Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

10 de jun. de 2011

Retiro de Pentecostes com Anderson em Minas Gerais

Pregações, Missa, Adoração, Louvor, Cura e Libertação

Inscrições Gratuitas!

Dias: 11/06 - a partir das 8h da manhã

12/06 - a partir das 7h30 da manhã

Local: Igreja Matriz de Santos Reis (Praça 6 de janeiro, Santos Reis - Montes Claros - MG)

Presenças:

Padre Reginaldo Cordeiro de Lima (Paróquia Santos Reis)

Anderson Luis dos Reis (Equipe Missionária Regina Apostolorum São Paulo)

Informações e inscrições:

Blog: rccmocsantosreis.blogspot.com

E-mail: rccsantosreismoc@gmail.com

Mês de junho - décimo dia

Coração corajoso.


 
A propósito da coragem, São Cipriano escrevia: "Lutando contra as adversidades se mostra a verdadeira coragem em toda a luz".
Um coração corajoso é um lutador. Só quem enfrenta a luta, quem arrisca, quem não teme perecer, demonstra a coragem dos heróis.
Assim Jesus nos demonstrou que possui um coração corajoso até o heroísmo. Ele bem sabia que sorte o esperava na terra, mas disse ao Pai, sem hesitar: "Eis que Eu vim para fazer a tua vontade!" (Hb 10,9). Ele sabia o que lhe tocava sofrer da manjedoura até à tumba, porque o sofrimento é o preço do pagamento dos pecados. Mas Ele aceitou e desejou este caminho de sofrimentos por amor do Pai e por nós.
Ele sabia qual morte vergonhosa os homens o condenariam, dessangrando-o e ferindo-o de modo desumano. Mas aceitou com coragem toda vergonha, porque sem efusão de sangue não haveria remissão (cf. Hb 9, 22). Ele sabia bem que ficando entre nós no Santíssimo Sacramento do altar teria que sofrer muitos maus tratos, desprezos, abandonos, sacrilégios. Mas não renunciou e cumpriu corajosamente a Sua Palavra de fidelidade a nós os seus redimidos.
A coragem do Coração de Jesus! É a coragem de quem ama até o fim, sem reservas, arriscando e perdendo tudo, só por amor.
Pensemos nos corações corajosos dos Santos, fiéis discípulos de Jesus: os Apóstolos, os Mártires, os Missionários, os Confessores, as Virgens... Corações cheios de amor ardente e audaz, corajoso e forte. Nos Atos dos Apóstolos está escrito que os primeiros cristãos não temiam perseguições e sofrimentos: "vivam felizes por serem ultrajados pelo nome de Jesus". (At 5, 41). Cada um deles podiam repetir como o salmista: "Se contra mim se armaram um exército, meu coração não treme" (Sl 26, 3).
Pedro Jorge Fressati era um jovem ardente nas escaladas espirituais  e materiais. Gostava muito das montanhas; apaixonava-se ao escalar os cumes alpinos. Um dia fotografaram enquanto escalava corajosamente uma rocha alta. Apenas viu esta sua fotografia, ele escreveu abaixo: "Excelcior! Mais ao alto"! As aspirações mais altas do coração chegam além dos cumes dos montes.



Coração Covarde


"Não sejas pusilânime no teu coração" Eclo 7, 9

Para compreender quanto o nosso coração é pouco corajoso; quanto mesquinho ou covarde é suficiente olhar para os que souberem oferecer a Deus, não só alguns atos de coragem, mas o ato supremo de coragem: o martírio de si.
Pensemos em Santo Tomás Morus, Chanceler da Inglaterra, homem culto e sábio, que se recusou corajosamente em prestar obediência, que reconhecesse o Rei Henrique VIII como chefe da Igreja Anglicana. Perdeu o trabalho e foi reduzido à miséria com a família; em seguida, foi preso na torre de Londres. Visitado por familiares e amigos, por eles era exortado, e o suplicavam de submeter-se ao Rei, já que quase todos os Bispos o tinham feito. "O fato de todos os Bispos terem se submetidos aos desejos do rei não desvincula a minha consciência em condenar o mal feito pelo Rei", respondeu Santo Tomás. O seu coração não tremeu frente a ameaça do patíbulo. Enfrentou-o com orgulho e nobreza admiráveis.
Pensemos também naqueles heróicos jovens da Armênia que na última perseguição dos turcos contra os cristãos souberem resistir corajosamente às torturas e aos flagelos. Quando o Vigário Apostólico foi visitá-lo, eles diziam: "Monsenhor, olhai para nós: não temos mais narizes, orelhas e mãos. Mas tudo renegamos por Cristo!"
Estes são corações corajosos! E os nossos corações? Não é verdade que estamos sempre prontos a tremer só ao ouvir falar de sacrifícios e sofrimentos? Com quanta criatividade fugimos ou procuramos meios para evitar problemas, seja pelo Senhor ou pelos irmãos? E não é verdade que o respeito humano às vezes nos faz a chegar num grau de covardia que nos envergonhamos da nossa fé? Se formos honestos, devemos admitir possuir um coração de coelho no lugar de um coração de cristãos.
Mas é certo que um cristão não pode ser de Cristo se não enfrenta corajosamente o sacrifício de si por Ele e pelos irmãos, como o fizeram os Santos.
"O que é necessário para se tornar Santo?", perguntaram a Cura D'Ars. E o Santo respondeu com duas sublimes palavras: "A graça e a cruz".
O Sagrado Coração de Jesus, amparo de todos os mártires, nos reforce no seu amor, nos doe o seu amor forte e corajoso mesmo diante da morte.


Propósitos

- Cumprir, sem respeito humano, os atos religiosos em público: um sinal da cruz na oração à mesa.
- Rezar as seguintes orações: - Rezar as seguintes orações:  (clique aqui).

Artigo de D. Henrique Soares: Pentecostes: o Dom do Ressuscitado derramado sobre a Igreja

O tempo pascal conclui-se com a Solenidade de Pentecostes, celebração do Espírito Santo, Dom que o Cristo morto e ressuscitado faz à sua Igreja. Vejamos alguns aspectos do significado profundo deste mistério tão importante da nossa fé.

(1) O dom do Espírito Santo é fruto da Páscoa de Cristo. Morto como homem, ele foi ressuscitado pelo Pai na força do Espírito Santo derramado sobre ele (cf. 1Tm 3,16; Rm 1,4). O Espírito torna-se a própria energia divina que sustenta e vivifica a natureza humana de Jesus, de tal modo que São Paulo chega a dizer que o Senhor Jesus é Espírito (cf. 2Cor 3,18). É assim que o Senhor Jesus se torna doador do Espírito Santo: “Exaltado pela Direita de Deus, ele (Jesus) recebeu do Pai o Espírito Santo prometido e o derramou” (At 2,33).

(2) Este derramamento do Espírito deu-se no próprio dia da ressurreição, “na tarde daquele mesmo dia” (Jo 20,19): Jesus entrou no Cenáculo estando fechadas as portas, soprou sobre os Onze e disse: ‘Recebei o Espírito Santo” (Jo 20,22). Aqui nasce a Igreja, aqui os apóstolos são batizados no Espírito Santo, tornando-se cristãos, pois receberam aqui a vida nova do Cristo morto e ressuscitado!

(3) Sendo assim, qual o sentido da festa de Pentecostes? Os judeus celebravam-na cinqüenta dias após a Páscoa para comemorar o dom da Lei que Deus fizera ao povo de Israel. Os israelitas saíram do Egito, atravessaram o Mar e, cinqüenta dias após, chegaram ao pé do Monte Sinai, onde Deus lhes dera a Lei. Como Pentecostes sempre coincidia com o início da colheita, também era considerado a Festa das Primícias. Pois bem: cinqüenta dias após a Páscoa de Jesus, os apóstolos reunidos em Jerusalém, receberam o Espírito de um modo vistoso, barulhento, com fenômenos exteriores. A idéia é muito clara: para o novo povo de Deus, que é a Igreja, a Lei não é mais a Lei dos judeus, mas o Espírito de Amor que Jesus derramou nos nossos corações e que habita em nós (cf. Rm 5,5). O amor que Jesus nos deu como mandamento não é um sentimento, mas é o seu próprio Espírito, no qual unicamente podemos nos amar como ele amou. É este amor que é a plenitude da Lei (cf. Rm 13,8.10). Se olharmos com atenção o texto dos Atos dos Apóstolos que narra a vinda do Espírito, veremos as mesmas características do Monte Sinai: no deserto, dom da Lei acontece no quadro de uma tempestade [“houve trovões, relâmpagos...’ (Ex 19,16)], uma erupção vulcânica [“uma espessa nuvem sobre a montanha, e um clamor muito forte de trombeta... toda a montanha do Sinai fumegava... a sua fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha...” (Ex 19,16.18)] e um terremoto [“toda a montanha tremia violentamente” (Ex 19,18)]; no Cenáculo, aparecem os mesmo sinais: ruído, vendaval impetuoso, línguas como de fogo (cf. At 2,2s). a Igreja, fruto da ação do Espírito do Ressuscitado é também primícias da colheita de tudo quanto Cristo realizou na sua páscoa.

(4) Se procurarmos articular o dom do Espírito no dia mesmo da ressurreição (cf. Jo 20,19) com o dom do Espírito em Pentecostes (cf. At 2), podemos dizer o seguinte: o dom do Espírito em João, no dia da ressurreição, equivale ao nosso batismo, quando recebemos, no símbolo da água, o Espírito de vida do Cristo ressuscitado. Nele, recebemos uma vida nova, que germina até a glória eterna. Já o dom do Espírito em Pentecostes equivale à experiência de cada cristão no sacramento da crisma, quando nos é dado o Espírito de força para o testemunho de Jesus e a edificação do Corpo de Cristo, que é a Igreja. Agora, com a manifestação no Cenáculo, a Igreja abre as portas e começa a sair de si, lançando-se nas estradas do mundo para testemunhar Jesus e construir-se como comunidade dos discípulos daquele que morreu e ressuscitou.

(5) Na solenidade de Pentecostes é isto que celebramos: o dom do Espírito que é dado à Igreja continuamente, na pregação da Palavra e, sobretudo, nos sacramentos, de modo particular no batismo e na eucaristia. Em cada sacramento, a Igreja suplica ao Pai o dom do Espírito do Filho, que a una sempre mais ao Ressuscitado, vá dando-lhe a vida nova que ele, seu Senhor e Esposo, agora tem à direita do Pai e, assim, vá conduzindo-a mais e mais à vida eterna.

(6) Nunca esqueçamos que, sem o Espírito, não há nem pode haver Igreja. Somente nele, a vida do Cristo permanece e é continuamente renovada na Comunidade dos discípulos; somente no Espírito é possível viver em Cristo, fazer o bem por amor de Cristo... Somente no Espírito o Evangelho pode ser anunciado como boa-nova e não como letra morta e preceito exterior e opressor. É no Espírito Santo que a vida do Cristo não somente está no nosso meio, mas em nós, no nosso interior, inspirando-nos para o bem, dando-nos força contra o mal, plasmando em nós os sentimentos de Jesus e nos preparando para a vida eterna. Somente no Espírito a Comunidade pode se manter unida na verdadeira fé e ligada no mesmo amor, sem, contudo, sufocar as diversidades existentes. Só no Espírito, a Igreja pode se lançar para o futuro, sem ter medo das novidades e, ao mesmo tempo, manter-se fiel ao passado de sua origem, sem tornar-se ancrônica ou ultrapassada. É por tudo isso que o Espírito foi chamado pelos Santos Padres da Igreja Antiga de “alma da Igreja”: ele a vivifica, a mantém unida, a faz cresce e a conduz à plenitude. É também por isso que a Igreja é real e verdadeiramente Templo do Espírito Santo, que nela habita e repousa, nela permanecendo até transfigurá-la completamente no final dos tempos, quando, então, ela será plenamente Corpo do Cristo glorioso e povo de Deus Pai, para sempre.

Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/index.html

A Igreja Católica no Camboja sobrevivente do terror comunista.




Os regimes comunistas do Camboja não apenas tiraram a vida de dois milhões de pessoas, como também roubaram da nação a sua cultura e sua história: hoje os jovens formam famílias sem laços com seu patrimônio nacional.

Esta é uma das razões pelas quais a educação é uma prioridade para a Igreja católica no país, afirma Dom Olivier Schmitthaeusler, vigário apostólico de Phnom Penh desde outubro passado.

O programa de televisão Deus chora na Terra, da Catholic Radio and Television Network (CRTN), em colaboração comAjuda à Igreja que Sofre, conversou com este bispo francês de 40 anos sobre a sua vida na terra missionária do Camboja.

- O senhor foi nomeado bispo Phnom Penh há pouco tempo. Como foi a sua reação? Foi uma surpresa?

Dom Schmitthaeusler: Uma surpresa e um susto, porque eu sou muito jovem. Tinha 39 anos, talvez fosse naquele momento o bispo mais jovem do mundo. Era como Jeremias: “Senhor, eu sou muito jovem. O que é que eu posso fazer?”. Então eu me lembrei de Maria, que disse: “Eis aqui a escrava do Senhor”. E aceitei.

- O senhor já vive no Camboja há treze anos. Escolheu o Camboja ou foi uma proposta da Sociedade de Missões Estrangeiras?

Dom Schmitthaeusler: Eu sou membro das Missões Estrangeiras de Paris e recebi o meu destino quando me ordenei diácono. Depois da minha ordenação, o superior geral anunciou: “O padre Olivier vai para o Camboja”.

- O senhor sentiu medo?

Dom Schmitthaeusler: Eu fiquei surpreso. E ao mesmo tempo aquilo me deixou muito feliz. Eu já tinha ficado no Japão durante três anos, quando era seminarista. Eu amo a Ásia, e, quando recebi esta missão, me encheu de felicidade ir para o Camboja.

- O senhor trabalhou durante mais de dez anos em paróquias rurais. O que o senhor aprendeu do povo cambojano?

Dom Schmitthaeusler: Para mim foi uma experiência maravilhosa, principalmente por causa dos lugares onde eu estive. Era uma Igreja muito pequena. Quando eu cheguei, só existia um cristão. Nós começamos do nada. Construímos a igreja e organizamos um grupo de jovens. Fizemos o primeiro batismo em 2003 e agora temos um total de 98 pessoas batizadas e 35 catecúmenos que vão ser batizados no ano que vem. Também começamos uma pequena escola, que é uma creche e uma escola de ensino médio. Temos um centro de teares de seda, também. O povo khmer é muito acolhedor e me deu as boas-vindas de braços abertos. Foi uma experiência magnífica para a minha vida sacerdotal. Vai ser bem difícil eu ir embora.

- O povo cambojano tem 96% de budistas. Como é que as aldeias próximas reagiram quando o senhor começou a evangelizar?

Dom Schmitthaeusler: Nesta aldeia nós temos muita sorte. Deus está conosco. As pessoas nos aceitaram muito bem porque nós temos uma creche, e os pais, todos budistas, mandam os filhos para a nossa escola. Também temos um programa parecido com os escoteiros, e todo domingo de manhã temos mais de 300 crianças que participam de uma hora de formação.

- E os pais não têm medo que os filhos se convertam?

Dom Schmitthaeusler: Faz 6 anos que nós estamos fazendo isso, e todo ano aumenta o número, então eu acho que é um bom sinal. Começamos uma nova paróquia a uns 40 quilômetros e no começo tivemos problemas, especialmente com os jovens.

- Por quê?

Dom Schmitthaeusler: Porque durante dois anos, com auto-falantes, os pagodes budistas divulgaram informações errôneas sobre a Igreja católica, dizendo que se as crianças frequentassem a Igreja católica, elas não iam ser autorizadas a se casar, nem iriam conseguir ajudas das ONGs. No Natal de 2006, nós convidamos todos os avós da aldeia. Eles ficaram muito felizes e viram que a Igreja católica é muito aberta e acolhe a todos. Viramos bons amigos. É interessante também que, nesta aldeia, todos os domingos temos de dez a vinte pessoas da comunidade budista que vêm para a igreja ver o que nós fazemos. Eles assistem à missa e escutam a homilia. A relação é muito interessante.

- A cultura é muito budista. Ser khmer é ser budista, e abraçar outra fé equivale a rejeitar a cultura e a identidade khmer. Isto é verdade?

Dom Schmitthaeusler: Eu acho que no Camboja, durante os quatro anos do reinado de terror de Pol Pot, foi destruído tudo. A cultura e toda forma de religião, como o budismo e o catolicismo. Depois, nos dez anos de ocupação comunista vietnamita, depois do khmer vermelho, continuou sem ser permitida nenhuma forma de religião. Durante os últimos vinte anos, os cambojanos começaram a reconstruir as suas tradições, assim como as práticas religiosas, e agora, acredito eu, as pessoas são mais abertas do que antes. Isso é um grande benefício, principalmente para a Igreja católica.

Quando os jovens viram cristãos, por exemplo, durante o batismo, nós convidamos os pais deles e os avós para participar. Faz dois anos, tivemos um funeral. O funeral é muito importante para os budistas. E eles têm a impressão de que os católicos não têm muito interesse pela morte, não têm respeito pelos mortos, especialmente pelos pais mortos. Todos eles estavam esperando para ver o que é que nós íamos fazer durante a cerimônia do funeral. E depois eles ficaram muito impressionados. Eu segui a tradição deles para os funerais, que inclui os sete dias de velório da tradição budista. Procurei convencê-los de que nós, católicos, não desprezamos os mortos, que temos orações pelos mortos e acreditamos e esperamos a ressurreição. Foi uma oportunidade para sermos testemunhas de Cristo e uma oportunidade para os budistas verem o que nós fazemos.

- O que atrairia um budista a abraçar o cristianismo e se tornar cristão?

Dom Schmitthaeusler: Nós começamos com os jovens. Os jovens são missionários muito eficazes: porque o meu amigo vai na igreja, eu também gostaria de ir, mesmo sem entender bem o que é a Igreja. Esta é a primeira fase.

A segunda fase é o descobrimento da caridade. Nós temos mostras de caridade em todas as nossas igrejas. É a caridade dos católicos com todos, não só com os outros católicos, mas com todos sem preconceitos, especialmente com os pobres. É disto que eles são testemunhas, e é o que vai atraí-los: abrir o coração para amar a todos.

A terceira fase, que é muito importante, é o encontro com Jesus. Mas é claro que isso leva o seu tempo, porque é uma experiência nova, mas, através da oração e da leitura da Escritura, eles se encontram com Jesus. É um processo passo a passo. Normalmente recebemos muitos jovens, na minha igreja temos cerca de cem todo domingo, mais de sessenta budistas. Desses sessenta, vinte ou trinta vão continuar na formação.

- Vamos voltar ao tempo do khmer vermelho. Houve uma destruição massiva de igrejas e a proibição absoluta da prática religiosa. Como vocês encaram este problema hoje?

Dom Schmitthaeusler: Esse período de 1975 a 1979 foi marcado pela destruição massiva das propriedades da Igreja e pela morte de padres e religiosos. Tivemos dois bispos mortos; um foi assassinado e o outro morreu doente. O primeiro bispo khmer da história do Camboja. E não vamos esquecer os dois milhões de khmeres mortos. Os missionários começaram a voltar em 1989; o primeiro, depois de 30 anos. A primeira celebração foi na Páscoa e participaram 1.500 pessoas. Alguns eram neo-conversos, porque os missionários eram muito ativos nos campos de refugiados da fronteira tailandesa, e alguns que eram católicos antes do regime de Pol Pot. A nova Igreja católica no Camboja começou com 1.500 pessoas.

- Você está começando a reconstruir não só a comunidade, mas também a infraestrutura. Como vai esse processo?

Dom Schmitthaeusler: Em Phnom Penh só temos uma igreja, que antes de Pol Pot era o seminário menor. Nós a compramos faz vinte anos e ela vai ser a principal igreja de Phnom Penh. Temos outra que construímos há quatro anos, mas eu sou um bispo sem catedral, porque a catedral de Phnom Penh foi destruída uma semana depois da ocupação do khmer vermelho, em 1975. Então está tudo em processo. Existe ainda uma revitalização dos cristãos. No ano passado nós fizemos uma análise dos últimos vinte anos de evangelização, de 1989 até 2009, e existe um desejo nas pessoas de ter uma igreja, uma catedral, e isto é um sinal de esperança. E mostra que a presença física é importante.

- Que cicatrizes ainda restam nas pessoas depois de Pol Pot?

Dom Schmitthaeusler: As cicatrizes começaram antes de Pol Pot. Houve uma guerra civil nos setenta, durante a época de Lon Nol, e a ocupação vietnamita depois de Pol Pot. Foi um período muito longo. Não houve transmissão da tradição cultural, dos valores e da história durante aquele tempo todo, e a transmissão de uma geração à seguinte é muito importante. A preocupação principal naquele período era simplesmente sobreviver! Procurar comida, procurar refúgio. Ninguém tinha tempo para transmitir as tradições culturais, os valores e a história. Para os jovens é um desafio começar uma família, porque eles perderam o nexo e o conhecimento do patrimônio deles. No Camboja, 60% da população tem menos de 20 anos. Eles não conheceram a guerra civil, o regime de Pol Pot, nem a sua própria cultura. Isso é um desafio para o governo e também para a Igreja.

- Qual é a prioridade nesta situação?

Dom Schmitthaeusler: A educação é a prioridade no Camboja. Os recursos humanos foram destruídos e agora temos que reconstruir tudo. É prioridade para a Igreja também, porque a educação faz parte da formação, e, para mim, começando uma nova missão na diocese de Phnom Penh, a educação é uma prioridade porque agora nós convivemos com a primeira geração de cristãos. Eles foram batizados há vinte, dez ou cinco anos, e a educação é o caminho para eles aprofundarem as raízes cristãs e culturais, para virarem líderes na Igreja e nas famílias deles e para construírem melhor uma família cristã. Nós temos hoje dois seminaristas, o que é muito, já que só existem 14.000 cristãos. Dois seminaristas é uma boa proporção. Precisamos formar boas famílias para fomentar as vocações. Então, o primeiro objetivo é a formação e a educação em geral. Começamos com uma creche e agora temos 25 na diocese. Também temos uma escola técnica segundo a tradição de Dom Bosco.

- Como está sendo a reconciliação depois desse período terrível, com dois milhões de assassinados?

Dom Schmitthaeusler: A maior parte das pessoas nem pensa nisso, ou não está interessada nisso. A reconciliação é um conceito só nosso. A vida é difícil para a maioria do povo khmer e eles se concentram em correr atrás. Eles olham para o futuro, não para o passado.

- Então a Igreja não tem o objetivo de encarar este problema?

Dom Schmitthaeusler: Nós tratamos desse problema com os nossos serviços de comunicação social. No ano passado fizemos um encontro com um dos juízes internacionais e focamos em reunir os católicos que sobreviveram àquele período. No ano passado, na nossa escola católica, tivemos uma jornada para falar sobre o período do khmer vermelho. Convidamos os sobreviventes para falar. Depois fomos para um lugar que é um local para a memória, os chamados campos da morte. Fizemos orações com os monges e os padres. Tentamos pouco a pouco manter a memória daquela época negra, porque eu acho que é importante recordar, e isso é um desafio para o país, porque não podemos esquecer.

- O rei assistiu à missa de exéquias do papa João Paulo II. Como é a relação hoje com o governo?

Dom Schmitthaeusler: A relação é especialmente boa entre o governo e a Igreja católica. Temos um Ministério de Culto e Religião, como em todos os outros países comunistas. Eu fui vigário geral da diocese de Phnom Penh durante três anos e tenho uma boa relação com o governo. Somos sempre bem-vindos.

- Mas não é fácil. O senhor não pode fazer visitas de porta em porta. Como isso afeta o seu trabalho de evangelização se existem limites para visitar as famílias das aldeias?

Dom Schmitthaeusler: Não é bem assim. Nós não vamos de porta em porta como os mórmons nem temos permissão para usar sistemas de microfones e megafones para fazer proselitismo. E eu entendo isso. Alguns protestantes usaram grandes cartazes para citar passagens bíblicas e isso não é permitido. Eu posso visitar as famílias das aldeias sem restrição nenhuma. Explicamos para o governo o que é a fé católica e sempre usamos o termo católico, e não cristão.

- O que provoca uma reação tão negativa do governo ao se estabelecer uma seita cristã ou protestante?

Dom Schmitthaeusler: Há muitas seitas cristãs no Camboja e para o governo é difícil saber quem é quem. Estão contentes conosco porque temos uma estrutura clara: o Papa, os bispos e os sacerdotes.

- Quais são atualmente as necessidades de seu país e da Igreja Católica?

Dom Schmitthaeusler: A necessidade de formação e ajudar nosso povo a se encontrar com Deus, isso é muito importante. Ter tempo para rezar em silêncio, para se relacionar com Jesus e com Deus – este é um grande desafio em um país budista.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

O grande valor da Santa Missa




“Uma Santa Missa tem mais valor que todos os tesouros do mundo”.
São Leonardo de Porto Maurício Padroeiro dos Missionários.

A Santa Missa é o sacrifício do Corpo e do Sangue de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo oferecido, em nossos altares, em memória do sacrifício da Cruz.
O Santo Sacrifício da Missa é oferecido:

1º Para odorar e glorificar ao Senhor bom Deus;
2º Para agradecer a Deus os benefícios recebidos;
3º Para obter de Deus o perdão dos pecados;
4º Para pedir a Deus graças e favores. “Na hora da morte, as Missas a que houveres assistido serão a tua maior consolação”.

Um dos fins da Santa Missa é alcançar para ti o perdão dos teus pecados. Em cada Missa, podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados, pena essa que será diminuída na proporção do teu fervor. Assistindo com devoção à Santa Missa, prestas a maior das honras à Santa Humanidade de JESUS CRISTO. Ele compadece de muitas das tuas negligências e omissões. Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais, porém, te arrependes; preserva-te de muitos perigos e desgraças que te abateriam. Diminui o império de Satanás sobre ti mesmo. Sufraga as Almas do Purgatório da melhor maneira possível.

Uma só Missa a que houveres assistido em vida, será mais salutar que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte. “Será ratificada no Céu a bênção, que do Sacerdote recebes na Santa Missa”, afirma o grande Doutor e Bispo da Igreja Santo Agostinho de Hipona. “O renomado pregador, denominado “O Boca de Ouro”, Doutor e Patriarca de Constantinopla São João Crisóstomo escreveu: “Estando Jesus morto e ainda pregado na cruz, diz o evangelista, um soldado aproximou-se, feriu-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu água e sangue: a água, como símbolo do batismo; o sangue, como símbolo da eucaristia. O soldado, transpassando-lhe o lado, abriu uma brecha na parede do templo santo, e eu, encontrando um enorme tesouro, alegro-me por ter achado riquezas extraordinárias. Assim aconteceu com este cordeiro. Os judeus mataram um cordeiro e eu recebi o fruto do sacrifício”.

O ínclito teólogo e Doutor da Igreja Santo Tomás de Aquino disse: “O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa”. Pelo martírio, o homem oferece o Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em Sangue em sacrifício para os homens. Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor. A Eucaristia é o milagre supremo do SALVADOR; é o dom soberano do Seu amor”. Foi de forma magistral que a magnífica mística e Doutora da Igreja Santa Teresa de Ávila disse: “Sem a Santa Missa, que seria de nós? Tudo perecia neste mundo, pois somente ela pode deter o braço de Deus”. “Jesus Cristo na Santa Missa é médico e remédio” afirmou o fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, Bispo e Doutor da Igreja Santo Afonso de Ligório.

Preciosidades

Pedras preciosas sempre fascinaram por sua beleza, raridade e durabilidade, sem contar os milhões que podem representar. A maioria dessas preciosidades, também chamadas de gemas, são minerais ou rochas formadas a partir de condições especiais e pouco frequentes na natureza. “Cada mineral tem seu modo particular de formação. O diamante, por exemplo, se forma a partir do carbono, com pressões e temperaturas elevadas, só encontradas no interior da terra a grandes profundidades”, diz o geólogo e gemólogo Nelson Luiz Chodur, do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Paraná. O total de ouro no mundo, na superfície e já processado é de 163.000 toneladas. Todo esse ouro, com todas as pedras preciosas, junto com todo dinheiro e outras riquezas no mundo, não valem nada diante da Santa Missa. “Pois sabeis que não foi com coisas perecíveis, isto é, com prata ou com ouro, que fostes resgatados da vida fútil que herdastes dos vossos pais, mas pelo sangue precioso de Cristo, como de um Cordeiro sem defeitos e sem mácula” (1 Pd 1, 18). O maior valor que existe na face da terra é a Santa Missa. É a Santa Missa o verdadeiro culto de louvor, oblação, glorificação e adoração a Santíssima Trindade.

Fonte: shalom.org

9 de jun. de 2011

Pisoteiam e jogam cerveja sobre a Eucaristia em igreja na Colômbia




O Pe. Rodrigo Hurtado, pároco da igreja de San Isidro em Dosquebradas (Colômbia), denunciou que a capela Cristo Salvador foi vítima de um ato sacrílego, pois ladrões ingressaram no templo, furtaram dinheiro e bens valorados em mais de mil dólares, para logo retirar as hóstias do Sacrário, derramá-las no chão, jogar cerveja em cima e pisoteá-las.

Conforme informou a rádio colombiana RCN, a Diocese de Pereira, à qual pertence a paróquia de San Isidro, ordenou o fechamento do templo e o retiro do Santíssimo, assim como a excomunhão para os responsáveis pelo sacrilégio.

Espera-se que tudo volte à normalidade na capela Cristo Salvador dentro de um mês, depois da realização de um ato de desagravo previsto pela justiça canônica.

Esta é a segunda vez que a capela Cristo Salvador sofre um ato sacrílego, pois quatro anos atrás, desconhecidos quebraram as mãos de uma imagem da Virgem Maria, além de furtar elementos do templo.

Fonte: ACI

Mes de junho? nono dia

Coração fiel

"Amo-te com um amor imutável" (Jr 31,3)



Este é o amor do coração de Jesus! De Belém ao Calvário, da Ceia Eucarística à Ceia Eterna, o coração de Jesus é tudo e sempre será para nós e para a nossa salvação. Fidelidade santa, perene, incondicional. Ele mesmo disse que estaria conosco todos os dias, até a consumação dos tempos (cf. Mt 28, 20). Fidelidade para a nossa eterna salvação: "De geração em geração duram os pensamentos do seu coração para salvar da morte os seus filhos". (cf. Sl 32, 11).
Mas, quantas vezes Jesus teria todos os motivos e todo o direito de se afastar e de nos afastar de Seu Santo Coração. Porém, Ele continua a nos amar, apesar de nossa infidelidade mais grave. Ele continua a descer aos altares, apesar da traição dos seus ministros; continua a permanecer nos Sacrários, apesar da solidão e do abandono desolador no qual O deixamos. Continua a doar-se a todos na Santa Comunhão, apesar da indiferença e frieza que O recebemos. E quantos hoje vão receber a Comunhão em pleno pecado mortal, sem antes confessar-se? E deveriam saber que a absolvição sacramental é absolutamente necessária antes da Comunhão. No entanto, comete-se um horrível sacrilégio, porque se come e bebe a própria condenação (cf. I Cor 11, 29).
Jesus continua entre nós até quando não ligamos para Ele. E O colocamos em segundo lugar, e às vezes, em último, prontos em trocá-lO por desejos da carne, por dinheiro ou ambição.
Pobre coração de Jesus! Ele tinha razão quando disse a Santa Margarida Alacoque: "Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada eonomizou nada até acabar-se e consumar-se para manifestar-lhes o Seu amor; em troca, Eu recebo da maior parte indiferenças, sacrilégios e irreverências...".
É possível que não possamos acolher estes lamentos divinos do Coração de Jesus?
Um dia Santa Tereza d'Ávila, em êxtase durante uma adoração Eucarística, contemplou Jesus que lhe disse com doçura: "Teresa, quero mostrar-te tua vida". Logo apareceu um lindo cacho de uva, com os bagos suculentos e brilhantes, que embelezavam as orações, as ações e os sacrifícios da Santa. Mas eis que que sai do Sacrário um raio de luz fulgurante que atingiu o cacho de uva e fez aparecer coisas bem diferentes: alguns bagos estavam consumidos pelos vermes, outros estavam vazios e secos, e outros, ainda, estavam ácidos e estragados. A Santa compreendeu a linguagem daqueles bagos, que revelavam as muitas e pequenas infidelidades. Toda em confusão, jogou-se aos pés de Jesus, lhe pediu perdão lhe prometeu de empenhar-se com todas as forças para corrigir. Foi fiel e se tornou seráfica de amor pelo Coração de Jesus.


Coração infiel


"O amor das criaturas é instável e sujeito as falhas; o amor de Jesus é fiel e constante" (Imitação de Cristo, II, 7,1).

O coração do homem é infiel. Do coração do homem têm os adultérios. No coração do homem se consumam as infidelidades, as traiçõoes, os abandonos dos amigos, do cônjuge, do companheiro de trabalho, do sócio em negócios... e até de Deus.
Na segunda carta a Timóteo, São Paulo comunica ao seu discípulo umamá notícia: "Demas me abandonou por amor ao mundo presente" (4,9). Com quanta amargura São Paulo escreveu estas palavras!
Se já é improvável a infidelidade a uma criatura, o que será a infidelidade a Deus? Pareceria um absurdo dever admitir a infidelidade a Deus, mas é uma realidade posta sob os olhos de todos. Quantos cristãos batizados, crismados, alimentados com a Eucaristia, abandonaram o Senhor, seduzidos pela carne e pelo mundo do dinheiro? E que dizer se se tratam as pessoas consagradas? "Não conheço sacrilégio mais horrível - disse São Bernardo - que o de repreender a um coração já consagrado a Deus".
Disse o Sagado Coração de Jesus a Maria Alacoque: "O que me é mais penoso é ver-me tratado assim por corações a Mim consagrados"!. Segundo a Santa, Jesus disse estas palavras com um acento de dor tão lacerante que dilacerava sua alma.
Como esquecer que Jesus nos amou antes de tudo e continua a nos amar até o fim dos tempos? É único e supremo Coração fiel; não pode nos abandonar, pois nós lhe custamos todo o Seu sangue. Com que coragem o nosso coração pode preferir qualquer outra coisa ou criatura?
Nas Crônicas fransciscanas lemos que um mestra em París tinha tomado o hábito de São Francisco, mas a mãe pobre não se conformou em perder o filho e foi suplicá-lo em lágrimas e gemidos para que voltasse para casa. O filho, com o coração amargurado, cedeu e prometeu de voltar para casa no dia seguinte. Entretanto, ajoelhou-se diante do crucifixo e rezou em soluços: "Senhor, não desejo deixar-te; desejo somente assistir minha mãe em sua extrema necessidade". o crucifixo, jorrando sangue vivo das chagas de Jesus, respondeu: "Custastes mais a mim que à tua mãe, pois Eu derramei por ti todo o meu sangue. Eu deveria ser-te mais caro que a tua mãe". O bom frade permaneceu no convento até à morte.

Coração de Jesus, torna os nossos corações fiéis a Ti até à morte.


Propósitos:

- Fazer uma visita ao Sagrado Coração de Jesus na igreja junto a uma imagem sua.

- Rezar as seguintes orações:  (clique aqui).

* Dê sua opinião na Enquete da Câmara sobre a PDC 224/11. Leia e entenda.


Você concorda com o projeto (PDC 224/11) que susta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a união homoafetiva?

Entenda antes de votar:

Logo após o encerramento da grande manifestação dos evangélicos em frente ao Congresso Nacional, representantes das Frentes Parlamentares Evangélica, Católica e da Família e lideranças religiosas, entre elas o organizador da Marcha pela Família, o pastor Silas Malafaia, foram recebidos pelo 2º vice-presidente da Câmara, o deputado Eduardo da Fonte, PP/PE, para cobrar da Casa, prioridade na tramitação do PDC 224/11, entregue ao presidente, Marco Maia, no último dia 25.

O PDC-224, susta os efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu a união homoafetiva no dia 05 de maio passado, proferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade 4277 e o descumprimento do preceito fundamental 132, que reconhece a entidade familiar da união entre pessoas do mesmo sexo. Os parlamentares avaliam que a decisão fere as prerrogativas do Congresso limitando assim, a atuação dos parlamentares em discutir o tema.

O presidente da FPE – Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos, PSDB/GO, afirma que a decisão invadiu a competência do Poder Legislativo porque cria obrigações e restringe direito,situação que somente pode ocorrer por intermédio de lei, em sentido formal e material. A decisão teria desrespeitado, ainda, a teoria da tripartição dos poderes, estabelecida no artigo 2º da Constituição.

Presentes à ocasião estavam os deputados João Campos, Roberto de Lucena, PV/SP, o senador Magno Malta, PL-ES e um grupo de parlamentares religiosos junto com o pastor Silas Malafaia revelaram, ainda, que pretendem apresentar abaixo-assinado com mais de 1 milhão de assinaturas para sensibilizar os deputados para viabilizarem o PDC-224.

O deputado Eduardo da Fonte se comprometeu a apresentar o pedido de prioridade à Mesa Diretora.

Vote aqui, procure Enquete.

http://www2.camara.gov.br/agencia/

fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Brian Johnson, da banda AC/DC: “Religião é uma perda de tempo, Jesus não era Deus!”

O vocalista da banda AC/DC, Brian Johnson (foto), 63, afirmou não acreditar em religião e quem o faz causa “uma perda de tempo”. A afirmação foi feita em entrevista ao blog PopEater ao qual Johnson se propôs a falar sobre sua autobiografia Rockers and Rollers: A Full-Throttle Memoir.
O tema religião começou a ser abordado quando a entrevistadora Nicki Gostin afirmou que poucas pessoas sabem que ele começou a cantar em um coro de igreja.
“Sabe por que eu fiz isso, querida? Não por causa da religião, não. Foi em troca de dois xelins e seis pences por semana”, disse. Acrescentou: “Todas as religiões geram dinheiro e trazem problemas, guerra e morte”.
Para Johnson, “Jesus foi muito inteligente, mas apenas um homem, não o filho de Deus”.
Foi essa referência a Jesus que mais irritou religiosos dos Estados Unidos. Palmeri Allen, editor de uma revista batista, por exemplo, afirmou que um dia Johnson terá de prestar contas a Deus.
“Ele terá de encarar o fato de que Jesus é a porta para Deus.”
Pelo que disse na entrevista, o vocalista da banda que vendeu mais de 200 milhões de álbuns não deve alimentar a polêmica com os religiosos, porque ele está “cansado disso [religião]”.
“Parem agora e aproveitem a vida!”

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Absurdo: BBC transmitirá suicídio assistido de um milionário.



De D. Henrique Soares.


Meu caro Internauta, leia atentamente esta notícia seguinte:
A emissora pública BBC transmitirá o suicídio assistido de um milionário hoteleiro britânico que foi para a clínica suíça Dignitas para morrer. O jornal "The Daily Telegraph" revela nesta quarta-feira (8) seu nome: trata-se de Peter Smedley, de 71 anos, que morreu em dezembro e que, antes de morrer, escreveu cartas a seus amigos expressando o quanto eles haviam significado para ele.
A maior surpresa desses amigos ocorreu quando no serviço dedicado a sua memória receberam o contato de uma equipe da BBC que havia filmado os últimos momentos de Smedley para um documentário do escritor Terry Pratchett, que defende o suicídio assistido. "Não sabíamos até aquele momento que ele estava no Dignitas, nem sabíamos sobre o filme até que a equipe envolvida no programa procurou-me", disse ao jornal um amigo íntimo de Smedley.
O filme, que será exibido na próxima segunda-feira pela BBC com o título de "Choosing to die" (Escolhendo morrer, em inglês), não identifica Smedley pelo sobrenome. Ele sofria de transtorno neuromotor, diagnosticado havia dois anos. Amigos o descrevem como "um homem que apreciava a privacidade, mas defendia mudanças na legislação (sobre o suicídio assistido)".
O que pensar de algo assim? A primeira vista, alguém poderia dizer: que coragem, que maturidade, a desse senhor: enfrentar de cabeça erguida o destino de todo homem, enfrentar corajosamente a própria situação; não fugir, não se lamentar, não ser peso para ninguém, mas com dignidade e resignação, ir ao encontro da morte de modo altivo e realístico... Não nego que tal linha de raciocínio seja possível...
Gostaria de propor uma outra. Aonde chegamos! Nossa sociedade esqueceu Cristo, renegou sua matriz e o que ficou? A derrota, a sensação de absurdo ou, pelo menos, de profundo vazio ante situações escuras e incompreensíveis da existência. A verdade é que sem Deus e, de modo especial, sem Cristo sofredor, crucificado e ressuscitado, a dor, o sofrimento, as limitações e debilidades da vida já não mais têm sentido! Que sociedade miserável, essa que coloca como solução, ante as impotências e dramas da vida, somente a morte como escolha! Eis o fim da linha do ateísmo, do agnosticismo, do hedonismo, do consumismo, do cinismo atuais!
Não! Esse senhor não é um herói, não é altivo diante da morte. Com todo o respeito que uma pessoa merece, posso dizer: ele foi um covarde! Teve medo da doença e capitulou, teve medo da dor e correu, teve receio das limitações que a debilidade lhe trariam e preferiu o suicídio. Uma atitude assim assenta em quem não conhece a Deus, em quem tem diante de si, como horizonte último da existência, somente a si próprio, somente esta vida daqui deste mundo... Quanto à clínica que dá guarida ao suicídio, seu nome não deveria ser “Dignitas” (dignidade), mas “Covardia”!
Quanto a nós, que colocamos em Cristo nossa esperança, só nos resta dizer: Bendito sejas tu, Senhor nosso Deus, que nos dando a fé no teu Cristo, nos libertaste de toda ameaça de absurdo e no teu Filho morto e ressuscitado, deste-nos a força com a tua graça de encontrar sentido para as escuridões da existência, de modo que nem a vida nem a morte nos podem mais afastar do teu amor! Bendito sejas, Senhor nosso Deus, que pela cruz e ressurreição do Senhor, encheste de sentido e liberdade a nossa vida!




Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/

8 de jun. de 2011

Corrdenador da Rcc detona a plc 122



PROFETISMO E MARTÍRIA

A palavra do Senhor permanece eternamente, assim começa o Santo Padre Bento XVI na mais nova exortação apostólica pós sinodal, Verbum Domini (Palavra do Senhor) publicada neste ano em referência a Palavra de Deus na vida e missão de toda Igreja. Justamente por acreditarmos que a Palavra do Senhor, que é o próprio Senhor continua agindo em nossas vidas, e que esta mesma Palavra é viva e eficaz (Hebreus 4,12) e não retorna sem ter surtido seu efeito (Isaías 55,10) é que desejamos como profetas dessa Palavra testemunhar sua a Verdade (Emunah, revelação) plenificada em Jesus Cristo. Eis cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo bradou João Batista ao ver Jesus no Jordão, o mesmo profeta denúncia o pecado de Herodes que havia tomado a mulher de seu irmão de maneira ilícita e por fazê-lo perdeu a cabeça literalmente. Fomos batizados no Espírito Santo, não um batismo sacramental, mas enquanto experiência nova nesse mesmo Espírito. Um dos primeiro sinais que recebemos após sermos tocados pelo Senhor é um suscitar de um renovado amor por sua Palavra, pela Santa Missa, pelos Sacramentos de modo geral, pelo Magistério da Igreja, pela Santa Tradição e a respeito disso não podemos nos calar, a experiência no Espírito promove um novo conceito em relação a Vida Humana em todos as suas etapas, nos ensina o caminho da ética e da verdadeira bioética, revaloriza o conceito de Família e principalmente do amor, que longe está de ser somente um mar de rosas, passamos a compreender que na dor e no sofrimento também encontramos amor. Essas transformações nos impelem a refutar o ateísmo pragmático (hipocrisia dos cristãos que não tem uma vida comprometida com a radicalidade do evangelho, dizem que crêem em Deus, mas agem como se Deus não existisse), o relativismo moral, o secularismo promovido por diversos setores da sociedade, nos ensinou que o prazer (hedonismo) não é um fim e si mas um meio para a verdadeira felicidade que consiste em sermos aquilo que autenticamente fomos criados para ser; filho de Deus em Jesus Cristo. Assim, irmãos e irmãs nos encontramos no verdadeiro impasse de nossas escolhas; escolhemos Jesus, o Evangelho e a Igreja ou escolhemos o relativismo, secularismo e outros “ismos” mais. Podemos nos sentir como os primeiros cristãos nas arenas romanas que muitas vezes tiveram que decidir entre negar a Cristo ou morrer por pertencer a Ele. Quer morramos quer vivamos tudo deve convergir para Jesus Cristo nosso Deus e Senhor. Vivemos um grande momento de provarmos nossa fé, profetismo e vivência cristã do evangelho, vivemos um tempo deprofetismo e martíria. Falo do projeto de Lei 122/2006 que torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero condenando a até cinco anos de detenção, quem se manifeste contrário a homossexualidade, com a aprovação dessa lei qualquer pessoa que se pronunciar contra o homossexualismo, inclusive pastores e padres e também pregadores podem ser presas sob a acusação de homofobia. É preciso entender bem o que seja preconceito, desde quando discordar é preconceito, desde quando anunciar a verdade da Palavra é preconceito. Tenho a nítida impressão que querem com que os heterossexuais se sintam culpados por serem heterossexuais, se a sexualidade é uma orientação pergunto: Quem está orientando quem?

Deus nos constitui livres é verdade, mas não para a libertinagem e essa verdade não pode ser mitigada em nome de uma pseuda tolerância: Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario. (Romanos 1,26-27)
A palavra de Deus condena o pecado e não o pecador, Deus é misericórdia sim na mesma proporção que é justiça perfeita e não podemos ignorar sua palavra: Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus. (1 Coríntios 6,9-10).
Caros irmãos e irmãs iremos continuar anunciando a verdade do Evangelho custe o que custar, iremos continuar proclamando que Jesus é o Senhor que sua Palavra é viva sem nunca faltar com a autentica caridade para com o pecador, e qualquer pecador. Vejam nossos Grupos de oração estes estão cheios de pessoas que vieram dos mais diversos locais e situações em suas vidas e ao fazerem experiência de Deus tiveram suas vidas transformadas, seus valores resgatados da corrupção de um mundo descrente, suas atitudes remodeladas no poder do Espírito Santo. Iremos continuar pregando a Poderosa Palavra de Deus com temor e tremor, ousadia e parresia sem perder a esperança em quem nos chamou para uma vida nova mesmo que nos custe a cadeia, mesmo que nos custe a vida.

Abraço Fraterno

fonte: http://www.passiodomini.org/

Luiz Carlos Nunes de Santana
Fundador da Comunidade Passio Domini
“Adoradores de Jesus, Amor Incondicional, em espírito e verdade.

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Artigo de D. Henrique Soares: O Espírito Santo, um ilustre desconhecido.

D. Henrique Soares da Costa

Domingo próximo, a Igreja estará encerrando o tempo pascal. Durante cinquenta dias, de um modo intenso e rico em símbolos, palavras e emoções, os católicos celebramos a ressurreição do Senhor. Agora, este tempo finda com a Solenidade de Pentecostes, que faz memorial do dom do Espírito Santo feito pelo Cristo ressuscitado à sua Igreja.

Nós, católicos, cremos com firme certeza que Cristo ressuscitou, isto é, atravessou o mar da Morte e entrou na glória e na plenitude de Deus, seu Pai. Cremos que ele está totalmente transfigurado, plenificado, glorificado, da própria vida divina, tanto no seu corpo quanto na sua alma humana. Ele, feito totalmente humano como nós, agora se encontra totalmente divinizado na sua humanidade. Com toda convicção, cremos que essa ressurreição e transfiguração do nosso Jesus foram realizadas pelo Pai, que derramou sobre ele o Espírito Santo, Deus como o Pai, Deus como o Filho. Esse Espírito Santo é principio de vida divina, de divina energia e de dinamismo do próprio Deus. Assim, como o fogo pode impregnar e transfigurar uma barra de ferro, deixando-a totalmente reluzente, também o Santo Espírito impregnou a transfigurou a humanidade de Jesus, de modo que ela agora é plena, totalmente desabrochada, plenamente glorificada! Aquilo que, para nós, ainda é desejo e sonho - vida eterna, felicidade sem limites, vigor pleno, vitória sobre nossas mazelas, realização do nosso coração carente - para o Senhor Jesus é uma eterna e resplendente realidade. Tudo isso o Pai realizou nele ao ressuscitá-lo no Espírito Santo.

Cheio desse Espírito, o Senhor Jesus o derramou sobre nós. Os apóstolos experimentaram a ação potente e transformadora desse Espírito de Jesus já na mesma tarde da Páscoa, quando o Ressuscitado soprou sobre eles e lhes disse: "Recebei o Espírito Santo!" Depois, em Pentecostes, novamente experimentaram a ação do Espírito, como força do Ressuscitado que os impelia para a missão de anunciar Jesus. Nós também, confiados na promessa de Cristo, acreditamos e sabemos e experimentamos que tal ação do Espírito não se restringiu aos Apóstolos ou aos primeiros cristãos. O dom do Espírito é feito a todos os discípulos do Cristo através de sete sacramentos que o Senhor entregou à sua Igreja. Em cada um deles, o cristão faz uma experiência viva e real do Espírito do Senhor, que nos une ao Cristo, vai nos transfigurando nele e nos dá acesso a Deus, nosso Pai. Assim, a vida cristã é um misterioso dinamismo de união real com Cristo no Espírito, até sermos totalmente impregnados da vida daquele que por nós morreu e ressuscitou. Um sucinto exemplo: no Batismo, o Espírito nos é dado como vida nova do Cristo ressuscitado; na Crisma, como força para testemunhar o Senhor; na Eucaristia, o Espírito impregna o pão e o vinho a ponto de fazer deles Corpo e Sangue do Senhor morto e ressuscitado; na Confissão, ele é dado como Espírito de remissão dos pecados; na Ordem, ele é Espírito de unção para gerar aqueles que, em nome de Cristo, apascentarão o rebanho; no Matrimônio, ele unge o amor humano para que seja imagem e sinal do próprio amor de aliança entre Cristo e a Igreja; na Unção dos Enfermos, ele é Espírito de consolo e força para unir nossas dores às de Cristo. Note-se a centralidade da experiência do Espírito Santo para a vida dos cristãos! Estes são homens e mulheres que devem ser impregnados e conduzidos pelo Espírito. Não somos simples admiradores de Jesus ou seus "seguidores". Somos aqueles impregnados realmente pela Vida que faz Jesus viver, isto é, pelo Espírito de Jesus. Ou isso, ou não somos cristãos de modo algum! A relação entre o Senhor Jesus e os cristãos não é simplesmente de um sentimento, mas há algo de concreto, misterioso, sacramental: nós nele e ele em nós, nós membros de seu corpo e ele nossa Cabeça, nós somos os ramos, ele é a Videira verdadeira!

Nós cremos, conforme as promessas do Senhor, que o seu Espírito impregna toda a vida da Igreja, de um modo profundo, visceral, tantas e tantas vezes imperceptível... É pelo Espírito do Ressuscitado que a Igreja é Santa, porque santificada por ele; por ele ela permanecerá viva até o fim dos tempos, por ele não trairá nunca a fé apostólica recebida uma vez para sempre, por ele também essa doutrina não fica presa de modo esclerosado a um passado, mas vai sempre progredindo e aprofundando a compreensão do mistério de Cristo nas várias mudanças dos tempos. Também por obra e presença desse Espírito, os cristãos experimentam Jesus como alguém vivo, os cristãos "vêem" Jesus na sua Palavra, nos sacramentos, na vida da Comunidade dos discípulos, nos acontecimentos e circunstâncias da vida e do mundo. Essa experiência faz com que os cristãos interpretem as realidades do mundo de modo diferente dos não-cristãos. Jesus afirmou claramente que nós haveríamos de vê-lo novamente e o mundo não mais o veria. Isso não é brincadeira! Nós fazemos sim essa experiência incrível: fazemos a experiência real e profunda do Senhor Jesus vivo e a nós presente na potência do seu Espírito Santo. Eis a inspiração para o nosso modo de pensar e agir... Claro que o mundo não poderá nos compreender, porque não tem essa experiência fundamental que condiciona o nosso modo de ser e viver...

Daqui derivam as diferenças de opções - às vezes clamorosas - entre a Igreja e o mundo. E quanto mais o mundo fechar-se numa razão auto-suficiente e imanentista, tanto mais essas diferenças vão aparecer de modo exasperado, até, às vezes, à contraposição e ao conflito. Jamais poderemos impor a ninguém nossa experiência e devemos sempre respeitar as convicções dos outros, que não crêem como nós, mas, doutra parte, jamais poderemos negar ou esconder aquilo que para sempre transfigurou nosso coração e mudou nossa vida. É que a ação desse Espírito, além de nos fazer testemunhar Jesus sem medo, enche-nos de um vigor e um consolo tais, que espantam toda dúvida e infundem em nós a mais doce e profunda e suave certeza. Na força do Espírito é que os mártires de ontem e de hoje deram a vida para testemunhar seu Senhor! Eis, alguns dos frutos do Espírito do Ressuscitado... Eis o Espírito Santo, Vida da nossa vida, esse ilustre Desconhecido...

Fonte: cléofas.com.br

Igreja Universal abrirá concurso para pastor. Salário é de R$ 8 mil.




O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (CESPE/UnB) abrirá o primeiro concurso para pastor da Igreja Universal do Reino de Deus.
Segundo representante da Universal, o concurso público tem a intenção de recrutar profissionais qualificados para participarem do “a grande expansão da Palavra” e a “cultura popular de Deus”. “Já conquistamos nosso espaço em 172 países. Temos obras sociais espalhadas nos quatro cantos do globo. Precisamos de profissionais não apenas ungidos pelo Espírito Santo e preparados no fogo do Pai das Luzes para cumprir nossa missão evangelizadora, mas também de pastores com conhecimento técnicos para darem continuidade a essa obra tremenda” explica empolgado o pastor Ricardo Ibrahim, responsável interno da IURD pela organização do concurso.
Adavilson dos Santos de 23 anos, morador de Guarulhos,(foto) pensa em fazer o concurso “Estou muito ansioso, sou pastor desde os meus 18 anos e obreiro da minha igreja desde os 11. Colei grau em Teologia ano passado. Sempre estudei bastante. Esta é uma oportunidade muito grande na carreira de qualquer pastor e não vou perdê-la”, vibra o jovem.
As vagas serão abertas para candidatos do sexo masculino com curso superior em quaisquer áreas. Candidatos com Bacharelado em Administração Eclesiástica ou Pós-Graduação (mestrado e doutorado) em Administração de Igrejas e disciplinas afins ganham pontos na prova de títulos. O número de vagas não foi divulgado. O salário inicial na investidura do cargo é de R$ 8.234,82 mais benefícios.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Ateísmo internacional dá prioridade aos países em desenvolvimento



08.06.2011 - A recém-criada AAI (Aliança Ateísta Internacional) decidiu que países em desenvolvimento – como o Brasil – vão ter prioridade em seu propósito de incentivar a criação de entidades de ateus e livres pensadores. A entidade foi anunciada no final da semana passada em Dublin (Irlanda), durante a Primeira Convenção Mundial de Ateus.
A direção da AAI é composta por 19 representantes de países da Europa, América do Norte, América do Sul, África e Ásia e da Austrália.
Entre eles está o biólogo britânico Richard Dawkins, autor do livro “Deus, um delírio”. Tanya Smith (foto), da Austrália, é a presidente.
Tanya disse que a AAI vai se empenhar para que haja cooperação entre as organizações ateias e se colocar como porta-voz de reivindicações seculares, e a principal delas é a separação entre o Estado e a religião.
“A Aliança Ateísta Internacional será a voz global das causas ateístas e seculares", afirmou. "A direção [da entidade] está animada em começar a promover e a apoiar o livre pensamento em todo o mundo.”
Com informação do site da Atheist Alliance International.
Fonte: http://www.paulopes.com.br/

Fonte: http://www.rainhamaria.com.br/

Veja o que diz um defensor do movimento homossexual sobre os que defendem a família

Postagem do Site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.


Por Daniel F.S. Martins.

Veja a mensagem que recebemos de um defensor do movimento homossexual (os grifos são nossos):

Subject: O que vocês merecem

Message Body:
Quem são vocês, preconceiutosos ignorantes a rechaçar uma lei que visa apenas a igualdade de direitos nesta sociedade que exclui, agride e discrimina os homossexuais ? Voces não são filhos de Deus, que criou a todos, inclusive os gays. Vocês vão para o inferno e vão sofrer em vida pois é isso que merece aqueles a quem falta solidariedade e sobra egoísmo;

This mail is sent via contact form on IPCO – Instituto Plínio Corrêa de Oliveira http://www.ipco.org.br/home

Respondendo:

1. “uma lei que visa apenas a igualdade de direitos” Parece que o comentarista não leu o PLC 122, a “lei da homofobia”, que pretende por na cadeia todos os que, ainda que pacificamente, se opõem à prática homossexual. Mas pelo comentário se vê bem onde o movimento homossexual quer chegar: igualar vício e virtude. O que na prática significa prestigiar o vício e perseguir a virtude… Além disso, o comentarista se esqueceu do fato de que o PLC 122 cria uma classe privilegiada, os homossexuais, enquanto os católicos e todos os que defendem a família tornam-se cidadãos de segunda classe

2. “Deus, que criou a todos, inclusive os gays” O comentarista sai do pressuposto de que Deus criou a pessoa já homossexual, o que é inteiramente falso. Há pessoas que, por essas ou aquelas razões, possuem tendência ao homossexualismo, no que não têm culpa. Mas há também pessoas que têm tendência à mentira, ao roubo, etc. A culpa está em não dominar essa tendência, provinda do pecado original. O que se diria de alguém que afirmasse: “não se pode falar mal do mentiroso e do corrupto, pois foi Deus quem os criou!”.

3. “Vocês vão para o inferno”. Isto é: para com os homossexuais, que ofendem a Deus, todos os direitos. Para nós, que procuramos defender a Lei de Deus, o que o comentarista deseja é o inferno… É curioso como o comentarista fala de “Deus”, do “inferno”, parece até que aprendeu algo da Sagrada Escritura. Se for assim, não me preocupo tanto. Quando chegar na parte da Bíblia que mostra como Deus Nosso Senhor destruiu Sodoma e Gomorra pelo pecado de homossexualismo…

4. “Vocês vão sofrer em vida pois é isso que merecem“. Aí se vê bem o que quer o movimento homossexual. Falam de tolerância, mas na primeira ocasião “farão sofrer em vida” quem a eles se opuser… perseguição religiosa à vista! Mas o nosso consolo é a bem-aventurança: “Bem-aventurados os que são perseguidos por amor à justiça, pois deles é o reino dos Céus”.





Fonte IPCO