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Homossexual Laerte Coutinho exige “direito” de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos |
Padres Exorcistas explicam
Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção
Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

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Homossexual Laerte Coutinho exige “direito” de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos |
Precisamos unir forças, pois a batalha é contra os “maiorais” do carnaval no Rio de Janeiro.
Veja aqui como assinar uma Petição solicitando ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta e ao prefeito da cidade, Sr. Eduardo Paes, para que NÃO PERMITAM que levem para a Avenida da imoralidade que é a Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, imagem alguma que sugira ser o Cristo Redentor.
Este insulto não podemos deixar passar em branco!
A petição será enviada a Arquidiocese do Rio de Janeiro e ao Gabinete do Prefeito antes do Carnaval. Por isso pedimos a todos que participem até o dia 10 de fevereiro.
Esta petição foi criada depois que soubemos da grande ofensa que estão armando contra Nosso Senhor Jesus Cristo.
Uma escola de samba resolveu homenagear Joãosinho 30 – um carnavalesco que faleceu ano passado – colocando em seu desfile de imoralidades do carnaval de 2012 uma alegoria onde o Cristo Redentor é motivo de chacota, pois é intitulado “Cristo Mendigo”, tem uma lona o cobrindo inteiro (porque na época do desfile, em 1989, a estátua foi proibida de ser usada) e o insulto óbvio: Imagens santas não devem estar e nem ser expostas em eventos imorais.
Assine agora a Petição e entenda melhor o que acontece nesta página.
Compartilhe esta petição nas redes sociais, por e-mail, em blogs.
Vamos abalar as estruturas desta festa que só tem como objetivo o pecado carnal.

Desde os anos 90, a Igreja da Unificação do reverendo Moon, através da Associação das Famílias para a Unificação e a Paz Mundial, instalou-se no oeste do Mato Grosso do Sul, comprando enormes extensões de terra, abrindo vários projetos, como a fazenda New Hope, de 22 mil hectares, em Jardim, além de outras terras no Paraguai.
No lado brasileiro, seriam 83 mil hectares entre Porto Murtinho, Corumbá, Guia Lopez da Laguna, Miranda e Jardim. O projeto instalado na fazenda Salobra, por exemplo, no município de Miranda, quer transformar um antigo hotel de pesca existente no local, numa fazenda “de ecoturismo cultural para desenvolver um turismo mundial e favorecer as famílias dos moradores que poderão ter no turismo uma atividade de desenvolvimento sustentável, através de uma exploração racional dos recursos naturais do Pantanal”.
No Paraguai, as terras compradas são ainda maiores: 350 mil hectares! A compra dessas áreas, conforme o presidente da Associação pela Unificação das Famílias para Unificação e a Paz Mundial brasileira, Maurício Raimundo Baldini, foi possível graças a doações vindas legalmente do exterior, através do Banco do Brasil, e que não puderam ser enviadas para fora do País. O capital serviria para o desenvolvimento da obra de Moon, como a compra de fazendas, casas, implantação do trabalho missionário, centros esportivos, escolas e um hotel. Na realidade, porém, a Associação já recebeu uma multa de mais de 3,7 milhões de reais das Secretarias Estaduais de Meio Ambiente, Turismo e Cultura, por irregularidades ambientais cometidas na fazenda New Hope de Jardim, e outra de mais de 47 mil reais pela retirada sem autorização dos órgãos de fiscalização competentes, de 60 toras. A Associação ainda teve obras embargadas na fazenda Loma Porá, em Porto Murtinho, devido à ampliação de 10 km de uma estrada que avançava numa reserva ambiental.
Os jornais de Campo Grande, Correio do Estado e a Folha do Povo, na edição do dia 1 de dezembro de 2001, denunciaram que haveria uma pressão sobre os trabalhadores rurais dessas fazendas para que adiram ao projeto New Hope, inclusive através de casamentos, geralmente decididos pelo rev. Moon.
Quais os reais interesses do rev. Moon no Pantanal?
Todo esse interesse de ampliar imensamente as propriedades nesses dois países, em regiões de fronteira de segurança nacional, separados somente pelo rio Paraguai, será que se restringe somente a motivos religiosos?
Esse acúmulo de terras, de fato, está levantando as suspeitas das autoridades nacionais, civis e militares de que haveria outros interesses menos “espirituais”. Como denunciou o gen. Sérgio Ernesto Conforto, do Comando Militar do Oeste, as terras compradas pelo rev. Moon são de pouca viabilidade para uma economia rentável, especialmente para a agropecuária: são terrenos que, uma vez desmatados, perdem rapidamente sua fertilidade agrícola e “ninguém gastaria tanto dinheiro à toa, sem esperar retorno desse capital”, enfatiza o general.
Outro ponto de suspeita é que, naquela região, não há tanta gente para evangelizar, a menos que se assentem mais pessoas, mas aquela área, geograficamente, não as suportaria. Num discurso na ONU, em outubro do ano passado, o rev. Moon manifestou o desejo de adquirir 1,2 milhão de hectares nos países do Mercosul para organizar áreas destinadas a absorver refugiados e imigrantes de outras nações e desenvolver nelas uma ação para educar famílias para a paz. Será que esse projeto começaria nessas áreas pantaneiras, que possuem um solo pobre, mas um subsolo muito rico?
Quais seriam, então, as verdadeiras intenções de todos esses investimentos em terras de segurança nacional? Essas intenções estão sendo investigadas pelo Exército e não se descarta a suspeita de que o rev. Moon queira juntar as áreas brasileiras e paraguaias numa espécie de feudo pessoal. Também não se descarta a hipótese de lavagem de dinheiro, conforme notícias veiculadas pelos jornais locais.
A audiência pública em Campo Grande
Diante dessas suspeitas bastante fundamentadas, a Assembléia do Mato Grosso do Sul realizou, no dia 30 de novembro, uma sessão especial com audiência pública, para que se esclarecessem todas as dúvidas que pairam no ar. Dela participaram representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e, obviamente, da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), além do gen. Conforto, comandante militar da região pantaneira, e o representante jurídico da Associação.
A audiência realizada na mesma Assembléia estadual confirmou ainda mais essas suspeitas, embora o representante jurídico da Associação, Neudir Simão Ferrabolli, tentasse justificar todas as atividades como um serviço à fé pregada pela seita Moon: “As atividades econômicas em Mato Grosso não são fim, mas sim o meio. No Pantanal o objetivo é desenvolver o turismo contemplativo”. Citando ainda o projeto New Hope em Jardim, Neudir afirmou que este gera mais de 400 empregos e atende
a mais de 300 alunos. “Queremos estabelecer um plano modelo em educação que possa atingir 33 cidades”.
Quem é o rev. Moon
O rev. Sun Myung Moon nasceu na Coréia em 1920, filho de uma família de fazendeiros convertida ao cristianismo. Em 1939, estudou engenharia na universidade de Waseda, no Japão.
Em 1945, iniciou seu ministério público, tendo já organizado o conteúdo doutrinal da Igreja da Unificação que fundou, oficialmente, em 1954, com o nome de “Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial” e simplificado de “Igreja da Unificação”.
A partir de então, a seita de Moon difunde-se pelo mundo afora. No Brasil, em fevereiro de 1999, ele iniciou, no mato Grosso, o projeto New Hope, realizando cerimônias religiosas em hotéis da região, como o Hotel Nabileque e Americano, pregando a libertação e arrepen-dimento de Satanás. Depois da benção de 360 milhões de casais (sic), conforme biografia de Neudir Ferabolli, “O Fenômeno Moon”, Satanás rendeu-se diante de Deus.
A doutrina
É difícil e complicado fazer uma síntese doutrinal da Igreja da Unifi-cação, pois é muito contraditória em si mesma. Citamos no quadro abaixo, frases de discursos de Moon, retira-das da biografia (aliás, bajulatória e exaltada) já citada de Neudir Ferabolli e que resume todo o conteúdo sobre a doutrina.
Apesar de tantas contradições doutrinais, o rev. Moon construiu um grande império econômico espalha-do em muitos países, fundou muitas associações, entre as quais, a Associação das Famílias para Unifi-cação e Paz Mundial, lançada em Washington, em 1966. Na visão do fundador, a família é o principal meio de salvação dos homens, a chave para a paz social, nacional e mundial.
| Libertei-me da Seita Moon |
| Libertei-me da Seita Moon Steve Hassan conta como se libertou da seita do rev. Moon, revelando as técnicas de conquista utilizadas pelas seitas Os dez princípios do reverendo Moon
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| Igreja católica de Raikia, Kandhamal, restaurada |
Luis Dufaur
Nas florestas de Kandhamal, no estado indiano de Orissa oriental, os católicos celebraram as festas do fim de ano numa surpreendente alegria, pelo menos para Anto Akkara, correspondente do “National Catholic Register”, dos EUA.
Ninguém teria adivinhado, escreve Anto, que poucos anos atrás naquele local mais de uma centena deles havia sido sadicamente martirizada por fanáticos hinduístas.
Uma das festas católicas se realizou diante das ruínas de uma casa ainda acinzentada, onde um jovem católico aleijado foi queimado vivo naquelas sinistras jornadas.
Como se explica isso?
O soldado aposentado Rabindra Pradhan, irmão mais velho do mártir Rasanand Pradhan, 28, tem a resposta na ponta da língua:
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| Crescem as conversões de famílias inteiras |
“O martírio de meu irmão não foi em vão. Cerca de meia dúzia de famílias hindus estão agora participando regularmente de nossas cerimônias”.
Incapacitado para fugir, Rasanand foi o primeiro mártir que deu a vida pela Fé na pior das perseguições de cristãos na história da Índia.
Nela, além de incontáveis assassinatos, os hinduístas incendiaram 300 igrejas e perto de 6.000 casas. 54.000 cristãos ficaram sem moradia.
Hoje, entretanto, muitos dos assassinos fanáticos estão se convertendo à Fé de Jesus Cristo.
O fazendeiro Kartick Behra é um deles. “Ficamos emocionados com a fé desse pessoal, por isso decidimos nos tornar cristãos”, esclarece Behra, que vai à igreja há um ano.
“Quando eu fiquei doente, eu comecei a ir à igreja e minha doença ficou curada. Não tenho mais medo de ser atacado por aquela turma”, disse.
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| Furor cristofóbico queria apostasia dos católicos |
Durante os ataques anticristãos em Gadragam, alucinados fundamentalistas chegaram a pôr uma espada no pescoço de Behra, que embora fosse da mesma religião pagã, se negava a entregar as famílias católicas que acolheu em sua fazenda.
“Muitas famílias aqui agora querem se tornar católicas”, conta Behra, cuja esposa e quatro filhos também frequentam regularmente a paróquia.
O correspondente do “National Catholic Register”, Anto Akkara, encontrou testemunhas do brutal morticínio na missa de domingo na igreja de Tiangia.
“Vir à igreja me traz paz de alma. Nada vai mudar minha decisão”, explicou a viúva, Jamboti Digal.
Além das centenas de hinduístas que estão abraçando o Catolicismo em Kandhamal, há ainda aqueles que pedem perdão por terem tentado fazer apostatar os católicos pela violência.
Hipólito Nayak, aposentado católico, contou que Lakhno Pradhan, um dos líderes hindus fundamentalistas que promoveram os ataques na região de Tiangia, foi lhe presentear uma flor na manhã do primeiro dia do ano.
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| Ódio cristofóbico nada poupou. Mas a Providência inverteu o jogo |
“Ele pediu perdão pelo que os hindus fizeram aos cristãos. Certamente Deus está tocando seus corações endurecidos”, disse Nayak, cuja casa foi destruída durante as violências.
O Pe. Prasanna Kumar Singh, vigário da paróquia de Pobingia, contou que outro líder fanático pediu perdão pelos danos feitos à igreja católica. Esta só foi reparada e re-consagrada em 2011.
“Ele até participou na missa de Natal e apresentou frutos durante o ofertório”, disse o Pe. Singh.
O Padre Subhodh Pradhan, vigário da paróquia de Raikia, a maior de Kandhamal, confirmou que numerosos hindus manifestam o desejo de se tornarem católicos.
A conversão não é fácil, pois as leis do Estado complicam os procedimentos.
“Mas dá na mesma, pois o fato é que Kandhamal está provando que Tertuliano tinha razão”, comentou o Pe. Pradhan, ex-reitor do Seminário Menor de São Paulo, em Balliguda, Kandhamal.
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| Catolicismo cresce regado com o sangue dos mártires |
O historiador da Igreja Quintus Septimius Florens Tertullianus, conhecido simplesmente como Tertuliano, é o autor do célebre dito: “O sangue dos mártires é semente de cristãos”.
Isto não quer dizer que as violências cessarão. Embora tenha havido alguns assassinatos praticados por hinduístas em 2011, os crimes por ódio à Fé não mudam a determinação dos catecúmenos e o andamento da disseminada tendência à conversão.
“Os planos de Deus vão além da nossa compreensão”, disse D. John Barwa, arcebispo de Cuttack Bhubaneswar, Diocese de Kandhamal. “O que aconteceu aqui em Kandhamal foi muito dolorido. Mas não foi um retrocesso. E agora está mostrando ter sido uma bênção”, acrescentou o arcebispo.
Fonte: http://www.ipco.org.br
400.000 pessoas de todo o país se reuniram na segunda-feira 23 de janeiro em Washington DC na célebre Marcha pela Vida que a cada ano pede pelos não nascidos nos Estados Unidos. Como já é tradição os grandes meios de comunicação ignoraram o evento.
A reunião congregou a jovens, mulheres, homens e crianças de todo o país que durante várias horas suportaram intenso frio, neblina e até chuva enquanto percorriam as principais ruas da capital americana até a sede do Capitólio. A marcha foi realizada um dia depois do aniversário número 39 da decisão judicial Roe V. Wade da Corte Suprema que legalizou o aborto nos Estados Unidos.
Os manifestantes se reuniram no National Mall para escutar as dissertações de deputados e líderes pró-vida. O Presidente da Câmara de Representantes, John Boehner (Republicano-Ohio), afirmou aos manifestantes que “a vida e a liberdade” são dois princípios fundamentais que se entrelaçam para “formar o núcleo de nosso caráter nacional.”
“Quando afirmamos a dignidade da vida, afirmamos nosso compromisso com a liberdade”, disse. Quando não somos capazes de defender a vida, a liberdade se vê diminuída.”
Boehner –que tem 11 irmãos– pronunciou umas palavras de abertura na marcha, nas quais recordou que “a vida humana não é uma mercadoria política ou econômica. A defesa da vida não é uma questão de partido mas tema de princípios”.
Por sua Marcha, o deputado Chris Smith (Republicano-Nova Jersey), explicou ante a multidão que a morte violenta de crianças inocentes “não é um valor americano”. Ele agradeceu aos presentes na marcha pela seu “abnegada luta pela oração, o jejum e as obras” para participar do que ele chamou “o maior movimento de direitos humanos na terra.”
Imprensa em silêncio

Assim como no Brasil, a imprensa americana se calou ante as manifestações contra a descriminalização do aborto. Ainda assim deseja ser chamada de "imparcial".
Os cantos e gritos dos manifestantes se escutaram em toda o percurso mas foram ignorados por meios importantes como o jornal New York Times.
Kristen Walker, vice-presidenta da organização pró-vida New Wave Feminists, disse que há quem “quer faze-nos acreditar que quase meio milhão de pessoas tomando as ruas cada ano pelo aniversário da decisão Roe Vs. Wade não é de interesse jornalístico porque ocorre todos os anos”.
Além disso, denunciou que há outros meios como o Washington Post que deram certa cobertura ao evento, mas reduzindo-o a um enfrentamento com os abortistas e alguns comentários em seus blogs online.
O Washington Post “manipulou um evento no qual centenas de milhares de americanos livres de todo o país se reuniram na capital de sua nação para fazer que sua voz seja ouvida, e o apresentou como um pequeno e feio confronto entre fanáticos”.

Cerca de 400 mil pessoas foram as ruas. Definitivamente o povo não deseja a descriminalização do aborto!
Segundo Walker, a intenção da imprensa secular majoritariamente abortista é apresentar os pró-vida como “um grupo marginal de fanáticos” e desmoralizar os organizadores.
“Quase todos os canais, jornais e revistas são a voz a favor do aborto. Estamos em inferioridade numérica, mas não nos calaremos. A chave para ganhar a guerra da informação quando se trata do aborto está nos novos meios de comunicação como as redes sociais”.
Fonte: http://domvob.wordpress.com