20 de jun de 2012

Exercício da homossexualidade é contrário à natureza do homem, afirma Arcebispo peruano




Dom Javier Del Río
LIMA, 03 Mai. 12 / 04:47 pm (ACI/EWTN Noticias)

O Arcebispo de Arequipa, no sul do Peru, Dom Javier Del Río, afirmou que embora a Igreja não condene a homossexualidade, os atos homossexuais são contrários à própria natureza do ser humano.

Em entrevista ao jornal peruano La Republica, Dom Del Río explicou que essa é a razão pela qual a Igreja não está de acordo que se promova a atividade homossexual.

"É uma orientação que não vai com sua própria natureza humana. Recordemos que a sexualidade não é somente um tema de genitalidade, a sexualidade abrange todo o ser humano, o ser humano todo ele é varão e todo ela é mulher".
Dom Del Río assinalou que muitas vezes o que se promove, e o que a Igreja critica, é "que as pessoas que têm natureza humana de homem tenham uma atração sexual por pessoas do mesmo sexo, promove-se isto em lugar de ajudá-los a responder à sua verdadeira natureza humana".

O Prelado explicou que todos os seres humanos têm dignidade pelo fato de serem pessoas. "Por isso merecem todo nosso respeito e o respeito de toda a população, independentemente de que pessoas fisicamente eles são, ou que tenham alguma deficiência física ou mental".

"O mesmo podemos dizer de uma pessoa com diferente orientação sexual, credo, raça, situação social, etc.".

O Arcebispo de Arequipa sublinhou em sua entrevista que a Associação de Psicólogos Católicos da Itália assinalou que "quando a mudança de orientação sexual não tem uma raiz orgânica é factível retornar".

Dom Del Río também responsabilizou pela promoção do estilo de vida gay a "muitas ONGs, organismos internacionais com muito poder político e econômico, além de muitos departamentos de Nações Unidas (ONU) que promovem a homossexualidade, o aborto, e cujos líderes não são homossexuais, mas o promovem".

Diante disto, de acordo ao Prelado, a Igreja por uma parte exorta as pessoas a que procurem que "sua opção sexual corresponda à totalidade de sua natureza".

"Não obstante, se houver pessoas que não querem ou preferem manter-se com esta orientação, nós os convidamos a não exercer a homossexualidade e manter-se no celibato porque o primeiro vai contra sua própria natureza”, recordando que as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, “sempre foram chamadas relações contranatura".

Dom Del Río remarcou que "a Igreja respeita os homossexuais, e ama uma pessoa com orientação homossexual assim como ama uma pessoa com orientação heterossexual".

"Dentro de grupos da Igreja há muitas pessoas que tiveram uma atividade homossexual e que logo recuperaram a sexualidade, tal e como foi brindada pela natureza. Estão dentro dos grupos paroquiais e novos movimentos".

O Arcebispo peruano indicou que em todo mundo a Igreja tem cursos e consultores para que pessoas com estas tendências recuperem “a orientação sexual dada pela natureza e não a oferecida pelas circunstâncias sociais".

Apoiando "matrimônio" gay Obama debilita a pedra angular da sociedade que é a família

Cardeal Timothy Dolan
WASHINGTON DC, 10 Mai. 12 / 11:33 pm (ACI/EWTN Noticias)

O Arcebispo de Nova Iorque e Presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, Cardeal Timothy Dolan, disse que com seu apoio ao "matrimônio" gay o Presidente Barack Obama debilita "a mesmíssima pedra angular da sociedade" que é a família.

O Cardeal respondeu assim ao apoio, que Obama expressou ontem em uma entrevista com a cadeia ABC, ao mal chamado "matrimônio". O mandatário disse que "cheguei à conclusão de que é necessário que afirme que, para mim, os casais do mesmo sexo deveriam poder casar-se".

Em uma declaração feita ontem, o Cardeal americano disse que os bispos "não podem ficar calados ante palavras ou ações que minem a instituição do matrimônio que é a mesmíssima pedra angular da nossa sociedade. O povo deste país, especialmente as nossas crianças, merece algo melhor".

O Arcebispo disse também que a postura de Obama "não surpreende" já que com suas ações neste governo "desprestigia ou ignora o único significado do matrimônio".

Por isso alentou a prosseguir nos esforços para "promover e proteger o matrimônio para assim servir ao verdadeiro bem de todas as pessoas".

A postura de Obama também se viu confrontada pela do candidato republicano Mitt Romney, que disse que "tenho a mesma perspectiva sobre o matrimônio que tive como governador e que já expressei muitas vezes (…) Acredito que o matrimônio é uma relação entre um homem e uma mulher".

Vários analistas políticos disseram que o apoio de Obama ao matrimônio entre pessoas do mesmo sexo não reflete a perspectiva dos norte-americanos e que definitivamente terá um impacto nas eleições presidenciais de novembro.

O presidente do Catholic Advocate, Matt Smith, disse que se a postura de Obama chega a ter êxito "as instituições católicas poderiam ser forçadas novamente a violar nossas crenças".

"Muitos católicos foram enganados pela inteligente retórica política em 2008 (quando Obama ganhou as eleições). Este ano, o recorde anti-católico da administração nacional deveria modificar o voto", considerou Smith.

Atualmente, são 30 os estados (dos 50 que são em total) que proibiram o mal chamado "matrimônio" gay, sendo o último destes Carolina do Norte, onde se aprovou uma medida que defende o matrimônio natural entre homem e mulher

Tony Perkins, presidente do Family Research Council, disse que a decisão de Carolina do Norte evidencia que "redefinir o matrimônio continua estando fora da política norte-americana, especialmente nos estados críticos como campos de batalha e entre os votantes das minorias".

Depois de ressaltar que 10 dos 16 principais estados do país aprovaram emendas para proteger o matrimônio, Perkins disse que o anúncio de ontem de Obama "assegura que o matrimônio será outra vez um assunto fundamental na eleição presidencial"

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