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11 de ago de 2011

E o beijo de Lingua,Pode?

E o beijo de Lingua,Pode?

E o beijo de Lingua,Pode?

Irmãos antes de começar a entrar no assunto preciso dizer aquilo que os Santos da Igreja dizia. São Felipe Nery dizia:NA LUTA PELA CASTIDADE VENCE OS FUGÕES.

O povo já diz a ocasião faz o ladrão,a palavra de Deus diz lá no livro do Eclesiastico FUJA DO PECADO COMO SE FOGE DE UMA SERPENTE(eclesiastico 21,1-4) ou seja para viver a pureza é preciso fuga,quem encara o pecado de Frente vai perder a guerra,e não esqueça,os o que diz Santo Agostinho: O QUE OS DEMONIOS PERDERAM PÉLA SOBERBA OS HOMENS PORDEM PELA IMPUREZA.

amados que vão ler o que está escrito aqui OU SANTOS OU NADA,namoro não é tempo de ficar TESTANDO O OUTRO para saber até onde ele vai,se avança ou não o Sinal.
namoro é tempo de entrar no coração e na alma do outro,para ser um só coração e uma só alma,já disse que namoro não é tempo de conhecer o corpo mas o coração do outro,namoro não é tempo de carícia mas de carinho .

E uma palavras aos Jovens que começaram um namoro santo há puco tempo,irmão mim perdoe a clareza,mas não fique testando se sua namorada dá ou não dá,mim perdoe isso é loucura para nao falar safadeza,FILHA DE DEUS NÃO É PARA SER TESTADA MAS PARA SER AMADA.
O olho é a luz do corpo. Se teu olho é são, todo o teu corpo será iluminado. 23 Se teu olho estiver em mau estado, todo o teu corpo estará nas trevas. Se a luz que está em ti são trevas, quão espessas deverão ser as trevas!( Mateus 6,2-23)

E beijo de língua? Tá tudo bem? Todo mundo me diz uma coisa diferente...



Quando se fala de pecados de impureza, muitas pessoas pensam: “Se é um pecado mortal, então eu não quero. Mas se for só pecado venial, então não quero perder!”. Precisamos deixar de lado essa idéia minimalista que se foca em “até onde podemos ir sem ofender a Deus”. Mesmo o menor pecado divide, enquanto a pureza faz nascer o verdadeiro amor. Elizabeth Elliot escreveu em seu livro Passion and Purity: “Como posso falar de alguns beijos imprudentes para uma geração que cresceu sendo ensinada que quase todo mundo vai pra cama com todo mundo? Daqueles que vagueiam no mar da permissividade e dos excessos, será que existe alguém que ainda olhe para o céu em busca do farol da pureza? Se eu não acreditasse que existe alguém assim, sequer me importaria em escrever.” [1]


Eu costumava ter como certo que todo mundo sabia que beijo de língua é sexualmente excitante, especialmente para um rapaz. Mas eu tenho encontrado mulheres que se mostram surpresas quando descobrem que um homem fica sexualmente excitado por um beijo ardente (ou antes dele). O beijo de língua é profundamente unitivo, já que a penetração de uma pessoa dentro de outra é parte daquele “tornar-se um” com ele ou ela fisicamente. Esse beijar ardente e sensual diz para o corpo de um homem que este deve se preparar para o ato sexual, e quando um homem fica excitado, geralmente ele não fica satisfeito enquanto não atinge o ápice.

, o beijo de língua provoca o corpo com desejos que não podem ser moralmente satisfeitos fora do casamento. Para o casal que está guardando o sexo para o casamento, o beijo de língua é como um garoto de quinze anos sentado no carro, na saída da garagem, só acelerando o carro estacionado, porque sabe que não tem carteira de motorista.


Eu acredito que o problema moral com beijo de língua é mais difícil de ser entendido pelas garotas, porque elas tendem a se excitar sexualmente de uma maneira mais gradual do que os rapazes. Se a excitação de uma mulher pode ser comparada com um ferro de passar esquentando pouco a pouco, a de um rapaz poderia ser comparada com o acender quase instantâneo de uma lâmpada elétrica. As reações sensuais em um rapaz tendem a ser mais imediatas, e quando a chama da excitação sexual se acende, um homem geralmente quer ir além.

Ele pode até se contentar por uns tempos somente com os beijos. Mas quando um casal tem episódios recorrentes de “amassos” ardentes, e tentam estabelecer os limites nesse ponto, uma das duas coisas vai acontecer: ou os limites originais vão desaparecer, ou então a frustração vai tomar conta de tudo. No primeiro caso, a excitação sexual vai se tornar rotina, e o casal vai começar a justificar novas formas de intimidade física. Talvez eles consigam parar na primeira, na segunda ou na terceira vez, mas gradualmente os antigos limites vão cedendo, porque eles começam a experimentar esse poder intoxicante de ligação que Deus reservou para os cônjuges no casamento.

No segundo caso, um dos dois poderá acabar ouvindo a mesma coisa que essa garota ouviu: “Meu namorado e eu não passávamos de uns 'amassos', mas recentemente ele me perguntou depois que nos beijamos: ‘Você nunca se sente... entediada? Nunca enjoa disso?’”

Frequentemente eu recebo e-mails de casais abstinentes que dizem que realmente se amam e querem permanecer na pureza, mas continuam sempre caindo de novo e de novo nos mesmos pecados sexuais. Eles estimularam esses desejos, e descobriram que eles não são facilmente controlados, uma vez despertos. Esses casais querem ficar em cima do muro, e manter alguma intimidade sexual ao mesmo tempo em que evitam ir “muito longe”. Mas eles estão descobrindo que homem e mulher não foram feitos para funcionar desse modo. A pureza angelical é mais fácil de se viver do que apenas 50% de pureza, porque você não está constantemente provocando a si mesmo.

Entretanto, algumas pessoas dizem que beijo de língua não é lá esse problema todo, e que não tem muita importância. Mas será que não existe algo em você que gostaria que esses beijos significassem algo? Quanto mais damos de nós mesmos, tanto menos valorizamos o dom do nosso corpo e de todo o nosso ser (e as pessoas respondem nos tratando com menos respeito também).



Pergunte a si mesmo o que valem seus beijos. Será que eles são uma maneira de retribuir a um rapaz por uma noite bacana? Será que eles são uma solução para o tédio em um namoro? Será que eles são um modo de encobrir as dores ou a solidão? E pior, será que eles são apenas por pura “diversão”? Se a resposta para qualquer uma dessas perguntas for um sim, então já esquecemos o propósito de um beijo, e o significado da intimidade. Portanto, não trate partes de sua sexualidade como “sem importância”. Todo seu corpo é de uma importância infinita, e isso inclui seus beijos. Quando percebemos isso, o mais simples dos beijos passa a ter um valor inestimável, “não tem preço”, e traz mais proximidade e alegria do que 100 “ficas” ou encontros sexuais casuais.


O que acontece com o jovem bem intencionado é que a intimidade inicial e a excitação de um beijo se enfraquece quando ele ou ela começa a dar esses beijos indiscriminadamente, como quem aperta uma mão. O significado profundo dos simples atos de afeição lentamente se perde. O mundo gosta de nos dizer que estamos ficando mais “habilidosos” no namoro, mas na verdade estamos apenas nos tornando insensíveis.

Então, antes de fazer tudo de novo, pense em guardar a paixão ardente para seu esposo ou esposa. Não apenas sua pureza será um dom e presente para seu cônjuge, ela vai fazer a afeição dele ou dela mais única para você também. No longo prazo isso vai unir os dois muito mais do que todas as “experiências” que o mundo recomenda que você tenha antes de se casar.

No colégio, eu não pensava duas vezes antes de dar esse tipo de beijo. Meu pensamento era que outras pessoas estavam fazendo coisas piores, então não tinha muito problema o que eu fazia. Agora eu desejaria ter guardado esses beijos para minha esposa, ao invés de distribuí-los por aí com garotas que nunca mais vi de novo depois que terminou o tempo de colégio. Mas na época eu não pensava no futuro. Eu apenas via meus colegas de sala e achava que esse era o modo como as coisas eram. Quando meus relacionamentos amadureceram e se aprofundaram, e eu comecei a rezar por eles, eu deixei esse tipo de beijo de lado, porque ele sempre acendia o desejo de ir além. Ele também estava levando os outros aspectos do relacionamento a um segundo plano. Eu sabia no meu coração que não poderia dizer com segurança que esse tipo de intimidade estava agradando a Deus.

Então eu tive uma conversa com uma namorada no começo de um relacionamento, e nós concordamos em fazer esse sacrifício. Isso foi uma grande bênção, e eu imediatamente pude ver como o relacionamento era mais santo e cheio de alegria. Nós nunca éramos perfeitos, mas pela primeira vez eu vi que, quanto mais beijos ardentes havia no relacionamento, menos havia de qualquer outra coisa. Isso foi uma coisa que não pude entender enquanto não experimentei.

Eu encorajo você a dar uma chance, tentar. Deixe de lado os beijos de língua nos namoros, e guarde-os para o casamento. Mantenha a afeição simples. Se é muito difícil para você aceitar isso, então tenha a honestidade de se perguntar porque. Se você não pudesse dar um beijo de língua no seu namorado, isso iria impedir sua capacidade de amá-lo? Será que, deixando de dar um beijo de língua em sua namorada, isso vai impedir sua capacidade de glorificar a Deus ou de levá-la para o céu? O quanto nossas intenções estão direcionadas para nossa gratificação pessoal, e o quanto estão direcionadas para a glorificação de Deus?

Falando em termos simples, a moralidade sexual diz respeito a glorificar Deus com nosso corpo. O modo com que você usa sua sexualidade deve refletir seu amor por Deus e deve expressar o amor de Deus para os outros. Se uma área parece cinzenta, então não entre nela. Faça apenas as coisas que você seguramente sabe que glorificam a Deus.

Se você tem dificuldades nesse assunto, leve isso para a oração. Se você deseja verdadeiramente conhecer a vontade de Deus com relação à pureza, eu sei que Ele vai lhe mostrar. Você tem só que ficar com Ele o tempo suficiente para ouvi-lo. Com certeza, isso é difícil, mas o amor está pronto a sacrificar grandes coisas, bem como as pequenas, pelo bem da pessoa amada.

É cada vez mais comum eu ouvir casais que guardam seu primeiro beijo para o dia do casamento. À primeira vista isso pareceu loucura para mim, mas então eu percebi que eles não estavam evitando os beijos porque achavam que era pecado ou porque não conseguiam se controlar, mas sim porque eles estimavam tanto, viam tanto valor em um simples beijo, que eles desejavam que Deus e o mundo testemunhassem o seu primeiro. Seu primeiro beijo poderia ser oferecido como uma oração.

Com tudo isso que foi dito, não devemos ficar presos em saber o quão próximos podemos chegar do pecado. Quando nossos corações estão bem com Deus, estamos preocupados com o que é verdadeiramente puro, e em como podemos glorificar a Deus com nossos corpos. Queremos que cada um de nossos atos de afeição seja um reflexo do fato de que Deus vem em primeiro lugar em nossas vidas. Enquanto não chegarmos a esse ponto, teremos dias muito difíceis tentando discernir entre o que é amor e o que é luxúria.

A Paz de Jesus

Eudes Duarte
eudesrcc@hotmail.com

fontes: vidaecastidade.blogspot.com
ou no meu blog
http://eudesrcc.blogspot.com/2011/01/e-o-beijo-de-linguapode.html

Decreto sobre Indulgência Plenária para JMJ 2011.


Concede-se a Indulgência Plenária aos fiéis que, em ocasião da 23ª Jornada Mundial da Juventude, estarão em Madrid em espírito de peregrinação; também poderão conseguir a indulgencia parcial todos aqueles que, onde quer que estejam, rezarão pelos propósitos espirituais deste encontro e para o seu feliz êxito.

Chegou à Penitenciaria Apostólica a suplica de Sua Eminência Reverendíssima Antonio Maria Rouco Varela, cardeal arcebispo de Madrid e Presidente da Conferencia dos Bispos da Espanha, para que os jovens pudessem obter os esperados frutos de santificação da 23ª Jornada Mundial da Juventude, que se celebrará de 16 a 21 de agosto, na capital, e que terá como tema: "Enraizados e fundamentados em Cristo, firmes na fé" (cfr Cl 2,7).

A Penitenciária Apostólica, tendo exposto ao Santo Padre estas considerações, foi munida de faculdades especiais para conceder, mediante o presente Decreto, o dom da Indulgência, segundo a mente do próprio Pontífice, como se segue:

Concede-se a Indulgência Plenária aos fiéis que devotamente participarão a todas as funções sacras ou exercícios que se desenvolverão em Madrid durante a 23ª Jornada Mundial da Juventude até a sua conclusão solene, fazendo, além disso, a confissão, e depois disso recebendo a Santa Comunhão e a oração pelas intenções de Sua Santidade.

Concede-se a Indulgência parcial aos fiéis, onde quer que se encontrem, durante o referido encontro, desde que com a alma contrita elevem as suas orações a Deus Espírito Santo, a fim que os jovens sejam motivados pela caridade e tenham a força para anunciar com a própria vida o Evangelho.

A fim que depois os fiéis possam mais facilmente tornar-se participantes destes dons celestes, os sacerdotes legitimamente aprovados para a escuta das confissões sacramentais, com alma pronta e generosa, se prestem a recebê-las e proponham aos fiéis orações publicas para o bom êxito da "Jornada Mundial da Juventude".

O presente decreto tem validade para esta ocasião. Mesmo diante de qualquer contrária disposição Roma, da Sede da Penitenciária Apostólica, 2 de agosto, ano da Encarnação do Senhor 2011, na pia memória da "Porciùncola".

***
FORTUNATO Card. BALDELLI
Penitenciário Maior


O Ateísmo é incompreensível até mesmo para os ateus.


José Geraldo Gouvêa

Na verdade os ateus entendem a existência de crentes. O que ocorre é que há muitos ateus por aí que dizem sê-los, mas se comportam exatamente do modo que reprovam nos crentes. Tornam-se sectários, orgulhosos e preconceituosos.

É muito fácil tirar um homem de dentro da igreja, difícil é o homem tirar a igreja de dentro de si. Esses hábitos adquiridos desde a infância são renitentes. Não admira que os crentes façam tanta questão de ensino religioso, escola dominical, etc. “É de pequenino que se torce o pepino.”

É parcialmente sincera a afirmação de muitos crentes, incapazes de entender a existência de ateus. Eles foram criados dentro de um mundo no qual ateísmo não existe, foram doutrinados desde cedo. Para eles o ateísmo é incompreensível.

Na verdade, para a maioria dos próprios ateus o ateísmo é incompreensível. Ateísmo não é filosofia, não é resposta, não é muleta para amparar ninguém.

“Saber” algo sobre o ateísmo é algo impossível, a não ser que você chame de “ateísmo” ao conjunto de comportamentos e teorias desenvolvidos em torno da descrença.

Existe um modelo teórico para isso: os buracos negros (que não podem ser estudados diretamente) são conhecidos através do estudo das alterações que fazem no universo ao seu redor. O estudo do ateísmo seria o estudo do que está ao redor da descrença em si, da mesma forma.

Tudo isso é um tanto sofisticado para a maioria das pessoas. Talvez por isso os ateus mais jovens (ou os menos experientes, independente da idade) recaiam em fórmulas fáceis como “Jesus foi um mito”, “Deus não existe”, etc.

É muito mais fácil recorrer a frases afirmativas. Só que tais frases não dizem nada. Nenhuma frase de efeito diz coisa alguma. O que importa não são as palavras, mas o que elas dizem. Se você não compreende porque diz a frase, dizê-la é como repetir um mantra em sânscrito, como fazem os Hare Krishna.

Existe um problema muito grave com a definição mais usual de “ateísmo”. Inclusive a que aparece nos dicionários. Normalmente o sufixo “a” é usado como uma forma de negação sem oposição. Para memorizar seu sentido, lembre-se das palavras “amoral” (sem moral) e “imoral” (contrário à moral). “Ateísmo” seria a ausência de uma crença (”teísmo”, crença em deus) e não uma oposição a essa crença. Só que “iteísmo” não existe e as pessoas acabam usando a palavra “ateísmo” também para atitudes contrárias à crença.

Estritamente falando, “não crer” em deus(es) já é ateísmo. Não há necessidade de nenhuma postura intelectual ou paradigmática. O problema é que o tema é tão carregado que o debate tende a se polarizar e as pessoas que não creem se veem forçadas a afirmar que o objeto no qual não creem não existe.

Por essa razão o debate se torna cada vez mais complexo. Por isso os crentes ficam confusos sem saber o que exatamente é ateísmo. E por isso a maioria dos ateus acaba se perdendo também. Achando que ser ateu é mais ou menos uma religião ou um partido político.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/