13 de set de 2011

Movimento revolucionário, feminismo e aborto

O que existe na cabeça de um revolucionário? Certamente essa é uma questão que geraria uma ótima pesquisa científica no campo psiquiátrico, afinal, não são poucas as pessoas a dizer que tais rebeldes sofram de uma grave patologia. Seria Esquizofrenia ou psicopatia? Bom, o certo é que o revolucionário é aquele carinha que “acredita” em si mesmo, tanto acredita que, ao analisar o mundo com suas teses pseudo-científicas, ele percebe certa anomalia entre o real, ou seja, o existente, e a sua ideologia do estado perfeito das coisas. Logo, se a realidade não condiz com o paraíso celeste idealizado por essa mente “brilhante”, ela deve ser alterada drasticamente, através de uma revolução, derrubando o “sistema opressor” e instaurando a paz e a liberdade sonhada por todos.

É exatamente assim que pensaram Karl Marx, Lênin, Hitler, Fidel Castro e tantos outros pensadores e ditadores dos últimos séculos. É bom ressaltar também a quantidade de perfis ditatoriais envolvidos no meio desse raciocínio. Engana-se quem pensa ser pura coincidência. Faz parte da revolução a instauração de ditaduras; sangrentas, importante salientar. Foi assim na Rússia, foi assim na China, foi assim na Alemanha, e é assim em Cuba, o paraíso almejado por Frei Betto aqui no Brasil.

Por conseguinte, toda revolução, por mais justa que pareça ser a priori, é um movimento genocida e carniceiro. Seja no campo político, seja no cultural, seja onde for. Para os seus seguidores, o que importa é a “causa”. É como naquele velho ditado: “os fins justificam os meios”. Daí a justificação para a defesa de campos de concentração nazistas, comunistas, como os gulags, ou como os campos de concentração modernos, das clínicas de armazenagem de embriões congelados. E se a revolução não acontece, não é a ideologia maluca, sofista e fantasiosa criada por eles que está errada e deve ser revisada, ou simplesmente jogada no lixo, como deveria ser o caso do marxismo, mas é o “povo” que está alienado pelo “status quo”, pelo “sistema opressor”.

Vejamos o caso do feminismo radical, por exemplo. Esse movimento padece do mesmo mal. Basta analisar suas ideias: aborto, contracepção, lesbianismo, gayzismo... Na boca de uma feminista sempre haverá um pérfido veneno sofista de dizer os mais terríveis argumentos contra a maternidade e contra a diferença natural dos sexos. Elas jamais aceitarão que a vocação natural da mulher é ser mãe e a vocação natural do homem é ser pai. Qualquer simples mortal percebe isso, mas para elas não pode ser assim. Para elas, isso é fruto da educação “opressora”, “machista” e “reacionária”.

Há tantos sofismas e hipocrisias nesses tipos de movimentos e reivindicações que chega a ser cômico. Ora, é notável a diferença entre um homem e uma mulher, tanto no aspecto físico, quanto no psicológico. O homem tem uma tendência ao objetivo, a mulher tem uma tendência ao subjetivo. O homem gosta de números, a mulher de pessoas. Basta conferir nas faculdades: enquanto na área de exatas percebe-se um número elevado e muito superior de homens em relação às mulheres; na área de humanas acontece o contrário, o número do sexo feminino é maior. E isso não é uma vantagem nem para um nem para outro, muito menos motivo de preconceitos entre as partes. Isso é fruto natural da criação.

Mas de todas as reivindicações feministas radicais, uma delas não é somente baseada em sofismas e pensamentos egocêntricos; é baseada em puro satanismo, atrevo-me a dizer. Falo do aborto. É engraçado que a luta delas seja exatamente contra o preconceito, “defendendo” a mulher, defendendo a causa gay, defendendo os negros (o que é justo), defendendo o MST, mas martirizando e descriminando o menor e mais indefeso ser humano existente: o embrião.

Não há motivo racional ou emocional de desconsiderar o feto como ser humano. Ele nada mais é que o fruto de uma ação sexual entre dois indivíduos da mesma espécie e de sexos diferentes. Uma ursa não irá gerar um macaco, assim como uma mulher não poderá gerar um girino. O pequeno embrião não é somente um amontoado de células, mas o princípio da vida humana já devidamente organizado, dando os primeiros passos de sua existência. Desde a publicação da obra epistolar De Ovi Mammalium et Hominis Genesis (Sobre o óvulo dos mamíferos e a origem do Homem), de Karl Ernst Von Baer, em 1827, que a ciência tem provado de forma cabal o início da vida já na concepção.

Contudo, o abortismo e sua defesa não devem ser somente tributados ao feminismo radical, mas a todo o movimento revolucionário dos séculos XIX e XX. Ele nada mais é que fruto da orgia científica entre darwinismo, teoria maltusiana e as ideias estapafúrdias de Friedrich Nietzsche. Ele também é primo do comunismo de 100 milhões de mortos e do nazismo do massacre de seis milhões de judeus. Na sua conta de mortes constam 50 milhões, somente na América das “democracias”. Podemos dar o nome ao seu “maravilhoso”, “seguro” e “legal” feito de: Holocausto Silencioso.

Assim, diante de tanta carnificina, é muito fácil perceber e constatar que o revolucionário realmente sofre de uma patologia grave, muito grave. Sua autoconfiança o cega e o torna louco. O feminismo também é louco, porque é autoconfiante, é revolucionário, é cego para a verdade, é egoísta e desordeiro, cético. Seu obscurantismo leva seus adeptos não somente a matarem, mas também a se autodestruírem, pois fogem daquilo que é o certo, e se embrenham em matas desconhecidas, rumo à própria morte, como Nietzsche fez, negando a verdade e morrendo maluco internado num hospício. Em verdade vos digo: Ai daqueles que lhes derem ouvido!

Fontes:
Lógica do abortismo - http://www.olavodecarvalho.org/semana/101014dc.html


Assistam esses videos:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rDlrz9QrN6E




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