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23 de mai de 2012

MP3 DA PALESTRA DE CURA INTERIOR: ACEITAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA parte 1 E 2

 
MP3 DA PALESTRA DE CURA INTERIOR: ACEITAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA parte 1 E 2 - MINISTRADA POR PE.MATEUS MARIA NO DIA 20/05/12
PARTE 1 http://pt.gloria.tv/?media=292631

PARTE 2 http://pt.gloria.tv/?media=292621

Gay estuprador de crianças e bebês pega só 18 anos de cadeia



Julio Severo
Um homossexual na Holanda que confessou ter abusado de 83 crianças e bebês foi sentenciado a 18 anos de prisão e internação forçada numa instituição psiquiátrica.
Robert Mikelsons foi sentenciado na segunda-feira (21 de maio) por um tribunal de Amsterdã por ter abusado sexualmente das crianças, algumas das quais tinham apenas alguns meses de vida, informou a Rádio Holanda Mundial.
Mikelsons, que tem 29 anos, se mudou para a Holanda em 2004 e “casou” com seu parceiro homossexual, um cidadão holandês. Em 2008, ele recebeu sua própria cidadania holandesa como resultado.
Ele trabalhou pelo menos em duas creches holandesas de 2007 a 2010, e ofereceu seus serviços particulares pela internet, afirmando que ele era uma babá “com treinamento e experiência”.
Robert Mikelsons na creche com crianças
Mikelsons abusou sexualmente das crianças enquanto trabalhava numa creche de Amsterdã. Depois de ser preso em 2010, ele confessou que abusou sexualmente de 83 crianças e bebês na creche e que tirou fotos e fez filmagens dos abusos, para uso em pornografia infantil. Esse material seria distribuído internacionalmente por meio de redes pedófilas na internet.
Apesar da gravidade do crime, com os consequentes danos psicológicos, físicos e emocionais para as crianças abusadas, o tribunal sentenciou Mikelsons a apenas 18 anos de prisão e internação forçada numa instituição psiquiátrica.
O “cônjuge” de Mikelsons, Richard van Olffen, foi sentenciado a apenas seis anos de prisão por cumplicidade nos abusos. O tribunal deu como decisão que Olffen sabia do que Olffen estava fazendo e desempenhou um papel “facilitador”. Pouco antes de ser presa, a dupla gay estava para adotar um menino.
A imprensa brasileira noticiou o crime da dupla gay omitindo o sobrenome deles, a fim de preservar sua privacidade. A imprensa brasileira também omitiu o fato de que eles eram homossexuais e “casados”.
As penas, que não são pesadas, refletem o desleixo moral e social da Holanda, que suaviza cada vez mais os castigos, em prol de iniciativas reabilitadoras. Enquanto isso, um só criminoso consegue infligir enorme estrago, abusando de dezenas de crianças pequenas, sem nenhuma punição à altura.
A Holanda foi um dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, mas seu pioneirismo só ficou mesmo evidente quando se tornou o primeiro país do mundo a ter um partido político oficialmente engajado na luta para legalizar a pedofilia. Seu fundador, o homossexual Ad van den Berg, foi condenado em 1987 por abusar sexualmente de um menino de 11 anos, mas ele afirmou que o relacionamento foi “consensual”.
Em outubro de 2011, Van den Berg, então com 67 anos, foi condenado a apenas três anos de prisão por ter em seu computador milhares de filmes e 130.000 fotografias de pornografia infantil, entre as quais estavam 13.000 em que o próprio Van den Berg aparecia com destaque.
O partido pedófilo, chamado oficialmente de Partido do Amor Fraternal, Liberdade e Diversidade, foi fundado em 2006 por Van den Berg.
Com penas de prisão leves e uma sociedade com mentalidade reabilitadora para casos sem solução humana, fica fácil os cidadãos holandeses se sentirem incentivados a fundar partidos criminosos e cometer crimes sexuais hediondos.
O que facilita a entrada de homossexuais em creches é a estipulação feminista de que se as mulheres devem ocupar 50% de todos os cargos tradicionalmente masculinos, inclusive soldados, então os homens devem ocupar 50% de todos os cargos tradicionalmente femininos, inclusive creches — oportunidade aproveitada por homens que “amam crianças”.
Recordo que anos atrás, numa grande igreja evangélica de Brasília, havia uma placa na seção onde ficavam as crianças pequenas: “Proibida a entrada de homens”. Só as mulheres podiam ficar ali cuidando das crianças.
Com o feminismo, as cuidadores de crianças estão no exército fazendo o trabalho de homens, e os homens predadores estão com as crianças.
Com informações de LifeSiteNews e UPI.

Dupla lésbica é acusada de fingir-se de vítima de preconceito


Dupla lésbica é acusada de fingir-se de vítima de preconceito

Duas lésbicas que afirmaram estar sendo vítimas de preconceito e ódio no ano passado quando mensagens de ódio foram rabiscadas em seu lar no Colorado estão agora sendo acusadas de cometer embuste.
Apanhadas: Aimee Whitchurch, 37, à esquerda, e Christel Conklin, 29, à direita, acusadas de embuse, falso boletim de ocorrência e travessura criminosa
Aimee Whitchurch, 37, e Christel Conklin, 29, disseram às autoridades em outubro do ano passado que vândalos haviam pichado “Matem o Gay” no portão da garagem delas e deixado um laço de forca na entrada da casa.
A dupla, que vive numa casa alugada de condomínio em Parker, Colorado, disse que cria que os alegados incidentes eram em retaliação por disputas que elas estavam tendo com a Associação de Moradores por causa do cão delas.
“Kill the Gay” (Matem o Gay): Dupla lésbica, aproveitando o favoritismo absoluto da mídia nos casos de discriminação aos gays, picha ameaça contra si mesma. Foi preciso a intervenção do FBI, que achava estar lidando com lésbicas vítimas, para descobrir o engodo.
O FBI se envolveu na investigação. As duas mulheres foram examinadas por agentes federais para ver se havia resíduos de tinta spray na palma de suas mãos, noticiou KDVR, filial da Fox. O FBI também pediu que elas fizessem um teste no detector de mentiras, mas elas não quiseram, de acordo com o canal de TV.
Mais tarde, as autoridades concluíram que as mulheres eram responsáveis pelas palavras pichadas.
“Durante a investigação e a partir de declarações de testemunhas, concluiu-se que as alegações do incidente eram falsas”, disse Cocha Hedyen, porta-voz da delegacia de polícia do município de Douglas. “Os detetives conseguiram resolver com precisão que as duas mulheres envolvidas eram responsáveis pelas palavras que foram pichadas na garagem e a colocação do laço de forca na porta da frente da casa delas”.
Ambas as mulheres enfrentam duas acusações de travessura criminosa e duas acusações de falso boletim de ocorrência, de acordo com o canal de TV.
Traduzido por Julio Severo do artigo da Fox News: Lesbian couple accused of faking hate crime at Colorado home

Fantástico: Xuxa diz que sofreu abuso sexual

Revelação irá abafar escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando sua vida e carreira durante décadas?

Julio Severo
No programa Fantástico de domingo passado, Xuxa alegou que sofreu abusos sexuais na infância. Supostamente, foram três homens.
Xuxa, no Fantástico, revelando-se vítima de pedofilia
Sua declaração forte trouxe uma alta em sua imagem num momento em que sua carreira já não tem o brilho que tinha antes. O brilho tem sido cada vez mais ofuscado por um sombrio esqueleto em seu armário: Em 1982 ela fez o papel principal do filme “Amor estranho amor”, que contém cenas de pedofilia explícita em que ela seduz um menino.
Xuxa vem travando uma batalha judicial sem tréguas para que o filme, que tem perturbado sua carreira e fama, não seja oficialmente comercializado em DVD. Seus produtores haviam chegado a exigir 100 mil reais por ano para manter o filme “extinto”. O desgaste com o obsceno filme pró-pedofilia tem sido um flagelo na fama e bolso da atriz.
Xuxa, em filme pró-pedofilia, fazendo sexo com um menino
A trajetória de Xuxa, com suas recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais “hábitos” não raramente enxergam com “naturalidade” o sexo.
Qualquer homem moralmente são teria dificuldade de visitar uma casa onde o pai permite que sua filha de oito, dez ou doze anos ande “ao natural”. Não chega a ser “fora do normal” um lar com nudez descarada produzir abusos sexuais. É um ambiente produtor de tentações.
Tais lares, além de tornarem suas crianças vulneráveis aos oportunistas sexuais, não veem nada de errado em revistas pornográficas.
Xuxa como capa da Playboy: ganhando muito dinheiro
Xuxa não só tinha essa visão, mas também chegou a posar nua para várias revistas pornográficas, inclusive a mais famosa, a Playboy. O que era “natural” para ela acabou também virando fonte de renda.
Mesmo com esse histórico moralmente turbulento, ela acabou entrando no mercado infantil, com um programa primeiramente na TV Manchete e depois na TV Globo, onde dançarinas mirins com trajes curtos e a garotada garantiram para ela e para a TV Globo IBOPE e audiência. Ela passou de coelhinha da Playboy à rainha dos baixinhos.
É uma carreira infantil de sucesso alicerçada em assombrações pornográficas e pedofílicas.
Ela não era, é claro, o exemplo ideal para as crianças. Mas o mundo imundo da TV tem valores inversos de uma família que protege os filhos com valores morais.
Durante o governo de Lula, Xuxa encabeçou a campanha nacional “Não Bata, Eduque!”, lançada por Lula em Brasília. A campanha, de modo ostensivo, buscava a criminalização de pais e mães que aplicam castigos físicos como disciplina para o mau comportamento dos filhos.
Xuxa mostrou sua rebelião a esse mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy.
Mas a experiência de uma infância sem limites e sem roupas não trouxe felicidade para a menina Xuxa. Trouxe, pelo que alega ela, estupros. E trouxe, pelo que mostra seu currículo, seu estrelato num filme de pedofilia explícita e participação em revistas pornográficas.
Em todas essas décadas, Xuxa jamais reclamou de ter sofrido peso na consciência pela óbvia incoerência entre sua vida no mercado pornográfico e no mercado infantil. O que importava, talvez, fosse obter dinheiro, fosse de qual fosse a procedência.
Na entrevista ao Fantástico, Xuxa se queixa de um pai ausente, mas quando ela teve oportunidade de fazer diferença na sua vida, ela escolheu ter uma filha sem um pai. Ela determinou que a figura do pai ficasse ausente da vida de sua filha.
Depois de sua recente confissão de abuso sexual na infância, Xuxa deveria abandonar seu ativismo contra os direitos dos pais disciplinarem seus filhos e imporem limites — inclusive o uso de roupas — neles. Abuso e violência não é impor limites nos filhos, conforme hoje esbraveja Xuxa com sua campanha anti-pais, mas a falta de limites.
Seu ativismo agora deveria se limitar aos malefícios da nudez dentro de casa, de como essa prática torna as crianças presas fáceis de pedófilos, do sexo casual e da pornografia.
O ativismo dela deveria também incluir uma campanha de alerta para que os pais bloqueiem toda pornografia em seus lares.
E ela poderia também aproveitar e aparecer novamente no Fantástico para pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme “Amor estranho amor”, onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda pró-pedofilia.