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18 de jul de 2011

Vejam vídeo que foi censurado no youtube. A confusão que a "União Gay" provoca nas crianças.


No final da semana passada postamos um vídeo que estava fazendo muito sucesso no youtube, um material que mostra concretamente a confusão mental que a união homossexual provoca na mente de crianças.

As imagens do vídeo são cenas que sem duvidas já se repetem em muitos lares e escolas brasileiras, sobretudo agora com a aprovação da “união homoafetiva” e também com as más intenções do ministério da educação de doutrinar nossas crianças com os “Kit,s Gays da vida” e outros projetos.

O youtube censurou o vídeo alegando que foi por questões de direitos autorais. Fica difícil acreditar nesta história de direitos autorais, sabemos que é de praxe o movimento gay trabalhar incansavelmente para tirar de cena qualquer material que ponha em cheque a imagem dos projetos revolucionários.

Teve um irmão que salvou o vídeo e o reproduziu no youtube, colocamo-lo novamente a disposição para que vocês o vejam ou revejam :


É lastimável ver estes revolucionários “desgraçados” trabalhando para que nossas crianças cresçam relativizando a natureza instituída por Deus. Estão promovendo uma terrível revolução cultural, agredindo sem piedade alguma a cultura judaico-cristã. Isto merece nossa indignação e total atenção possível para com nossas crianças.

Salve Maria!

Padre Paulo Ricardo fala sobre a importância da oração.


Padre Paulo Ricardo esclarece dúvida de um sacerdote. Vejam:


Nicarágua: ”Missa revolucionária” é rechaçada por Arcebispo de Manágua.


Fonte: EFE

O bispo auxiliar de Manágua, Silvio Báez, qualificou hoje como “uma ofensa gravíssima” contra a Igreja Católica da Nicarágua a “missa revolucionária” com a qual a Frente Sandinista anunciou que irá celebrar o 32º aniversário da queda da ditadura dos Somoza na próxima terça-feira, 19 de julho.

O religioso defendeu que a primeira-dama nicaraguense e coordenadora do Conselho de Comunicação e Cidadania do governo,Rosario Murillo (na foto, ao lado de Ortega), que fez esse anúncio, ultrapassa “o aceitável”.

“Ela está tocando algo muito sagrado. A senhora Murillo ofende gravemente a Igreja Católica e a grande maioria do povo da Nicarágua”, disse Báez.

Murillo, que exerce 50% do poder na Nicarágua delegado pelo presidente do país,Daniel Ortega , anunciou na quarta-feira passada que os sandinistas celebração o 32º aniversário da queda da ditadurados Somoza com uma “grande missa revolucionária” e enchendo-se do “deus dos pobres”.

“Para os católicos, a missa e a Eucaristia são o ato mais santo e sagrado que existe. Cristo se torna presente entre nós. Não se pode chamar de missa e de Eucaristia a concentração de um partido político”, criticou o bispo.

O religioso disse que, se necessário, a Conferência Episcopal da Nicarágua se pronunciará acerca desse tema.

Segundo declarações publicadas nesta semana pelo sítio governamental El 19, Murillo qualificou de “grande missa revolucionária” a concentração do dia 19 de julho, prevista para as 16h locais, na Plaza de la Fe Juan Pablo II.

“Esse ato do dia 19 de julho de todos os anos é como uma grande missa. Deus me perdoe se eu ofendo alguém, mas é isso. Nós vamos a uma missa revolucionária, vamos cantar, encher-nos do deus dos pobres, do amor ao próximo”, assinalou Murillo.

Os sandinistas também celebração nessa data o 50º aniversário da sua fundação.

Por outro lado, dirigentes do chamado Partido de Resistência Liberal Somocista (PRLS), recentemente criado e sem personalidade jurídica, expressaram hoje seu respaldo à candidatura presidencial de Ortega, que buscará a reeleição nos comícios de novembro próximo.

O mandatário nicaraguense lidera todas as pesquisa de intenção de voto para as eleições do dia 6 de novembro, nas quais 3,3 milhões de nicaraguenses estão habilitados para eleger o presidente, vice-presidente, 90 deputados para a Assembleia Nacional e 20 para o Parlamento Centro-Americano.

A Constituição da Nicarágua proíbe a reeleição presidencial sucessiva, mas Ortega conseguiu optar por um segundo mandato consecutivo depois que os juízes sandinistas da Corte Suprema de Justiça declararam inaplicável essa norma.

O dia 19 de julho é feriado e festa nacional na Nicarágua, decretado em 1980, durante o primeiro governo sandinista para recordar a derrubada da dinastia dos Somoza (1937-1979).


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Santa Joana d'Arc: uma mulher que não vendeu sua consciência

Há certas figuras históricas que fascinam pela excepcionalidade. Os biógrafos procuram se deter exatamente nos pontos que consideram fundamentais para desvendar (se é que é possível) os mistérios que motivam as ações dessas personagens capazes de feitos incomuns e que se destacam pelo extraordinário.

Essa busca justifica as centenas de estudos em torno daqueles que protagonizam grandes acontecimentos e, ao mesmo tempo, propiciam mudanças significativas em determinado contexto social. Dentre essas figuras, na história da França, está Joana d’Arc.

Mais de cinco séculos depois, “a estranha carreira de Joana d’Arc permanece ainda uma história cuja conclusão não foi encontrada”, afirma Victória Sackville-West, a consagrada autora da clássica biografia da Pucelle d’Orleans, intitulada Joana d’Arc, escrita em 1935, e publicada no Brasil, pela Nova Fronteira (363 págs.), com tradução de Marta Rodolfo Schmidt.

Como entender o fenômeno Joana d’Arc sem mitificações? Esta foi a proposta de Sackville-West, que inova com um trabalho ousado, imparcial e minucioso da trajetória da camponesa de Domrémy, que se tornou uma das mais empolgantes lendas do povo francês. Outros autores se debruçaram sobre o mesmo tema, como Hillaire Belloc, Alice Buchan, Anatole France, Gabriel Hanotaux, Grace James, John Lamond, Siméon Luce, Andrew Lang, etc; procurando relacionar Joana d’Arc na complexidade do cenário político, religioso e cultural de sua época. Sackville-West explicita no prefácio que desejou concentrar-se “na própria Joana d’Arc, apresentando o mínimo de referências políticas”. Para a autora, Joana d’Arc foi muito mais importante e problemática que qualquer uma das figuras políticas que a rodearam”.

Como pôde uma jovem campesina, num brevíssimo período de vida (viveu apenas 19 anos) ter influído de maneira tão decisiva no xadrez político de duas poderosas nações da Europa? Inglaterra e França vinham se dilacerando por décadas na terrível Guerra dos Cem Anos (1337-1453). Todos viviam marcados por toda espécie de instabilidade. Não foi difícil nesse ambiente de medo e insegurança generalizada, florescer misticismos e fanatismos religiosos de diversas naturezas. O povo se apegava a qualquer proposta que vislumbrasse a salvação.

É nesse contexto crítico, onde a guerra, a fome e a peste aterrorizavam a todos, que surgiu a pequena Joana, dizendo-se iluminada, instrumento divino, pelo qual manifestaria a vontade do Senhor, que era a de trazer a ordem, a paz, a prosperidade e o triunfo da nação francesa. Segundo ela, as vozes do arcanjo São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida teriam não só estimulado, mas como determinado a missão de Joana d’Arc.

Em Chinon, no quarto domingo da Quaresma, em 6 de março de 1429, ela se encontrava, finalmente, com o delfim para anunciar que ele seria brevemente coroado em Reims. “Joana fanaticamente inspirada; – conta Sackville-West – Carlos desejando apenas ser deixado em paz; Joana determinada a salvar a França e acreditando ter sido celestialmente designada para isso; Carlos ligando nada para a França, desde que pudesse manter algumas províncias agradáveis e castelos onde pudesse levar uma vida de prazeres e sossego”.

Mesmo assim, Joana soube impor sua vontade ao soberano. Era dotada de excepcional intuição (não era ilustrada), cuja determinação e coragem superaram a de quase todos os grandes guerreiros e estrategistas da época. Vitoriosa em Orleans, Joana gozou de popularidade e não se acanhava em discutir, em pé de igualdade, com os poderosos de seu tempo. Era curioso observar como os comandantes, os oficiais, eram levados a aceitar o que aquela menina ordenava, seja para atacar ou fazer trégua. Não era fácil também, para seus admiradores, como o duque de Alençon, “conduzir uma virgem enviada pelos céus através de um país infestado por bandos de guerreiros”. Autoritária, decidida. Fanática? Santa? O que importa é que foi coerente até o fim. Quando foi capturada pelos inimigos, não contou com o apoio de Carlos. A heroína teria de amargar o calvário das acusações, dos insultos, da tortura, até a morte na fogueira, em Rouen. Sackville-West percorre, passo a passo, a trajetória dessa fascinante e misteriosa criatura, santa da Igreja.

Hermes Rodrigues Nery.
Publicado originalmente em www.votocatolico.com.br | São Paulo, 07 de Julho de 2011.