16 de mar de 2012

* Governo de Cuba, admirado pelo PT, não quer as “Damas de Branco” nas Missas com Bento XVI.


A líder do grupo Damas de Branco “Laura Pollán”, Berta Soler, denunciou que o Governo comunista está reprimindo e detendo membros deste grupo dissidente porque não quer que estejam presentes nas Missas que Bento XVI presidirá em Cuba.


As Damas de Branco, que reúne familiares e amigas de detentos políticos, conhecidas por sua luta pacífica pelos direitos humanos e por comparecer às Missas para pedir pela pronta libertação dos prisioneiros de consciência.

Em diálogo com o grupo ACI, Soler denunciou que as mulheres são perseguidas e agredidas por membros de Segurança do Estado nos subúrbios das Igrejas, onde ficam detidas durante horas até que tenha terminado a celebração Eucarística e lhes dizem que “nas Missas do Papa não poderemos estar presentes”.

Soler indicou que isto ocorre em toda a ilha onde as Damas de Branco estão presentes. “As turbas organizadas, financiadas do Governo cubano, vêm sobre nós para agredir-nos física e mentalmente”, indicou.

“Realmente isso é o que faz o Governo cubano, por isso necessitamos que o Papa nos escute”, assinalou Soler, que reiterou seu pedido para que Bento XVI as receba “mesmo que seja um só por um minuto” e lhe contemos “o drama que vive o povo de Cuba pela falta de liberdade e de direitos”.

“Queremos entregar ao Papa a lista dos presos políticos”, afirmou a líder das Damas de Branco.

Ela disse à nossa agência que em Cuba “há 44 presos políticos e outros quinze homens que estão em liberdade condicional do grupo dos 75, que contamos porque cumprem sua pena nas ruas e porque em qualquer momento sua liberdade pode ser revogada e serem enviados novamente à prisão”.

No diálogo, Soler agradeceu pela ação que tomam sacerdotes como o Pe. Jorge Palma do Santuário da Virgem da Caridade do Cobre e o Arcebispo de Santiago de Cuba, Dom Dionisio García, que foram para protegê-las quando se viram perseguidas pelos agentes do Governo.

Segundo a informação divulgada pela imprensa internacional, a Comissão Cubana de Direitos humanos e Reconciliação Nacional -declarada “ilegal” pelo Governo- denunciou que em fevereiro foram registradas mais de 600 detenções de curta duração em toda a ilha por motivos políticos. O relatório assinala que foi produzido um “aumento relativo” da repressão política em várias províncias, “especialmente contra o grupo das Damas de Branco”, que são “objeto de numerosos atos de violência e vexames, incluindo alguns casos em que são obrigadas a tirar as roupas ou são manuseadas por agentes policiais”.

Em seu anterior boletim, a Comissão informou que em janeiro houve em Cuba ao menos 631 detenções temporárias por motivos políticos.

Mais informação em http://www.damasdeblanco.com/


Jovens pedem início dos trabalhos da CPI do Aborto durante a Marcha da Cidadania pela Vida, em 2010

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Faça o download, imprima e espalhe na sua cidade até o dia 21/03/2012: Divulgação da primeira manifestação pública pela CPI da Verdade sobre o Aborto
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Senhoras e senhores, dessa vez vai! No dia 08 de dezembro de 2008 o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), criou – após oito meses do pedido feito pela Frente Parlamentar em Defesa da Vida – a CPI do Aborto. O objetivo dela era investigar a venda ilegal de remédios abortivos e desbaratar, com força policial, a rede de clínicas de aborto clandestino. Mas veja bem: criar uma CPI é uma coisa, INSTALAR é outra.

A CPI do aborto nunca foi instalada. As feminazis financiadas pela mesada gorda da Ford e McArthur têm tudo a ver com isso! Elas disseram que uma CPI do Aborto era o mesmo que uma fogueira da inquisição para as mulheres, mesmo sabendo que a tal CPI *não* iria investigar mulheres que mataram seus filhos. É óbvio que a preocupação delas, no entanto, era outra: sua caixinha de Pandora…

“Já pensou se essa CPI do aborto resolve investigar a fonte de nosso rico dinheiro?” Elas se preocuparam e agiram para que os partidos não indicassem deputados para fazer a CPI. O movimento pró-vida bem que se esforçou e, até novembro de 2010, eu ainda falava sobre CPI do Aborto por aqui.

Mas agora vai. Pela verdade sobre a estratégia de financiamento internacional para a legalização do aborto no Brasil, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini convoca todos para uma concentração no dia 21/03/2012, a partir das 11h, na escadaria da Catedral da Sé, em São Paulo. Logo em seguida, a partir das 12h30, haverá a manifestação CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO, JÁ!, em frente ao FÓRUM JOÃO MENDES, na Praça João Mendes, Centro de São Paulo.

Quem não puder ir deverá usar o seu twitter e participar do tuitaço, também no dia 21/03/2012, a partir das 13h, com a hashtag: #abortonuncamais. Os tweets deverão ser direcionados, especialmente, para @SenadoresBrasil, @CamaraDeputados e @AssembleiaSP.

Mas o que se quer, agora, com uma CPI do Aborto?

Agora é pra valer: não queremos saber de clínicas, não queremos saber de venda de abortivos, muito menos sobre quem são as mulheres que abortam. Nós queremos abrir a caixinha das ONGs abortistas para termos, afinal, TRANSPARÊNCIA sobre o financiamento e sobre a informação que elas recebem da Ford Foundation, da McArhur e Rockefeller.

Vamos mostrar ao Brasil os verdadeiros interesses na legalização do aborto.

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