Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

2 de out de 2011

Fora da Igreja não há salvação!


Por que fora da Igreja não há salvação?

SOBRE A NECESSIDADE DE UMA FÉ MAIS PROFUNDA

Deve-se, desde o início, falar da necessidade de uma fé mais profunda, por causa dos perigos provindos de erros gravíssimos, atualmente espalhados pelo mundo, e por causa da insuficiência dos remédios a que freqüentemente recorremos contra eles.
Os perniciosos erros que se espalham pelo mundo, tendem à descristianização completa dos povos. Ora, isto começa com a renovação do paganismo no século XVI, ou seja, com a renovação da soberba e da sensualidade pagã entre cristãos. Este declínio avançou com o protestantismo, por sua negação do Sacrifício da Missa, do valor da absolvição sacramental e, por conseqüência, da confissão; por sua negação da infalibilidade da Igreja, da Tradição ou Magistério, e da necessidade de se observar os preceitos para a salvação. Em seguida, a Revolução francesa lutou manifestamente para a descristianização da sociedade, conforme os princípios do Deísmo e do naturalismo — isto é: se Deus existe, não cuida das pessoas individuais, mas somente das leis universais. O pecado, por estes princípios, não é uma ofensa à Deus, mas apenas um ato contra a razão, que sempre evolui; assim, considerava-se o furto como pecado enquanto se admitia o direito à propriedade individual; porém, se a propriedade individual é, como dizem os comunistas, contrário ao que se deve à comunidade, nesse caso, é a própria propriedade individual que é furto.
Em seguida, o espírito da revolução conduziu ao liberalismo que, por sua vez, queria permanecer numa meia altitude entre a doutrina da Igreja e os erros modernos. Ora, o liberalismo nada concluía; não afirmava, nem negava, sempre distinguia, e sempre prolongava as discussões, pois não podia resolver as questões que surgiam do abandono dos princípios do cristianismo. Assim, o liberalismo não era suficiente para agir, e após ele veio o radicalismo mais oposto aos princípios da Igreja, sob a capa de “anticlericalismo”, para não dizer anticristianismo. Assim, os maçons. O radicalismo, então, conduziu ao socialismo e o socialismo, ao comunismo materialista e ateu, como agora na Rússia, e quis invadir a Espanha e outras nações negando a religião, a propriedade privada, a família, a pátria, e reduzindo toda a vida humana à vida econômica como se só o corpo existisse, como se a religião, as ciências, as artes, o direito fossem invenções daqueles que querem oprimir os outros e possuir toda propriedade privada.
Contra todas essas negações do comunismo materialista, só a Igreja, somente o verdadeiro Cristianismo ou Catolicismo pode resistir eficazmente, pois só ele contém a Verdade sem erro.
Portanto, o nacionalismo não pode resistir eficazmente ao comunismo. Nem, no campo religioso, o protestantismo, como na Alemanha e na Inglaterra, pois contém graves erros, e o erro mata as sociedades que nele se fundam, assim como a doença grave destrói o organismo; o protestantismo é como a tuberculose ou como o câncer, é uma necrose por sua negação da Missa, da confissão, da infalibilidade da Igreja, da necessidade de observar os preceitos.
O que, pois, se segue dos erros citados no que diz respeito à legislação dos povos? Esta legislação torna-se paulatinamente atéia. Não somente desconsidera a existência de Deus e a lei divina revelada, tanto positiva como natural, mas formula várias leis contrárias à lei divina revelada, por exemplo, a lei do divórcio e a lei da escola laica, que termina por tornar-se atéia, nos três graus: escolas primárias, liceus ou ginásios e universidades, nas quais freqüentemente reduz-se a religião à história mais ou menos racionalista das religiões, na qual o cristianismo somente aparece como no modernismo, como uma forma agora mais alta da evolução de um senso religioso que sempre muda, de modo que nenhum dogma seria imutável nem imutáveis os preceitos; por fim, vem a liberdade total de cultos ou religiões, e da própria impiedade ou irreligião. Ora, as repercussões destas leis em toda sociedade são enormes; tome, por exemplo, a repercussão da lei do divórcio: qualquer que seja o ano, qualquer que seja a nação, milhares de famílias são destruídas pelo divórcio e deixam sem educação, sem direção, crianças que terminam por se tornar ou incapazes, ou exaltadas, ou más, por vezes, péssimas. Do mesmo modo, saem da escola atéia, todos os anos, muitos homens ou cidadãos sem nenhum princípio religioso. E portanto, em lugar da fé, da esperança e da caridade cristã, têm eles a razão desordenada, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos, o desejo de riqueza e a soberba de vida. Todas essas coisas são erigidas em um sistema especial materialista, sob o nome de ética laica ou independente, sem obrigação e sanção, na qual às vezes remanesce algum vestígio do decálogo, mas um vestígio sempre mutável. Se, porém, os efeitos dolorosíssimos destes erros perniciosos ainda não aparecem claramente na primeira geração, na terceira, quarta e quinta se manifestam segundo a lei da aceleração na queda. — É como na aceleração da queda dos corpos: se numa 1a. etapa da descida, a velocidade é como que 20, numa 5ª será como que 100. E isto se contrapõe ao progresso da caridade, que, segundo a parábola do semeador, é por vezes 30, 50, 100 para um.
É a verdadeira descristianização ou apostasia das nações. E isto foi exposto justamente na longa epístola do grande católico espanhol Donoso Cortes escrita ao Cardeal Fornari para que a apresentasse à Pio IX; o título dela é: Sobre o princípio generativo dos graves erros hodiernos (trinta páginas) e Discurso sobre o estado atual da Europa(1830). Cf. Opera do mesmo autor 5 vol. Madrid 1856: trad. Fr, 1862, t. II, p 221, ss; t. I, p 399; trad. It. 1861. Em seguida, a mesma série de erros foi exposta no Silabo de Pio IX, 1861 (Dz. 1701).
O princípio destes erros é: Se Deus existe, não cuida das pessoas individuais, mas somente, das leis universais. Daí o pecado não ser uma ofensa contra Deus, mas somente contra a razão, que sempre evolui. Disto segue que não existiu o pecado original, nem a Encarnação Redentora, nem a graça regenerativa, nem os sacramentos que causam a graça, nem o sacrifício e, por isso, não é útil o sacerdócio, nem é útil a oração.
No fundo, o Deísmo não parece verdadeiro, pois se os homens individualmente não precisam de Deus, porque se admitiria que Deus existe no céu? É preferível admitir que Deus se faz na humanidade, que é a tendência mesma ao progresso, à felicidade de todos, sobre a qual falam o socialismo e o comunismo.
Portanto, qual é, segundo este princípio, o modo de discernir o falso do verdadeiro? O único modo é a livre discussão, no parlamento ou em algum outro lugar, e esta liberdade é, portanto, absoluta, nada pode ser subtraído à sua jurisdição, nem a questão do divórcio, nem a necessidade da propriedade individual, nem a da família ou da religião para os povos.
Assim, a discussão fica libérrima, como se não existisse a Revelação divina; se se objeta, por exemplo, que o divórcio é proibido no Evangelho, isto pouco importa.
Destas coisas nascem, como é patente, grandes perturbações, inúmeros abortos, crimes, e não se encontra remédio, senão o de aumentar cada vez mais a polícia ou o exército.
Mas, a polícia obedece àqueles que estão no poder e não raro, depois destes, vêm seus adversários e ordenam o contrário. De outra parte, tendo-se suprimido a propriedade privada, suprime-se, de modo geral, o patriotismo, que é como a alma do exército.
Donde estes remédios não serem suficientes para conservar a ordem e evitar as graves e intermináveis perturbações, pois não mais se admite a lei divina, e nem a lei natural escrita por Deus em nossos corações (E tudo isso é uma demonstração per absurdum da existência de Deus.)
Neste caso, é para se concluir com Donoso Cortes que estas sociedades, fundadas sobre princípios falsos ou sobre uma legislação atéia, tendem para a morte. Nelas, com o auxílio da graça, as pessoas individuais podem ainda se salvar, mas estas sociedades, como tais, tendem para a morte, pois o erro, sobre o qual se fundam,mata, como a tuberculose ou o câncer que, progressiva e infalivelmente, destrói nosso organismo. — Só a fé cristã e católica pode resistir a estes erros, e tornar a cristianizar a sociedade, mas, para isso, requer-se uma condição, uma fé mais profunda, conforme a Escritura: « Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. » (1 Jo 5, 4).
(De Sanctificatione Sacerdotum, intro.)

Fr. Reginald Garrigou-Lagrange, O.P.

“Lançai fora a ímpia e funesta opinião de que, em qualquer religião,

é possível chegar ao caminho da salvação eterna” (Papa Pio XI)


Depoimentos de seminaristas: conheça a realidade de alguns seminários brasileiros.


Situação de alguns seminários.

É de tal forma atordoante a situação que os bons seminaristas vivem nestes locais, que peço ao leitor usar do maior discernimento possível, que invoque as luzes do Divino Espírito Santo antes de começar a ler, para que não venha a cair em alguma das heresias ali ensinadas. Eu tenho aqui catalogadas, mais de 100 destas heresias graves, que são ensinadas nos seminários, pregadas nas homilias pelos sacerdotes formados nestas “cátedras de pestilência” como as definiu o Santo Padre. De fato, se alguém achar que se pode formar um padre santo num destes dois exemplos de seminário abaixo, que abandone a idéia. São duas fábricas de hereges!

Um fato é realidade? Nós mandamos jovens bem formados na fé, pessoas de oração e de Rosário, almas devotadas ao sacerdócio santo, entretanto ali dentro destas casas de poluição doutrinária, ou eles os trucidam, ou os expulsam. Em muitos seminários destes já não há um só momento de oração, pois como escrevia um sacerdote reitor a outro: “Felizmente, consegui expulsar daqui os últimos 15 minutos de oração que ainda tinha. A Igreja não precisa de santos e sim de doutores”. E se eu fosse responder esta carta lhe diria apenas isso: o Sinédrio que condenou Jesus era formado de doutores!

Vamos ao primeiro depoimento, com nome e seminário preservados.

No começo eu hesitei um pouco para escrever esse depoimento, mas acho que é preciso colocar para o público o que está ocorrendo em nossos seminários.
Sou seminarista de uma das maiores congregações do mundo, mas não citarei o nome dela, por motivo de segurança pessoal. Fiz acompanhamento durante todo o ano passado e ingressei no começo desse ano. Enquanto estava em casa, tudo andava muito bem, fazia muitas orações, estudava bastante os documentos da Igreja e os escritos dos santos, etc.
Quando decidi entrar para o seminário pensei que conseguiria lutar contra tudo que afeta a nossa fé. Como me enganei! Infelizmente a barca de Pedro já está completamente infestada de cupins para minar toda a nossa fé. Os inimigos da Igreja foram muito inteligentes, pois começaram exatamente pelos seminários! Atacando de fora, os danos são mínimos, mas atacando de dentro, os efeitos são devastadores! As pessoas que lerem isso podem até pensar que é exagero o que estou dizendo, mas acredite, eu também pensava assim.
Teologia da libertação: Esse é um dos maiores cânceres que está destruindo a Igreja. Tudo o que é místico, seja os milagres de Jesus da Bíblia, os milagres dos santos, as aparições marianas, os milagres eucarísticos, etc. É cortado! É mentira! Jesus não foi nenhum mágico! Tudo isso a ciência explica! Como o próprio Cardeal Ratzinger disse, ela não é mais uma heresia na história da Igreja Católica, ela é a pior de todas! É muito difícil de condená-la, como o próprio Padre Paulo Ricardo falou, porque ela não é uma idéia, mas uma maneira de pensar. Ela interpreta todo o cristianismo sob uma ótica materialista marxista. Por exemplo, na interpretação deles Jesus quando curou o leproso, não curou sua doença, mas inseriu um excluído para dentro da sociedade. Ou o milagre dos pães, que os teólogos libertóides falam que foi apenas uma partilha, e não houve um milagre de multiplicação. Inclusive, nesse caso da multiplicação, devo comentar o que houve no meu seminário. Estávamos todos jantando, quando entramos nesse assunto. Aí os libertóides defenderem sua tese herética orgulhosamente! Quando perguntei sobre os 12 cestos que sobraram, na maior cara de pau, um deles me disse que eu precisava estudar teologia, porque 12 é um número bíblico, e não era para interpretá-lo da maneira literal. Que palhaçada! E o pior é que se discordar somos perseguidos no dia-a-dia.
Adoração eucarística: Já fomos expressamente proibidos de nos ajoelharmos durante a consagração da Missa. E quando se tem adoração solene (uma longa adoração, devo acrescentar, de no máximo 15 minutos, uma vez por semana), até sentar pode! Dizem que é porque 15 minutos de joelhos é terrível para as pernas e os joelhos!!! E experimente tentar se ajoelhar na Missa! Parece que você está cometendo um crime! Olhares de ódio e de escárnio! Isso se eu tiver sorte, porque não duvido que seria expulso de lá se tivesse a ousadia de me ajoelhar perante Jesus sacramentado. A obediência ao superior é a prioridade! O que fazer num caso assim? Desistir de ser padre? É o que a maioria faz, sufocado por eles, que tornam a vida de fé totalmente insuportável. Se você quiser ser santo e rezar é expulso do seminário como fosse um desequilibrado mental. Aqui querem doutores em obras do mundo, e libertadoras.
Oração pessoal: O terço mariano para eles é muito cansativo! O Rosário então, nem se fala. Esse eles dizem que só os mártires conseguiriam rezar. Estava conversando sobre a Via Sacra com o nosso superior, e ele disse que só se pode rezar na quaresma, fora dela não! Ora, se fosse assim, eu não poderia rezar nada ligado a paixão de Jesus Cristo fora da quaresma, como por exemplo, os mistérios dolorosos do rosário. Também já nos foi alertado que horário de dormir, é horário de dormir, e se tentar rezar um terço durante a noite, essa oração não tem validade nenhuma, pois estamos desobedecendo o superior! Falando em rezar, não temos aqui horários pra rezar! Só pode rezar nos poucos momentos indicados por eles, mas é uma oração mecânica, tão sem graça, que só ajuda a esfriar a fé no nosso coração.
Hábito religioso: Esse dispensa comentário. Acho que eles odeiam o hábito eclesiástico mais do que ao demônio! É muito quente, dizem! Espanta as pessoas! Eles alegam mil e uma desculpas para não usá-lo. E ai de quem tentar falar a favor de seu uso. Imaginem então tentar usá-lo!!! Nem daqui a 1000 anos!
Jejum: Esse já foi falado abertamente que será mandado embora pra casa se alguém tentar fazer. Isso é proibido aqui! Como seguir Jesus desta forma? Como nós poderemos imitá-LO, se Ele jejuou até por 40 dias? Mas se lembrar esta passagem, eles dizem que isso é figurativo.
Sagrada Escritura: Duvidam sobre aquilo que está escrito. Por exemplo, defendem o sacerdócio feminino abertamente, porque deve haver igualdade nas funções litúrgicas. Quando foram retrucados sobre a passagem bíblica que Jesus escolheu apenas homens, responderam assim: “Quem me garante que foi exatamente assim que aconteceu?” Ora, a própria Bíblia garante! Mas não adianta querer discutir, porque são os senhores da verdade libertóide!
Celebrações das missas: Todos os padres daqui celebram a Missa sem nenhum paramento litúrgico. Já houve casos que até os presidentes das celebrações estavam sem paramentos. Certa vez, a congregação já foi alertada pelo Núncio Apostólico, mas continuam desobedecendo às escondidas.
Papa: Para eles, não é infalível em questões de fé e moral. É apenas mais um bispo, só que em uma função mais reconhecida. Para eles, o colégio episcopal é quem manda, não Bento XVI. Aliás, quem manda neles é o bispo local! A autoridade desse é incontestável, mesmo se o bispo for contra a vontade do Santo Padre.
Teria muito mais coisas para contar, mais o tempo não me permite. Mas deixo um lembrete: Só Deus pode reverter esse quadro, porque humanamente falando já é um caminho irreversível! Outra coisa também que eu gostaria de pedir a todos os católicos: Ajudem os seminários com alimentos e material de limpeza, porque o dinheiro não cai do céu para a nossa formação, é preciso ajuda concreta.
Muitos amigos meus não tem nem 5 reais na carteira! Os pais moram normalmente longe, e, na maioria das vezes, são pobres. Logo, não possuem condições para ajudar. E claro, não deixem de rezar por nós seminaristas, porque o demônio tenta derrubar-nos de uma maneira furiosa! Muitos dos nossos seminários já viraram pastos de Belzebu. Rezem, rezem, rezem!!! A situação é muito crítica para o futuro! Padres sempre haverá, disso eu não tenho a menor dúvida, mas padres santos, isso eu já não posso garantir. Aqui não deixam se formar padres santos: eles são expulsos antes de serem ordenados.
Que Deus abençoe a todos e que Nossa Senhora proteja-nos sempre! Lembrem-se, sem rosário, confissão e eucaristia, não há esperança de salvação!
Fim!

Es segundo já é de um seminarista bem formado, conhecedor da doutrina, que entrou num seminário porque desejava ser sacerdote. Vejam o que ele encontrou lá e a carta que nos endereçou!

ECCE VERITAS – COISAS QUE VEJO NO SEMINÁRIO
Bendito seja Deus por ter suscitado tantos leigos autênticos que amam a Santa Igreja Católica Apostólica Romana fiel ao papa Bento XVI e lutam pela ordodoxia da fé que nunca devia ser mudada. Dizia já Sua Santidade Paulo VI no livro Iota Unum de Romano Amerio (Ricardo Ricciardo Ed., Milano, 1985): “A Igreja se acha numa hora inquieta, de autocrítica, dir-se-ía melhor, de auto-demolição. É como uma reviravolta aguda e complexa que ninguém teria esperado depois do Concílio. A Igreja como que golpeia a si mesma. (...) Também na Igreja reina este estado de incerteza. Acreditava-se que depois do Concílio viria um dia de sol para a história da Igreja. Veio, em vez disso, um dia de nuvens, de tempestade, de escuridão. (...) Por algum lugar, a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus” (op. cit. p. 8, Discurso de 29 de junho de 1972).
Em audiência de 13 de agosto de 1986, sobre a queda dos anjos rebeldes, Sua Santidade João Paulo II afirma: “Estamos no meio de uma luta entre as forças obscuras do mal e as forças da redenção”. Por outro lado, Sua Santidade Paulo VI foi incisivo ao afirmar que o cristão deve ser militante, vigilante e forte”.
Como é necessário tornar realidade as palavras do papa nestes últimos tempos. Pois, deveras, a Igreja está vivendo o seu Calvário. É a provação final por qual ela deve passar. Como cristãos, urge tomarmos decisão, “pois os indecisos são os primeiros a tombarem no combate” (Ap 3,16).
Aqui no seminário onde estudo para tornar-me sacerdote (se esta for a vontade de Deus) existe, infelizmente, uma verdadeira escola modernista, com ensinos que são um verdadeiro atentado à fé genuína e imutável da Igreja. Desde pequeno senti o chamado à Messe, entregar-me ao Senhor para colaborar na salvação das almas. Quando cheguei ao seminário, imaginava encontrar um lugar puro, calmo, de oração, meditação, tranqüilidade. Um local onde realmente fosse estudar a Palavra do Senhor e o Catecismo com espírito acolhedor e de respeito.
Triste engano. O que vi foram padres cantando “vamo simbora prum bar bebe, caí, levantá (sic)” e outras músicas mundanas tocando nos quartos dos seminaristas. O que vi foi o padre consagrando a hóstia sem fazer a genuflexão. Muitos seminaristas assistindo a Santa Missa sem piedade. Ninguém ajoelha na Consagração. O padre cantando na distribuição da Sagrada Comunhão sem dizer “o Corpo de Cristo” ao comungante etc.
Em muitas dioceses há padres bons, autênticos, mas são jogados onde “o diabo perdeu as botas”. Para ilustrar, na diocese de Pelotas, o conhecido padre Léo Persch, grande divulgador do fim dos tempos, foi mandado ser capelão no Azilo de Mendigos onde poucas pessoas da sociedade vão ouvi-lo.
As decisões do Santo Padre, o Papa, não são postas em pratica por aqui. É sabido que o Papa condena a Teologia da Libertação, mas esta diocese está mergulhada nesta teologia maldita. Têm poucos que condenam e mostram o que é essa teologia barata e ridícula, que ensinam os mestres da “inculturação, dos seguidores dos tempos”! Mas nenhum deles dá aula no seminário. O que se vê ainda por aqui são padres com camiseta do MST. Numa ordenação presbiteral a bandeira do MST e do PT eram partes do ofertório.
Dias atrás perguntei a um padre se ele havia mudado a fórmula de consagração da Santa Missa conforme determinação do papa e ele afirmou que não, pois não tinha conhecimento desta orientação de Sua Santidade. Ele é um padre bom, fiel aos bons costumes de sempre, e ao providenciar o documento da Santa Sé para ele, ficou muito feliz e disse que procurará pôr em prática, mas antes consultará o bispo, pois estranhou que nunca ninguém havia falado para ele de tal documento, e já se passaram 5 (cinco) anos desde que ele foi publicado em 2005 (Documento do Vaticano: Congregatio de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum , Prot. N. 467/05/L - pode ser visto em http://www.cwnews.com/offtherecord/offtherecord.cfm ). Cadê o bispo? Pois a ordem do documento era que ele passasse-o ao clero.
Hoje posso afirmar que o seminário está uma loucura. Cada seminarista diz o que pensa em questões de teologia, pois como dizem, não há uma só verdade, mas muitas com pontos de vista diferentes. Muitos padres têm a bandeira do MST no quarto, calendário do PT na cozinha e este Leonardo Boff, como livro de cabeceira. Por que tanta desobediência ao papa?
Como fico triste ao ver a Igreja cambaleante, cheias de falsas teorias, pensamentos estranhos ao Cristianismo, heresias diabólicas do modernismo. Como fico triste ao ver o reitor do seminário dizer que é bobagem ajoelhar-se no momento da Consagração, pois para proclamar alguma coisa devemos estar de pé, argumenta, ninguém proclama nada ajoelhado ou sentado. Como fico triste ao ver formadores modernistas ridicularizando as Escrituras Sagradas, afirmando que nada nelas é de caráter literal, mas sim tudo alegórico, com figuras de linguagem, além de conter muitas discrepâncias, contradições e mitos. Um professor daqui, por exemplo – que por sinal doutorou-se em Roma – afirma que o Gênesis é um mito baseado em lendas antigas, e foi redigido por sacerdotes no tempo do Exílio da Babilônia. Provém de várias fontes diferentes, sendo a Sacerdotal, a Javista, a Eloísta e a Deuteronomista com acréscimos posteriores, mas que pode haver trechos que são anteriores ao Exílio. Moisés nunca escreveu nada, na época dele nem havia ainda escrita hebraica. Dá-se também a mesma explicação ao restante do Pentateuco. Assim, Adão e Eva nunca existiram, a serpente não existiu, Noé não existiu, o Dilúvio muito menos, a Torre de Babel é história da carochinha e por aí vai. Também os livros de Judite, Tobias são novelas sem fundamento histórico. O profeta Jonas não foi engolido por uma baleia, mas o texto quer nos mostrar que não devemos fugir de nossas responsabilidades.
Quanto a Criação, afirmam os doutos daqui que as coisas vieram a existência por geração espontânea, e devemos crer nos relatos científicos atuais, que sugerem que a evolução realmente foi um fato histórico. A Igreja antiga não conhecia a ciência e por isso ensinou muitos disparates hoje totalmente superados. Devemos ter constante abertura para o novo, para acolher de bom grado as inovações e desenvolvimento científico, por isso é mister que estudemos as obras de Charles Darwin, que foi um grande homem que contribuiu muito para o desenvolvimento da ciência natural e da humanidade. Também, de similar importância é que estudemos Freud, pois ele enriqueceu nosso auto-conhecimento como o conhecimento do outro. Para completar, entre tantos outros livros recomendados para estudo e leitura está Marx, o grande teórico do comunismo. Dizem à nós que ele foi um homem santo que se preocupou com os problemas sociais e quis uma humanidade que saísse do obscurantismo religioso da época, cheia de superstições, daí ele ter afirmado que a religião é o ópio do povo. Chamam a teologia da libertação de necessária, eficaz, e eficiente (as duas palavras são distintas, pois uma refere-se aos meios usados e a outra aos fins alcançados) pois grandes contribuições tem trazido para amadurecer a fé e o comprometimento do povo para construir o Reino de Deus. Pude notar que todos os padres e seminaristas aqui no seminário, indistintamente, aderem ou simpatizam com esta teologia. E eles não aceitam ser objetados e reagem com fúria se tento explicar.
Percebi que o seminário não corresponde mais as minhas expectativas, embora eu pretenda ainda ser sacerdote, mas aqui me sinto perdido no meio de tantas especulações, vãs filosofias e teorias do pensamento humano. Ser ortodoxo e conservador é ser quase um herege aos olhos dos outros com quem divido esta casa. Consideram-me fundamentalista, fanático...
As capelas do Santíssimo que existem aqui são uma verdadeira solitária para Nosso bom Senhor. Nunca vi ninguém dentro delas rezando, a não ser na hora da Santa Missa, pois é obrigado, e na hora de Completas, quando ocorre. Não obstante, já vi – e é só o que vejo nos momentos de recreio – seminaristas no Orkut, MSN, na net e, pasmem, esses dias vi um assistindo descaradamente, vídeos pornôs.
Quanto aos paramentos usados pelos padres na Santa Missa, só a túnica e a estola, quando o Direito Canônico, cân. 929, exige que haja obrigatoriamente o uso de alva, amito, estola, cíngulo, casula e o manípulo. A permissão para usar túnica e estola é somente quando a celebração for feita fora do recinto sagrado, isto é, Igreja ou oratório. (Cf. CNBB, 11ª Assembléia Geral, determinação aprovada pela Santa Sé em 31 de maio de 1971).
Mas o que mais me chamou a atenção foi Sua Eminência, o senhor bispo usar para confessar o povo, no Tríduo Pascal, a sua roupa esporte, sem nada que o caracterizasse como representante de Cristo, ou seja, foi um individuo comum! Nem camisa de clergyman usava. Outro padre um dia confessou vestindo uma camiseta de time de futebol, embora estivesse com a estola por cima.
Creio que para ser sacerdote e seguir os conceitos, opiniões, teorias e vãs filosofias destes daqui da equipe de formação, vou ter antes que deixar de ser cristão! Ou então desistirei do sacerdócio – um formador até me disse que padre como eu, fundamentalista, faria questão de não ter em sua paróquia – mas agora é que vou continuar! Pois o sacerdote que eles desejam formar aqui deve ensinar o que eles ensinam (diga-se: heresias), fazer o que eles fazem (incitar os sem-terra a invadir fazendas, matar, pilhar, destruir), falar o que eles falam (por exemplo: Jesus não vai voltar de novo, de uma forma gloriosa, pois ele já volta todos os dias na Eucaristia; o Evangelho não tem caráter histórico, suas narrações não passam de recursos de linguagem).
Acho uma aberração, um sacrilégio, uma apostasia a maioria das coisas que se passam aqui dentro. Como por exemplo, quando vão rezar chamam Deus de Pai e Mãe Nosso, também sincretizam o Nome de Nosso Deus Verdadeiro com os deuses das nações, divindades pagãs que são demônios. Assim ao invocar Deus Pai, dizem junto, oh Allah, Jeová, Javé, Brama, Xiva, Exu, Oxalá, com cujo nome vai nos salvar. E Nossa Senhora é invocada junto com outros demônios como Oh Nossa Senhora, Mãe Iemanjá, Iansã, Xango, Ogum, junto do preto velho e guia desencarnado.... Coisas abomináveis!
Muitos usam um anel preto no dedo, a qual chamam de anel de tucum, e dizem simbolizar o compromisso assumido com o povo, com a mãe-terra etc. Outros usam um T com cordão em volta do pescoço e chamam de Tau, o Tau franciscano.
Dizem não haver sincretismo, mas dialogo inter-religioso. O ecumenismo é a onda no momento, todas as religiões têm parte da verdade, não há uma única verdadeira Igreja de Cristo, ele mesmo disse que era para todas as religiões serem uma só (vejam como distorcem as palavras do Senhor). Não podemos criticar a religião dos outros, pois todos tem suas razões para escolher o que lhe aprouver, importa é querer fazer o bem e ser amigo e acolhedor com todos, pois Deus é um só e todos somos filhos de Deus. Usam as passagens onde Jesus acolhe a mulher adúltera, a do filho pródigo, e dizem que Deus salva todos, não importa de qual religião.
Muitos aqui são parafrênicos, arrogantes, não vivem o amor ágape, são modernistas ao extremo. Os assuntos existentes são sobre a CF, que graças à Deus já passou seu tempo, economia, problemas sociais, política, as festas e os casamentos que tem que ir, as atividades e compromissos sociais da paróquia. Um padre piedoso, que é o orientador espiritual do seminário estava aqui esta semana, e caminhava nos corredores rezando o terço, quando foi abordado por um grupo de seminaristas e interpelado do por que estar rezando orações decoradas e antiquadas, sem valor algum. Disseram que valores obsoletos não são mais bem-vindos na Igreja, assim como aparições de Nossa Senhora. Mensagens que ela supostamente passou a confidentes, não passam de desvarios mentais e psicológicos dos videntes em questão. Que não precisamos prender-nos a ritualismos, pensando alcançar favores de Deus. Que não precisamos ter medo de fazer as coisas pensando que Deus castiga, pois Deus é amor e não pode castigar. Não pode haver medo de viver a vida intensamente pensando que Deus vai condenar ao inferno. Para eles o Inferno não existe. Quem fica pregando um Deus que castiga não é cristão, quem fica pregando que é necessário sofrer não é cristão, pois todas as nossas dores foram carregadas já por Cristo na Cruz, por isso cabe a nós agora desfrutar.
O Concílio Vaticano II é a nova Igreja da qual servimos. Tudo anterior ao Vaticano II não vale, fui superado, dizem. A Igreja antes do Vaticano II tinha valores obsoletos que foram superados. Vê-se que a atual igreja latina aqui está a passos de fazer um cisma com Roma, pois os absurdos afirmados dentro desta casa fariam um gato morto miar ou os ossos dos santos corcovearem nos túmulos memoriais. Isso vem cumprir a profecia bíblica de 2Tim 4,3-4: “Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação; mas levados pelas próprias paixões, tendo comichão nos ouvidos para escutar novidades, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências. E desviarão os ouvidos da verdade, voltando-se às fábulas”.
Tem seminarista e padres aqui que não tem aptidão nem vocação nenhuma ao sacerdócio, são verdadeiros apóstatas blasfemadores, que não aceitam o Catecismo da Igreja, que não aceitam o que diz Bento XVI, que não suportam a sã doutrina, que não crêem na literalidade histórica do Evangelho.
Seus livros de cabeceira são os grandes teólogos hereges modernistas como Leonardo Boff (principal responsável pela fumaça de satanás na ICAR no Brasil, a TL), Hans Küng (crítico ferrenho de Bento XVI), Carlos Mesters (que criou um método de interpretação modernistas, esquerdista e pró teologia da libertação da Bíblia, infestando de podridão doutrinária a mente de todos os catequistas do Brasil nas suas escolas de formação em todo o território nacional). Também o que não falta aqui são seminaristas lendo pe Libânio, pe José Bortolini (que chegou a negar que Cristo é Deus), pe Fábio de Melo (que se perde em explicações exdrúxulas sobre a Eucaristia, dando a entender, segundo certos estudiosos, que nega a Transubstanciação e a Ressurreição, no livro Cartas entre Amigos) e seu comparsa, doutor em teologia, pe Joãozinho, que se usando da fenomenologia, diz que as obras literárias da Bíblia são vista como um objeto simbólico e as várias interpretações são aceites como “verdadeiras”, aceitando, assim, a evolução dos dogmas, a dúvida quanto a Ressurreição de Jesus e a Transubstanciação, etc. Esses 4 (quatro) são teólogos modernistas no Brasil. Quanto a José Bortolini, ele é quem escreve os roteiros homiléticos na revista Vida Pastoral que é distribuída em todas as paróquias do Brasil praticamente (se não for em todas!) e serve de estudo para os padres fazerem suas homilias e os catequistas ensinarem seus catequizandos.
Outros hereges modernistas cujos livros ou idéias são muito estudadas e defendidas aqui são: Cardeal Henri de Lubac (que afirmou ser o Vaticano II a vitória do protestantismo no interior do catolicismo [cf. Il Sabato, 12 – 18 de julho de 1980]), Pe Bouyer, Pe Zundel, Cardeal Walter Kasper (que nega ser Jesus o Filho de Deus, além de negar sua Ressurreiçao e seus Milagres [cf. livro Jesus Cristo, publicado na França pela editora Cerf]) , Pe Dupuis, Marxsen, Barth, Bultmann, Loisy, Rahner, Lehnmann (que não crê na Igreja, mas em Deus [ora que contradição!]), Urs Von Balthasar, Schillibeecks, Congar, Chenu. Também outros modernistas brasileiros entram neste rol: D. Pedro Casaldáliga (da famigerada TL, afirmou outrora : chega de fazer nosso Deus o único Deus verdadeiro – cf. Circular disponivel no site:
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20090301010258〈=bra), Pe Oscar Quevedo (do ultra-racionalismo da parapsicologia, negando também muitos dogmas da fé como a atuação e presença do demonio no mundo, as aparições de Nossa Senhora, a pratica do exorcismo etc), D. Demétrio Valentim (da TL), D. Arns (da TL), Herbert Haag (que não crê na existência do demônio e noutros dogmas da fé), D. Tomás Balduíno (bispo comunista da Pastoral da Terra da CNBB) entre outros.
Outros absurdos, hereges e abomináveis ensinamentos que os formadores nos passam aqui são que: as promessas feitas aos santos, a piedade popular, andar de joelhos nos santuários, medalhas milagrosas são verdadeiros sentimentalismos sem valor nenhum que só escravizam o ser humano preso numa mentalidade das trevas; não existem aparições de almas ou santos; não existe o limbo; não existe atuação do demônio no mundo; os exorcismos são coisas de alguns padres cabeça dura que não querem compreender a ciência moderna e aceitar as inovações provadas cientificamente; se Deus está com você, mesmo no inferno você será feliz; Deus foi tão bom que desceu no inferno para trazer os maus a salvação; a eutanásia é válida em alguns casos preestabelecidos; o importante é ser feliz e gozar a vida; a fenomenologia determina que cada um pode ter a experiência de Deus em sua vida conforme a atuação do Espírito, portanto todos têm Deus e um conceito de Deus, que embora possa ser diferente, é correto, pois o que vale é a experiência pessoal; na Bíblia há mais mitos do que verdades historicamente falando; é preciso ouvir o povo, ver seus desejos, devemos ser padres para servir o povo e fazer a sua vontade e não corre-lo da Igreja com a doutrina do medo, do castigo e repressão; Deus é Espírito, e por isso dinâmico, por isso exige movimento, então devemos transformar a Missa num festival, pois afinal Cristo vive e está no meio de nós, quer nos ver felizes, pulando, gritando, comemorando, festejando com todos os instrumentos de sons como diz vários salmos, ex.: o 150; todos são iguais e tem direitos, não podemos proibir uma mulher de abortar mas podemos aconselha-la a não abortar, sem nunca obriga-la a seguir nossas orientações e convicções; evangelizar é tornar ecumênico, fazer todos participar juntos, cada um com sua manifestação particular de fé que enriquece e faz Deus ser tudo em todos; devemos cuidar da natureza pois ela também é Deus, como diz o salmista, se subo nos céus ou desço no Inferno lá estás; nossa Igreja está no mesmo nível que todas e não têm nada de melhor; o deus de cada religião pode ser diferente em seu conceito e apresentação, mas isso deve-se a experiência coletiva que determinado povo teve de Deus, conforme o seu entendimento; todos tem a verdade; o ecumenismo é aceitar e acolher o que tem de bom nas outras religiões; devemos amar a Deus e igualmente todas as coisas; não devemos condenar os satanistas mas abraçá-los fraternalmente pois todos são livres de consciência, e filhos de Deus; a masturbação e o sexo antes do casamento é apenas pecado venial e não leva ninguém ao inferno, pois isso é natural da adolescência; não devia haver propriedade pois tudo é de todos; não há só uma verdade; o Novo Testamento foi escrito por um grupo de pessoas em suas comunidades conforme sua experiência de fé, e elas decidiram em reuniões diversas, o que colocar e o que não colocar nos seus escritos, desta forma chegou-se ao que conhecemos hoje como Novo Testamento; a religião tem origem puramente humana, o homem é que criou um ente-espiritual transcendente para si; o dogma pode evoluir; o corpo que ressuscita não é o mesmo que morre, este vira pó, mas ressuscita outro similar e glorioso; os relatos aparentemente miraculosos do Antigo Testamento são compostos de lendas com fundo moral; muitos personagens bíblicos nunca existiram como Noé; nunca caiu fogo do céu como diz a Bíblia (referindo-se a destruição de Sodoma e Gomorra); a chave para compreender as Escrituras é o método histórico-crítico, a razão, a arqueologia, a ciência e suas ferramentas; Deus não é autor da Bíblia mas o autor se disse guiado por Deus para que os outros dessem crédito a sua mensagem; Cristo morreu por todos e se uma pessoa não se salvar é porque ela não aceitou aquele sangue derramado por ela; não sabemos e nem precisamos saber o que é o céu, o importante é a vida aqui e agora; não haverá outro Reino de Deus aqui na terra; o mundo nunca acabará; este sistema durará para sempre; o inferno não é sofrimento mas apenas distancia de Deus; o Reino de Deus já está no meio de nós; Jesus quis igualdade por isso devemos lutar contra o status quo; todos tem Espírito Santo, mesmo não sendo cristão; existem pontos de vista diferentes, logo não há o falso; Deus é Pai e Mãe... Essas são algumas das coisas que nos foram ensinadas e que tive a diligencia de copiar no caderno para testemunhar a todos quantos deste relatório lerem, sobre a formação que nós, seminaristas, recebemos e creio ser igual em muitas dioceses do Brasil.
Talvez algum item foi repetido, pois eu copiava as citações de meu caderno de estudos, e as vezes as mesmas declarações dos formadores eram repetidas em aulas diferentes. Pode-se observar também que há muitas divergências de conceitos, uns até contraditórios em relação a outros, mas isso tudo é explicado pela fenomenologia, onde todas as idéias são aceitas como parte da verdade, muito embora elas possam ser contraditórias. Não obstante, as únicas idéias que não são aceitas são aquelas que Nossa Igreja sempre ensinou através do infalível e Sacrossanto Concílio de Trento; para estes hereges, essas sim são idéias antiquadas e devem ser esquecidas para dar lugar ao novo.
Sua Santidade São Pio X dizia que o papa deveria guardar com todo desvelo o depósito da fé transmitido aos Santos, repudiando as profanas vaidades de palavras e as oposições de uma ciência enganadora (Encíclica Pascendi). Todavia aqui ninguém obedece às ordens do papa. Preferem o modernismo, a teologia da libertação, o comunismo, assistir ao BBB, as novelas ou um filme mundano qualquer – esses dias obrigaram-me a assistir um, pois era instrumento de avaliação, deu-me náuseas – ainda se fosse sobre a vida de algum santo como S. Pio. Mas eles preferem essas coisas a ficarem uma hora de vigília junto do Santíssimo. Talvez nunca lhes passe pela cabeça ler Santa Margarida Maria de Alacoque, ou outros santos e místicos da Igreja. Certamente, pois o demônio não lhes iria deixar.
Quero que saibam, irmãos, que todas essas podridões e aberrações doutrinarias foram condenadas pela Encíclica Pascendi Dominici Gregis de SS S.Pio X, 1907 e outras do Sagrado Magistério da Igreja.
Como batizado devo ser soldado de Cristo (2 Tim 2,3). Tertuliano, Padre da Igreja do séc. III chamava o Sto Sac. do Batismo de “Sacramentum Militare”, Sacramento do Combate. Batizar-se, para ele, correspondia a ingressar imediatamente na Milícia de Cristo sendo apto para toda a boa luta que deveria travar (cf Jó 7:1). É nessa certeza que quero viver e defender a Santa Igreja Romana fiel a Bento XVI até a morte.
A Santa Igreja viverá e Pedro será vencedor!


Pois bem, mas é a hora de chegar a uma conclusão. Vemos através não só desta meditação, mas através dos absurdos que o dia a dia oferece aos nossos olhos, que a apostasia realmente está aí. E isto é um pleno sinal de que a volta de Jesus para buscar os que não se contaminam com o pecado é muito mais próxima do que podemos imaginar. A palavra de Deus diz que nos últimos dias o amor de muitos se esfriaria, e é o que temos visto a níveis grotescos. Mas Deus nos instrui para nos colocarmos em pé e nos mantermos fieis a palavra. Creia que haverá uma recompensa pela sua fidelidade. Não desista agora: Deus quer te salvar. “Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Apocalipse 3:18-20)

Hoje é o dia dos Santos Anjos da Guarda!

 
 
 
"A vós DEUS me confiou desde o inicio da minha vida."
 O Anjo da Guarda é um dom especial do amor de DEUS. Se nos fosse dado escolher entre todos o Santos Anjos um protetor e auxiliar especial, não poderíamos encontrar ummelhor do que aquele que DEUS, na Sua sabedoria e amor infinitos, já escolhera para nós. Só DEUS conhece o mistério de nossa vida. Só ELE, nosso criador e redentor, conhece todos os nossos pontos fracos e fortes, a nossa vocação e as nossas provações,a nossa cruz e a glória a nós destinada. Prevendo tudo isso, ELE escolheu, desde toda a eternidade,um dos Anjos para ser nosso Anjo da Guarda: ele para mim e eu para ele. 
O encargo de Anjo da Guarda se baseia num amor que busca ajudar e não numa justiça pronta a punir. Por intermédio do nosso Anjo da Guarda, aprendemos não somente a ouvir o que DEUS quer de nós, mas também a ver onde deve se concretizar o nosso auxílio, a nossa tarefa no Reino de DEUS e na salvação das almas.
Uma vez que tivermos nos habituado a falar com o nosso bom Anjo da Guarda sobre o nosso trabalho diário, sobre os nossos planos e preocupações, ele nos conduzirá sempre mais a um ardente amor a DEUS.
Se pudéssemos compreender e praticar isso, nossa vida se transformaria radicalmente. Então aprenderíamos a nos tornar simples e a nos concentrar nas coisas essenciais. Assim, alcançaríamos tranquilidade e força bem maiores, porque uma pessoa complicada se dispersa. Aprenderíamos a entender a grandeza e a força do sacrifício feito por amor e a beleza da doação amorosa. Já não seria o "eu" a estar sentado no trono do nosso coração,mas DEUS!
O Anjo e eu serviríamos a DEUS com alegria!
Fonte: O nosso Anjo da Guarda, Uma pequena introdução à devoção aos Santos Anjos. Confraria dos Santos Anjos da Guarda.
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