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14 de fev de 2011

Militantes da teologia da libertação: Falam demais e sabem de menos.


É grande o numero de militantes da heresia da libertação no Brasil, o que mais impressiona é que boa parte destes militantes não são conscientes do que defendem, são vitimas de persuasões de bispos, presbíteros ou leigos mais “estudados”. Incontáveis são as pessoas que não tem nenhuma noção sobre as condenações que o magistério da Igreja fez a teologia da libertação, não sabem do maleficio que este movimento esta causando na Igreja Católica Apostólica Romana.


O problema seria bem mais fácil de resolver se os conservadores tivessem a oportunidade de liderar alguma pastoral ou movimento, tivessem a chance de falar nos púlpitos e de dar suas catequeses, porém na maioria das paroquias da “libertação” o cerco é fechado para eles. Eu particularmente não consigo ser ministro da palavra, não consigo dar catequese e muito menos coordenar alguma pastoral e movimento na minha paroquia. Por que eles não deixam? Por que eles sabem que poucas verdades pronunciadas podem acabar com o castelo de mentiras que eles ergueram. Não pensem que sou destes conservadores chatos que vivem dando sermões nos revolucionários, tento ser gente boa, convivo de forma sadia com todos, só demonstro minha posição quando estamos conversando sobre assuntos eclesiais. Porém mesmo sendo educado e cultivando amizades com todos, as portas não se abrem para ações pastorais.


A única saída é montar associações de fieis para estudar e evangelizar segundo o coração do papa, mas não pensemos que estas associações é uma saída fácil , qualquer coisa que se faça é motivo de perseguição provenientes dos membros do movimento da libertação. A minha equipe missionaria (Equipe Missionaria Santo Redil) sofre na diocese com os ativistas que nem se quer sabem o que defendem.


Como os leitores assíduos sabem, eu sempre escrevo artigos relacionados à teologia da libertação, não por que seja prioridade escrever sobre o tema, a questão é que eu respiro esta heresia diariamente na minha cidade, e frente a tantos problemas este é o assunto que escrevo com mais propriedade. O fato é que alguns militantes da teologia da libertação resolveram se manifestar contra os artigos, o pior é que são militantes da minha cidade, estão fazendo o maior “barraco”, comunicando os padres, os coordenadores, espalhando os artigos para boa parte do povo e colocando as pessoas contra o trabalho da minha equipe missionaria.


Os militantes não quer nem saber do conteúdo do artigo, das citações de santos, dos papas e dos documentos oficiais da Igreja Católica, nem sequer tem a capacidade de ler o conteúdo dos artigos, só procuram saber o nome do escritor e o tema. De imediato distribuem calunias, maledicências e falsos julgamentos a respeito do nosso trabalho, falam demais e sabem de menos.


Quero neste texto pedir duas coisas aos irmãos adeptos da teologia da libertação que estão gastando tempo na procura dos meus artigos e minhas pregações. O primeiro pedido é o seguinte: Façam o favor de observar o conteúdo das pregações e dos artigos, coloquem na cabeça de vocês que a única coisa que faço é ser católico, é ser romano, discípulo do Sumo Pontífice e nada mais. Se tiver alguém fazendo algo de errado, estes são vocês, que dentro da Igreja pregam conteúdos que divergem das verdades provenientes da Santa Sé. Estudem pelo amor de Deus, se toquem, observem onde vocês estão, acorda para realidade, a Igreja do Brasil não é nenhuma ONG marxista e muito menos a casa da “mãe Joana” onde se faz as coisas arbitrariamente.


A segunda coisa que peço aos leitores que se dizem “católicos comunistas” é o seguinte: tirem da cabeça de vocês que nós temos ódio dos militantes da TL, isto é mentira, nós fazemos de tudo para amar cada um de vocês. Quando evidenciamos os fatos que acontecem nas paroquias, de forma alguma temos a intenção de diminuir as pessoas ou levar a Igreja a odiar padres, bispos ou lideranças. O que queremos é que a humanidade entenda que nós não somos assim. A humanidade precisa saber que a Igreja Católica não é revolucionária, que não fazemos sincretismo religioso, não amamos o Che Guevara, o povo precisa saber que respeitamos a liturgia, que amamos o papa, que acreditamos em milagres, que cremos na Igreja católica, em fim, que o que a Igreja é, esta longe de ser o que vocês dizem ser.


Querem calar quem defende o papa? Querem brigar com quem abomina o terrorismo do MST? Querem amordaçar quem não gosta de Missa Afro? Querem processar quem odeia briga de classes e o desgraçado do socialismo? Querem humilhar quem prega a teologia moral da Igreja? Se estes são os vossos desejos, façam-nos o favor de saírem da Igreja, pois a Igreja que vocês foram batizados e crismados, a Igreja que dá para vocês todos os dias o Sacramento da Eucaristia na Santa Missa e a Igreja que ordena os seus Sacerdotes é tudo isto que vocês odeiam e querem o fim. Um conselho, antes de sair, reze a Deus pedindo humildade e faça a seguinte pergunta para si mesmo: Será que estou certo?


Vejo todos como vitimas de uma terrível enganação diabólica, o nome desta enganação é marxismo. O meu irmão de equipe Islei esta coberto de razão quando disse: Esta mais fácil converter o pior dos protestantes a fé católica do que um militante da TL ao verdadeiro catolicismo. A única saída é rezar para que Nossa Senhora, que é sede de sabedoria, converta milagrosamente estas pessoas.


Oremos também para que a Virgem Maria nos ajude na pastoral abrindo portas missionarias.


Salve Maria!


Bruno Cruz
bhc.vida@hotmail.com
Contato missionário: 031-88802212