Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

28 de mar de 2011

Cresce movimento de retorno de Luteranos ao catolicismo


O movimento dos luteranos que atravessaram o Tibre [ndt.: que se tornaram católicos] foi uma das notícias religiosas mais subestimadas da década passada.

O que primeiramente começou com luteranos proeminentes, como Richard John Neuhaus (1990) e Robert Wilken (1994), ingressando na Igreja Católica, tornou-se uma avalanche que poderá culminar num grande grupo de luteranos regressando coletivamente.

Em 2000, o ex-bispo luterano canadense Joseph Jacobson ingressou na Igreja.

“Realmente nenhuma outra Igreja pode duplicar o que Jesus deu”, disse Jacobson ao Western Catholic Reporter em 2006.

Em 2003, Leonard Klein, um proeminente luterano e ex-editor do Lutheran Forum e da Forum Letter ingressou na Igreja. Hoje, tanto Jacobson quanto Klein são padres católicos.

Ao longo dos últimos anos, um crescente número de teólogos luteranos se uniu à Igreja, alguns dos quais agora lecionam em faculdades e universidades católicas. Entre eles estão, não excluindo outros: Paul Quist (2005), Richard Ballard (2006), Paul Abbe (2006), Thomas McMichael, Mickey Mattox, David Fagerberg, Bruce Marshall, Reinhard Hutter, Philip Max Johnson, e mais recentemente, Dr. Michael Root (2010).

“A Igreja Luterana tem sido meu lar espiritual e intelectual por quarenta anos”, escreveu o Dr. Root. “Mas nós não somos mestres de nossas convicções. Um risco do estudo ecumênico é que se pode considerar uma outra tradição tão convincente que se é levado a uma mudança de mente e de coração. Ao longo do último ano, tornou-se claro para mim, não sem resistência, que eu havia me tornado católico na mente e no coração de tal modo que não mais me era permitido apresentar-me como um teólogo luterano com honestidade e integridade. Esta mudança é menos uma matéria de decisão que de discernimento”.

Diz-se que “ninguém se converte sozinho”, sugerindo que frequentemente o efeito de uma conversão ajuda a impulsionar outra. Isto é exemplificado pela história de Paul Quist. Ele descreve sua participação na conferência luterana “A Call to Faithfulness” no St. Olaf College em junho de 1990. Lá ele ouviu e conheceu Richard John Neuhaus, que havia comunicado sua própria conversão havia poucos meses.

“O que alguns luteranos estavam percebendo era que, sem as âncoras do Magistério da Igreja, o luteranismo iria desviar-se inapelavelmente de sua fonte confessional e bíblica”, escreveu Quist.

Muitos dos convertidos vieram da Sociedade da Santíssima Trindade, um mistério panluterano organizado em 1997 a fim de trabalhar para a renovação confessional e espiritual das igrejas luteranas.

Agora, parece que um grupo luterano mais amplo se unirá à Igreja. O Padre Christopher Phillips, escrevendo no blogAnglo-Catholic, noticia que clérigos e leigos da Igreja Luterana Anglo-Católica (ALCC) ingressarão no Ordinariato americano a ser criado para aqueles anglicanos desejosos de entrar na Igreja.

Segundo o blog, a ALCC enviou uma carta ao Cardeal Walter Kasper, em 13 de maio de 2009, declarando que “deseja desfazer os erros do Padre Martinho Lutero e retornar à Una, Santa e Verdadeira Igreja Católica fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo através do Bem-Aventurado São Pedro”. A carta foi enviada à Congregação para a Doutrina da Fé.

Surpreendentemente, em outubro de 2010, a ALCC recebeu uma carta do secretário da CDF, informando-lhes que o arcebispo Dom Donald Wuerl havia sido nomeado delegado episcopal para auxiliar na implementação da Anglicanorum Coetibus. A ALCC respondeu que eles gostariam de ser incluídos na reunificação.

Veja as diferenças entre o catolicismo e Luteranismo.

A Igreja vem da reforma feita por Martinho Lutero no século XVI e tem sua doutrina firmada principalmente na Bíblia, se afastando da tradição católica original.

O luteranismo chegou em 1824 ao Brasil, trazido por imigrantes alemães para o Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, e hoje conta com 410 paróquias dispersas por vários estados, divididas em duas correntes principais do luteranismo: a Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil e a Igreja Evangélica Luterana do Brasil.

Calcula-se que no ano 2000 existam cerca de 1,2 milhão de membros, sendo quase 80% na região Sul do país.
O primeiro templo foi construído em 1829 em Campo Bom (RS), e pastores europeus chegaram depois de 1860.

A estrutura central da IECLB se constitui em: um Concílio – órgão máximo e soberano da Igreja - cuja tarefa é legislar e controlar; a Presidência e a Secretaria Geral. O Pastor Presidente é o guia espiritual da Igreja em nível nacional.

Acima de 15 mil líderes leigos participam oficialmente da vida das comunidades. Além desses, inúmeras pessoas atuam em comissões, grupos de trabalho e estudo, departamentos,
instituições e setores.

A Igreja Luterana reconhece dois sacramentos: o batismo e a eucaristia. A Igreja Luterana manteve o batismo de crianças
(e mantém um programa de acompanhamento da educação das crianças num modo de vida cristão), diferindo das Igrejas da reforma que adotaram o batismo só de adultos.

A visão luterana da eucaristia fica a meio caminho entre a visão católica e a dos outros protestantes, não aceita o fato de que o pão e vinho realmente se transformam no corpo e sangue de Jesus, mas também não aceita a visão de que são meramente simbólicos. Lutero afirmava que, embora sejam na realidade pão e vinho, o corpo e sangue de Jesus estão presentes neles, concedendo ao receptor o perdão dos pecados.

O serviço religioso luterano se aproxima muito do católico, inclusive na decoração das igrejas (exceto pela ausência de imagens de santos e de Maria), e tem como ponto principal a palavra de Deus, o sermão. Desde a reforma, Lutero se preocupou em tornar o serviço acessível a todos, na língua do povo, tanto o serviço como os cânticos. O calendário religioso também é bastante parecido com o católico, bem como a seqüência do serviço religioso.

A Igreja Luterana tem um ponto em que difere de todas as outras: empregam sacerdotes mulheres em vários países do mundo,desde 1920.

O ministro luterano não está para o leigo como seu correspondente católico. Considera-se que mediante o batismo e a fé, todo cristão se torna seu próprio sacerdote, não precisando de intermediários para seu contato com Deus. O clérigo ordenado tem por função pregar o evangelho e ministrar os sacramentos.

Fonte: National Catholic Register e http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

----------------------------------------------------------------------------------------------------

Nota de www.rainhamaria.com.br

Diz na Sagrada Escritura:

"Que vos parece? Um homem possui cem ovelhas: uma delas se desgarra. Não deixa ele as noventa e nove na montanha, para ir buscar aquela que se desgarrou?" (Mt 18,12)

"Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor". (Jo 10,16)

Extraído de: http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/10122/Cresce-movimento-de-retorno-de-Luteranos-ao-catolicismo

Vídeo: O Mundo Muçulmano - Mudanças que estão ocorrendo


25.05.09 - Este vídeo foi produzido pela Igreja Batista, mesmo assin resolvi adiciona-lo aos demais vídeos do site, pelo importante alerta que transmite para todos os cristãos. Há uma revolução silenciosa acontecendo neste momento, que vai afetar o mundo da forma que o conhecemos.

É importante refletir sobre isso, já que é uma constatação, um fenômeno sócio-cultural em crescimento, e não uma especulação.



Lembrando...

25.05.2009 - Obama declara: Os EUA não são uma nação cristã, mas foram moldados pelo islamismo para melhor

Uma parte do discurso de Obama no Parlamento da Turquia disse: “Não nos consideramos uma nação cristã”. Esse discurso me lembra uma piada antiga: O Cavaleiro Solitário e seu ajudante índio estão cercados por índios hostis. O homem mascarado vira-se para seu fiel companheiro e pergunta: “O que iremos fazer agora?” Seu ajudante responde: “O que você quer dizer nós, cara pálida?”

Como outros esquerdistas, Obama tem o infeliz hábito de projetar suas ilusões no povo americano.

Ele estava na Turquia como parte de sua turnê de repúdio aos EUA, durante a qual ele gratificou vergonhosamente os desejos do antiamericanismo europeu. (“Temos sido arrogantes e prometemos não mais torturar terroristas e sempre escutar os ‘aliados’ que quase perderam as duas guerras mundiais e a Guerra Fria. E nos últimos 15 segundos eu disse o quanto lamento o episódio de Wounded Knee?”)

Na Turquia esmagadoramente muçulmana, Barack Hussein Obama, como ele foi apresentado (agora que a eleição terminou, não há problema em usar seu nome do meio), declarou o conceito de que “os EUA como nação cristã” é um mito.

Obama disse: “Embora, conforme mencionei, tenhamos uma população cristã muito grande (sim, por volta de 75 a 80%), não nos consideramos uma nação cristã ou uma nação judaica ou uma nação muçulmana”.

Será? Mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Peregrinos [os fundadores evangélicos dos EUA] de estabelecer uma colônia para “o avanço da fé muçulmana”? E quanto ao lema “Em Alá Confiamos” em nossas moedas e notas de dólar, sem mencionar o que veio a ser chamado de hino nacional americano, “Alá Abençoe a América”?

Falando sério, se ao declarar que os EUA não são uma nação cristã Obama está se referindo a uma minoria como a diretoria esquerdista do jornal The New York Times, ele acertou em cheio.

Por outro lado, se ele quer dizer a nação em geral, ele azarou.

Em 3 de abril uma pesquisa de opinião pública da revista Newsweek mostrou que 62% dos americanos consideram os EUA como “uma nação cristã”. Mas para aqueles que são como Obama, a emoção predominante dos EUA não é decidida pela maioria, mas pela elite cultural — os indivíduos que receberam o privilégio de moldar a consciência nacional pelo resto de nós.

Devido à ignorância ou cegueira deliberada, por toda a história americana, a maioria dos americanos, inclusive seus líderes, não entendiam que os EUA são uma república secular — uma nação sob Rousseau, Darwin e o Manifesto Humanista (I e II).

Patrick Henry comentou: “Nunca é demais frisar o fato de que esta grande nação foi fundada não pelas religiões, mas por cristãos; não na base de religiões, mas na base do Evangelho de Jesus Cristo”.

A Constituição americana é datada “no ano de nosso Senhor, 1787,” em referência não a Alá, Krishna ou Buda, mas a Jesus Cristo. O juiz da Suprema Corte Joseph Story, em sua obra sobre a Constituição publicada em 1833, observou que os fundadores dos Estados Unidos acreditavam “que o Cristianismo tem de receber incentivo do Estado”.

No caso de 1931 de U.S. v Macintosh (decidido antes de o judiciário federal começar a desconstruir a Primeira Emenda), a Suprema Corte declarou: “Somos um povo cristão”.

Todos os presidentes dos Estados Unidos, inclusive B. Hussein Obama, fizeram juramento com a mão em cima da Bíblia para defender a Constituição. Em todos os casos, exceto um, era a Versão do Rei James.

Falando dos antecessores de Obama — nitidamente “menos inteligentes” e “laicos” do que o “Supremo Messias” e provavelmente lacaios da direita religiosa — a opinião deles é unânime:

O Presidente George Washington disse: “É impossível governar acertadamente sem Deus e sem a Bíblia”. Por Bíblia, o fundador dos EUA não estava se referindo ao Corão ou ao Bhagavad Gita.

O Presidente John Adams disse: “Os princípios gerais sobre os quais os fundadores [dos EUA] obtiveram a independência [dos EUA] foram… os princípios gerais do Cristianismo”.

O Presidente John Quincy Adams disse: “A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo”.

O Presidente Andrew Jackson disse: “A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada nossa República” — de novo, em referência à Bíblia cristã, não ao Lotus Sutra.

O Presidente Abraham Lincoln disse: “Inteligência, patriotismo, Cristianismo e uma confiança firme nAquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades atuais”. As “dificuldades atuais”, que Lincoln cria que o Cristianismo resolveria favoravelmente, era uma guerra civil na qual mais de 600.000 morreram.

Antes do esquerdista McGovern tomar o Partido Democrático (agora sob a direção de George Soros), os presidentes do próprio partido de Obama também cantavam no coro dos EUA como nação cristã.

O Presidente Woodrow Wilson disse: “Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras”.

O Presidente Franklin D. Roosevelt, falando da 2ª Guerra Mundial, disse: “Hoje, o mundo inteiro está dividido, dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana — entre a brutalidade pagã e o ideal cristão”.

O Presidente Harry S. Truman, escrevendo ao Papa Pio XII, disse: “Esta é uma nação cristã… Não é a toa que os valorosos pioneiros que partiram da Europa para estabelecer colônias aqui, no comecinho da sua aventura colonial, declararam sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio”.

O Presidente John F. Kennedy, no meio da Guerra Fria, disse: “Contudo, a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram nossos ancestrais é ainda relevante ao redor do mundo, a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus”.

O Presidente Thomas Jefferson disse algo incrivelmente parecido: “Será que as liberdades de uma nação podem estar garantidas quando removemos sua única base firme, uma convicção na mente das pessoas de que essas liberdades são presente de Deus?”

Entretanto, o “Supremo Messias” consegue alegremente proclamar que os EUA não são mais uma nação cristã.

Num discurso de 2007, Obama confirmou essa opinião: “O que quer que tenhamos uma vez sido no passado, não somos mais uma nação cristã”.

Com isso o presidente aceitou a possibilidade de que os EUA foram uma nação cristã no passado, mas não são mais. Contudo, quando foi que o predomínio do Cristianismo na vida dos americanos terminou — com a decisão da Suprema Corte de abolir as orações nas escolas em 1962, com sua decisão Roe v. Wade de 1973 de legalizar o aborto ou com Bill Clinton deixando manchas de sêmen no vestido de uma estudante estagiária, em 1995?

Embora insistisse que “nós” não consideramos os EUA uma nação cristã, Obama apelou para o sentimentalismo quando chegou o momento de tocar no assunto da “religião da paz”. “Queremos transmitir nosso apreço profundo para com a religião islâmica, que fez muito durante tantos séculos para moldar o mundo para melhor, inclusive o meu próprio país”.

Além de confusa, a declaração de Obama foi convenientemente vaga.

Moldar o mundo para melhor? De que jeito? Propagando pela espada seu credo? Estabelecendo o conceito de dhimmitude — de que os descrentes são obrigados a se converter para o islamismo ou se submeter ao governo islâmico? Transformando mulheres em propriedade? Subjugando os Bálcãs, a Grécia, a maior parte da Espanha e parte da Europa Oriental por centenas de anos? Destruindo Constantinopla e Bizâncio, o Império Romano Oriental, apagando as glórias de um milênio? Promovendo o fanatismo sanguinário do xiitismo e do wahabismo e monopolizando o terrorismo internacional desde pelo menos a década de 1970?

O islamismo moldou os EUA para melhor? Pelo menos Obama não disse que “teve um impacto profundo” — como um avião de passageiros colidindo com um edifício elevado.

É difícil imaginar uma religião que tenha feito menos para moldar os EUA do que o islamismo, inclusive o zoroastrismo e a cientologia. Muitos dos princípios nos quais os EUA foram fundados, ou vieram a representar — tolerância religiosa, democracia, liberdade e igualdade — são detestáveis para o islamismo tradicional.

Numa pesquisa de opinião pública do Washington Post/U.S. News (26-29 de março), embora a maioria aprove os esforços de Obama para alcançar o mundo muçulmano, 48% confessaram ter uma opinião desfavorável do islamismo, a percentagem mais elevada desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Na mesma pesquisa, 55% disseram que lhes faltava uma compreensão básica da religião da paz.

Conhecimento produzirá desprezo. À medida que a população muçulmana nos Estados Unidos (agora estimada em 1 milhão) cresce, os americanos cada vez mais encontrarão a rica herança religiosa e cultural que os seguidores de Maomé estão trazendo para os EUA — como os assassinatos de honra.

No ano passado, no subúrbio de Jonesboro, um imigrante paquistanês estrangulou sua filha de 25 anos com uma corda bungee, por tentar escapar de um casamento arranjado.

Em pleno Dia de Ano Novo, 2008, os corpos crivados de bala de Sarah e Amina Said (idades 17 e 19) foram encontrados num táxi abandonado. O pai delas, o imigrante egípcio Yaser AbdelSaid, foi preso pelos assassinatos. Said havia ameaçado matar suas filhas por terem namorados. Ele achava que elas agora eram moças imorais!

Muzzammil Hassan, da região de Buffalo, era o próprio modelo de um muçulmano moderno e moderado. Em 2004, Hassan fundou a TV Bridges [Pontes] para neutralizar as imagens negativas do islamismo e exibir as muitas estórias de “tolerância, progresso, diversidade, serviço e excelência muçulmana”. Pare, você está me matando! — um infeliz golpe de linguagem quando se debate o islamismo.

Hassan era um motivo de orgulho tão grande para sua religião que, em 27 de abril, ele recebeu o primeiro prêmio por excelência em seus esforços para apresentar ao público um islamismo diferente aos olhos do público. Ele recebeu o prêmio da filial em Pensilvânia do Conselho de Relações Islamo-americanas, onde alguns dos líderes têm ligação com o terrorismo. Presentes no evento estavam o governador Ed Rendell e o deputado federal Joseph Stestak, ambos do Partido Democrático. Stestak foi o palestrante.

Em 12 de fevereiro de 2009, o grande exemplo do Islamismo moderado foi preso e acusado de decapitar a esposa, que havia afirmado que ele cometia abusos físicos e emocionais, e estava no processo de se divorciar dele. O lema da TV Pontes é: “Conectando pessoas por meio da compreensão” — o irônico é que no caso de Aasiya Hassan, a cabeça dela não está mais conectada ao corpo dela.

De acordo com o Projeto de Comunicação e Educação sobre a Mutilação Genital Feminina — a prática de cortar o clitóris e os lábios menores das mulheres em algumas sociedades muçulmanas a fim de mantê-las submissas tornando impossível que elas experimentem prazer sexual — chegou aos EUA.

Em novembro de 2006, Khalid Adem, um etíope vivendo em Atlanta, foi sentenciado a 10 anos de prisão por decepar o clitóris de sua filha de dois anos.

Num vídeo postado no YouTube — filmado secretamente numa mesquita em Nashville, Tennessee — uma menina de 7 anos diz, chorando, como as meninas são surradas durante as aulas de xariá. A menina também fala de seu “marido”. Os grandes meios de comunicação se importam com alegações de abuso físico e sexual somente quando o assunto envolve a Igreja Católica.

A pedofilia e o abuso de crianças não são apenas estranhos costumes praticados em casas de oração muçulmanas.

Das mais que 2.300 mesquitas e escolas islâmicas nos Estados Unidos, mais de 80% foram construídas com dinheiro da Arábia Saudita nos últimos 20 anos. Foi esse mesmo dinheiro que financiou os terroristas que fizeram o ataque de 11 de setembro de 2001.

O Centro de Políticas de Segurança enviou agentes secretos que falam árabe para mais de 100 dessas instituições, descobrindo que de cada 4, 3 estavam infectadas com extremismo e pregações de ódio contra os EUA, os judeus e os cristãos.

É desse jeito que o islamismo está moldando os EUA para melhor.

Se não somos uma nação cristã, então o que é que somos? Obama disse aos turcos: “Consideramo-nos como uma nação de cidadãos que estão ligados por ideais e por um conjunto de valores”.

Valores não são fluídos. Eles têm de ter um ponto de origem.

Por toda a nossa história, a maioria dos americanos nunca duvidou das origens de nossas características éticas: o monte Sinai, Jerusalém, os Dez Mandamentos, o Sermão da Montanha, a Torá, o Novo Testamento — conhecidos coletivamente como nossa herança judaico-cristã.

Para a esquerda secular, que agora ocupa a Casa Branca, a herança dos EUA não está na Bíblia, nem na Declaração de Independência e nem na Constituição (em seu sentido original), mas no humanismo secular, no coletivismo e no multiculturalismo — valores baseados não em padrões eternos, mas em normas culturais predominantes, conforme determina a elite política, midiática e acadêmica.

Obama não quer que nos consideremos uma nação cristã porque a ética judaico-cristã está em conflito com a cosmovisão dele.

Seja o que for que Joel Osteen e Rick Warren nos digam (o Pr. Ken Hutcherson os chama de evangelistas covardes), Obama não é cristão — a menos que você considere os sermões loucos e cheios de ódio do ex-pastor dele, na igreja que ele freqüentou por 19 anos, como Cristianismo.

Os EUA como nação cristã não aceitam uniões civis ou casamento de mesmo sexo — e não consideram todos os atos sexuais como equiparáveis. Mas os EUA de Obama aceitam tudo isso.

Os EUA, com suas raízes judaico-cristãs, crêem na defesa da vida humana inocente — inclusive dos mais indefesos: os bebês em gestação. Os EUA de Obama não crêem nisso. Testemunhe a reputação que ele está adquirindo como o presidente mais pró-aborto da história dos EUA, e os votos dele contra projetos de lei contra o infanticídio quando ele era membro do Senado de Illinois.

Os EUA como nação cristã crêem em governo limitado, não aceitando a idéia falsa de que o governo é Deus. Os EUA de Obama crêem que não há nada que o Estado não possa fazer, nenhum poder que o Estado não deveria ter e nenhuma limitação nos poderes do Estado para taxar, gastar e controlar.

Os EUA como nação cristã compreendem a ordem bíblica de apoiar Israel.

Os EUA de Obama vêem os palestinos (que são antissemitas, antiamericanos, sanguinários, exaltadores da guerra santa) como o equivalente moral dos israelenses (democráticos, pró-americanos, governados pelo Estado de direito). A fantasia de Obama de Israel e Palestina vivendo juntos “lado a lado em paz e segurança” é ilusão ou eufemismo para um acordo temporário que levará à extinção do Estado judeu.

Como a proverbial casa dividida de Lincoln, esses dois EUA não poderão coexistir para sempre. Durante sua presidência, Obama tem a intenção de enterrar os EUA como nação cristã, com um chefe de mesquita presidindo na cerimônia religiosa fúnebre.

Mal posso esperar a próxima viagem cheia de magia e mistério do presidente Obama. Como o Dep. Joe Cannon disse de um colega: “Toda vez que abre a boca, esse homem subtrai da soma total do conhecimento humano”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo

Fonte: Don Feder / Julio Severo

Extraído de: http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/7256/Video-O-Mundo-Muculmano-Mudancas-que-estao-ocorrendo