da sodomia.


Entre a realidade e a ficção, os ativistas homossexuais e seus aliados preferem a ficção, doa a quem doer.


O texto abaixo é do blog Dog Viralatas Reloaded, do Carlos Vendramini:




O blog de Jorge Serrão [1] recentemente trouxe um tópico onde é apresentada contestação ao número de participantes da “Parada do Orgulho GLBT” divulgado através da grande mídia:


“Se a Paulista, do Paraíso à Consolação, tem 2.500m de comprimento e 55m de largura, são 137.500m2, então. Com uma pessoa por metro quadrado, seriam 137.000. Mas, se eram 3,5 milhões, havia 25 pessoas por metro quadrado, o que é impossível”.


Analisando o número de pessoas supostamente presentes em cada uma das duas edições imediatamente anteriores da “Parada do Orgulho GLBT” (novamente fornecidos pelos organizadores) [2], temo que neste ano de 2007 os organizadores do evento resolveram optar por uma progressão gigante no suposto número de pessoas participantes. Em 2006, os organizadores do evento divulgaram número de 2.200.000 (dois milhões e duzentas mil) pessoas. Antes, no ano de 2005, o número divulgado foi de 2.500.000 (dois milhões e quinhentas mil) pessoas. Entre os anos de 2005 e 2006, segundo os totais fornecidos pelos organizadores, houve diminuição de 300.000 (trezentas mil) pessoas participantes do evento. No ano de 2007, quem sabe para compensar o decréscimo registrado na comparação entre os dois anos anteriores, o número de participantes foi aumentado em, vejam só, 1.300.000 (um milhão e trezentas mil) pessoas.


Manipular números parece ser uma mania dos organizadores da “Parada do Orgulho GLBT”. Aliás, relembro aqui, abortistas e o Movimento Gay podem se dar as mãos em matéria de manipulação de dados. Talvez esses senhores não sintam vergonha alguma em fabricar dados, no mínimo duvidosos, em favor de seus movimentos. Claro que uma grande mídia aparelhada e, portanto, amestrada, é elemento fundamental no propósito de divulgar a grande mentira e insitir nela, para que assim esta assuma ares de verdade. Nada de novo, sendo que trata-se de conhecida tática nazista [3].


Eu, particularmente, fiquei intrigado com a questão e procurei me aprofundar um pouco mais em como calcular a taxa de ocupação em eventos e encontrei uma matéria no site World Sports Magazine [4] que traz parâmetros de como calcular a capacidade de público em um evento. Nessa matéria me chamou particularmente a atenção o critério adotado para se calcular o espaço ocupada por uma pessoa:


Adotou-se na elaboração das normas que as dimensões de uma pessoa (a largura, ombro a ombro, etc.) é uma elipse corporal de aproximadamente 0,60 m por 0,46 m, que ocupa área de cerca de 0,276 m2.


Baseado na matéria do site citado, uma pessoa ocupa uma área aproximada de 0,276 m2. Em uma área de 1 m2 é possível abrigar até quatro pessoas bem próximas umas das outras. Por que somente quatro pessoas por m2? A resposta é simples. O produto da relação entre a área ocupada por uma única pessoa e a quantidade de 4 pessoas é aproximadamente de 1 m2. Sendo assim, o máximo de pessoas que podem estar lado a lado em uma área de 1 m2 é de 4 pessoas. Faça a multiplicação:


0,276 m2 x 4 ~ 1 m2


Como já foi citado anteriormente, a área da avenida Paulista é aproximadamente de 137.500 m2, certo? Isso é a área total, mas com certeza não se trata da área ocupável total, pois esta tende a ser menor do que a área total propriamente dita. Notem que na avenida Paulista existem canteiros de flores, bancas de jornais, postos policiais, estações do metrô, postes, e talvez mais tipos de obstáculos que diminuam a taxa de ocupação da avenida. Então, ao adotarmos a área ocupável como sendo a área total da avenida, estamos a dar uma colher de chá para os organizadores do evento. Que isto fique bem claro.


Para então obtermos a quantidade máxima de pessoas possível ao longo da avenida Paulista basta calcular o produto da relação entre a área ocupável total da avenida Paulista (aqui tomada como a área total propriamente dita) e o número máximo de pessoas que podem estar lado-a-lado em uma área de 1 m2:


137.500 x 4 ~ 550.000 pessoas


O número de 550.000 (quinhentas e cinqüenta mil) pessoas é um número respeitável, não? Porém muito abaixo do total de 3.500.000 (três milhões e quinhentas mil) pessoas divulgado pelos organizadores da “Parada do Orgulho GLBT” através da grande mídia.


Sabem como um serviço de buffet conta o número de pessoas em um evento (seja casamento, festa de 15 anos et coetera) para depois poder cobrar o serviço? Bem simples. Funcionários do buffet ficam na entrada (ou entradas) do recinto com contadores nas mãos. Cada pessoa que entra o funcionário marca no contador. Simples assim. Você acredita que é possível fazer o mesmo em um local aberto? É impossível. Então de onde vem o número total de participantes apresentado pelos organizadores da “Parada do Orgulho GLBT”? Boa pergunta, não?


Pelo total de participantes fornecido pelos organizadores da “Parada do Orgulho GLBT” para ser divulgado pela grande mídia, vejam o absurdo de 25 pessoas por m2. Como é possível isso? Em verdade, isso seria até possível, desde que as pessoas formassem pirâmides de gente em cada m2. Aliás, isso não é exclusividade dos organizadores do movimento homossexual. Manipular números em favor de causa própria é um hábito pelo que se pode notar em matéria do site da RTP portuguesa sobre manifestação das vítimas do terrorismo na Espanha. Notem a semelhança [5]:


Para ter havido 1,7 milhões de pessoas na manifestação de sábado, explica a polícia, teriam de estar, não três, mas 25 pessoas por metro quadrado, o que suscitou caricaturas em que um “organizador” aponta para uma pirâmide de pessoas que diz “provar” a estimativa mais “inflacionada”.


Preciso dizer algo mais?



[1] http://alertatotal.blogspot.com/2007/06/ttica-citylondrina-acio-neves-refora.html

[2] http://exclusivo.terra.com.br/paradagay2006/interna/0,,OI1045345-EI7090,00.html

[3] “Diga mentiras grandes. Diga-as de forma simples, repita-as constantemente, tantas vezes quantas você puder, até que as pessoas comecem a acreditar no que você está dizendo” (por Julio Severo: “Propaganda e mentira na defesa das leis anti-homofobia”, 11 de junho de 2007)

[4] http://www.sportsmagazine.com.br/melhor_prev.htm

[5] http://www.rtp.pt/index.php?article=226006&visual=5



Veja também:


Propaganda e mentira na defesa das leis anti-homofobia


Depois da Parada Gay: a sujeira gay